custo

Akino

Qual o custo…

… de cada um dos 15 vereadores de Maringá? Todos valem o que custam? Se não tivesse a Câmara, o contribuinte sentiria falta? Falamos de Maringá, mas é só um exemplo para todo o Brasil. Vamos pensar.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quanto custa o gabinete do vice-prefeito de Maringá?

Segundo uma fonte, existe o Assessor I, que seria uma espécie de chefe de Gabinete, Manoel Gomes, que consta estar lotado no Gapre, salário de R$ 7.140,00, sendo sua presença no Gabinete, digamos, ocasional. Nem sequer a agenda do vice-prefeito ele, o chefe de gabinete, tem independência para fazer. A agenda do vice seria feira pela secretária do prefeito (Angela), que o chama para eventos onde o prefeito não pode ou não quer ir. Há outro CC que anota recados (serviço de efetivo) e que minha fonte não soube dizer se é Assessor II, III, ou IV. Vamos considerar que seja IV. Entre salários e encargos estimamos que o custo mensal fica em torno de R$ 30.000,00 ou R$ 360 mil por ano, cerca de R$ 1.440.000,00 em quatro anos. Vale? Continue lendo ›

Akino

O custo Barros na Sesan II

Teta pública

São cerca de R$ 200 mil anuais entre salários e encargos gastos para bancar um cunhado dos irmãos e um genro de Silvio II. Isto daria algo em torno de R$ 800 mil em quatro anos de mandato.
Dinheiro por serviços não prestados, na forma da lei que criou as atribuições da secretaria e nem é preciso ser especialista para afirmar isso. Vejam que estamos falando só dos parentes, mas o gasto total da secretaria deve ser debitado à eleição de Pupin e acordos com RB. Boris Casoy comentaria: ‘Isto é uma vergonha’. Há quem diria: é falta de vergonha.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vice deveria renunciar

ferdinandiSe Cláudio Ferdinandi (foto), como vice-prefeito, custando ao contribuinte maringaense cerca de R$ 500.000,00 anuais unicamente para substituir o prefeito nas suas ausências, pede para viajar justamente nas férias do titular, melhor seria fazer como Marquinhos Alves, que eleito com Jairo Gianoto e renunciou, deixando ao presidente da Câmara a tarefa árdua da substituição do alcaide.
Assim, nas ausências de Pupin, Chico Caiana não precisaria fazer a manobra que fez ontem para assumir o cargo de prefeito. Renuncie, por favor, professor Cláudio Ferdinandi. O que acha, Paulo Vergueiro?
PS: Como soará aos ouvidos do Brasil, no Jornal nacional, por exemplo:’O prefeito de Maringá, Chico Caiana’….
Akino Maringá, colaborador

Akino

Palavras da vice-governadora

Cida Borghetti

No Hoje Notícias, coluna do Fabretti, edição de 30/12/2015, foi publicada a seguinte mensagem, de Cida Borghetti: ‘O trabalho ao longo de 2015 se dividiu em duas etapas fundamentais: primeiro, a análise dos grandes projetos para o estado do Paranás e, em segundo, o acompanhamento de pleitos paranaenses em Brasília. Um trabalho intenso, com agendas cheias, viagens semanais, mas muito gratificante. Entre esses projetos destaco o Trem pé Vermelho, linha de passageiros entre Londrina e Maringá que vai virar realidade; a revitalização do Rio Iguaçu, as consolidação de uma nova rota aérea sem escalas entre Foz do Iguaçu e a Europa. Foi um ano de desafios e aprendizado em todas as áreas, mas chegamos ao final dele com a sensação do dever cumprido.’ (sic)
Meu comentário (Akino): Palavras que não dizem quase nada, caríssima vice-governadora (no papel, pois o vice de fato é seu marido), e que podem enganar analfabetos funcionais e puxas. Quanto custou o ano, em salários da senhora e assessores? Continue lendo ›

Blog

Mais um monumento

Depois de gastar o equivalente a um apartamento bem localizado em Maringá para construir o novo portal do Parque do Ingá (obra, pra variar, atrasada), a administração Pupin/Barros licita no próximo dia 16 a construção de base estrutural para um monumento, para a instalação do Monumento ao Pioneiro de Maringá.
Só para fazer o pedestal a prefeitura está disposta a gastar R$ 10.037,81.Continue lendo ›

