Bronca

Problemas com o transporte

Alunos de Técnico em Farmácia (noturno) da Uningá aguardam ansiosos que a direção da instituição resolva logo, como prometido, a questão do transporte. Há cerca de uma semana o pessoal foi desalojado da sala de aula, para atender a outros cursos, mas sempre há problemas com a van que transporta a turma (ida e volta) para o novo local – um colégio evangélico. Aluna reclama que etsão perdendo 30 minutos de aulas todos os dias.

Desperdício de dinheiro público

Rua Antonio Carniel
Há duas noites a Setran vem pintando sinalização horizontal na rua Antonio Carniel, em Maringá, entre 23h30 e 4h da manhã. Depois de tudo pronto, para surpresa dos moradores, vem a Semusp para fazer a operação tapa buraco, serviço este que não atende uma rua de fluxo intenso e que a partir da próxima semana vai adicionar o fluxo da TCCC, que será desviado da avenida Brasil entre a praça do restaurante Fim da Picada e a praça 7 de Setembro. Desperdício de dinheiro público, afirma uma moradora. “Já é um absurdo o desvio dos ônibus em um trecho tão pequeno, para atender politicamente não sabemos a quem, pois o projeto original seria do binário implantado neste trajeto da avenida Brasil, o que não foi aceito pelos comerciantes da região”, comenta.

Veículos abandonados em via pública


Na rua Itapura, Vila Operária, em Maringá, uma Belina e um Fusca velhos estão ali estacionado há meses. Virou ponto para sexo, tráfico e de mosquito da dengue. Moradores já ligaram para a prefeitura, Vigilância Sanitária, Setran, Semusp – e ninguém, ninguém quer saber de dar uma solução ao problema. Casos semelhantes existem em vários pontos da cidade, como no Jardim Brasil, onde há quatro anos carros velhos estão abandonados no passeio público, atrapalhando transeuntes, motoristas e moradores.

Mundo moderno

Do Facebook de Evandro Zibordi:
“Wi-fi do Cesumar pode ser utilizada em todo o câmpus… Utopia!!! Tentei usar essa merda hoje de manhã do lado do laboratório de solos e não consegui! Valeu Cesumar!!!!”.

Lixo acumulado

Leitora reclama que a coleta de lixo no Jardim Real, em Maringá, está sendo feita uma vez por semana (que nesta semana aconteceu na última quarta-feira) após as “mudanças” que foram feitas pela prefeitura, o que está ocasionando um acúmulo exagerado de lixo nas ruas. “Já entrei em contato com o 156 e até hoje nada foi feito”, acrescentou.

O descaso da Prefeitura de Maringá

http://youtu.be/8-hs0Qlk4Kw
O músico Fábio Galiotti postou o vídeo acima e algumas fotos em seu blog. Ele reclama que a  Prefeitura de Maringá fez um monte de buracos no seu bairro, não sinalizou, não tampou os buracos, apesar das inúmeras solicitações feitas à Ouvidoria. O caso que está no vídeo – a fiscalização do terreno da Associação dos Cabos e Soldados, sem calçadas e com entulhos – foi denunciadon há cerca de quatro anod. A única coisa que a prefeitura fez foi colocar duas placas de proibido jogar lixo; ou seja, além de não multar, obrigar a associação a fazer a limpeza, nem a calçada, ainda usaram o dinheiro publico para fazer placas para colocar em uma propriedade privada.
PS – No dia seguinte, a Semusp resolveu o problema dos buracos. Aqui.

Vai fazer aniversário


Leitor envia as fotos e comenta: “Há 28 dias venho fazendo esse trajeto a caminho do trabalho e estes entulhos se encontram no meio da rua literalmente. No início eram apenas galhos de árvores que caíram decorrente de um vendaval que teve na segunda quinzena do mês de fevereiro. Como não houve a remoção dos mesmos, cidadãos mau educados aproveitaram para acrescentar aos galhos, sacos de lixo e até parte de um balcão da pia de cozinha. A noite a visibilidade do entulho é mínima, colocando em risco ciclistas, motoqueiros e até veículos que passam por esse local. O que mais chama a atenção é o fato de estar quase completando 30 dias e nada do serviço público remover essa sujeira que está a céu aberto no entroncamento que liga a rua dos Cafezais e Vereador Nelson Abrão com a rua Castro Alves, na Zona 6”.

