Blog

O xis da questão é 2008

A respeito da última postagem do Akino, não sei se entendi errado, mas explicando: a impugnação do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) é que a inelegibilidade não se aplica ao fato de ele ter assumido aos 100 dias este ano, no período pré-eleitoral. Há jurisprudência permitindo a candidatura, apesar da lei dizer o contrário, por um dispositivo constitucional; ele só não poderia sair candidato à reeleição, em caso de vitória. O problema é que ele também assumiu no período de seis meses em 2008, e aí fica caracterizado que ele foi prefeito por dois mandatos e esta candidatura seria a tentativa de um terceiro mandato. Ter assumido em abril de 2008 foi, portanto, o xis da questão que levará ao indeferimento definitivo da candidatura de Pupin, que não pode alegar ignorância, pois há algumas semanas foi avisado pessoalmente de que os advogados de Ricardo Barros não conseguiram a certidão do Legislativo.

Akino

Caso Pupin é diferente

Li num jornal local interessante defesa da legalidade da candidatura de Pupin, que aqui resumo: “No TSE a defesa de Pupin vai comprovar que sua candidatura é perfeita de acordo com a lei. O caso é semelhante do Geraldo Alckmin que era vice de Mário Covas e assumiu e pode concorrer à eleição seguinte. Roberto Gurgel, atual procurador, teria dado parecer favorável, no caso Alckimin e como ele hoje ele procurador geral, seu parecer teria jurisprudência que desmontaria a tese do PT para tentar tirar Pupin da disputa”.
Meu comentário: Primeiro é preciso deixar claro que a tese não é do PT, é do Ministério Público Eleitoral e da coligação “Maringá para toda nossa gente”. Segundo, o caso de Alckmin é bem diferente. Ele se tornou governador, em 6 de março de 2001, em decorrência da morte de Mário Covas, bem antes dos 6 meses das eleições, que foram em outubro de 2002. No momento da registro da candidatura não era mais vice, tornara-se governador, e como governador estava no primeiro mandato, assim pode concorrer.Continue lendo ›

Eleições 2012

E a democracia, padre Orivaldo?

De Luiz Carlos Rizzo:
Sou cristão e admirador da vida exemplar do pensador, padre Orivaldo Robles. Mas, nem tudo é perfeito, a começar por mim, claro. Tenho também uma jamanta carregada de defeitos. Na caminhada da vida, vou tentando eliminá-los, embora de alguns não sejam nada fáceis de me livrar. Em seu artigo, o bom padre Orivaldo evidencia uma visão bem elitista da democracia. Por ele, o número de candidatos a prefeito e a vereador deveria ser bem menor. Penso o contrário: quanto mais candidatos, maior o leque de alternativas e melhor a representatividade popular.
Eu jamais votaria no Hércules Ananias, porque seu partido faz parte do condomínio comandado pelo capo e nocivo Ricardo Barros. Mas, defendo o direito inalienável do Hércules Ananias ser candidato.Continue lendo ›

Akino

Em síntese

Como muitos leitores têm preguiça de ler artigos relativamente longos, vou tentar resumir a opinião do padre Orivaldo. Vejamos este trecho : No caso de Maringá, para que 8 candidatos a prefeito? São capazes de mostrar 8 diferentes propostas de governo? E os mais de 350 candidatos a vereador? Com 50 ou 60 não daria para montar uma excelente câmara de 15 assentos? Os 300 restantes que me perdoem, mas será que reúnem capacidade para o cargo? Vamos falar francamente: o que eles têm mesmo não é muita cara de pau, falta de desconfiômetro ou mero interesse numa boquinha?
Meu comentário (Akino): A começar pelos candidatos a prefeito é de se questionar o que estão fazendo Débora, Hércules e Alberto? Estão tomando o horário político, que tem um custo e para nada.Continue lendo ›

Akino

Parques, os problemas continuam

Definitivamente a adminsitração Barros/Pupin tem causando problemas quando se fala em parques. O Parque do Japão não teria dinheiro público e já tem caminhão de recursos do erário, sem contar que até hoje não se sabe para que serve. O Parque do Ingá ficou fechado, só foi reaberto por pressão, e se gastou muito em obras que até hoje não terminaram. E agora o parque industrial de RB, com desapropriações na base da pressão, conversa telefônica bem suspeita entre Ricardo e Leo. Muita pressa na venda. Suspeitas de propinas. Abertura de inquérito pelo MP.
Akino Maringá, colaborador