Blog

O custo Barros

Família Barros

A propósito da nota acima, uma simples olhada nos gastos públicos de setembro passado com a família imperial (ou sagrada família, como prefere um CC da prefeitura) já provoca calafrios na coluna.
O número que verá ao final desta postagem refere-se a um só mês; pode, portanto, em multiplicá-lo pelos doze meses do ano, embora sob o risco de indignação. Continue lendo ›

Blog

Para inglês ver

Blog

Se não for tabelinha, é achaque. A sociedade entre o PP e o PT, que atravessa de mensalão a petrolão, em especial a de Ricardo Barros e alguns petistas, não está mais escapando a ninguém. Basta ver o título acima, no blog de José Tomaz. Também o comentarista Marco Antonio Villa, da Jovem Pan, ao abordar o tema hoje pela manhã enxergou o conluio: trata-se de uma combinação, já que o eleitorado de Ricardo Barros, vice-líder de Dilma e conhecido como leitão vesgo, é contra o Bolsa Família; tudo armado para fazer bem às partes da história. Obviamente, isto terá um custo, pois tem gente que não faz nada de graça.

Agronegócio

Agricultores reclamam do alto custo de sementes em audiência pública

Sementes

Representantes de agricultores reclamaram do alto custo das sementes no Brasil, em audiência pública realizada ontem na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
“Uma saca de 60 quilos de milho está sendo comercializada na nossa região a R$ 20. Uma saca de 20 quilos de milho transgênico custa de R$ 480 a R$ 540. Isso é um absurdo, é abuso do poder econômico”, apontou o deputado Luiz Nishimori (PR), que é agricultor e pediu a audiência. Continue lendo ›

Blog

O preço nos é caro

rb2Defender aumento de impostos e redução de verbas em programas sociais como o Bolsa Família tem um custo alto ao governo impopular do PT. O deputado federal Ricardo Barros (PP), que se submete a esse tipo de coisa, anuncia R$ 1 milhão para quatro municípios da região de Campo Mourão e, na coluna de Verdelírio Barbosa (leia aqui), confirma que apesar dos cortes no orçamento da União os milhões do seu Contorno Sul Metropolitano vão sair sim.  Se o Contorno Norte, de um custo inicial de R$ 140 milhões saltou para R$ 412 milhões ao final, imagina o Contorno Sul Metropolitano, que, não existindo, não beneficiaria os empreendimentos imobiliários de sócios conhecidos naquela região.
Ruim para o erário, a notícia é boa porém para quem vendeu terras ao longo do traçado do CSM e está levando calote de certo político local.

Akino

Qual o custo do Maringá FC…

Vale da Zebra

… para o contribuinte maringaense? Após a divulgação da suspeita de venda de apoio (ou voto) da direção do Maringá Futebol Clube, para a eleição da Federação Paranaense de Futebol, conforme postagem, acendeu nossa curiosidade, ainda mais, em saber: O clube paga usar o estádio? Qual a situação do Vale da Zebra? Público ou foi transferido para Zebrão? Qual situação jurídica do clube, S/A ou Ltda? Quem são os donos? Quais os patrocinadores e vinculação desses com a prefeitura? Pediria aos vereadores sérios, inclusive Jones Dark, que teria boas razões para tal, que apurassem.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Preço de portal assusta contribuinte

portal

Quem faz caminhada no Parque do Ingá leva um susto quando vê a placa do novo portal, recentemente licitado. São R$ 273.748,18 por 41,01 metros quadrados de demolição e 33,60 metros quadrados de construção – sai a R$ 3.669,00 o metros quadrado total, e, a se levar em conta só a parte construída, mais de R$ 8 mil o metro quadrado. O projeto é de três arquitetos da Prefeitura de Maringá e compõe-se de dois arcos executados com madeira laminada de reflorestamento (Pinus Oocarpa), ao longo de 13 metros, com 6 metros de altura no ponto mais elevado. Um conjunto de tirantes sustentará, a 3 metros de altura, uma cobertura retangular feita em policarbonato alveolar fumê, segundo a prefeitura.
Na falta de tirolesa e arvorismo, anunciados há anos, vai de portal caro mesmo…

