Bronca

Invasão de privacidade e poluição

Leitora acredita que a distribuição de santinhos nos portões das residências pode ser uma invasão de privacidade, além de se configurar poluição. “Isso deveria ser proibido, pois algumas vezes as pessoas jogam os que já estão lá no chão, da sua casa, sujando sua propriedade para dar preferência ao que está distribuindo. Como um candidato quer conquistar seu voto sujando a sua casa?”, opinia.

Religamento de energia

Leitor escreve para reclamar que à Copel só está faltando contratar pistoleiros, com moto preta e pistola 9mm, para eliminar consumidores com pagamento em atraso, como faz o narcotráfico. A bronca é com os horários em que são efetuados os cortes, “que mesmo o consumidor pagando as contas em atraso imediatamente após o corte, só religam após 24 horas, sem se preocupar se na residência tem crianças, idosos ou algum ser humano, ficando a noite toda sem energia estragando alimentos, medicamentos e causando grande constrangimento e humilhação. Só o senhor Ricardo Barros está imune a estas medidas. É necessário que a Copel adote medidas mais humanas e igualitárias. Não medidas assim que vão resolver os problemas da nação”.

Vaga garantida, sem problemas

Estacionamento
Leitor envia a foto e diz que faz três dias que vê este carro estacionado na esquina da rua Joubert de Carvalho com a praça Raposo Tavares. “Fiz questão de observar que não houve sequer uma notificação do EstaR. Sempre utilizo o estacionamento por ali e, quando passa dos 30 minutos de uso recebo uma bela notificação. Agora fica a pergunta: qual a diferença do meu carro ou dos demais contribuintes para este que faz campanha para um candidato a vereador? Perguntei a um agente do Estar na região e não soube me responder”, contou.

Obra de hipermercado incomoda vizinhança

Rua Bernardino de Campos
Leitora reclama do mau começo do Hipermercado Angeloni, que está se instalando em Maringá. Os caminhões (enormes com peças pré-fabricadas gigantes) ficam estacionados nas ruas ao redor por três dias ou mais, atrapalhando o trânsito de ruas que são de mão dupla, os motoristas ficam acampados em frente às residências e usam a rua como banheiro. Lembra que seria necessário um relatório de impacto de vizinhança antes da autorização à obra, ou que alguma coisa fosse feita para reduzir o incômodo provocado, já que ela tentou junto aos responsáveis pela obra e com a Cassol, que fornece o material, e nada foi feito. Agora, é aguardar a prefeitura fazer a sua parte.

Estudantes, erotismo e livros no lixo

A propósito do Dia do Estudante, que comemora-se amanhã, leitor que se intitula Pai Indignado escreve: “Fui hoje na escola de minha filha assinar alguns papéis e ver o desempenho dela, quando chego lá estava havendo uma comemoração. Até aí tudo bem, acho que os alunos merecem ser reconhecidos pelos professores. Se não fosse pelo fato de ver uma dança na qual a saia da moça deveria ser mais comportada. E o pior, isso se repetiu em várias escolas estaduais de Maringá; teve uma escola da periferia que, pelo o que um aluno de lá me falou, colocou até funk com dizeres: “vai f(*)der, pegar ferrari black e pegar mulher”. Agora fica a questão: como as escolas, instituições que ensinam os saberes formais são capazes de cobrar ética, respeito e dignidade de seus alunos? Será que estamos deixando nossos filhos em local de respeito? Será que foi de bom grado comemorar o dia do estudante com danças e músicas que explicitam erotismo?
Estes dias vimos que livros da Biblioteca Pública Municipal foram queimados. Acho que estas coisas serviriam para refletirmos sobre o Dia do Estudante, sendo que aconteceram todas nesta semana”.

Mais privilégios

O blog ficou sabendo que servidores da Câmara de Maringá reclamam de tratamento diferenciado dado a um dos novatos, que entrou após o concurso de 2009. O assessor administrativo, que tem cargo de chefia mais participações em comissões, com direito a 50% de adicional, receberia horas extras injustificadas (seriam quatro por dia). O rapaz em questão, segundo relato, vai à câmara todas as manhãs, bate o ponto e quando dá a hora do almoço ele pode sair (sem registrar saída), almoçar tranquilamente e voltar para terminar o expediente. Há boatos sobre o paradeiro das horas extras.

