Eleições 2012

Vale tudo eleitoral

O capo Ricardo Barros (PP) não tem medido esforços na tentativa de alavancar a candidatura de Carlos Roberto Pupin. Mobilizou toda a sua organização na busca a tal objetivo, não importando inclusive com quem se façam os acordos. Vale pisar no pescoço. Os acordos partidários para se formar o Grupo dos 12 (partidos que apoiam a candidatura pepista) amarram Pupin de tal maneira que, no caso de ganhar a Prefeitura de Maringá, vislumbra-se um cenário de cinema catástrofe, implicando em aumento do número de cargos comissionados e de pastas – hoje superior à maioria das cidades brasileiras.
Todos os partidos negociaram pelo menos uma secretaria; há quem conseguiu a promessa de três (como o PMDB, secretarias que seriam comandadas por Umberto Crispim, João Alves e Miguel Grillo). Até gente que está em baixa – caso do deputado estadual Evandro Junior (PSDB), que apesar do mandato não viabilizou uma vice para a sigla – ganhou o direito de nomear um secretário, caso Pupin seja eleito.

Akino

Uma candidatura hercúlea ou cítrica?

Hércules Ananias é candidato a prefeito, em Maringá, pelo PSDC, presidido por Herculano Ferreira, com ligações umbilicais com o chefão RB. Talvez por influência dos nomes do candidato e do presidente do partido, a candidatura de Ananias, por uma agremiação sem expressão nacional, tenha se transformado em hercúlea, que significa possante, valente, com uma força extraordinária
De onde saiu a força capaz de fazer com que este partido tenha uma estrutura jurídica para preparar seis processos de impugnação de candidaturas a prefeito, inclusive a de Pupin? Que advogados compõem o seu departamento jurídico? Há quem diga que na verdade é uma candidatura laranja, como tantas outras lançadas em eleições anteriores, bancadas por terceiro (sabemos quem) para fazer este serviço sujo, juridicamente falando, melar ou complicar debates. Só para dar um ar de seriedade pediu a impugnação, inclusive, da candidatura de Pupin. Ou será que estaria contra mesmo? Está difícil saber quais as verdeiras intenções do capo. Não duvido de mais nada. Depois de refletir sobre o papel de Hércules, mudei meu candidato; agora, sou Débora Fernandes.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Uma escorregadela

Depois de causar saia justa num arrecador de campanha da área da saúde, o prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), voltou a triscar na indelicadeza. Desta vez o ato falho aconteceu na posse da nova secretária da Mulher, a também proprietária rural Olga Agulhon.
Ao discursar, Pupin confessou que queria mesmo para o cargo era Maria Eliana Palma, igualmente integrante da Academia de Letras de Maringá e mulher do presidente do PSD, o ex-deputado estadual Divanir Braz Palma.

Blog

Dez a menos na campanha

Como tudo indica que a lei maior prevalecerá sobre a lei menor, e os candidatos a vereador e prefeito poderão pedir votos nas ruas de Maringá, os 10 vereadores que votaram pela restrição da campanha eleitoral – Turma do Amém à frente – deveriam dar exemplo e fazer o que não queriam que os outros fizessem. Os 10 poderiam ficar quietinhos e não pedir voto pro eleitor, que entenderia o ato não só como cumprimento de uma vontade como de existência de vergonha na cara dos que compõem o Legislativo mais degradado moralmente de todos os tempos da história política de Maringá.

Geral

Princípio de incêndio

Holandesa
Viaturas do Corpo de Bombeiros estiveram há menos de uma hora no interior do Panificadora Holandesa, que fica na avenida Brasil, em Maringá, por causa de um princípio de incêndio. Foto de Márcio Naka.

