Passeio público

Calçada defronte a Justiça do Trabalho, em Maringá. Foto enviada por leitor.

Calçada defronte a Justiça do Trabalho, em Maringá. Foto enviada por leitor.

Calçada não é para veículo, nenhum deles. No início da tarde, defronte o paço municipal, este quebrou uma tampa de ferro. Leitor que enviou a foto reclamou da demora para que sinalizassem o local.

Leitor maringaense envia a foto e pergunta: pra quê a calçada?

Na esquina das ruas Neo Martins com Basílio Sautchuck, a poucas quadras da Prefeitura de Maringá, uma irregularidade tipificada na legislação municipal: a obra de ampliaçãoContinue lendo ›

Leitor informa que na esquina das ruas Botafogo e Assaí, no Jardim Tabaetê, um casal construiu na calçada pública um barraquinho, onde moram.
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Leitor envia a foto e pede o registro de que funcionários dos Correios em Maringá chegam a transitar às vezes quadras e quadras seguidas na calçada, com motocicleta, para não ter que parar, descer e subir novamente, colocando em risco a vida dos outros e a própria.Continue lendo ›

Esta é daquelas imagens que não vão aparecer no horário eleitoral da turma. Trata-se da rua que dá acesso exclusivo ao Frigorífico Palmali, em Maringá.
Como existe um poste no meio da rua, os caminhões passam por cima da calçada.Continue lendo ›

Maringá afunda: a foto foi tirada nesta manhã em plena região central de Maringá, na esquina das avenidas Tamandaré com Herval.
A cratera está próxima à faixa de pedestre. Faz tempo que a situação ficou ruim e ninguém toma providência, observa José Fuji, para quem a cratera é uma verdadeira armadilha para os transeuntes.
Um tiozinho foi fotografado há pouco despejando lixo no canteiro central da avenida Pedro Taques, proximidades da praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, maior bairro de Maringá.
A lei estabelece penalidade para quem faz o que este senhor fez, ainda mais que o blog registrou a indignação de pessoas que trabalham e residem por ali com a sujeira que tem tomado conta da avenida.Continue lendo ›
Rua Azaleias, no Conjunto Borba Gato, em Maringá: segundo o vídeo postado por Gilmar Ferreira, se o mato crescer mais um pouco vai precisar de autorização do Ibama para desmatar.
O Banco do Brasil abriu espaço, em sua agência da avenida Mandacaru, para que a Chanson, concessionária Peugeot em Maringá, expusesse um modelo 308, com a devida entrega de panfleto sobre o veículo e condições de venda. O problema é que o BB abriu espaço público, como se vê nas fotos; o carro ocupa parcialmente a calçada, dificultando a vida dos transeuntes. Há cerca de um ano, a Zacarias Veículos, do mesmo grupo da Chanson, usou a calçada da agência do BB de Mandaguaçu para vender seu peixe.
Leitor atenta para a reforma da antiga residência da casa de dom Jaime Luiz Coelho, na praça Pio XII, que está há mais de um mês sem calçada e um puro barro, obrigando quem quer ir a missa ou ir no Bosque das Grevíleas andar na rua, competindo com os carros. Senhoras idosas e crianças se arriscam. “Onde está dom Anuar que sempre é defensor de causas maringaenses mas não olha para si? Ser exemplo para servir de exemplo? Dom Jaime deve estar se revirando no céu”, acrescenta.
Leitor reclama da sujeira provocada pela inauguração de uma revenda Suzuki, ontem, na avenida Alexandre Rasgulaeff. Para a inauguração uma quadra de uma rua lateral foi interditada, para a montagem de uma barraca, e o lixo produzido está espalhado na frente da loja e por toda a redondeza neste domingo.

Leitor envia fotos do Centro Municipal de Educação Infantil Ambrosina Fernandes, em Maringá, e reclama: foi desta maneira que a prefeitura deixou os galhos da poda que realizou nas árvores. “A calçada está impedida, os pais têm que andar com as crianças pelas ruas”, conta, acrescentando que isso já havia acontecido na avenida Mandacaru, quando cortaram as árvores da ciclovia e demoraram quase uma semana para retirar. “Se lá que é um local de visibilidade demoraram aquele tempo todo, acredito que estes galhos não serão retirados”.


Leitor envia foto mostrando uma situação que considera vergonhosa, na Vila Operária, em Maringá. Explica que o proprietário deste imóvel, na rua Marcílio Dias, quase esquina com a rua Vidal de Negreiros, perto do Parque do Ingá, fez uma casa enorme nos fundos do terreno e derrubou outra velha que havia na frente, colocou um tapume verde e arrancou a calçada junto; isso já faz cerca de cinco meses. Se em dias normais os transeuntes já sofrem, em dias de chuva é pior ainda.