Mudaram o nome da linha

A propósito do anúncio da Prefeitura de Maringá, de mudanças na área do transporte coletivo, moradora do Moradias Atenas escreve revoltada. Conta que depois de muita luta, e com a ajuda de um vereador, conseguiram melhorar os horários da linha 722, que circula naquele bairro, mas aponta que ao invés de aumentar mais uma linha, só mudaram o nome dela, apesar do aumento no número de moradores da região (Conjunto Maurílio Correia Pinho, Jardim Guairacá, Jardim Três Lagoas, Moradiras Atenas I e II e os condomínios Santa Julia e Santa Clara), onde 9% faz uso do transporte coletivo. “Nos horários das 6h30, 7h e 18h, terminal-bairro, parecemos sardinha em lata, e ainda vem o diretor da Setran falar com todas as letras que isso é melhoria…”, reclama.

Nuvem de terra vermelha

Leitor aproveita o blog para mandar um recado à Secretaria de Obras de Sarandi: “Eles há cerca de dois dias mandaram uma patrola lá na avenida Vale Azul (Chácaras Aeroporto), a máquina subiu raspando a avenida, fez um trabalho muito do porco, soltou na via várias pedras que estavam compactadas, resumindo: uma bela de uma cag(*), foi embora, não passou nem um rolo nem utilizou água. Agora estamos em meio a uma imensa nuvem de terra vermelha, pois ali é o caminho que os caminhões de lixo usam para chegar ao aterro”. O resto da mensagem é só píííí…

Mau cheiro na avenida

Um vazamento de água fétida numa quadra da avenida São Paulo, entre a Horácio Raccanello e Tamandaré (defronte o Avenida Center), região central de Maringá, está incomodando e indignando muita gente. A água fétida sai aparentemente de dois prédios recém-inaugurados nas imediações. Tem dias que a fedentina é terrível. O local apresenta um desnível considerável em relação à pavimentação, que tem buracos. De acordo com a prefeitura, o problema seria da Sanepar.
PS – A equipe de manutenção da Sanepar esteve no local e foi constatado que o problema não tem relação com a rede coletora de esgoto. A informação de que seria algo relacionado à Sanepar foi dada a um contribuinte pelo 156 da Prefeitura de Maringá, após uma suposta verificação feita pela Semusp.

Asfalto remendado

Asfalto remendado
Moradores de um bairro de Maringá resolveram, por conta própria, fazer aquilo que a prefeitura deveria fazer. Uma enorme cratera, como tantas que existem nas ruas da cidade, foi preenchida com concreto.

Serviço e qualidade

Sinalização
Leitor constata que há tempos o material utilizado na sinalização horizontal de trânsito em Maringá é de baixa qualidade. “Antigamente o material usado, por exemplo, nas faixas para pedestres, durava mais. Agora, além de durar pouco, o serviço – contratado junto a terceiros – algumas vezes é feito porcamente, como mostra a fotografia, tirada na esquina das avenidas Paraná e Paraná Tiradentes.
PS – A Setran informa que não foram funcionários da secretaria nem da empresa terceirizada os responsáveis pela tinta espalhada pela pista. Levantamento feito aponta que possivelmente um veículo que transportava tinta tenha derrubado latas no asfalto.

No armário

O blog ficou sabendo que o Samu de Maringá ainda não distribuiu os novos uniformes que foram entregues pelo governo em março passado. Eles seriam bem recebidos agora que o frio chegou.

Rua Barbosa

Rua Rui Barbosa
É algo que me incomoda: você conhece a rua Barbosa, em Maringá? É a mesma que cresci ouvindo tratar-se de rua Rui Barbosa, que atravessa a Zona 7. Já há alguns anos, com a colocação de placas nos postes, inventaram de dar um nome popular para o nome original da rua, o que cria alguns pequenos absurdos em vários cantos da cidade. Acho que não é por aí e que deveriam ter respeito pelo menos por nomes históricos.