Matéria

O fim de um povo paranaense

Caboclos descendentes de índios e escravos muçulmanos, que habitaram o Norte e o Noroeste do Estado, foram dizimados pela colonização e esquecidos pela história oficial
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Texto e fotos: Donizete Oliveira
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Foto Donizete Oliveira
Capelinha cercada por pedras lembra “Cemitério dos Caboclos” nas margens da rodovia, em Paiçandu

“Vanceis póde renegá do meu modo de caboco,/pensando qui eu seja um loco qui vive a fala de asnera/ mais eu protesto a linguage desse povo tão servage,/qui tanto e tanto martrata minha terra brasilera”. Estes versos estão no livro “Meu Brasil brasileiro, poemas caboclos”, do poeta Ary de Lima, publicado em 1975. Do livro, que denuncia a “morte” da poesia cabocla, restam poucos exemplares em sebos e bibliotecas da região.
A sina se repetiu com os caboclos que habitaram o Paraná. Os sutis, povo que vivia em comunidades espalhadas pelo Norte e Noroeste do Estado, desapareceram. Eles chegaram à região por volta de 1910 – antes dos pioneiros brancos – e permaneceram até a década de 1960. Mas a exemplo dos índios, que só agora começam a aparecer nos livros didáticos, ficaram fora da história oficial do Paraná.Continue lendo ›

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Frio e lepra trouxeram a morte

De acordo com o livro “Jacus e Picaretas – a história de uma colonização”, do historiador Ildeu Manso Vieira (foto), cujos exemplares só se encontram em bibliotecas e sebos, os sutis não eram donos de suas terras. Com a chegada da Companhia de Terras do Norte do Paraná que, em 1944, foi substituída pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, eles foram obrigados a deixá-las.
Segundo o livro, um dos últimos diretores da colonizadora tentou salvá-los mandando-os para uma gleba em Roncador, Oeste do Estado. Mas morreram de infecção pulmonar por causa do frio intenso naquele município. Os que restaram foram dizimados pela lepra. “Sem assistência médica e agasalhos para suportar as baixas temperaturas do planalto dos pinheirais, não resistiram”, afirma Manso.Continue lendo ›

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Rua dos Sutis, a única lembrança

Rua dos Sutis
Apesar da rua dos Sutis, pouca gente sabe da passagem dos caboclos por Japurá

Com o avanço da colonização, os sutis chegaram a Japurá, a 40 quilômetros de Cianorte. No limite daquele município com São Tomé eles formaram uma comunidade, a Gleba dos Sutis, cortada pelo Rio dos Sutis. Em Japurá, apesar da rua dos Sutis, quase ninguém sabe quem foram os caboclos que viveram no município na década de 40. A reportagem foi à prefeitura da cidade atrás de informação sobre o assunto. Uma funcionária, que pensou tratar-se de algum pioneiro tradicional, ficou surpresa ao saber que sutis eram um povo que viveu na região.
O único documento existente na Prefeitura de Japurá da história do município cita apenas pioneiros tradicionais.Continue lendo ›

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Na comunidade, tudo era de todos

O pioneiro Luciano Contardi, 87, chegou a Paiçandu em 1950 e encontrou os últimos sutis no município. O sítio no qual está até hoje era vizinho da comunidade dos caboclos. Ele diz que havia mais de 300 pessoas e muitas já haviam ido embora porque a colonizadora começara a desbravar a região.
O agricultor diz que os sutis eram alegres, gostavam de festas, principalmente as de Santo Antônio, São João e São Pedro, que duravam até semanas. Na comunidade, não havia donos, tudo era de todos.Continue lendo ›

Matéria

Caixão ficava sobre o corpo

Casa sutil
Este desenho mostra como eram as casas dos sutis na região

Os sutis eram cristãos, mas não desprezavam os ritos africanos. Velavam seus mortos em casa. Faziam o caixão de madeira e o carregavam embrulhado numa mortalha de pano até o Cemitério dos Caboclos, hoje nas margens da PR- 323, que corta Paiçandu. O caixão era deixado sobre o corpo na cova. Os de criança eram descartados atrás de uma capela que existia no local.
Na comunidade vivia um curandeiro. Segundo Contardi, gente de longe vinha consultá-lo. Ele mirava um espelho para indicar o chá ao doente. “Eu mesmo fui algumas vezes levar um dos meus filhos que vivia doente e funcionou”, conta.Continue lendo ›

