‘Férias um tanto forçadas’

O maringaense JC Cecílio (do blog MPB) passou “férias um tanto forçadas” nas praias de Guajiru e Mundaú, em Trairi, no Ceará. Como diria uma conhecida, que dó dele. Mais fotos:Continue lendo ›

O maringaense JC Cecílio (do blog MPB) passou “férias um tanto forçadas” nas praias de Guajiru e Mundaú, em Trairi, no Ceará. Como diria uma conhecida, que dó dele. Mais fotos:Continue lendo ›
A secretária de Educação de Maringá, Solange Munhoz Arroyo Lopes, está novamente no exterior, depois de ter ido no ano passado ao Japão (18 dias) e aos Estados Unidos, para Natal e Ano-novo. Desta vez, informa a Seduc, ela está tirando férias a que tem direito. A nova viagem da amiga do casal Pupin foi para Turquia e Israel, de onde deve retornar na próxima semana. A turma não entende o que a levou a tirar férias com o ano letivo bombando.
O desembargador e ex presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Miguel Kfhouri Neto, está em Portugal em gozo de férias. Ele é cidadão benemérito de Maringá, e aqui foi chefe do Corpo de Bombeiros, preparador físico do Grêmio, aluno e professor na UEM e juiz de Direito da Comarca de Maringá.Continue lendo ›
O delegado Laércio Cardoso Fahur, da Furtos e Roubos de Veículos da 9ª Subdivisão Policial de Maringá, responderá cumulativamente pela 24ª Delegacia Regional de Polícia de Mandaguaçu e pelas delegacias de polícia de Ourizona e São Jorge do Ivaí, durante as férias do titular, Valdir Adão Samparo, entre 16 e 31 de janeiro. De 1º a 14 de fevereiro Samparo será substituído pelo delegado Reginaldo Caetano da Siovla, delegado de polícia de Sarandi.

Em Jequiá da Praia (AL), parte do litoral, onde as águas da lagoa encontram as do mar, recebeu o nome de dunas do Marapé, complexo de lazer que potencializa o turismo no local, muito bonito. Foi a última etapa do período de férias. Clique para ampliar.Continue lendo ›
Leitor observa que há uma praxe perniciosa que ocorre há tempos, e continua a todo vapor, prejudicando servidores e contribuintes de Maringá. Os servidores detentores de funções gratificadas, cargos de chefia, quando saem de férias (prazo de 30 dias), na sua maioria, não têm um substituto nomeado por portaria, como deveria ser em decorrência do artigo 57 do Estatuto dos Servidores. Relata que dessa situação decorrem dois problemas: 1) Em alguns setores estratégicos para os contribuintes, os serviços desse servidor ficam parados, acumulando, aguardando o retorno do titular da FG em detrimento do contribuinte que tem que esperar seu processo andar (principalmente nos setores de liberação de alvarás de construção etc.); 2) Outros servidores, sem FG, deixam de ser treinados para o serviço, visando deixá-lo “em dia”, e não recebem o valor da substituição da função gratificada, que é perdido. Tudo isso ocorre pelo receio desses servidores, detentores de FG, perderem o posto para um que seja melhor e, também, por proteção de seus superiores, que preferem deixar o contribuinte “a ver navios” do que passarem o serviço para outro, pois incomoda ante à “burocracia”. “Com certeza, muitos gerentes e diretores vão falar que “assumem” esse serviço extra, mas na prática não é o que ocorre. Pior é saber que o período de férias do servidor municipal só pode ser usufruído pelo prazo de 30 dias corridos, sendo vedado o fracionamento por opção do servidor. Isso tem que mudar, e as chefias têm que deixar de ser mesquinhas e, ao menos, valorizar outros tantos bons servidores que estão sob sua batuta em atendimento ao princípio da eficiência, insculpido no artigo 37, caput da Constituição Federal.”
Em meio ao barulho provocado pela quantidade exorbitante de horas extras, funções gratificadas e gratificações por participação de servidores em comissões, na Câmara de Maringá corre que uma ocupante de cargo comissionado – ligada a um secretário municipal abençoado por Ricardo Barros – estaria curtindo férias no Rio de Janeiro. Como três meses de trabalho não dá direito a férias, o pretexto da ausência da CC seria outro.
Depois de merecidas férias, que incluíram uma viagem a Paris, o jornalista Fernando Miranda prepara-se para retomar o batente na chefia da Redação da RPC TV (Globo), em Maringá.
De Cícero Cattani:
Ricardo Barros levou ao Reinhold Stephanes seu descontentamento com Beto Richa e combinou tirar férias de trinta dias. Avisou que talvez não volte para a Secretaria da Indústria e Comércio. Chorou as pitangas e quer emplacar o seu diretor geral, Horácio Monteschio, para o cargo, sob a ameça de abandonar de vez o governo e levar junto o seu PP. Enquanto isso, era nomeado diretor geral da Secretaria do Trabalho, Amin José Hannouche, do PP de Cornélio Procópio.