Bazar da confusão

O blog recebeu reclamações de pessoas que foram hoje ao bazar beneficente do Albergue Santa Luíza de Marilac, em Maringá, que foi anunciado em telejornal da Glob0. A turma reclama que pessoas profissionais em participar deste tipo de evento foram privilegiadas. Programado para começar às 14h, a primeira pessoa entrou no bazar às 15h15. “Neste momento já tinham mais de 300 pessoas aguardando na fila. A briga foi grande, até agressão física teve, e ninguém do bazar fez nada, simplesmente ficavam pro lado de dentro vendo o circo pegar fogo”, conta um deles. A polícia foi chamada duas vezes. “Foi anunciado que teriam diversos equipamentos eletrônicos, roupas etc, entrando lá dentro o desgosto foi pior ainda, não tinha absolutamente nada além de cueca, meia, celular quebrado, rádio de carro mais caro que o encontrado em loja e tranqueiras que você encontra nas lojas próximas ao terminal. Agora minha pergunta é o seguinte: como a Receita Federal sabe se o material enviado para o bazar foi realmente exposto para o público?, pois eu duvido que pelo que eles ofereceram precisava anunciar na televisão e atrair centenas de pessoas. Fiquei curioso: qual controle existe nestes bazares, quantas pessoas devem ganhar com isso desviando mercadoria?”.

Aqui a qualidade de vida já foi melhor

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Leitor encaminha foto de algo rotineiro no Jardim Paraízo, cruzamento da rua Ametista e avenida Alexandre Rasgulaeff. “Meu vizinho tem um filho recém-nascido, uma semana, e estão fazendo queimada novamente, até eu estou com dor de cabeça de tanta fumaça”, conta.

CCs do PMDB continuam na flauta

Continuam a chegar reclamações de que assessores do prefeito interino Carlos Roberto Pupin (PP), aqueles nomeados em cargos de confiança, pagos com dinheiro público, por ocasião da aquisição do PMDB velho de guerra, não estão trabalhando. Desde que houve a nomeação, a mando de Ricardo Barros, tem gente que nem apareceu na prefeitura. Há algum tempo, para se ver livre de eventual denúncia do MP, o prefeito interino assinou decreto jogando a responsabilidade para os secretários. O certo é que tem muita gente mamando recebendo sem o mínimo esforço.

Transtorno na Farroupilha

Praça Farroupilha
Transeuntes têm que trocar a calçada pelo asfalto em parte da praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, em Maringá, interditada com cones para a instalação de um comitê eleitoral. Como se não bastasse, a sinalização horizontal de trânsito em toda aquela região está sendo repintada, ocasionando até engarrafamentos na avenida Alexandre Rasgulaeff.

Precisam-se de engenheiros

Leitora diz que uma coisa que tem me deixado curiosa é o fato de a Secretaria de Habitação de Maringá ter atualmente um engenheiro e um estagiário de engenharia contratados como cargos comissionados. “Não existe alguma norma que determine que cargos comissionados são para assessoramento? Por que então o engenheiro não ser contratado? Por que contratar um estagiário como CC, se com o valor pago se poderia contratar dois ou três estagiários? Mesmo com os baixos salários pagos aos engenheiros, acredito que haja bons profissionais disponíveis e interessados no serviço público, o que seria muito mais vantajoso e menos oneroso ao erário do que a contratação de um CC para a função”, observa.

Cidade dos cones


Mais uma da série sobre a reserva de vagas feitas por construtoras nas vias de Maringá. Desta vez o leitor reclama que quando chegou ao seu escritório, ontem, o trecho da avenida São Paulo, entre a Horácio Raccanello e a João Paulino, estava totalmente fechado por cones. “À tarde saí e quando voltei, além dos cones, eles haviam colocado uma fita para impedir o estacionamento, no entanto o portão da obra já estava fechado”, como mostra a foto. “Acredito que deve prevalecer o bom senso, pois parar um caminhão no centro é realmente complicado. Mas fechar todos os dias o dia todo? Aliás, o pátio da obra é bastante grande, tem dois portões (João Paulino e São Paulo) e ainda não tem nenhuma construção, ou seja, poderiam usar o pátio para estacionar caminhões, quando necessário”, diz o leitor, lembrando que, se até o ex-estacionamento da OAB no Fórum foi aberto, por que vias públicas podem ser usadas como se fossem particulares? “Por que isso não vale para as construtoras?”, questiona, o que nos remete aos maiores financiadores de campanhas eleitorais.

Atendimento na Ciretran de Maringá

O relato está no blog de Angelo Miloch: Pois é, quem tenta obter alguma informação no Departamento de Trânsito [Ciretran, na avenida Bento Munhoz da Rocha Neto 265, em Maringá] de Maringá via telefone acaba frustrado por não ter a chamada atendida. Irritado com tal situação, ao buscar por informações referente à inspeção veicular, resolvi ir até o local verificar o “por quê”. Chego no Detran e pergunto: qual o telefone daqui? A resposta que recebo: “Nós não estamos atendendo telefone pois estamos sem telefonista aqui”. Duas pessoas praticamente paradas no balcão de “atendimentos” não podem atender o telefone pois estão sem telefonista. Confesso que nem sei o que pensar. E você, o que acha?

