Busca: "Clube Hípico de Maringá"

Justiça

TJ suspende o tombamento do Clube Hípico de Maringá

Hípico

Foi disponibilizada hoje a íntegra do acórdão da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, que em julgamento no último dia 22 determinou a suspensão dos efeitos do tombamento do Clube Hípico de Maringá, realizado no ano passado pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP).
Por decisão unânime, além da suspensão dos efeitos do decreto, o TJPR proibiu o município de retomá-lo até julgamento da ação judicial proposta pelo clube.Continue lendo ›

Geral

Prefeito recua e destomba o Clube Hípico de Maringá

Hípico

Pouco mais de cinco meses depois de tombar o Clube Hípico de Maringá, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) voltou atrás e o destombou. O decreto que revoga o tombamento foi assinado no último dia 25 e foi publicado na última segunda-feira.
Para destombar o local – que não tem valor histórico, artístico, arquitetônico ou cultural significativo -, justificou-se com um parecer da Procuradoria Jurídica do município – ou seja, é capaz de o processo, que está sendo contestado pelo clube na justiça, venha a ser retomado.Continue lendo ›

Verdelírio

Vai dar briga

Ainda vai dar muita briga entre os poucos associados do Clube Hípico de Maringá. Uma parte quer que a área do clube seja vendida para um grande investimento, e uma outra parte, uns poucos que gostam de cavalos, não concorda com a venda. Vale dizer que uma boa parte do terreno original foi vendida para o shopping.

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Blog

Passeio público

Fundado em 1956, o Clube Hípico de Maringá ainda ressente-se de uma calçada.

Pior, nesta época de chuva, para o transeunte que passa por ali para ir até um shopping e uma faculdade que ficam nas proximidades. É obrigado a ir pelo asfalto.

Verdelírio

Eleição

Hoje, das 13 às 18 horas, os associados do Clube Hípico de Maringá estarão reunidos em assembleia geral ordinária para a eleição de nova diretoria. O médico Nelson Bagatin será o presidente com o comendador, jornalista e empresário Frank Silva na vice-presidência. Roberto Feres Júnior será o secretário e Gilberto Braz Palma, o diretor social.Continue lendo ›

Verdelírio

Recuperação judicial

A 13ª Vara Cível Especializada Empresarial de Recuperação Judicial e Falência da Comarca da Capital do Estado do Espírito Santo (Vitória), expediu o Edital de Credores da recuperação judicial da Viação Itapemirim (e empresas do grupo). O total é superior a R$ 298 milhões.Continue lendo ›

Esportes

Competição de hipismo

prova

Acontece neste final de semana a IV Copa Catuaí de Hipismo, no Clube Hípico de Maringá. Entrada franca. Mais de 100 animais participarão desta etapa do ranking paranaense de hipismo, com mais de 300 inscrições.

Geral

Falecimento

Está sendo velado na sala 1 da Capela do Prever do Cemitério Parque, na Vila Vardelina, o corpo de Caio Celidônio Filho, que faleceu hoje, aos 86 anos, em Maringá.
Natural de Jardinópolis (SP), ele foi funcionário do Banco do Brasil, trabalhando na Carteira Agrícola. Casado com Suzana Kurtz Celidonio, Caio era agrônomo, pecuarista e agricultor, tendo sido fundador e presidente do Clube Hípico de Maringá. O sepultamento acontecerá nesta terça-feira às 15h.

Bronca

Sem anuência dos sócios

hipico

A diretoria do Clube Hípico de Maringá, que escapou de um tombamento resultado de picuinha pessoal, sem anuência dos sócios, por decisão da diretoria, terceirizou o salão social (foto) e a sede social. Os espaços serão utilizados pelo Giardino e restaurante Madeira Grill. “Nao se discute a qualidade do restaurante. Longe disso. O que se discute, é como essa onipotente diretoria faz e desfaz do clube sem a decisão dos sócios.Continue lendo ›

Blog

Prédio foi projeto de Luty

IML

Ontem, ao falar da demolição do prédio do antigo IML, um apresentador de televisão disse que era bom “que isso venha ao chão, porque há um pessoal meio doido da cabeça em Maringá que pode querer tombar”.
Não disse os nomes, mas deveria estar se referindo ao prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) e à primeira-dama Luíza, que tombaram o Clube Hípico de Maringá, apesar de o local não ter valor artístico, arquitetônico, cultural ou histórico algum.Continue lendo ›

Verdelírio

Sem oposição

A eleição na OAB-Maringá vai acontecer sem a participação da oposição, que não conseguiu montar e inscrever sua chapa em tempo regulamentar. A chapa XI de Agosto terá o competente e respeitado advogado Marcelo Costa no cargo de presidente. Continue lendo ›

Blog

O tombamento-piada 2

lavagem

Mais dois ambientes tombados pela prefeitura no Clube Hípico de Maringá: acima, o local para lavagem dos cavalos e, abaixo, a área para secagem dos animais. É o tempo e dinheiro públicos colocados, em princípio, a serviço de questões pessoais.