Geral

Postos sem sistema

O famoso “o sistema está fora do ar” atingiu na tarde de ontem os postos de saúde que estavam de plantão em Maringá. Junto com o Hospital Municipal, ficaram fora do ar por cerca de três horas. O blog soube que o motivo foi um problema com o ar-condicionado do data center da prefeitura, algo que estava escrito que iria acontecer.
PS – Não é que a coisa se repetiu hoje? Por volta das 13h, hospital, postos de saúde e o site da prefeitura, tudo ficou fora do ar. Até as 16h não havia voltado ao ar. A área de tecnologia de informação da administração, pelo jeito, não funciona.

Má-ringá

Protótipo de novo abrigo

Abrigo
Leitora faz referência a esse modelo de “abrigo” de frente a Catedral de Maringá.”Quem passar por lá, tente imaginar como proteger-se da chuva, vento, frio ou do sol escaldante de verão. Outro teste interessante é tentar sentar-se no banco que além de alto e desconfortável, escorrega dado a inclinação que possui do lado esquerdo do banco. Tudo isso feito com o orgulho que é de costume do pessoal da “mudança”… Tudo, obviamente, pago com o meu, o seu, o nosso dim-dim. Os engenheiros envolvidos no projeto [o protótipo é desenvolvido pela Setran e Mondek] possuem uma competência espantosa!”.

Brasil

Decepção

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
– O comissariado se enfureceu com alguns votos de ministros do Supremo. Estavam certos de que haviam combinado tudo.

Blog

Apoios divididos

Para manter a fama de partido partido, o PMDB de Maringá está mais do que dividido nesta campanha – mais uma onde comparece como coadjuvante numa chapa majoritária. Uma parte do PMDB está com a coligação “A mudança continua” (Carlos Roberto Pupin), onde empresta o vice, com registro de candidatura sub judice; outra, como faz o ex-vice-governador Pessuti (que não vota aqui), está com a coligação “Maringá de toda a nossa gente” (Enio Verri); e o único deputado federal do partido, Odílio Balbinotti, está apoiando a coligação “Mobilização é a solução” (Dr. Batista).

Eleições 2012

TV Tibagi mantém debate dia 12

A direção da Rede Massa manteve o debate programado para o próximo dia 12 em Maringá. O evento é aguardado como “o grande debate” desta campanha, pois os temas serão livres e as perguntas não partirão somente dos candidatos. O debate na TV Tibagi deverá durar cerca de duas horas.

Eleições 2012

Pupin fez campanha na Mandacaru

Caminhada Mandacaru
O candidato a prefeito pela coligação “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin (PP), fez caminhada na avenida Mandacaru na manhã de hoje, com uma supertropa. Além de carros de som e de candidatos a vereador, os cabos eleitorais tomaram a ciclovia milionária construída por Silvio Barros II.

Eleições 2012

Caminhada na avenida Brasil


O médico e deputado estadual Dr. Batista (PMN), sua candidata a vice, professora Lira Belotti, e candidatos a vereador pela coligação “Mobilização é a solução”, fizeram caminhada pela avenida Brasil na manhã deste sábado, em Maringá. Batista se disse entusiasmado com a receptividade popular.

Blog

Previsão do tempo

Promete ser agitada a reunião de amanhã da coligação “A mudança continua”, que acontecerá no Cesumar, com a presença dos presidente dos doze partidos políticos que integram a organização (partidária) de Ricardo Barros. Aguarda-se lavagem de roupa suja, principalmente dos candidatos a vereador, que reclamam maior atenção.

Eleições 2012

Coelhão na coligação PDT-PV

Coelhão
Emídio Rosendo Campos, o Coelhão, que em duas eleições foi candidato a vereador apoiando os fratelli (353 votos em 2004 e 190 em 2008), pelo PRTB, é candidato novamente, só que desta vez apoiando Enio Verri (PT). Ele, que foi vereador em Assis Chateaubriand (97-200), foi candidato a deputado estadual em 2006 (406 votos) e ocupou cargo comissionado na administração Barros/Pupin, é filiado ao PDT.

