Busca: trimestralidade

Opinião

Campanha contra a memória curta do eleitor maringaense

paço

Vamos relembrar como foram as administrações na prefeitura de Maringá de 89 a 2004. De 89 a 92, prefeito Ricardo Barros: 93 a 96, Said Ferreira. 97 a 2000, Jairo Gianoto. 2001 a 2004, José Cláudio e João Ivo.
Quem pode colaborar dando informações? Começando pela de Ricardo Barros de 89 a 92. O que ele fez de bom? Privatização do lixo, deixou de pagar a trimestralidade, que rola até hoje, num valor incalculável. Continue lendo ›

Eleições 2016

Ex-prefeito da maior greve tenta se aproximar do servidor público

Carta

Cargos comissionados da Prefeitura de Maringá estão distribuindo uma carta-propaganda do candidato Silvio Barros II (PP), que enfrentou a maior greve do funcionalismo de todos os tempos, que resultou inclusive em prisões de vários servidores, em 2006.
Ontem, os funcionários que saíam do paço recebiam o material, liam, rasgavam ou jogavam no lixo.Continue lendo ›

Eleições 2016

Sismmar entrega propostas

sismmar

Hoje às 19 horas, no Auditório Luzamor, o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá fará a entrega da Plataforma dos Servidores para os candidatos a prefeito de Maringá. No evento, cada candidaro terá um momento para falar aos servidores.
A plataforma contém as principais reivindicações do servidores acumuladas ao longo dos tempos, como, por exemplo, o pagamento da trimestralidade e o vale-alimentação aos trabalhadores da prefeitura. Continue lendo ›

Eleições 2016

Entidades entregam sugestões para os candidatos a prefeito

O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá entregará na próxima sexta-feira a Plataforma dos Servidores para os candidatos e candidata a prefeito de Maringá. Aberto ao público, o evento será realizado no Auditório Luzamor, às 19 horas.
A plataforma contém as principais reivindicações do servidores acumuladas ao longo dos tempos, como, por exemplo, o pagamento da trimestralidade e o vale-alimentação aos trabalhadores da prefeitura.Continue lendo ›

Blog

“Eu tenho alergia à Justiça do Trabalho”

O deputado federal Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP e um dos vice-líderes da presidente Dilma Rousseff (PT), dá sua opinião sobre a Justiça Trabalhista. O vídeo não é novo, mas o corte que ele fez como relator do orçamento da União mostra que ele não mudou de opinião, que, aliás, expressou durante os debates na Comissão do Orçamento.
A Justiça Trabalhista que ele também chamou de “burra” é a mesma que confirmou a trimestralidade que ele negou – e que seus fantoches prometeram pagar e não pagaram – ao funcionalismo público de Maringá ou, talvez, por causa disso.

Akino

R$ 60 milhões desviados em 4 anos

Lendo a postagem sobre mais uma tentativa de protelação do pagamento da trimestralidade a servidores municipais em Maringá, no valor de R$ 79.715.506,01, voltei a pensar no montante que será, praticamente, desviado para pagamento de CCs desnecessários, cabos eleitorais ou em desvio de função, nos quatro anos da gestão Pupin/ Barros.
São estimados R$ 15 milhões por ano, em quatro anos R$ 60 milhões que dariam quase para pagar o devido aos servidores que esperam desde 1992, salvo engano. Continue lendo ›

Maringá

Inversão de prioridades

A presidente do Sismmar, Iraides Baptistoni, falando a Gilmar Ferreira, fala do constrangimento dos servidores da Semusp de receber roupas doadas e repassadas ao Provopar. Trimestralidade, vale-alimentação e coleta de lixo são outros assuntos abordados.

Akino

Maringá, terra de otários ou de cúmplices?