Blog

Até na ciclovia, Maringá é Maringá…

Ciclovia avenida Brasil
Em 2008, administração Barros/Pupin, a construção da ciclovia milionária da avenida Mandacaru causou espanto em Maringá. A obra, sem bicicletário, começou custando R$ 986,8 mil, foi esticada para a avenida Alziro Zarur, 60 luminárias a menos que o licitado, depois anunciou-se que iria ser prolongada, com o mesmo preço, até a avenida Brasil… enfim. A ciclovia, no preço inicial, sem aditivo, saiu por R$ 274 mil por quilômetro. Agora, na administração Pupin/Barros, começou a construção de uma ciclovia mais simples, na avenida Brasil, sem luminárias, ao custo de R$ 304 mil por quilômetro.
Em São Paulo, que anunciou há alguns meses a construção de 400 km de ciclovia, o custo estimado é de R$ 200 mil por quilômetro.

Akino

Terceirização da coleta do lixo custará 63,64% a mais para o contribuinte


Segundo informação do secretário Bovo, em entrevista à RPC, o orçamento enviado à Câmara prevê o valor de R$ 35 milhões para o ano de 2015, para pagamento à empresa que ganhar a licitação para prestar serviços de coleta e destinação do lixo em Maringá. Já para 2014, com serviços realizados pela própria Prefeitura a despesa prevista é de R$ 21,4 milhões. Veja acima.
Isto significa que o contribuinte pagará 63,64% a mais e não venha o secretário com a conversa de que não haverá repasse via carnês do IPTU, que só os ingênuos acreditam nesta conversa. A diferença anual é de aproximadamente R$ 14 milhões, o que dá uma boa margem para corrupção. Fala-se em R$ 700 mil mensais, ou R$ 8,4 milhões anuais em superfaturamento, desvios. Esperamos que os vereadores sérios e o MP não cruzem os braços diante deste absurdo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Custará R$ 768.000,00

Vejam esta informação do Portal da Tranparência: “05586 Leopoldo Floriano Fiewski Junior 01/01/2013 Coordenador geral – Procidades – Subsídio Gapre – R$ 11.171,34”.
Somem-se a este valor, os encargos, férias, 13º , mas diárias de viagem e chegaremos a cerca de R$ 16.000,00, mensais, R$ 192.000,00, no ano, R$ 768.000,00, em quatro anos. Este é o valor que contribuinte maringaense paga para um comissionado a serviço dos irmãos Barros, dentro da prefeitura. Um absurdo. Este cargo é totalmente dispensável. Não há o que fazer dentro das atribuições. Assuntos de empréstimos é atribuição do secretário da Fazenda. Acompanhar projetos financiados, das secretarias próprias ou da de Planejamento.
Akino Maringá, colaborador

Política

E la nave va…

revista
Integrantes da Secretaria de Assuntos Comunitários de Maringá – aquela que foi entregue ao PMDB como pagamento pelo horário eleitoral da campanha de 2012 – dividem-se hoje em tarefas que poderiam custar bem mais barato ao bolso do contribuinte não fosse a condenável prática de usar dinheiro público para negociações políticas. Uma parte, incluindo o secretário e o diretor geral (cujos salários passam de R$ 16 mil mensais), está reformando um salão comunitário no Jardim Quebec; a outra, também de cargos comissionados, entrega exemplares de uma luxuosa revista sobre “finanças e atividades”, edição que chega a indignar quem tem o costume de zelar pelo erário. São 156 páginas com o de sempre, material publicitário de uma eterna campanha, incluindo desenhos e maquetes. Ao contrário de outras edições, esta não traz a tiragem.

Maringá

‘Desplanejamento’ tem custo alto

A propósito da postagem abaixo, é preciso lembrar que a primeira reforma do Estádio Willie Davids na gestão dos fratelli Barros aconteceu no início de 2005, para permitir que ocorressem ali cinco jogos mandados pelo Coritiba FC, objeto de lei que não foi integralmente cumprida. A reforma foi feita por três empresas (Sicredi, Cocamar e Unimed). A segunda reforma foi iniciada em 2008, que culminou com a entrega, com atraso, da pista de atletismo e de um gramado de primeiro mundo. A terceira, em 2012, para se adequar às exigências da FPF. No ano passado, foi anunciada mais uma, com investimento superior a R$ 5 milhões. Sem contar o Chico Neto, que ficou oficialmente fechado para reforma por mais de dois anos. O planejamento, ou melhor, a falta de, e a demora na realização de obras civis públicas nos últimos nove anos, em Maringá (quem acompanha a série sobre aditivos no blog sabe), lembra muito outras polêmicas, como o Contorno Norte, a avenida Brasil, o Parque do Japão etc, projetos impostos sem discussão nem acesso à população. O custo disso tudo é muito alto.