Estado faz laboratório lucrar com a gripe A

Leitor alerta para a situação verificada com a campanha de vacinação para a população em geral da Gripe H1N1, alegando que os laboratórios e casas de vacina estão lucrando com isso. “A população está sendo obrigada a pagar 75 reais por dose de vacina sendo que o governo e a Secretaria da Saude são os responsáveis por imunizar toda a população. Não foi divulgado que seria aberto à população em geral e o pouco que sobrou da vacina acabou faz alguns dias. Acho um absurdo os meios de comunicação apenas falarem onde tomar e onde pagar, sendo que deveriam era exigir que providenciem mais vacinas para todo mundo tomar. Porque vacina tem…. se não as casas de vacinas nao estariam cheias de gente pagando. Por que o governo não compra mais?”.

Cartão de crédito, um alerta

O alerta – que, a ser verdade, é caso para o Procon – virou postagem no Facebook de Willy Taguchi: Alguns usuários que pegaram o novo cartão do transporte coletivo urbano de Maringá estão recebendo a fatura inicial do cartão de crédito no valor de R$ 5,00, que ativaria a função de CC. “Ao reclamar, recebem a informação que foi por “engano”. Sei sei… Não seria o caso do MP tomar providências? Muitos incautos pagarão a fatura e terão uma enorme dor de cabeça depois”. A operadora do cartão é ligada ao presidente do Sebrae-PR, Jefferson Nogaroli.

Obras públicas em ano de eleição

Mandaguaçu
De Jaqueline de Oliveira, de Mandaguaçu:
Sábado recebo em minha casa uma revista (que infelizmente não tive tempo de escanear) com o título Mandaguaçu 60 anos. Pensei ó que legal, homenagem à cidade. A hora que abri adorei a revista (Parabéns ao pessoal da Tv Mandaguaçu), estava muito bem feita ótima diagramação as fotos também estavam ótimas, mas cadê a homenagem ao município? Só tinha notícia de obras públicas! (Alô candidatos, campanha só depois do dia 6/7). E teve uma em específico que causou maior indignação, sobre uma tal verba arrecadada para galerias e asfalto no Jardim América, que na hora que que li minha mãe simplesmente riu e se pronunciou dizendo: “É eu vi essa verba quando precisei pagar o asfalto que depois de pronto alagou minha casa e derrubou meu muro”. Isso mesmo, depois de pronto foi exatamente isso que aconteceu lá em casa, as tais galerias feitas simplesmente não vencem a água da chuva e mesmo que desse conta os bueiros mal posicionados não contribuem em nada. Depois de ter a casa toda alagada umas quatro vezes, móveis estragados, e o muro de arrimo do fundo de casa ter caído e a estrutura da área dos fundos afetada a nossa medida foi essa que vocês podem ver na foto, murar a frente de casa também. Leia mais.

Usuário de droga aproveita bem a Vila Olímpica

Leitor, que se identifica como cidadão inconformado, reclama do milionário investimento público na Vila Olímpica, que hoje, constata, é usada apenas por usuários de drogas, já que há dificuldades de agendamento para quem quer usar as quadras. Ele conta: “O esquema da secretaria está organizado da seguinte maneira: o usuário que quiser utilizar as quadras deverá requisitá-las sempre às segundas-feiras, podendo o mesmo requisitar apenas uma hora para a semana toda, ou seja, se eu quiser requisitar um horário na quarta, não poderei mais utilizar a quadra na semana. Registro aqui que entendo que se deve organizar a utilização da estrutura para proteção dos usuários. Porém, o que tenho visto há tempos com esta organização, é que as quadras não estão sendo utilizadas. Continue lendo ›

Asfalto em Sarandi


Leitor de Sarandi envia fotos tiradas nos jardins Independência e Panorama, onde ruas foram recentemente recapeadas. “O recapeamento de fato vem acontecendo, e a massa asfaltica é de boa qualidade. Porém, não tem sido feito as obras de galerias pluviais e nem ao menos canaletas para que as águas da chuva escorram. Várias ruas estão enchendo de buracos novamente, principalmente nas esquinas. É o dinheiro da população que paga tal obra, e, portanto, exigimos um serviço bem feito”, reclama.