Perigo na pista

Areia na pista
Leitor envia a foto do cruzamento das avenidas Cerro Azul com Nildo Ribeiro da Rocha, em Maringá, e comenta: “Passo por este local todos os dias. É comum (pra não se dizer diário) o problema de sujeira na pista. Sempre tem muita areia caída neste trecho, podendo ocasionar sérios acidentes. Não posso afirmar, mas tudo indica que é o caminhão de entrega do depósito que aparece ao fundo da imagem que passa por este local e derrama areia. Pergunto: cadê as autoridades? Será que estão na avenida Brasil batendo em vendedores ambulantes? Espero que a pessoa que derrama areia neste local seja punidao e a situação deixe de pôr em risco a vida de trabalhadores como eu que dependem deste caminho para ir e vir do trabalho”.

Futuro nada promissor

A falta de vagas de estacionamento público para veículos, numa cidade com 257.192 automóveis, começa a preocupar. Além da nova praça da Catedral, há situações recentes, como a nova sede da Justiça do Trabalho, onde usuários começam a ter dificuldade para encontrar local para estacionar. Os projetos do Centro Cívico também não se preocupam com o tema. Alias, nas proximidades a calçada da ANPR vive ocupada por ônibus, reclama leitor.
O que desanima é ver 0 poder público, ao mesmo tempo que finge não ver o que está acontecendo, não fazer sua parte de incentivar o uso do transporte coletivo e de bicicletas.

O “Buracão” pede mais segurança

O Parque Alfredo Nyffeler, o antigo Buracão da Morangueira, apesar do desleixo com que foi tratado pela atual administração maringaense, continua atraindo famílias em caminhadas, no final da tarde. Leitora conta que apesar de existir uma guarita, com um guarda, usuários de drogas utilizam o local para fumar sem nenhum pudor, como acontece na Vila Olímpica. “Eles chegam de moto, entram com o capacete no braço, vão para a beira do lago e fumam à vontade. O cheiro infesta o parque todo e onde seria um lugar para prática do esporte se torna um ligar de risco. E tem mais dois problemas: o mato que está invadindo a pista de fazer caminhada e a iluminação que na pista é zero. O parque tem iluminação, mas só na beira do lago e não chega na pista; em alguma parte esta iluminação até atrapalha a caminhada, pois não é adequada”, reclama.
O blog já abordou algumas vezes a situação do local, que o especialista em turismo não conseguiu transformar em um parque mais decente, mas não custa reforçar as urgências: é preciso roçada, iluminação na pista e conserto no alambrado.

Quem não vê melhorar?

correio
O rapaz do correio tem que passar repelente e usar material de sobrevivência na selva para entregar cartas na rua Rubelita, Jardim Santa Helena, em Maringá. Árvores derrubadas pelo penúltimo vendaval permanecem sobre a calçada, cortadas e secando (altamente inflamáveis), diante da letargia da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Mais dois dias e elas estarão ali a mesma quantidade de dias da última viagem de Ricardo Barros para a Suíça.

Costela com encrenca

A costela com viola, promovida hoje na Capela Nossa Senhora Aparecida, em Maringá, não terminou bem. Houve reclamação quanto à desorganização do evento, que acabou reunindo muita gente, inclusive em relação à falta de comida e de segurança; houve registo de uma grande briga e, quando um repórter de televisão quis registrar as cenas, acabou agredido.

Economia de água

O calor dos últimos dias tem feito aumentar o consumo de água na Câmara de Maringá. Cada gabinete de vereador tem direito a uma caixa com 40 copos de água mineral (200 ml) por semana, mas o calor desgraçado faz com que a quantidade seja pouca, tanto para funcionários quanto para visitantes. Segundo leitor, quem pede mais ouve um “não”, o que pode ser considerada uma economia boba, diante do pagamento de horas extras que a casa andou fazendo.

Aniversário


Hoje faz dez dias que algumas árvores caíram com o vento na rua Rubelita, Jardim Santa Helena, em Maringá. Todas foram devidamente removidas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, mas duas foram premiadas (uma defronte a casa onde moro e a de meu vizinho) e continuam na calçada. E olha que dizem que a Semusp tem direção dupla…

Passeio público


Leitor envia fotos de uma calçada irregular (se é que dá pra chamar isso de calçada) na esquina da rua Kiri com a rua Pioneiro João Zavatini, no Parque das Bandeiras, em Maringá. A situação persiste há muito tempo. Os pedestres são obrigados a caminhar na rua, sendo que a rua Kiri é bem movimentada.

