ciclovia

Maringá

O que veio primeiro?

Placa e luminária
O que veio primeiro: a placa da ciclovia ou o poste de iluminação? Neste caso, a placa. O poste só foi colocado na praça do cruzamento das avenidas Mandacaru e Alexandre Rasgulaeff, depois que este modesto blog revelou – meses após a inauguração da obra pela adminsitração Barros/Pupin – que a empreiteira esqueceu de colocar 60 conjuntos de postes e luminárias ao longo da milionária ciclovia (algo equivalente a R$ 100 mil). A propósito, a maior parte das luminárias da ciclovia não funciona. À noite, é um breu só.

Maringá

Vereador pede revitalização de praça e ciclovia

Farroupilha
A praça Farroupilha, símbolo do Jardim Alvorada, “precisa ser revitalizada urgentemente”, reivindicou o vereador Carlos Mariucci (PT). O parlamentar visitou o local na tarde da última segunda-feira e ouviu moradores do bairro e frequentadores. “A Farroupilha é frequentada por pessoas da cidade inteira. Merece e precisa ser revitalizada. A última vez que esse local foi restaurado foi na gestão do José Claudio (PT). A placa confirma isso”. O gabinete do vereador protocolizou requerimento pedindo informações à Prefeitura se há previsão para que a praça seja revitalizada. Depois de ouvir os moradores do local, outro requerimento encaminhado pelo gabinete de Mariucci pede informações à prefeitura sobre a previsão para a revitalização da ciclovia da avenida Pedro Taques. Mariucci também visitou o local e constatou que a ciclovia está com a pista irregular e precisa ser readequada.

Turismo

Notícias do Edworld

ciclovia na Alemanha
Informa Edmundo Albuquerque que em Koblenz, na Alemanha, ciclovias são coisas levadas a sério. A maioria da população se serve delas porque isso resolve em grande parte o fluxo de veículos nas cidades. As leis são severas para quem obstrui o sagrado direito dessas pessoas de irem e virem.

Maringá

Certame deserto

Em abril, a Prefeitura de Maringá tentou licitar a construção de uma ciclovia e uma pista da caminhada na avenida Gastão Vidigal, trecho entre a rua José Fregadolli até a frente do antigo aeroporto. Oferecia até R$ 580.257,78 por 3,5 km de ciclovia e pista, que deveriam ser concluídas em 90 dias. A tomada de preços não teve interessados. Possivelmente, o preço tenha influenciado o resultado de certame deserto, já que a administração chegou a pagar mais de R$ 1 milhão por uma ciclovia de 3,6 km na avenida Mandacaru, quatro anos atrás.
Mas a Incovia Indústria e Comércio de Sinalização Viária e de Segurança Ltda., do ex-prefeito de Sarandi, Cido Spada (PV), venceu a tomada de preços para sinalizar a ciclovia que não teve empreiteira interessada. Foi a única a participar e ficou com o preço máximo, de R$ 46.335,59.

Geral

Municípios ignoram recursos para ciclovias

De Raphael Machiori, na Gazeta do Povo:
Segundo dados do Orça­­mento da União e do Portal da Transparência, dos mais de R$ 10 milhões reservados para repasse a ações de apoio ao transporte não-motorizado no último triê­nio, apenas R$ 957 mil foram efetivamente utilizados pelas prefeituras. No período, nenhuma cidade do Paraná pleiteou ou foi contemplada com dinheiro da ação. Leia mais.

Má-ringá

Problemas com iluminação

A milionária ciclovia da avenida Mandacaru está com várias lâmpadas queimadas. Leitor diz que próximo ao Hospital Universitário já existe uma quadra inteira em que a iluminação não funciona.
Só lembrando que vem a ser a mesma ciclovia onde o blogueiro quase perdeu uma unha andando para conferir, seis meses depois de inaugurada pelo prefeito de Maringá, que faltavam nada menos que 60 conjuntos de postes e luminárias. Só aí o prejuízo ao erário alcançou R$ 100 mil.

Má-ringá

Milionária e uma sujeira só

De leitor, a respeito da ciclovia milionária da avenida Mandacaru, em Maringá:
Hoje, segunda-feira, 26, a ciclovia está uma sujeira. Tem terra, grama, garrafa de vidro, latas, pedras. Até furou meu pneu novo que acabei de comprar. Além dos buracos as entradas estão horríveis, tem entrada que fica uns 10 cm acima do nível do asfalto. Infelizmente quem fez a ciclovia não anda de bicicleta.

Bronca

Ainda a avenida Morangueira

Do leitor:
“Sou usuário diário da avenida Morangueira e também pratico ciclismo nas horas vagas. Diante da mudança do trânsito da avenida Morangueira – que ocorreu tão somente para aderir aos interesses da empresa TCCC que agora mantém sua garagem no final dessa avenida – tenho notado o pleno desrespeito com os ciclistas. Sem entrar no mérito de tantos outros cidadãos prejudicados pela inesperada mudança. Isso porque, agora, com ônibus circulando em altas velocidades (e temos presenciado isso), não existe espaço para qualquer ciclista circular na avenida sem risco de vida. A esses cidadãos, somente cabe uma escolha – ou escolhem serem atropelados pelos ônibus, ou optam por serem atropelados pelos caminhões”. Ele sugere uma campanha pela imediata instalação de uma ciclovia naquela vida, como forma de evitar sacrifícios humanos.
A administração dos fratelli, como o blog já registrou, vai na contramão do planeta: não prioriza o pedestre e, quando mexe com o transporte coletivo, ferra o ciclista.

Blog

Ciclovia: Setran notifica a Sanepar

A propósito das crateras abertas ao longo da milionária ciclovia da avenida Mandacaru, o secretário dos Tranportes, Valdir Pignata, informa que já notificou a Sanepar para reparar os dadnos. Obras realizadas por empresa contratada pela concessionária não sofreram a devida compactação e ruíram (eles só não podem fazer o metro quadrado ao preço da licitação feita por Silvio II). A Setran notificou a empresa para início imediato das obras de restauração e para verificar se há outros trechos com o mesmo problema.

Má-ringá

Buracos tomam conta da ciclovia milionária da Mandacaru


Sou feliz proprietário de uma bike, adquirida esta semana, e que será colocada no prumo amanhã, na Bicicleta do Bispo (avenida Sabiá), mas já percebi nesses dias que a ciclovia da avenida Mandacaru, além de ser um acinte ao bolso do maringaense, é terrível com os ciclistas. Mal feita, cheia de buracos e rachaduras, torta, com subidas e descidas horríveis, sem contar o povo que caminha apesar das placas proibindo. O prefeito não teria coragem de circular por ela com sua bicicleta. Os buracos acima, fotogrados por Elton Julio, aumentam a cada dia e estão presentes em boa parte da obra milionária, não investigada pela Turma do Amém.

Má-ringá

Um abrigo no meio do caminho

Abrigo de ônibus
A foto confirma o escrito aqui, dias atrás (que a administração municipal privilegiou o carro, em detrimento do transporte coletivo e da bicicleta em Maringá): no Bosque Dois (dos Pioneiros), instalaram um abrigo para ônibus no meio da pista para bicicletas. Nas proximidades do Parque do Ingá, a ciclovia que deveria vir da Pedro Taques também sumiu, isso sem contar a milionária ciclovia da avenida Mandacaru, que é lugar para tudo, menos para bicicleta.