Brasil

A sinhazinha do palácio

A retirada de obras sacras do Palácio da Alvorada, pela futura primeira-dama Michelle Bolsonaro, mereceu ontem críticas de Reinaldo Azevedo, que classificou a atitude de vergonhosa, preconceituosa, desrespeitosa, intolerante e obscurantista.

Silêncio sobre o filho

De Igor Gadelha, da Crusoé:

Defensores ferrenhos de Jair Bolsonaro nas redes sociais, a maioria dos atuais e novos deputados do PSL ainda não emitiu qualquer opinião sobre a investigação do Ministério Público que apura movimentação suspeita nas contas do ex-motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (foto).Continue lendo ›

Tratar caso Coaf como ‘irrisório’ magnifica o erro

De Josias de Souza:

O caso Coaf imita uma pedra jogada do alto da montanha. Seu primeiro movimento foi lento. Mas a notícia rola há dez dias sem uma explicação capaz de detê-la. Redobrou a velocidade. Os membros da dinastia Bolsonaro e seus súditos começam a se dar conta de que ficou difícil interromper uma crise que, não tendo sido contida no nascedouro, ganhou dinâmica própria.Continue lendo ›

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, que movimentou R$ 1,2 milhão, vive em casa simples na Taquara

De Juliana Castro e Igor Mello:

Ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL) e citado em relatório do Coaf por conta da “movimentação atípica” de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz mora em uma casa simples e sem pintura externa, em um beco no bairro da Taquara, na Zona Oeste do Rio.Continue lendo ›

A conferir

O jornalista Claudio Tognolli (foto), que teve livro prefaciado pelo ex-juiz nascido em Maringá, disse hoje no programa Pânico, da Jovem Pan, que acredita que Sergio Moro não aguenta seis meses como ministro do governo Bolsonaro. Continue lendo ›

Desafio inicial

De Leandro Mazzii, na coluna Esplanada:

Embora tentem minimizar o relatório produzido pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que apontou movimentações financeiras atípicas de um ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), integrantes da equipe de transição temem que o episódio tenha desdobramentos que possam ofuscar a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e comprometer o início de governo.Continue lendo ›

Um motorista frenético

De Reinaldo Azevedo:

Flávio Bolsonaro, deputado estadual e senador eleito, em cujo gabinete estava lotado Fabrício Queiroz, o homem que movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, afirmou que seu ex-subordinado tem uma “história plausível”, que será apresentada ao Ministério Público Federal. Vamos ver. Reportagem da Folha traz mais detalhes da movimentação financeira do amigão da família Bolsonaro. Querem ver?Continue lendo ›

PP de fora

O presidente eleito Jair Bolsonaro começou ontem a conversar com os partidos políticos. Há uma série de conversas marcadas com os principais nomes de alguns partidos, mas o PP não é um deles.Continue lendo ›

Bolsonaro imita Temer

De Josias de Souza, sobre o presidente eleito Jair Bolsonaro, que hoje indicou para o Ministério da Saúde um político investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois:

Um candidato só se conhece em uma situação: depois de eleito. Quando está pedindo votos, o que o político fala não merece 100% de crédito. Quem acredita em tudo, imbeciliza-se. Continue lendo ›

Moro e o bolsonarismo

De Vera Magalhães, no BR-18:

As entrevistas de Sergio Moro ao Fantástico e de Eduardo Bolsonaro ao Estadão mostram que são muitas, e complexas, as diferenças de visão de Justiça, de combate à corrupção e à violência entre o futuro ministro da Justiça e o bolsonarismo de raiz.Continue lendo ›

Quem manda

De Leandro Mazzini:

Os ministros do STF soltam bandidos políticos da cadeia, provocam a PF, atropelam o Congresso Nacional – todas as leis polêmicas caem na Corte, que dá a palavra final – e se deram um aumento de salário de mais de R$ 6 mil para 2019, desdenhando do esforço do governo para cortar gastos e enquanto o salário mínimo-pula de R$ 900 e poucos para pouco mais de R$ 1 mil. Pergunta: Quem manda mesmo hoje no País?