Busca: ódio

Esportes

No pódio

A melhor maringaense na Prova Rústica Tiradentes deste ano foi Gleice Cavalheiro, que em 2018 havia ficado com o terceiro lugar. Gleice é atleta apoiada pela Baratek 10.

Esportes

Pódio

O jovem piloto Antonio Dalla Vecchia venceu as duas baterias da categoria F400, hoje, no Race Park, em Maringá. Aos 14 anos, ele disputou com outros 10 participantes adultos.

Opinião

A lama, o ódio, a responsabilidade

Por Cora Rónai, em O Globo:

Como é morrer soterrada na lama? Eu já levei muitos caldos na praia, já tive o lombo arranhado pela areia do fundo, perdi noção se subia ou descia, engoli tanta água salgada que a garganta e o nariz ficaram ardendo dias — não cheguei a me afogar mas quase, e não preciso fazer um grande esforço de imaginação para entender como é morrer no mar.Continue lendo ›

Eleições 2018

No último debate, os sem-voto tentam despolarizar eleição tisnada pelo ódio

De Josias de Souza:

Surgiu no último debate presidencial do primeiro turno um novo agrupamento político: o MSV, Movimento dos Sem Voto. Convertidos pelo eleitorado em coadjuvantes da corrida presidencial, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, Marina Silva, Henrique Meirelles e Alvaro Dias se uniram num esforço para tentar despolarizar a sucessão. Continue lendo ›

Opinião

Sobre ódio e intolerância

A opinião do padre Leomar Antonio Montagna, da Paróquia Santo Expedito, sobre os eventos políticos de ontem em Maringá – pró e contra Lula – está fazendo um salseiro, por falar sobre ódio e intolerância. Despertou a ira dos odientos e intolerantes. Escreveu ele:

Sobre as manifestações em Maringá: essa turma do verde amarelo é o maior engodo que o Brasil já viu, uma mentalidade de patosidiotas e não patriotas, uma mentalidade de fazer esquifo, pois são subservientes à corrupção, movidos simplesmente por ódio, intolerantes, parciais e preconceituosos. Continue lendo ›

Política

Iraídes: ‘Nada pode prosperar em cima de mentira e ódio’

A presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni (PT), que teve sua imagem usada em montagens pela coligação do 11, retiradas do ar pela Justiça Eleitoral, gravou um vídeo-desabafo em que diz que o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) propaga o ódio e a desconfiança, apesar de se dizer cristão e falar manso.
Depois de enfatizar que “nada pode prosperar em cima de mentira e ódio”, a professora e sindicalista mandou um recado ao ímprobo candidato e aos mais de 400 cargos comissionados da administração do PP, além de reafirmar que os servidores públicos municipais que representa são vítimas de perseguição e coação.

Blog

Ódio da Justiça do Trabalho

Gilson I. de Oliveira

O ex-juiz do Trabalho Gilson Ildefonso de Oliveira (foto) está preocupado com a possibilidade da Justiça do Trabalho do litoral paulista fechar as portas nos próximos meses, acabando com a possibilidade de milhares de desempregados buscarem seus direitos e centenas de advogados defenderem seus honorários.
Ele disse em entrevista a Carlos Ratton, do Diário do Litoral, de Santos (SP), que a sociedade precisa impedir que seja desmontada uma estrutura superavitária e bem montada, que envolve cerca de 350 servidores e 22 juízes altamente capacitados. Perguntado se há um responsável pela situação, disse o nome e o sobrenome: Continue lendo ›

Educação

Professor detalha o episódio truculento no Unicesumar

O professor Vitor Molina detalhou em entrevista ao Jurassic Pan, da Jovem Pan Maringá, na noite de hoje, como foi o episódio envolvendo a agressão dos seguranças do governador Beto Richa (PSDB), na última sexta-feira, no Unicesumar. Ele e mais duas pessoas foram detidos, levados para a delegacia e autuados em flagrante, em mais um episódio de truculência do governo estadual contra professor da rede pública.