No feriadão fizemos diversas postagens denunciando que a administração Barros/Pupin mantém 168 Assessores I, II, II, IV, contrariando a legislação e determinação do TCE, que entende que esses cargos de assessores, que não assessoram, são irregulares. Que há algumas secretarias totalmente desnecessárias, sem servidores de carreira, só com CCs, como a Serei, Seac, e Sesan, e outras com mais comissionados que efetivos, como a Secom e o Gapre. Que isto representa um desvio de cerca de R$ 10 milhões anuais, dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, educação, ou para pagar a ação da trimestralidade, ou ainda, para melhor o salário do funcionalismo concursado. O Sismmar, provocado diversas vezes, parece fingir que não é com ele. A imprensa tradicional, como a CBN, RPC, que se preocupa com as diárias da Câmara de Sarandi, dá a impressão que não sabe o que é postado no Blog do Rigon. O Diário do meu amigo Frank Silva, que quando John era presidente da Câmara, tanto nos ajudou com reportagens sobre comissionados desnecessários, não faz absolutamente nada. Verdelírio que em sua coluna, quando o Guerlles pediu para sair da Serei, denunciou que aquela secretaria não servia para nada, agora permanece silente. E a igreja? Acim? OAB? Observatório Social? Ninguém vai fazer nada? Em que lugar estamos? Maringá é uma terra de otários que não percebem o que está acontecendo de errado, ou de cúmplices do esquema? E olhe que este caso dos comissionados é só um pontinha do iceberg.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Administração desvia cerca de R$ 10 milhões anuais…

… para o pagamento de 168 CCs no cargo de assessores, sem funções definidas, e manutenção de secretarias desnecessárias. Este dinheiro poderia servir, por exemplo, para o pagamento do compromisso com a ação da trimestralidade e o Sismmar deveria nos ajudar nas denúncias que temos feito. Mas poderia ir para a saúde, educação, recapeamento do asfalto.
Desafio desmentirem este valor e provarem que esses 168 cargos são necessários, além ilegais. Conclamo, mais uma vez, a sociedade organizada, as igrejas, a imprensa (Frank Silva, Verdelírio, Pinga Fogo), os senhores que são muito ligados a Ricardo Barros, lhe aconselhem a acabar com isso. É criminoso com o povo de Maringá. Falem para ele que sai mais barato contratar cabos eleitorais só na época das eleições, e pagar com dinheiro de superfaturamento de obras, pelo menos não dá tanto na cara.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ausências sentidas

Tenho sentido duas ausências em comentários nas nossas postagens, Aparecido Baptista, o Cidão, e Zé Roberto Balestra. O que está acontecendo? Sei que a decepção de ambos não foi menor que a nossa com os rumos do caso Pupin. A afrouxada aparente e a decisão absurda do TSE são de desanimar, desacreditar nos homens públicos, em alguns poucos em que ainda tínhamos confiança. Mas é preciso continuar. Animais, animais (do verbo animar) meus caros, não podemos entregar os pontos, pois é isto que eles querem.
O Zé Roberto ainda apareceu recentemente, mas o Cidão está sumido. Nem mesmo para cumprimentar o seu amigo Fuji, apareceu. Força Cidão, agora que ganhou no TST a trimestralidade, temos motivos para comemorar. Abraços aos dois e outros que andam sumidos. Apareçam !
PS: Frank, já voltou de férias? Estou esperando as pimentas e as providências para um jornalismo mais investigativo. Não vale dizer que pimenta no dos outros é refresco.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Postura causa indignação dos servidores

Os mais de 3.500 servidores que fazem parte da ação da trimestralidade, em especial os aposentados e pensionistas (1/3 dos envolvidos), estão indignados com a postura do prefeito e estão se organizando pra fazer passeata e ocupação do paço municipal, o que daria repercussão nacional. Afinal, Silvio Barros II (na campanha eleitoral de 2008) e Pupin (na do ano passado) assumiram o compromisso de chegar a uma solução negociada para a questão.

Geral

Vapt-vupt

Vapt – Trimestralidade do servidor municipal: nova audiência no TST será em agosto.
Vupt – Prefeitura de Maringá reduz locais de venda de crédito do transporte coletivo.

Maringá

A triste carta de uma viúva

A viúva de um servidor público municipal de Maringá enviou ao Sismmar uma emocionada correspondência pra falar da Ação da Trimestralidade, que tramita na Justiça do Trabalho desde janeiro de 1991. Diz ela que o marido faleceu há alguns anos sem receber o direito com o qual contava para fazer a tão sonhada viagem à cidade natal, da qual, pressionado pela seca do sertão nordestino, foi obrigado a sair há quase 50 anos. Desde então, não mais havia conseguido retornar. Leia mais.

Blog

Programa no ar

O programa “Opinião & Notícias” de hoje, plea Banda 1 AM (1090), além das novidades do dia, terá entrevista com Solange Marega, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá. Serão abordados temas como trimestralidade, plano de carreira e condições de trabalho.

Akino

Um mártir perseguido?

