Sete motivos
Participação de Homero Marchese, na última sexta-feira, na audiência pública sobre o pedágio realizada em Maringá onde ele enumera sete motivos para não prorrogar os contratos de pedágio do Paraná.
Participação de Homero Marchese, na última sexta-feira, na audiência pública sobre o pedágio realizada em Maringá onde ele enumera sete motivos para não prorrogar os contratos de pedágio do Paraná.
Em entrevista à Jovem Pan, na última sexta-feira, o presidente da Viapar, Camilo Carvalho, falou sobre a questão do pedágio, abordando sobre valores, obras, prazos e outros dados relativos ao tema, inclusive respondendo perguntas colocadas por ouvintes.

Deputados estaduais integrantes da Frente Parlamentar Contra a Renovação dos Contratos de Pedágio realizaram nesta sexta-feira duas audiências públicas ára discutir a questão, em Maringá e Londrina.
“Só um novo modelo de concessão de pedágios interessa à população do Paraná. É isso que defende essa frente”, afirmou o deputado estadual Evandro Araújo (PSC), um dos 31 integrantes da Frente Parlamentar, na audiência na Câmara Municipal de Maringá. “Somos escravos de um modelo ruim.”Continue lendo ›

O advogado Humberto Boaventura participou na manhã de hoje da audiência pública convocada pela frente parlamentar contra a prorrogçaão dos contratos de pedágio, organizada pelo deputado estadual Evandro Araújo (PSC). Boaventura é um dos pré-candidatos a prefeito pelo PT.
Por falar em pedágio, o presidente da Viapar, Camilo Carvalho, será o entrevistado de hoje no Jurassic Pan, da Jovem Pan (101,3), a partir das 18h.

O deputado estadual Evandro Araújo (PSC) organiza a audiência pública que acontecerá na próxima sexta-feira em Maringá pela Frente Parlamentar Contra Prorrogação dos Contratos de Pedágio da Assembleia Legislativa do Paraná para discutir o pedágio com a população e a sociedade civil organizada. Continue lendo ›
A Frente Parlamentar Contra a Renovação dos Contratos de Pedágio já está enviando convite para sua quarta audiência pública, que acontecerá em Maringá.
A reunião acontecerá a partir das 9h da próxima sexta-feira, 8, no plenário da Câmara Municipal de Maringá.

Deputados estaduais que integram a Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágio protocolaram pedido para que a Procuradoria Geral da República e os Ministério Público Estadual e Federal investiguem a suspeita de superfaturamento nos contratos entre as concessionárias de pedágio e empresas terceirizadas para a execução de obras nas rodovias do Paraná.
De acordo com os parlamentares, o superfaturamento supostamente ocorreria porque o governo estadual deixou por conta das concessionárias a definição dos custos das obras iniciais e, ao longo da concessão, os custos operacionais e administrativos. Continue lendo ›
Deputados da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos do Pedágio, lideranças políticas e representantes de entidades empresariais e de setores produtivos de Cascavel e Foz do Iguaçu debateram os problemas regionais causados pelo atual modelo de concessão adotado no estado.
A reunião ocorreu ontem em Cascavel e em Foz. Continue lendo ›

A primeira audiência pública da Frente Parlamentar contra a Prorrogação do Pedágio no Paraná reuniu ontem, em Ponta Grossa, lideranças políticas e representantes de entidades empresariais e de trabalhadores.
No encontro, na sede da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa, o deputado Evandro Araújo (PSC) ressaltou a importância do apoio da sociedade civil para evitar a renovação dos atuais contratos com as concessionárias. Evandro defendeu que essa deve ser uma bandeira de todos os paranaenses.Continue lendo ›

O MST ocupou nesta manhã as praças de pedágios de Mandaguari e Arapongas, contra o despejo de mil famílias ontem em Fazenda Santa Terezinha pelo governador Beto Richa e contra o governo Michel Temer.
Os manifestantes abriram as cancelas e os motoristas estão passando sem pagar. Bonés do movimento estão sendo vendidos a R$ 10,00.