Trânsito bagunçado

A realização de uma assembleia geral do Sicoob Metropolitano, ontem à noite, em Maringá, deixou à mostra novamente um sério problema de trânsito. O evento aconteceu na Excellence, perto da Coca-Cola, e novamente entupiu o acesso pela BR-376. Virou uma zona.

No passeio público


Na semana passada, o entorno da praça dos Expedicionários, na Zona 4, foi recapeado. Restos do material utilizado para o asfalto, porém, permanecem jogados sobre o canteiro central da avenida Rio Branco.

Aguardando remoção


Leitor envia as fotos e reclama que a árvore esta caída ali, no meio do passeio público, desde a última segunda-feira. “Será que a prefeitura está com muito serviço?”, pergunta. Fica na rua Campos Sales, perto da Visconde de Nassau, Zona 7, em Maringá.

Horários alterados

Leitor maringaense diz que desde que foi implantada a tal linha amarela pegar ônibus nos bairros que usa a avenida Morangueira como via para o centro da cidade pela manhã e para os bairros no fim da tarde se tornou um verdadeiro inferno. “A Setran para atingir sua “meta” de melhorar o trânsito não apenas com a implantação da tal linha simplesmente e sem avisar diminuiu os horários dos ônibus. Foi o que o motorista disse hoje quando reclamamos que no ponto onde costumo pegar simplesmente não tinha como entrar no mesmo, que além de atrasado tinha gente saindo pela janela”, conta. “O ônibus que costumava pegar às 6h40 agora passa 6h50; como o outro ônibus no terminal para eu completar meu percurso sai às 7h10 o resultado é que estou chegando atrasado no trabalho graças a “melhoria” da Setran, e com a volta as aulas esse problema de lotação foi no mínimo duplicado.”

Ainda a avenida Morangueira

Do leitor:
“Sou usuário diário da avenida Morangueira e também pratico ciclismo nas horas vagas. Diante da mudança do trânsito da avenida Morangueira – que ocorreu tão somente para aderir aos interesses da empresa TCCC que agora mantém sua garagem no final dessa avenida – tenho notado o pleno desrespeito com os ciclistas. Sem entrar no mérito de tantos outros cidadãos prejudicados pela inesperada mudança. Isso porque, agora, com ônibus circulando em altas velocidades (e temos presenciado isso), não existe espaço para qualquer ciclista circular na avenida sem risco de vida. A esses cidadãos, somente cabe uma escolha – ou escolhem serem atropelados pelos ônibus, ou optam por serem atropelados pelos caminhões”. Ele sugere uma campanha pela imediata instalação de uma ciclovia naquela vida, como forma de evitar sacrifícios humanos.
A administração dos fratelli, como o blog já registrou, vai na contramão do planeta: não prioriza o pedestre e, quando mexe com o transporte coletivo, ferra o ciclista.

Gerando transtornos

G
Leitor envia fotos de um terreno baldio localizado na rua Santo Antonio, altura do número 250, na Vila Santo Antonio, em Maringá. “Jogaram entulho e animal morto neste terreno, moro na casa ao lado e de tanto respirar o cheiro de bicho morto, estou com renite alérgica. Peço para a prefeitura municipal tomar providencias, pois este lugar virou vetor de transmissão de doenças tropicais, sem contar o numero de moscas e outras pragas urbanas”, reclama.

Procedimento refeito

Alguns passageiros que desceram do voo 1222 da Gol, no Aeroporto Regional Silvio Name Junior, em Maringá, reclamaram do (pequeno) atraso. Apesar do céu de brigadeiro, algo obrigou o avião que veio de Curitiba a refazer todo o procedimento para o pouso. O blog não conseguiu contato com a companhia.

Deixando de registrar a história

O professor Gilmar Magalhães comenta sobre como, a cada dia que passa, Maringá perde um pouco de sua história  – e do pior jeito. Dá como exemplo o falecimento de Álvaro Aparecido Monteschio, figura que brilhou na área do esporte, ocupou cargo na Ciretran e foi secretário municipal. Além deste blog, que noticiou sua morte algumas horas após o ocorrido, e de Verdelírio Barbosa, no Jornal do Povo, praticamente não houve registro pela dita tradicional imprensa maringaense. “Álvaro fez muito por Maringá e não poderia ser esquecido desta forma”, comenta.