Vejam o que ele escreveu em sua coluna de O Diário, edição deste domingo, o futuro secretário de Comunicação de Pupin: “Mesmo fazendo uma gestão de causar inveja nas demais cidades, quando quadruplicou em oito anos o orçamento municipal, Silvio não sai do governo sem cicatrizes e marcas de queimadura. Foi perseguido por uma oposição pequena, mas rancorosa, que não soube respeitar o limite entre a vida pública e a privada. Continue lendo ›

Maringá

A espera continua

Sobre aquela dívida feita pelo irmão mais novo com o funcionalismo maringaense e que o irmão mais elho ficou de quitar, há uma informação no blog do Sismmar: “A presidenta do Sismmar, Iraídes Baptistoni, viajou novamente a Brasília para acompanhar o julgamento da Trimestralidade. Contudo, novamente, um dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) pediu vistas do processo. Infelizmente, os servidores municipais terão de aguardar mais um pouco pelo resultado do julgamento. Ainda não há nova data definida para o julgamento no TST”.

Opinião

O tempo urge mudanças verdadeiras

Do servidor público municipal aposentado Aparecido Batista:
Quando me aposentei, em 30 de setembro de 2011, o prefeito Silvio Barros II havia assumido o compromisso com a categoria de tornar realidade o PCCR, mas não honrou o compromisso, até hoje, dois meses para o término do mandato da atual administração. Faz 21 anos que estou no aguardo do pagamento da trimestralidade, e eu, que estou cada dia mais “sex”agenário, não estou disposto a continuar esperando mais quatro anos, eis que o prefeito também faltou com mais esse compromisso assumido com a categoria dos servidores públicos municipais. Nestas circunstâncias (…), corroboro uma frase da autoria de Eça de Queiroz, e gostaria que meus amigos maringaenses e servidores públicos municipais de carreira pensassem com carinho na hora de votar, pois só vão ter a oportunidade de fazer justiça com as próprias mãos, eis que democraticamente, daqui a quatro anos: “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.” De minha parte, a decisão já foi tomada desde o primeiro turno, pois o tempo, que é inexorável, urge “mudanças verdadeiras”. Basta de “promessas enganosas”.

Blog

Por osmose

Ao afirmar em matéria paga que sua candidatura a prefeito está garantida pela Justiça Eleitoral, quando na verdade ele recorre do indeferimento por 6 a 0 do TRE do Paraná, o agropecuarista Carlos Roberto Pupin (PP) confirma a fase de transformação iniciada no final do ano passado, quando lhe garantiram que Silvio Barros II renunciaria para que ele assumisse a Prefeitura de Maringá e fizesse o que quisesse. Foi tal e qual um processo de osmose: Pupin quer ser Ricardo Barros, que, assim como Silvio II, tem antecedentes de brigas com o Judiciário e o Ministério Público.
Ao divulgar uma inverdade (mais uma, como aquela do programa que não foi ao ar em solidariedade aos candidatos a vereador, de que foi ele quem negociou a aquisição do PMDB e de que a culpa do não pagamento da trimestralidade é do Sismmar), agora envolvendo a Justiça Eleitoral, Pupin deixa claro também seu desespero.

Eleições 2012

Quinteiro faz “adesivaço”

adesivagem
Wilson Quinteiro (PSB) participou de adesivaço ontem e conversou com alguns servidores públicos e reafirmou compromissos assumidos com a categoria, incluindo a trimestralidade. Para Quinteiro, uma administração só é aprovada pela população quando os colaboradores (funcionários públicos) estão comprometidos em atender bem a
comunidade.

Blog

Pausa no TST

O caso da trimestralidade – o reajuste estabelecido em lei que o ex-prefeito Ricardo Barros negou ao funcionalismo público maringaense – está sendo julgado hoje em Brasília. Há pouco o juiz solicitou uma pausa no TST, onde se discute o valor a ser pago aos servidores.

Eleições 2012

Perna curta

O Sismmar parece ter descoberto o veio da mentira na campanha do PP maringaense. Depois de culpar o sindicato pelo não pagamento da trimestralidade, devida desde os anos 90, o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin escreveu em seu site que a administração da qual faz parte fez Maringá manter o título de “melhor cidade para se viver”. O título criado pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, porém, pertence a São Caetano do Sul (SP). Maringá, no último ranking, está na posição 54, e no Paraná perde para Londrina. Aliás, basta uma olhada no site da Firjan para ver que os índices maringaenses perdem realmente para muitas cidades brasileiras, principalmente paulistas. Mas, tudo bem, por aqui a mídia não costuma cobrar nem contestar político.