Bingos

Leitor reclama de um bingo, realizado aos domingos e feriados no Conjunto Borba Gato, que ocupa a calçada dos dois lados da rua e até mesmo ocupando parte da via, dificultando o trânsito e correndo o risco de atropelamento. “Onde está a Setran com suas viaturas, pelo menos para organizar o trânsito? Ah, esqueci eles só trabalham no centro da cidade e de segunda a sexta. Essa é a administração dos Barros, que está jogando barro no nome da nossa cidade que ja foi uma das melhores cidades do Brasil para viver”, escreve. O que se esperar de uma administração que concede alvará para funcionamento de bingos?

“Cilada total”

Não chamem o corintiano Fábio Linjardi para ir a uma festa junina. Ele não gostou nada da experiência com a festa do seu Zico, que está no calendário turístico de Maringá. “Quando as barraquinhas começam a funcionar o povo já está desesperado. A barraca do quentão já estava cercada de gente. Todo mundo se acotovelando para ganhar um copinho de quentão, meia espiga de milho cozido, um pouquinho de pipoca ou um canudo de doce de leite. Um empurra-empurra infernal. Aquela situação que faz você se sentir como aqueles miseráveis à espera de ajuda humanitária em países dizimados pela guerra. E os caras que atendem são muito poucos. Depois das 20 horas, não para de chegar gente, é meio mundo querendo comer de graça. Incrível como tem gente que sai da cidade e se enfia no meio do mato para ganhar um copo de quentão e meia espiga de milho. Depois dessa, festa junina do seu Zico nunca mais. Tô fora!”. Aqui.

O fiasco da Expopesca

Empresário e pescador amador escreve para lamentar a forma como foi organizada a Expopesca, que começou na quarta-feira em Maringá. Ele foi no primeiro dia e viu que os estandes nem estavam montados e, por isso, resolveu voltar outro dia.  “Hoje voltamos para visitar a feira, que se inicia às 14h. E ao chegar lá, por volta das 13h30 ficamos até 14h30 esperando para abrir a feira para poder entrar; após ficar 10 minutos na fila de credenciamento, fiquei sabendo que estavam cobrando 5 reais por pessoa para entrar na feira. Eu e muita gente na fila ficamos arrasados com tal despreparo e sacanagem feita pelos organizadores do evento. Assim como eu, várias pessoas foram embora chateadas e envergonhadas com tamanha falta de consideração sobre os visitantes da feira”, relata, reforçando o que ouvi de outras pessoas, segundo as quais, apesar de estar no terceiro dia, o evento não tem ainda todos os estandes prontos. Em relação à cobrança de ingressos, ela estava definida desde o início, mas não se deu a devida publicidade.

Esperando a marreta


Leitor envia as fotos e reclama: “Esse trambolho que ninguém sabe o que é e por que foi colocado aí atrapalha a saída de um dos portões da UEM. Passou da hora de a prefeitura do campus descer a marreta”.

Caos moral

De servidora municipal, chocada como as coisas andam na Prefeitura de Maringá em relação ao cerceamento da liberdade den informação, inclusive em horário de intervalo: “Hoje em dia é permitido acessar sites com a extensão “.com.br”, exceto o conhecido blog “angelorigon.com.br”. Por outro lado, todos os sites com a extensão “.com” são bloqueados, exceto os sites “odiario.com” e “maringa.com”. Buscas realizadas pelo Google que pretendam acessar notícias que contenham termos como blog, gay, sexo, por mais inocente que sejam, são bloqueadas automaticamente. Necessitamos de acesso à informação para o bom desenvolvimento de nosso trabalho, pesquisa de dados catalogados em sites que não fazem parte desse repertório permitido, mas a exigência de autorizações é tão grande que acabamos desistindo. Ao mesmo tempo, vemos comissionados com acesso a tudo o que é possível. O que nos irrita não é o bloqueio do acesso, pois isso é necessário, mas o abuso de poder de bloquear um site dentro dos critérios, só porque não defende a gestão, bloquear conteúdo necessário ao nosso trabalho, ao mesmo tempo em que outras pessoas, que sequer necessitam de tais informações para seu trabalho tenham acesso irrestrito, somente por serem “pessoas de confiança”.