Vejam o que prevê o Estatuto dos Servidores Municipiais de Maringá, sobre o assunto: Trata-se da Lei complementar 239/98: “Art. 132. A acumulação de férias é proibida, salvo por imperiosa necessidade do serviço e pelo máximo de 2 (dois) períodos, atestada a necessidade pelo chefe imediato do funcionário”. Relembrando, a Constituição Federal diz: “Art. 77. O servidor fará jus a trinta dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de dois períodos, no caso de necessidade do serviço, ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica”. Portanto, a acumulação de mais de dois períodos, como tudo indica aconteceu com diversos secretários e comissionados, na gestão Silvio II, é ilegal, cabendo a responsabilidade ao chefe do Executivo. Numa rápida análise notamos que pelo menos três secretários (Nardi, Progiante e Manzato) e outros comissionados, a julgar pelos valores da rescisão, acumularam mais que dois períodos. Certamente o Ministério Público tomará providências.
Akino Maringá, colaborador
…que servidores públicos, inclusive comissionados, acumulem mais que dois períodos de férias. Vejam o que diz esses artigos da Constituição Federal: Art. 77. O servidor fará jus a trinta dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de dois períodos, no caso de necessidade do serviço, ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. (Redação dada pela Lei nº 9.525, de 10.12.97).§ 1º Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. § 2º É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. § 3º As férias poderão ser parceladas em até três etapas, desde que assim requeridas pelo servidor, e no interesse da administração pública. (Incluído pela Lei nº 9.525, de 10.12.97)Continue lendo ›
Entregar órgão público ao sabor dos ventos políticos dá nisso: o todo-poderoso da Sanepar na região de Maringá, Paulo Batiston saiu de férias e em seu lugar ficou o gerente da empresa de Paranavaí, Arnaldo Giovani Rech. A substituição tem levado o pessoal a imaginar que: a) Ricardo Barros, que indicou Batiston, não está com esta bola toda junto a Beto Richa; b) na Sanepar de Maringá não tem nenhum empregado preparado para exercer o cargo, como se já não bastassem dois gerentes de Londrina; c) Maringá é realmente a capital dos lókis; e d) todas as alternativas anteriores estão corretas.
Como estamos na fase da campanha para o segundo turno das eleições municipais seria interessante ouvir dos candidatos o que eles pensam sobre a necessidade de funcionamento dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) o ano todo. Em alguns municípios brasileiros a Defensoria Pública tem movido ações contra as prefeituras para garantir a abertura das creches municipais de maneira ininterrupta durante todo o ano. Tomam como base a Constituição de 88, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), afirmando que a Educação Infantil é dever do Estado e direito da criança, “não sendo permitido ao administrador municipal restringir o acesso a esse direito”. As defensorias argumentam que as creches constituem serviço público essencial, não apenas relacionado à educação, mas também à assistência social, motivo pelo qual não pode sofrer interrupções. Em Maringá, nas férias, funcionam apenas algumas unidades, mas não todas, causando muitos problemas para as mães e pais que precisam trabalhar e não encontram o serviço ofertado nas proximidades de suas residências. Como será que os candidatos Enio e Pupin resolveriam essa questão?
Ivana Veraldo
Através de portaria assinada ontem e publicada hoje, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Miguel Kfouri Neto, concede 30 dias de férias ao juiz da Vara da Infância e da Juventude da comarca, José Candido Sobrinho, a partir de 3 de setembro. O mesmo documento interrompe as férias, a partir do dia 4, “tendo em vista que a demanda processual em trâmite nas comarcas tem se mostrado cada vez mais acentuada, sem que se consiga nomear e/ou designar magistrados em número suficiente para dar atendimento ao jurisdicionado, considerando não ser possível a continuidade da fruição do direito de férias sem que não se vislumbre prejuízo à prestação jurisdicional, o que justifica a interrupção por absoluta necessidade do serviço público”. Kfouri acrescenta na portaria que somente nos últimos 15 meses a movimentação na carreira da magistratura, com a criação de mais de cem cargos de juiz no Paraná em diversas entrâncias, tem feito com que dezenas de varas estejam sem titular. “A permanência do magistrado no trabalho, diante deste quadro, é extremamente relevante para que possa se dar à população o adequado serviço judiciário”, justifica.
Li no blog do Zé Beto e reproduzo: ”A assessoria de imprensa de Ricardo Barros informa que ele representou o governador Beto Richa na entrega do Prêmio Empresário do Ano 2012 para Jair Ferraria em Maringá. Também informa que no domingo ele repete a dose na abertura da feira “Maringá Fashion Mix”. Como se sabe, o secretário da Indústria e Comércio confirmou que se afasta do cargo no dia 10 para comandar a campanha eleitoral naquela cidade. O anúncio foi feito na semana onde explodiu a denúncia do Ministério Público sobre a interferência de Barros numa concorrência de publicidade naquele município cujo prefeito é Sílvio Barros, irmão do secretário. Hoje a Gazeta do Povo manchetou que a saída aconteceu por causa da denúncia. Barros informou que a decisão de pedir a licença é antiga – e isso de fato pode ser comprovado. Pelo sim, pelo não, pode ser tudo, pode ser nada.”