Maringá

A conta da luz da prefeitura

logocopel
R$ 8,4 milhões é quanto custará o fornecimento de energia elétrica, pela Copel, para a iluminação pública de Maringá, este ano. O secretário de Serviços Públicos, Vagner Mussio, um dos mais influentes da administração Pupin/Barros, assina o processo de dispensa de licitação publicado hoje. O valor é estimado.

Maringá

Contorno consumiu R$ 412 milhões

O Dnit divulgou nota confirmando agora à tarde a inauguração do Contorno Norte de Maringá (BR-376) e a liberação ao tráfego logo após a cerimônia de inauguração, que acontecerá junto à avenida Ademar Bornia, no limite com Sarandi. Com 17,6 quilômetros de extensão e investimentos de R$ 412 milhões, o contorno é totalmente duplicado. A primeira fase foi iniciada em dezembro de 2008, paralisada em maio de 2012 e reiniciada em setembro de 2013. Paralelamente foi executada a segunda fase, com início em julho de 2012. Ambas somam 33.700 metros quadrados de muros de contenção, 12 travessias de pedestres (passarelas), 14 viadutos e 3 pontes, além de galerias fluviais, bases para iluminação ao longo de todo trecho e recuperação das marginais existentes.

Brasil

O custo do voto


A discussão sobre o modelo de financiamento eleitoral no país, impulsionada pelo julgamento, no STF, de ação direta de inconstitucionalidade proposta pela OAB, é motivada pelo peso exagerado do dinheiro nas decisões eleitorais. No Brasil, o grande eleitor é indiscutivelmente o dinheiro. Para compreender como esse peso é exercido e quais são as opções à disposição do legislador para enfrentar o problema, a Transparência Brasil divulga o primeiro de dois relatórios baseados na análise das finanças eleitorais que a entidade realiza desde 2002 em seu projeto Às Claras. Esse primeiro relatório (acima) examina em particular o custo do voto e como ele se estrutura pelos estados brasileiros. Um segundo relatório, a ser divulgado em breve, abordará a efetividade do financiamento privado.

Maringá

Milhões para reforma e construção

Entre os contratos fechados pela Prefeitura de Maringá no final de 2013, além da creche de R$ 4.070.287,00 e da escola de R$ 7,5 milhões, via Secretaria Municipal de Obras Públicas, a queridinha do chefe, está um com a Proec Engenharia Civil Ltda. para a construção de um Centro Municipal de Educação Infantil na Zona 7, por R$ 3.931.935,13, em 540 dias corridos (valor e prazo novamente incomuns), e outro com a Construtora Rotta, também de Maringá, para a reforma da Escola Municipal Midufo Vada, no Parque Residencial Quebec, por R$ 1.380.074,05, em prazo de 300 dias. Em todos os casos, o dinheiro é do IPTU do maringaense. Uma simples comparação com o valor de obras semelhantes em cidades da região mostra uma diferença considerável de custo.

Maringá

CMEI de R$ 4 milhões

Uma das obras de valor mais alto recentemente autorizadas pela Secretaria Municipal de Obras (dizem que a é a preferida do chefe) é a implantação do Centro Municipal de Educação Infantil Canadá II, na segunda parte do Jardim Canadá, em Maringá. A obra foi contratada pelo município ao custo de R$ 4.070.287,00 (o valor máximo estabelecido no edital era de R$ 4.141.124,64). O contrato foi assinado no final de dezembro com a Emtecon, de Maringá, que terá 540 dias corridos para entregar a obra.