Akino

Renunciou à candidatura

O atual prefeito de Kaloré, Edmilson Luiz Stencel, do PDT, renunciou ao direito de concorrer à reeleição por entender que mesmo que seja o vencedor poderia não assumir. No lugar dele agora o candidato do grupo é o vice-prefeito Washington Luiz da Silva, também do PDT. Stencel que assumiu a prefeitura há apenas um ano, depois de uma eleição marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) devido à cassação, pela Justiça, dos mandatos do então prefeito Adnan Luiz Canelo (PMDB) e seu vice Mauro Labegaline (PT). A renúncia à candidatura foi porque ele não conseguiu registro junto à Justiça Eleitoral por ter sido condenado à perda do mandato eletivo e dos direitos políticos. (fonte blog do Luiz de Carvalho)
Meu comentário (Akino): Provavelmente em Kaloré não havia um coordenador de campanha que influenciasse na decisão do candidato.
Akino Maringá, colaborador

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Desmonte na Semulher

(Repostagem, já que a original sumiu) Está em pleno andamento o desmonte na Secretaria da Mulher de Maringá, agora sob nova direção e em novo endereço. Esta semana o blog soube que a Casa Abrigo Edna de Souza passará por reformas e será reaberta como nova sede do Abrigo Municipal Aníbal Khoury Neto, voltada para adolescentes infratores. Ou seja, as instalações saem da área da Semulher para a da Sceretaria de Assistência Social e Cidadania. Para completar, confirmou-se ontem a saída da gerente de Combate à Violência Contra a Mulher, advogada Maria Cecília Esteves Rosa, que fazia o atendimento jurídico a mulher vítimas da violência, como iminente risco de vida.

Akino

Factoides, retórica e nada de mudança

Pupin vem falar de instalação de super-câmeras para monitorar a cidade. De um total de ‘mobilidade em ação’, que vai permitir a todos os maringaenses irem em no máximo 15 minutos a qualquer ponto da cidade. Incluir o ensino de inglês em todas as escolas muncipais que não conseguem ensinar português. Abrir os postos de saúde à noite. Faça me um favor, isto é brincar com a inteligência do povo. Há quatro anos Silvio II prometeu instalar câmeras, não o fez até hoje, agora Pupin mudou para super-câmeras, isto é a mudança? Gastaram muito com os binários, iriam acabar com as espinhas de peixes, dizem que o trânsito melhorou muito, vem falar em um programa mobilidade em ação, que não existe. Será que hoje temos o ‘mobilidade estática’? Isto não existe, procurem no Google. Os postos já não funcionam bem durante o dia, faltam médicos, se em oito anos não fizeram, Pupin vai mudar?
São só factoides, retórica para preencher o espaço do programa eleitoral e enganar pessoas menos esclarecidas, analfabetos funcionais. Fico abismado com tanta mentira, jogo sujo, malandragem e um homem com passado limpo, como é Pupin, metido nisso. Será que está dando uma de Nina e quer se vingar e vingar todos os maringaenses? Virou um Carminha e Max? Está dando uma de Tufão, apaixonou-se mesmo por Maringá, que quer ser prefeito por amor?
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Candidatos desrespeitam acordo

Pela primeira vez nesta campanha eleitoral houve barulho no quadrilátero central de Maringá. Um acordo com a Justiça Eleitoral havia estabelecido que não haveria carro de som no centro. Desrespeitaram o acordo alguns candidatos, como Enio Verri (PT), José Fuji (PDT) e Odair José (PHS).

Blog

Turminha flexível

Evandro Junior não foi o único parlamentar maringaense a votar contra um projeto de sua própria autoria. No período legislativo 97-2000, também a então vereadora maringaense Serafina Carrilho (hoje candidata pelo PSD) votou contra um projeto de sua autoria, mas, neste caso, foi induzida ao erro, ao ser enganada por um colega de mandato. Em 2009, os vereadores Belino Bravin e Zebrão (ambos do PP) votaram pela derrubada de um projeto, de sua autoria, que instituia o feriado do Dia da Consciência Negra – no que, por sinal, foram acompanhados por vários vereadores que recuaram a mando da administração municipal e hoje são candidatos à reeleição. Zebrão e Bravin eram autores do projeto, junto com Humberto Henrique (PT); Silvio Barros II vetou a proposta, e o veto teve o aval da dupla de imortais, enquanto HH votou contra, pela manutenção do projeto.