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Colonizadores de Cianorte

A professora aposentada de história Helena Cioffi, 70, e a geógrafa Izaura Aparecida Tomaroli Varella, 66, estão entre as autoras de “Cianorte – Sua história contada pelos pioneiros”. O livro, resultado de sete anos de pesquisa, tornou-se raro, do qual restam apenas três exemplares na cidade. Um dos depoimentos que estão nele é de Celso Antonio Broetto, funcionário do primeiro posto de saúde de Cianorte e encarregado de vacinar os sutis.
Ele relata que “a companhia tinha interesse em removê-los de Cianorte porque a presença deles criava obstáculos à colonização”.Continue lendo ›

Matéria

Falta interesse, diz professora

Para a professora Izaura, não fosse o interesse dela e amigas que ajudaram a elaborar o livro “Cianorte – sua história contada pelos pioneiros”, a história dos sutis teria se perdido. Segundo ela, não há intenção do poder público em preservar a memória regional. “O que é uma pena porque a compreensão do nosso passado corre risco de ficar incompleta”, diz. “Muito do material que usamos no livro estava se perdendo em “arquivos” da Prefeitura de Cianorte”.Continue lendo ›

Matéria

Último da raça foi contatado

Último sutil
Afonso Subtil, um dos últimos sutis, que vivia em Tuneiras do Oeste

No livro “Cianorte – sua história contada pelos pioneiros” há um depoimento que pode ser do último sutil vivo na região. As autoras do livro o encontraram em Tuneiras do Oeste, município vizinho de Cianorte, em 1994.
Antonio Afonso Subtil era remanescente do grupo que viveu em Japurá. Ele disse que seu pai era líder da comunidade. Os sutis obedeciam a uma espécie de cacique. Como os demais, Afonso criava porcos e produzia farinha de milho e rapadura. Ele disse que a palavra sutil veio de um líder, cujo sobrenome era Subtil. Segundo o pesquisador Marcos Luiz Wanke, tratava-se de um tropeiro, que se chamava Benedito Subtil e se juntou ao primeiro grupo de caboclos no Sul do Estado.

Matéria

Companhia dispunha de milícia, afirma pesquisador

O professor Nelson Dacio Tomazi, do departamento de Sociologia da UEL (Universidade Estadual de Londrina), numa entrevista à Folha de Londrina, em 1997, cujos dados foram extraídos de sua tese de doutorado, comprova que a Companhia de Terras Norte do Paraná dispunha de milícia armada particular para expulsar caboclos e posseiros de suas terras.
Ele disse ter encontrado registros de depoimentos colhidos pela pesquisadora Ana Yara Lopes, numa tese apresentada na USP, que comprova a ação de uma polícia interna nas terras da Companhia.Continue lendo ›

Verdelírio

Vem apoiar

A ex-secretária da Mulher de Maringá, Terezinha Pereira, mana do saudoso prefeito José Cláudio Pereira Neto, que agora reside em Curitiba, pretende voltar para Maringá, para apoiar a candidatura de Vagner Mussio, do PP, para vereador.Continue lendo ›

Saúde

UBS do Paulino atende cerca de 4 mil

Moradores do Conjunto Paulino de Carlos, em Maringá, continuam resistindo ao prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), que determinou a transferência da casa 4 da Saúde da Família para o Conjunto Piatã, ignorando a vontade de pacientes que ali residem. Neste sábado a equipe informou que acompanha cerca de 4 mil pessoas, entre elas crianças, gestantes, idosos, hipertensos e diabéticos (usúarios de insulina que precisam de acompanhamento), e ainda faz o acompanhamento de acamados que precisam de muitos cuidados e não podem se dirigir até um centro de atendimento, comode ficientes físicos e visuais, entre outros.
A equipe 4 ainda realiza grupos de convivência, grupo de adolescentes. A base da equipe 4 é prevenir as doenças, e por isso promove eventos preventivos, como palestras sobre drogas e doenças. Os moradores, contam, oito anos átras lutaram para que fosse trazido uma unidade básica de saúde para o Conjunto Paulino de Carlos porque o que os moradores usavam – o NIS III Jardim Pinheiros – fica a 3 km de distância, a mesma da unidade construída no Piatã.

Eleições 2012

Mutirão da Saúde


Uma das propostas de governo de Wilson Quinteiro (PSB), registradas junto com sua candidatura, é o Mutirão da Saúde nos bairros de Maringá. A proposta é de atendimento em todas as áreas e especialidades, para acabar com as filas. Para Quinteiro, o que a propaganda oficial mostra não reflete a realidade e a vida de maringaenses está pagando esta conta.