secagem

Verdelírio

Diário do Noroeste

Um dos principais jornais do Estado do Paraná, O Diário do Noroeste, sediado na cidade de Paranavaí, e dirigido por Euclides Bogoni, completa hoje 60 anos de atividades. Trata-se de um jornal sério, dinâmico, imparcial, que orgulha a imprensa paranaense e nacional. Parabéns! Continue lendo ›

Blog

O tombamento-piada

Hípico

Acima, o depósito para armazenagem de cepilho, alfafa, feno e ração. Abaixo, a farmácia para atendimento aos cavalos do Clube Hípico de Maringá.
As dependências – como a ferradoria e ambientes de lavagem e secagem dos animais – estão oficialmente tombadas pelo município por iniciativa, até onde se sabe, da primeira-dama Luíza Pupin, por conta de uma picuinha com a diretoria do clube, do qual também é sócia. Continue lendo ›

Blog

Deixou por conta

Emissários representando o Clube Hípico de Maringá procuraram recentemente o dono da cidade, deputado federal Ricardo Barros (PP), para reclamar do que seria uma perseguição pessoal do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), que determinou o tombamento do clube após uma discussão sobre o preço do aluguel para o casamento de sua filha, no ano passado. Artistas maringaenses vêm tentando uma solução para o Cine Teatro Plaza e não conseguem; mas para tombar o Hípico foram dois toques, sob a determinação do casal Pupin. Ricardo pulou fora: disse que não vai se meter na história.

Bronca

Tombamento sem sentido

HípicoAssinado na última terça-feira e publicado no final de semana, o decreto nº 1.531/2015 aparentemente é uma monstruosidade gerada pela administração municipal Pupin/Barros, algo jamais visto. É o que tomba o Clube Hípico de Maringá, alegando “valor histórico”. A questão é que nada do que está construído na área do Hípico é de 1956, data de sua fundação, e desde então com a fama de reunir a alta sociedade local. As construções, que nem tinham valor arquitetônico, foram todas reformadas. De original, por lá, só as árvores nativas.
Uma pena que a Comissão Especial de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural tenha se prestado ao que, tudo indica, é um capricho pessoal, resultado de uma discussão sobre o aluguel do salão para o casamento da filha do prefeito. Foi depois desse desentendimento sobre valores do aluguel que alguém teve a brilhante ideia de tombar o clube. Pupin era vice-prefeito quando, em 2010, derrubaram a estação rodoviária, que, além do aspecto histórico, tinha valor arquitetônico. Não levantou uma palha. Agora, por conta de uma rixa pessoal, fez em tempo recorde um processo de tombamento. Maringá (suspiro!) já teve dias melhores.

Memória

“Comecei minha vida com sete contos de réis”

Monsenhor-Sidney-Zanettini-com-Joaquim-Romero-Fontes
Em 2007 seu Joaquim Romero Fontes [na foto com o padre Sidney Zanetini] deu entrevista à estudante de Jornalismo Flávia Torres, que publicou o texto no site Matéria Prima sob o título “Maringá será a segunda maior cidade do Paraná”:
Joaquim Romero Fontes é paulista e chegou a Maringá ainda jovem. Agropecuarista, é um dos pioneiros da cidade. Em julho de 1979 estava entre os fundadores da Sociedade Rural de Maringá além de ser o associado número um e primeiro presidente da entidade. Ajudou a criar a Cooperativa de Cafeicultores, a atual Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar). Continue lendo ›

Blog

Mensalidade reajustada

A mensalidade no Clube Hípico de Maringá passou de R$ 280,00 para R$ 430,00 (R$ 400,00, se for paga em dia), deixando sócios irritados. É que o aumento teria sido decidido pela atual diretoria sem a convocação de uma assembleia, como seria de praxe. O que corre nos bastidores é que há interesses ocultos – algo semelhante ao verificado quando parte do Hípico foi vendida ao Catuaí, de Londrina, e que teria feito a alegria de alguns.
O aumento na mensalidade seria uma forma de provocar inadimplência, fazendo com que as cotas com dívidas sejam compradas a preço de banana. Um título hoje varia entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. O restante do clube hoje interessaria a dois grupos: a família Matsubara, de Ibiporã, que teria oferecido R$ 88 milhões, e o próprio Catuaí.

Verdelírio

Missão cumprida

Durante toda a campanha eleitoral no primeiro turno com Beto Richa e José Serra, e agora no segundo só na campanha presidencial Jurandir Rodrigues de Oliveira se empenhou ao máximo, e praticamente passou toda a campanha morando em Maringá. Certo de ter cumprido sua missão, ontem ele voltou a Curitiba, onde agora vai aguardar o resultado do trabalho realizado em Maringá e região.Continue lendo ›