Meu comentário: A postagem é de sexta-feira, mas serve para dar noção de como a imprensa curitibana está vendo o afastamento, licença, férias, ou seja qual nome queira dar.
Akino Maringá, colaborador
Foi só o governador pedir explicações que o capo vai… pedindo férias. Cícero Cattani informa que Ricardo Barros deve mesmo tirar férias da Secretaria de Indústria e Comércio. Ele fará de tudo para não deixar o cargo, pois ficando mantém o foro privilegiado, o que o livra, pelo menos por enquanto, de uma ordem de prisão no caso do Ricardoduto. Desta forma, Barros poderá coordenar a campanha de seu pupilo Carlos Roberto Pupin sem maiores problemas. Ricardo é certamente o secretário de Beto Richa que mais tem independência, não dá satisfação a ninguém, vive viajando e rotineiramente fica longe de sua secretaria, muitas vezes para cuidar de assuntos particulares e político-eleitorais.
PS – Barros confirmou que quer ficar 45 de férias, período que consider suficiente para o escândalo esfriar. Aqui.
Vandré Fernando deixou o Conselho Tutelar Zona Sul de Maringá e entrou em férias. Terminadas as férias ele inicia o período de licença por causa da campanha eleitoral. Vandré será candidato a vereador pelo PTC.
O governador paranaense Beto Richa gosta de curtir férias no exterior. No ano passado ele pediu licença de 15 dias e foi cumprir temporada de férias em Cancun, no México. Agora pediu outros 15 dias de licença e foi para a Espanha.Continue lendo ›
Servidor da Câmara de Maringá promete fazer chegar ao Ministério Público do Trabalho pedido para que se faça um levantamento dos funcionários que estão há dois anos sem tirar férias. A maioria, conta, foi dispensada sem tirar férias e recontratada para o mesmo cargo. Enquanto isso, outros cargos comissionados gozam das férias normalmente.
O deputado estadual Ênio Verri, pré-candidato a prefeito de Maringá pelo PT e presidente estadual do partido está em Guaratuba curtindo a praia em tempo de férias. E enquanto descansa carrega pedras: reuniu-se com lideranças petistas para discutir as eleições desse ano.Continue lendo ›

Começa no próximo sábado o Festival de Férias 2012 do Circo Teatro Sem Lona, de Maringá. Será no Sesc, sempre às 16h, com ingresso a R$ 5,00. Realizado desde 2005, o festival já reuniu um público de 12 mil pessoas, com a linguagem buscando o cômico. O grupo existe há 16 anos, período durante o qual conquistou mais de 50 prêmios e atendeu mais de 3 milhões de pessoas.
O festival terá como atrações este ano: Peripécias circenses, dia 21; Cotidiani, com o Grupo Meu Blown, dia 22; As aventuras do Lobo Mau, no dia 28; e O Guarani (O amor de Peri e Ceci), no dia 29. Informações: 9931-9751.
Maringá está mobilizada pela campanha “Não dê Esmola” para combater a mendicância de crianças e adolescentes nas ruas, que aumenta consideravelmente no período das férias escolares. Penso que não basta o trabalho de assistência proposto pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc). É preciso um projeto de prevenção mais amplo que envolva também as Secretaria de Educação, de Cultura e de Esporte, ocupando o tempo ocioso das crianças e adolescentes no período das férias escolares e em todos os fins de semana. O poder público poderia ofertar atividades culturais, esportivas, artísticas e de lazer nesses períodos. No cardápio, merenda e leite. O projeto seria desenvolvido somente em escolas municipais localizadas em zonas consideradas de maior vulnerabilidade econômica e/ou risco social. A oferta contínua de atividades legitima a escola pública como espaço de cidadania.
Ivana Veraldo
O grande poeta achava que encher o tempo com programas de férias acabava desviando as pessoas das férias. Defendia a tese de que não deveríamos ajudar o tempo a passar, pois há uma doçura imprevista em sentir-se flutuar na correnteza das horas, em sentir-se folha, reflexo, coisa levada; coisa que se sabe tal, coisa sabida, mas preguiçosa. Caso lhe pedissem para contar o que fez nas férias, ele diria: ignoro, aos convites disse não, alegando estar em férias, alegação tão forte como a de estar ocupadíssimo; o pensamento errou entre mil avenidas, não se deteve em nenhuma; cada dia amadureceu e caiu como um fruto. Nada aconteceu? O não acontecimento é a essência das férias. Drumond sabia como gozar as férias.
Ivana Veraldo