Akino

Destoaram

Justiça seja feita, o vereador Ton Schiavone foi a voz destoante do grupo dos onze ricardistas, votando contra o projeto de John que proíbe a campanha de rua, por faixas e cartazes, em Maringá. Falando em destoar, o presidente Hossokawa votou, ele que só precisaria votar em caso de empate, mais uma vez usou a prerrogativa. Isto me deixa mais desconfiado de que realmente há um grande interesse do grupo Barros. Hossokawa vota, ou não vota, quando convém. Vide caso dos salários dos vereadores.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Campanha em Maringá

Santinho Juarez Firmino
O candidato a vereador Juarez Firmino (PPS)  já está em campanha. Nesta manhã de sábado já distribuiu santinho no centro de Maringá e para amigos. Deve ter sido o primeiro candidato a distribuir material impresso nesta campanha.

Site Clécio
Clécio Silva, candidato a vereador pelo PTC, colocou seu site no ar (aqui). Ele traz inclusive fotos de uma confraternizaçã.

Akino

Quem substituiria Pupin?

Diante da real possibilidade de Pupin ter o registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral, a grande questão é quem o substituiria. A verdade é que Ricardo Barros não tem um nome a altura, alás o próprio vice, com todo respeito ao professor Cláudio Ferdinando, já demonstra que o capo não tem nomes. Ulisse Maia aceitaria o sacríficio? Acredito que seja uma possibilidade? Mário Hossokawa? Pode ser. Se já não está bom com Pupin, pior sem ele. Cá, com meus botões, fico me questionando: Não teria sido uma cilada armada contra o candidato? Esta licença de 100 dias não foi ardilosamente pensada? Tudo é possível, vindo do poderoso chefão. Mas também posso estar vendo chifres em cabeça de cavalo. Meu candidato, por hora, continua firme, sem qualquer impugnação, resistindo ‘herculamente’.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Uma questão sub judice

O secretário de Organização do PV Estadual, Francisco Caetano Martin, questionou a legalidade do diretório municipal de organizar a convenção que lançou a candidatura, em entrevista à Rádio CBN Maringá. Segundo Martins, o interesse do partido é manter o apoio ao candidato Enio Verri do Partido dos Trabalhadores. Presidente do Partido Verde em Maringá rebate as afirmações do diretório nacional e defende a candidatura própria na cidade. Segundo Alberto Abraão Vágner da Rocha, a decisão de coligar PV com PT no primeiro turno não condiz com a diretriz nacional do PV. Ouça aqui.

Akino

Patrimônio de ex-secretário cresce 102%

Ao contrário de alguns candidatos que o declaram à Justiça Eleitoral não possuir patrimônio, o ex-vereador Valter Viana declarou um aumento de 102% em 4 anos, tempo em que foi secretário da administração Barros. Chama a atenção o fato de boa parte dos bens declarados estar em nome da esposa e filho. Destaque para o montante em dinheiro em conta conta corrente que em 2008 era zero e agora pouco mais de R$ 135 mil e provavelmente boa parte será usada na campanha.
Fico feliz quando as pessoas crescem, desenvolvem, progridem. Fica provado que a,o contrário do que dizem, para justificar o aumento dos salários para R$ 12.025,00, o fato de alguém se dedicar ao cargo de secretário não atrapalha suas atividade na iniciativa privada. No caso de Viana o patrimônio cresceu mais de R$ 300 mil, valor que é o menor que o que recebido, líquidos, nos 4 anos, como secretário. Certamente Deus ajudou, pelo ele é uma pessoa carismática. Aliás, dizem que Deus ajudou muita gente da adminsitração a melhorar de vida, o que pode indicar um reconhecimento pelo que dedicaram de seu tempo, na missão de servir ao povo de Maringá, como costuma dizer do irmão Sílvio II. Nossos agradecimentos a todos, até aos que, talvez por humildade, não ostentam.
Akino Maringá, colaborador

Midia

Mundo Rural


Até as 11h, na Rádio Atalaia AM de Maringá, Claudio Coelho comanda o Mundo Rural, um dos melhores programas do rádio regional. Do cast da emissora ainda fazem parte outros conhecidos nomes do rádio, como Toledo, Rogério Rico e Antonio Marcos.