Crônica

O valor do latim

Do padre Orivaldo Robles:
Ninguém escapa de mensagens não solicitadas, que a Internet despeja em nossos computadores domésticos. Não se conhece pessoa que delas consiga ver-se livre. Você abre a caixa de mensagens e dá de cara com coisas que ninguém explica por que cargas d’água ali vieram parar. Só pode ser arte de algum fantasminha brincalhão e muito eficiente, que divulga nosso endereço para todos os computadores do mundo. Vez por outra (raramente, na verdade) surge coisa que se aproveita. Dia desses, dei com uma, bem humorada, falando da importância do latim, que hoje ninguém mais estuda. Dizia mais ou menos isto:
“O vocábulo ‘maestro’ vem do latim ‘magister’ e este, por sua vez, do advérbio ‘magis’, que significa ‘mais’ ou ‘mais que’. Na antiga Roma ‘magister’ designava aquele que, pelos seus conhecimentos e habilitações, estava acima dos demais. Assim, ‘magister equitum’ era o chefe da cavalaria; ‘magister militum’, o chefe militar. Continue lendo ›

Akino

Você já parou para pensar…

…que na prefeitura estão pessoas só por que são amigas de políticos? Esta frase da candidata Maria Iraclézia, sobre comissionados ‘aspones’, merece uma reflexão dos demais candidatos. Pouco se tem falando da redução desses cargos. Apenas Dr. Batista tem tocado e muito de leve. Não tenho dúvidas que dos cerca de 230 atuais, pelo menos 180 poderiam ser cortados, sem prejuízo algum para a máquina. Qualquer prefeito bem intencionado e capacitado administra Maringá com 50 cargos comissionados, incluindo os secretários. É preciso prestigiar o servidor de carreira em funções de direção.
Um prefeito honesto priorizaria a Secretaria de Controle Interno para acompanhar o funcionamento das secretarias. Já que não roubaria, a preocupação seria não deixar roubar. Daria total liberdade para a Câmara fiscalizá-lo, especialmente os vereadores a oposição.
Você já parou para pensar? Pergunto aos senhores candidatos a prefeito. Se não pensou, pense na minha opinião e responda nos debates, no horário eleitoral, ou mande um e-mail para Rigon.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Indústria de propina

A reserva de um lote de 20 mil metros quadrados – a R$ 60,00 reais o metro quadrado – no Parque Industrial Cidade de Maringá, feita por pelo menos uma empresa custou R$ 50 mil em propina. O dinheiro, o “preço da senha do milagre”, foi entregue a um vereador que não pode concorrer à reeleição, soube o blog. A administração Silvio Barros II/Carlos Roberto Pupin caminha para o fim sob o mesmo manto do início, formado por várias denúncias de corrupção. E o Ministério Público…

Akino

Querem “fazer amor”

A comovente frase de Nereu, dizendo que quer ser vereador por amor a Maringá, rendeu muita discussão. Muitos lembraram que não é só ele que fala em amor pela cidade (seu povo), há outos candidatos. Pensei, refleti, analisei, e cheguei à conclusão que muitos políticos no fundo ‘querem fazer amor’ com a cidade. Fazer amor naquele sentido usando para fazer sexo, só sexo, ou seja,querem, desculpem a expressão chula (não consigo escrever a palavra que começa com fu e termina com a sigla do Departamento de Estradas de Rodagem). O povo que fique na posição passiva.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Por Pupin e Rocha Loures

Neste sábado, tradicional dia de orações, conclamo a todos para que oremos por Pupin e Rocha Loures, ambos estão precisando muito. Pupin está vivendo momentos terríveis, imagino. Não foi por falta de alerta, pois diversas vezes postamos que ele não era o candidato da preferência deles. Que os irmãos não gostavam dele, apenas o usavam de acordo com as conveniências. Esses cem dias de mandato, se fossem cem anos de solidão teriam sido muito melhores. Quantas coisa assinou, que podem dar dores de cabeças. As nomeações de indicados do PMDB de John, Crispim e Grillo, por exemplo. E o parque industrial? Oremos para que ele seja inspirado. Para que vá ao Ministério Público e conte tudo, até confessando o que de errado fez. Antecipando-se, pode ter os benefícios da deleção premiada. Pupin era um homem bom, e não pode ter se transformado totalmente em oito anos de convivência. Continue lendo ›