Quase quatro horas depois…

…e nada. A mulher que passou mal dentro do restaurante CIC HM, região central de Maringá, acabou não sendo atendida pela saúde pública que aparece nos comerciais de televisão da administração municipal. A mulher, funcionária do local, estava sofrendo fortes dores e hemorragia; orientado a chamar o Samu e a prefeitura, nenhum dos dois atendeu o caso. Há pouco minutos um veículo do programa Maringá Urgente (Tibagi/SBT) a encaminhou para atendimento. O proprietário do estabelecimento, Lourival, mostrava-se revoltado com o descaso. A alegação é de que não havia, nessas quase quatro horas, nenhuma ambulância disponível na cidade que é vendida como modelo para o Brasil.

A farsa da saúde de primeira

Uma senhora passou mal no restaurante localizado no CIC HM, na rua Santos Dumont, em Maringá, por volta das 11h. Preocupadas, as pessoas ligaram pedindo ajuda ao Samu, que por sua vez passou a bola para a Prefeitura de Maringá, que por sua vez alega que são muitas ocorrências e há poucas ambulâncias. Resultado: são 14h e a mulher continua lá, para revolta de todos, aguardando atendimento daquela que a revista Veja disse ser a saúde pública com cara de saúde privada.

Bairros de Maringá estão sem energia

Pela terceira noite seguida – e praticamente no mesmo horário -, moradores dos jardins Brasil e Santa Helena, zona norte de Maringá, ficam sem energia elétrica. Hoje, a luz sumiu há cerca de meia hora; ontem, por volta das 23h15 e, na segunda, perto das 23h. A Copel enviou pessoal para verificar o motivo da interrupção, ontem, e nada constatou de anormal. Suspeita-se que um pico de energia, por causa do calor, tenha provocado a queda do fornecimenti em toda a região. Convenhamos que três noites seguidas sem luz é para deixar qualquer usuário nervoso. Tomara que a Copel consiga resolver o problema em definitivo, desta vez.

Festival de vencidos

Leitor diz que quem quiser participar de um festival de produtos vencidos e com validade remarcada deve ir à seção de frios de um grande supermercado, no centro de Maringá. A denúncia foi encaminhada à Vigilância Sanitária.

Barulho na madrugada

Leitor que reside no Residencial Amazonas, na avenida Mauá, conta que ninguém consegue dormir mais ali por causa das “músicas de louco” em som muito alto e barulho de motoqueiro acelerando suas máquinas. “Agora me parece que eles ficam aqui na esquina da avenida Horácio Raccanello, que faz fundo ao meu prédio, e aí eu pergunto: cadê a Patrulha do Som que nunca aparece? Qualquer dia eu vou sair de madrugada só pra ter certeza de onde eles estão”, reclama.

À espera de uma próxima vítima

De Carlos J. Silva:
Maringá faz mais pardais que os próprios pardais! A Cidade Canção está virando uma teia à espera de uma próxima vítima. Educar é ver o erro e ensinar o modo correto; um pai que apenas sabe bater ao ver o erro do filho não está preparando um cidadão para o futuro. Assim é no trânsito maringaense, foca-se nas multas e fazem poucas campanhas de orientação e prevenção.

O barulho que vem da danceteria

Um professor reclama de uma danceteria localizada próxima ao Avenida Center, na avenida Horácio Racanello esquina com a São Paulo, onde o som é muito alto e pode ser ouvido pelos moradores dos prédios próximos. Sem isolamento de som, de quinta-feira a domingo há barulho até as 5 horas da manhã. “Já entrei em contacto com a prefeitura e eles disseram que esse era um problema que a Patrulha do Som (da Guarda Municipal) poderia resolver. Pois bem, tenho ligado para a Patrulha do Som e até agora nada. Na última vez que liguei o atendente me explicou que a Patrulha do Som não tem poder de resolver nada, pois essa danceteria tem alvará de funcionamento e tem “costas largas” na prefeitura. Disse ainda que o diretor da guarda municipal, Paulo Mantovani, já tentou “discutir” isso com a prefeitura e não tem jeito. Ficam minha perguntas: quem pode resolver isso? Por que essa danceteria pode atrapalhar o sono dos cidadãos que pagam impostos? Por que a lei do silêncio não é seguida?
Por que ela não coloca sistema de isolamento de som como outras danceterias da cidade? Para que serve a Patrulha do Som? Por que a prefeitura não faz nada para coibir o som alto que essa danceteria provoca?”.