Eleições 2012

PP defende legitimidade da candidatura

O pedido de impugnação da candidatura do vice-prefeito e prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), apresentado pelo Ministério Público Eleitoral, está baseado no fato de que o vice, quando candidato a prefeito, não poderia assumir seis meses antes do pleito – a lei complementar nº 64, a lei das inelegibilidades, de maio de 1990. A assessoria de Pupin divulgou há pouco texto produzido pela área jurídica que assessora a coligação que defende existir precedentes. A lei fala em vacância do cargo, e o que aconteceu em Maringá foi um mero pedido de licença programado para 100 dias, de mero cunho eleitoral; por isso, desde o final do ano passado, o combinado entre os fratelli era a renúncia, pois, com ela, não haveria discussão e, de fato, vacância efetiva do cargo. De qualquer forma, deverá haver debate, mesmo com recente jurisprudência de que a vacância pode ser temporária. A coligação “A mudança continua” já entra em campo tendo um candidato a prefeito com pedido de impugnação e um vice garantido por liminar. Leia a posição da assessoria jurídica de Pupin sobre a legitimidade da candidatura:Continue lendo ›

Blog

Aniversário de quase cassação

No próximo dia 8 a votação e arquivamento do processo de cassação do mandato do então prefeito Ricardo José Magalhães Barros vai comemorar 22 anos. Nascia naquele dia o famoso Grupo dos 13 – quase um Grupo dos 12, número de partidos que hoje apoiam o capo e seu candidato a prefeito pelo PP. Foram fundamentais para a formação do Grupo dos 13 quatro vereadores de então: Nilson de Oliveira, Nereu Vidal Cezar, Laércio Nora Ribeiro e Paulo Mantovani.

Blog

Hangar do ex-secretário Paolicchi está sendo desmanchado


A Prefeitura de Maringá autorizou o desmanche do hangar que pertenceu ao ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi, morto no ano passado, no antigo Aeroporto Gastão Vidigal. Uma empresa de metalurgia está retirando o material daquele e de outros barracões há mais de uma semana, em troca do material metálico. Pelo local passará uma rua do futuro Centro Cívico de Maringá. No hangar, enorme, há uma sala lotada de documentos. Procurei e não encontrei no site prefeitura documento que licitou o desmanche e entrega do hangar, que, ao que parece, está entre os bens indisponibilizados pela justiça junto ao ex-secretário.

Crônica

Nossas origens

Do padre Orivaldo Robles:
Em todas as edições o vestibular traz à nossa cidade um bando de jovens num colosso de ônibus de várias procedências. Alguns (ônibus, não estudantes) tornaram-se fregueses de nossas ruas e avenidas. A cada vestibular aparecem de novo. Sinto um prazer infantil em admirá-los. Sua elegante beleza é um convite a viajar para lugares desconhecidos. Lembram meu tempo de criança. Eu nem sonhava com outra forma de viajar que não de ônibus. Naquele tempo eles eram diferentes. No interior em que vivíamos, ônibus era uma gaiola comprida na qual se enfiavam quantos infelizes coubessem. Às vezes, até mais do que cabiam. Levados por centenas de quilômetros, o tempo parecia não ter fim. Conforto, nenhum. Espremidos no meio de sacos de mantimentos, de pacotes, quando não de frango ou de leitãozinho peado, os passageiros suavam como tampa de chaleira. Mães com nenê sofriam o que não sonhavam haver de sofrimento. O ambiente recendia a vestiário de futebol em tarde de dezembro. Só a necessidade fazia embarcar em tal carroção motorizado.
Agora, tudo é diferente. A vida mudou para melhor. Continue lendo ›

Eleições 2012

Reunião de campanha

Campanha Humberto Henrique
O vereador maringaense Humberto Henrique (PT) deu início à campanha pela reeleição realizando uma reunião com cerca de 70 moradores do Jardim Liberdade. Humberto foi o vereador mais votado do PT nas eleições de 2008.