Akino

Pupin induzido a erro?

Da entrevista concedida a O Diário, edição deste domingo, pelo candidato Pupin, na resposta sobre educação ficou em dúvida. Vejamos a pergunta e a resposta: Em relação à educação, qual é o grande desafio a ser vencido? Avançamos muito na educação, com o plano de cargos e salários. Quando assumimos a prefeitura, tínhamos uma folha de pagamento na educação de R$ 500 mil. Hoje, estamos com a folha em quase R$ 5 milhões. Vamos continuar com a qualificação dos nossos professores e dar mais incentivo para que possam se qualificar. Mas o principal foco da minha administração na educação é a escola em tempo integral.(…)
Dúvida: Será que Pupin não foi induzido a erro com essa informação de que a folha de pagamento na educação saltou de R$ 500 mil em 2005 para R$ 5 milhões em 2012? Isto representa um aumento de 900%, e pelo que sabemos os professores não tiveram este aumento. Continue lendo ›

Maringá

“Ele mentiu”, diz sindicalista sobre Pupin

Em entrevista à TV Maringá (Band), a presidenta do Sismmar, Iraídes Baptistoni, desmentiu o candidato a prefeito Carlos Roberto Pupin (PP). No debate da Band ele disse que a prefeitura só não pagou a trimestralidade porque o sindicato não quis, o que não é verdade. A reportagem foi motivada por nota de esclarecimento divulgada pelo sindicato.

Maringá

Sindicato desmente candidato do PP

ofício_trimestralidade
O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá divulgou nota de esclarecimento a respeito da declaração do prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) de que a trimestralidade (dívida deixada pelo seu coordenador de campanha, Ricardo Barros) não foi paga porque o Sismmar não quis negociar. O sindicato diz acreditar que Pupin “ou está totalmente desinformado” ou usa “uma estratégia recorrente em patrões que não têm argumentos para negociar”, de qualquer forma uma atitude que considera desrespeitosa com a entidade e os servidores. Acima, o ofício enviado pela administração da qual Pupin faz parte e que desmente a mentira dita durante o debate da Band, na semana passada.Continue lendo ›

Eleições 2012

Faltou informação ao vice-prefeito

A afirmação do prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, a respeito da trimestralidade no debate da Band, mostrou falta de informação. Ele foi injusto ao afirmar que os servidores não receberam o que era de direito – a trimestralidade lhes foi negada pelo seu coordenador de campanha, Ricardo Barros, quando prefeito – por causa do sindicato. À época, primeira gestão de Silvio II, Pupin vivia viajando muito para o Tocantins e não deve ter acompanhado o caso: a administração apresentou uma proposta e o sindicato discutiu com a categoria e no momento em que os trabalhadores, em assembleia, iam aceitar a oferta, mesmo abaixo do que os trabalhadores esperavam, a administração da qual ele faz parte retirou a proposta. Detalhes, com prova, no blog do Sismmar. Ficou feio para o candidato do PP.

Blog

Placar

Na próxima segunda-feira completar-se-ão 500 dias que o prefeito de Maringá – dizem que a cidade tem dois, um viajando e o outro fazendo campanha – disse que ia enviar o Plano de Carreira para a câmara municipal e não o fez. Conseguirá o feito de ser passado pela trimestralidade, que vinha empurrando com a barriga.


Má-ringá

Vem aí a Maringá+100

De leitor, sobre a cascata que tenta justificar a licença de 100 dias:
– Ele [Silvio Barros II] não é só coordenador da Rio+20, mas um dos principais responsáveis por ela. Ele estava lá, a vinte anos atrás, foi ele quem propôs, idealizou e organizou. Hoje está colhendo os frutos. Todos os prefeitos do Brasil serão representados por ele. E lá, apresentará e representará com muita competência a incineração e os incineradores de lixo. Na verdade os cem dias não são para a Rio+20, mas sim para a apresentação de seu mais novo projeto: a Maringá+100. 100 árvores que atrapalham as propagandas das empresas; 100 pagamento da trimestralidade; 100 devolução das taxas de iluminação cobradas fora da lei; 100 projetos acabados (Parque do Ingá, Parque do Japão, Transtorno Norte, ligação asfáltica Maringá/Paiçandu, novo centro, ciclovia do milhão, centro esportivo etc), 100 problemas para construtoras construirem onde quiserem, o que quiserem; 100, 100, 100.