Geral

Palestra sobre produção de cordeiros

Palestra -Custos de produção de Cordeiro
Acontece amanhã, a partir das 19h, na Sociedade Rural de Maringá, palestra sobre os custos de produção de cordeiros tipo carne e de borregas para reposição, levando em consideração as diferentes possibilidades e condições de investimento e sistemas de manejo. O zootecnista Luiz Gonzaga Pego de Macedo será o instrutor, abordando dados que são parte de sua tese de doutorado, na UEM, orientado pelo professor Francisco de Assís F. Macedo, realizada na Propriedade Rancho do Platero em Marialva e na Fazenda Experimental da Universidade Estadual de Maringá. Continue lendo ›

Brasil

Custo do Congresso Nacional é mais caro que o de outros países


Em um grupo de 12 países, entre emergentes e desenvolvidos, o Brasil é o que gasta proporcionalmente mais para manter seus congressistas. De cada R$ 100 produzidos em bens e serviços no ano, R$ 0,19 vão para custear a Câmara dos Deputados e o Senado. A relação é cerca de dez vezes maior que a da Espanha ou Reino Unido e mais de seis a vezes a dos Estados Unidos. O relatório completo, acima, foi divulgado nesta manhã pelo Transparência Brasil.

Blog

Desfile: cenografia das alas custou R$ 186 mil

A empresa que fez a cenografia e produção do desfile do 66º aniversário de Maringá – que teve como tema “So sertão para Maringá” – e confeccionou as oito alas temáticas (M.A. Trindade Produções) levou R$ 186.120,00. A comissão de frente (“Marias Bonitas e Lampiões”) custou R$ 34.110,00, seguida da ala “Desmatamento”, que custou R$ 32.655,00. Houve também uma ala chamada “Quadrilha”, que custou R$ 18.610,00.

Akino

Quinto mandato, de fato

Discute-se se Pupin estaria exercendo o seu terceiro mandato. A pendência deverá ser resolvida nos próximos dias, com julgamento no TSE. Como Silvio II, exerceu dois e não poderia ser nem vice, logo a soma dos mandados dos dois seria cinco, de direito. De fato o quinto mandato está sendo exercido por Ricardo Barros, é público e notório. Pode, Arnaldo? Qual o custo disso para Maringá?
Akino Maringá,colaborador

Akino

Comunicação da prefeitura no segundo mandato

Neste segundo mandato da administração Barros/Pupin não há uma Secretaria de Comunicação, mas uma assessoria vinculada ao Gapre. Vejam a lista dos oito comissionados, assim distribuídos, com respectivas remunerações, considerando os valores a partir de janeiro/2013: Um subsídio (Chico – R$ 10.600,00); Três CC2 (Dayani, Zanata e Thays Pismel – R$ 3.642,09); Três CC3 (Ivana, Roberto Furlan e
Natalias Cordeiro – R$ 2.554,72); e um CC4 (Milton Guimarães – R$ 1.591,59). Custo aproximado, em salários e encargos, R$ 45 mil mensais, R$ 540 mil anuais, R$ 2,160 milhões em 4 anos. Vejamos, na postagem abaixo, quanto custará a nova secretaria, a ser comanda por Milton Ravagnani.
Akino Maringá, colaborador

Ivana Veraldo

O custo do uniforme inteligente

O sistema de chip requer um alto investimento; calcula-se em média que seja de R$ 13 a R$ 16 mensais para cada aluno. Além da implantação do chip, o valor prevê pacote de SMS e a instalação e manutenção do aparelho.
É uma medida imediatista e sensacionalista e nós educadores preferimos as medidas preventivas que são de fato educativas. Alguns educadores compararam a nova tecnologia com as tornozeleiras eletrônicas usadas por detentos. Afirmam também que a tecnologia dos chips e das câmeras de vigilância representa uma absoluta invasão da privacidade, uma privação da liberdade individual e monitoração do Estado.  Acho mais importante o debate sobre a função da escola, ou seja, a opção exclusiva por sistemas de monitoramento como os chips e as câmeras de vigilância revela que ao invés de educar  a escola opta por vigiar e punir.  Os alunos espertos que são já avisaram que vão burlar o sistema, pedindo a outro que leve a sua camiseta para assistir a aula.
Ivana Veraldo

Eleições 2012

O custo da aliança

A coligação “A mudança continua”, que tem quase 170 candidatos a vereador, trata da turma a pão de ló. São 40 litros de gasolina por semana para carros adesivados e outros 100 litros para carros de som, além de 120 mil santinhos, placas e cavaletes à vontade e o pagamento de dois cabos eleitorais por mês (R$ 800,00 cada).