Opinião

Deputado fala do ‘episódio assustador’

Do deputado estadual Evandro Junior (PSDB), que ontem sofreu um acidente automobilístico:
Acidente Evandro Junior“O episódio assustador que nos envolvemos na manhã desta terça, 16, próximo Andirá, é um desses fatos que estimulam reflexão sobre a vida e suas circunstâncias, ou seja, como nossa existência é frágil e sujeita ao improvável. Pior: como a falta de atenção com detalhes importantes, como áreas de escape em pontos estratégicos de uma via, aumentam sobremaneira os riscos de tragédias. Reconheço que a imprudência, descaso com a sinalização viária, excesso de velocidade e de trabalho são fatores relevantes nas estatísticas de acidentes, mas não tenho dúvidas de que pequenas obras de engenharia poderiam minimizar os riscos gerados pelo ‘fator humano’. O acidente que quase nos tirou a vida, a minha, do meu motorista e de uma assessora, somente não se transformou em tragédia pela habilidade profissional ao volante do condutor, que reagiu instintivamente e evitou o choque frontal com uma carreta. Continue lendo ›

Akino

Oração para cura de ódio e rancor

Meu Jesus, venho hoje pedir a cura das minhas lembranças, tudo aquilo que vivi e ficou guardado no meu inconsciente e que me tem atormentado. Tu me conheces e sabes a causa de cada problema que trago em meu interior. Vem, Jesus, e cura estas lembranças, os momentos em que me senti rejeitado, desanimado, ignorado até por aqueles que eu mais amava. Cura-me dos sentimentos de ódio, rancor, mágoa e falta de perdão e que, muitas vezes, se refletem em meu corpo, causando dores e enfermidades físicas. Dos momentos de perigo que vivi e que me tornaram uma pessoa medrosa e insegura, cura-me, Senhor.Ó Senhor, são tantos traumas e marcas que trago em minha mente… e só tu podes me curar! Por isso te peço: lava a minha mente no teu sangue, dá-me a tua cura e enche-me com a tua paz. Desde já, eu te louvo e agradeço, pois creio que estás agindo em mim agora e que serei, em ti, nova criatura. No poder do teu nome, Jesus. Amém! (fonte)
Meu comentário (Akino): Paulo Vergueiro insiste em dizer que temos ódio e rancor, por sermos contra os desmandos da família Barros. Será esta oração resolve? Fará esquecermos tudo que eles têm feito com o povo de Maringá? O que acha, Cido do Gabinete? Coloque um pequeno Salmo, como comentário.
PS: Tenho mais de 60 anos, será que ainda tenho cura?
Akino Maringá, colaborador

Política

Episódio pode ter sepultado candidatura

A candidatura a deputado federal do empresário Edenilso Rossi, depois do episódio de sua prisão pelo Gaeco, junto com outras cinco pessoas, em Curitiba, já não é mais encarada como realidade no PSD, onde é tesoureiro estadual e presidente de diretório municipal (São José dos Pinhais). Pode parecer precipitado, mas já há quem defenda sua expulsão do partido. Rossi vinha estruturando sua candidatura há tempos, inclusive com o apoio declarado de algumas lideranças, em várias regiões do estado. Nos bastidores, a aposta era de que sua campanha consumiria alguns milhões de reais. A poucos dias da convenção que irá referendar as candidaturas, o episódio preocupa o partido. Na região, o PSD tem ainda o ex-deputado estadual Ricardo Maia como pré-candidato a federal.

Geral

Um episódio a se lamentar

violencia
A encrenca de ontem à noite na UEM, entre vigilantes da instituição e estudantes, continua rendendo. Em seu blog, Paulo Vidigal divulgou nota de repúdio destacando que não é de hoje que procura-se relacionar os estudantes da UEM ao estigma de “baderneiros” e “desordeiros”. “Esse estigma acaba sendo empregado para justificar ações de violência como as ocorridas ontem. Interessante que em épocas de vestibular milhares de vestibulandos são recebidos de braços aberto$”, escreveu. No Facebook, há vídeos com depoimentos (de um deles foi retirado o frame acima) com o depoimento da estudante que recebeu uma pedrada no rosto. A professora Marta Bellini conta que uma colega docente também foi agredida verbalmente.

Opinião

O ódio ao professor

De Antonio Ozaí da Silva:

Li Adoro odiar meu professor, de Antônio A. S. Zuin. É um livro que contribui com a reflexão sobre o ser docente e as complexas relações que isto implica. Trata-se de uma relação de poder e também, sob o risco da redundância, de uma relação humana. Reconhecer estes aspectos é um bom início para superar a hipocrisia e a ocultação dos meios ao alcance dos professores para o exercício da violência simbólica.

O abuso de poder, às vezes dissimulado por um discurso pretensamente democrático e revolucionário, manifesta-se no cotidiano da sala de aula e revela o lado obscuro de personalidades autoritárias e doentes propensas ao sadismo. Diante disto, resta ao aluno rebelar-se ou silenciar. O preço a pagar pela rebeldia pode ser muito alto. Com efeito, o poder professoral é legitimado pelo aparato burocrático. Por outro lado, o professor conta com o espírito de corpo, isto é, a anuência, o silêncio ou o apoio ativo dos pares.Na íntegra.