O deputado estadual Marcio Pauliki (PDT), da região de Ponta Grossa, cumpre agenda amanhã em Maringá.
Ele faz parte, ao lado de Evandro Araújo (PSC) e de outros deputados, da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágio na Assembleia Legislativa do Paraná.Continue lendo ›

Com apoio de 21 deputados estaduais de diversos partidos, foi formalmente protocolado hoje requerimento para formação da Frente Parlamentar contra Renovação dos Contratos de Pedágio no Paraná.
Criada pelos deputados Ademir Bier, Nelson Luersen e Tercilio Turini, a Frente recebeu a assinatura e apoio do deputado Evandro Araújo (PSC).Continue lendo ›

A estratégia é antiga: sua família não está contente com a situação da casa? Coloque um bode na sala. Amarre o animal no pé da mesa e o deixe lá por alguns dias. O bode vai berrar, comer o tapete, babar no sofá e, principalmente, fazer muita porcaria no chão. Quando ninguém mais aguentar a presença do mamífero, bata no peito e… tire o bode da sala. Pronto, seus problemas acabarão.
Depois é só relaxar e testemunhar a gratidão trazer de volta a harmonia que um dia reinou em sua residência.Continue lendo ›

De Homero Marchese, no Facebook:
Os contratos de pedágio das rodovias do Paraná terminam em 2021, mas o Estado quer prorrogá-los por mais 25 anos desde já, sem licitação.
A iniciativa é do governador Beto Richa e tem forte apoio da vice-governadora Cida Borghetti, que assumirá o mandato em 2018. Contudo, qual é a situação atual dos contratos? Quantos aditivos contratuais foram firmados ao longo do tempo?Continue lendo ›

Bomba da semana, a delação do senador Delcídio do Amaral (PT), antecipada pela revista IstoÉ, envolve um deputado federal paranaense: o ex-secretário de Segurança Pública de Beto Richa PSDB), Fernando Francischini (foto), do Solidariedade.
De acordo com a revista, Delcído disse que os senadores Gim Argello (PTB-DF) e Vital do Rego (PMDB-PB) e os deputados Marco Maia (PT-RS) e Fernando Francischini (SD-PR) cobravam de empreiteiros para não serem convocados na CPI da Petrobras. Leia a reportagem, que complica ainda mais as vidas de Lula e Dilma.
O deputado estadual Evandro Junior (PSDB) votou na sessão plenária de ontem a favor da lei que estabelece o monitoramento do tráfego nas praças de pedágio do Paraná.
O objetivo do projeto de lei nº 754/2015 é facilitar o levantamento de informações em tempo real de quanto se arrecada com os pedágios nas rodovias concessionadas. Assim será possível avaliar com mais precisão as melhorias nas rodovias, de maneira a estimular a economicidade nos sistemas viários do Estado.

O presidente da CPI do Pedágio na Assembleia Legislativa do Paraná, Nelson Luersen (PDT), protocolizou ontem no Ministério dos Transportes um ofício contra a prorrogação do convênio de delegação de 1,8 mil quilômetros de rodovias federais para o estado. O documento foi assinado por 27 dos 54 deputados estaduais. A extensão da delegação é o primeiro passo para que o governo do estado possa negociar a antecipação da renovação dos contratos com as atuais concessionárias de pedágio, que acabam em 2021.
Dos congressistas presentes, informa André Gonçalves na Gazeta do Povo, apenas Ricardo Barros (PP) e Alfredo Kaefer (PSDB) se posicionaram favoráveis à renovação dos contratos. Leia mais.
O pedágio previsto na parceria público privada licitada pelo governo Beto Richa, para recuperação, ampliação e melhorias do corredor da PR-323 (trecho Maringá-Paiçandu-Cianorte-Umuarama-Perobal-Francisco Alves) é mais caro que o do governo Jaime Lerner e do governo federal. É o que explica texto postado ontem no site do senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo pela coligação Paraná com Governo. A única empresa que manifestou interesse, em abril de 2013, foi a Odebrecht Transport Participações S/A. No início de setembro de 2013 a empresa apresentou seus estudos e modelagem econômico-financeira do seu interesse, com pesados investimentos nos primeiros cinco anos, demonstrando que seria viável a PPP desde que o Estado pagasse à empresa grande valor adicional. O PMI proposto pela Odebrecht indicou alternativas de tarifas e valores complementares a serem pagos pelo Estado ao longo de 30 anos.
Resumindo: o pedágio no governo Richa será 9% maior que o pedágio do governo Lerner; 20% maior que o pedágio da Viapar; 276% maior que o pedágio do Governo Federal; uma praça a cada 55 km, contra uma a cada 80 km no governo Lerner; e 34,6% do empreendimento será bancado pelo povo do Paraná (mesmo aqueles que não usarão a PR-323). Leia mais.
O candidato a deputado estadual Homero Marchese revela em seu site o que seria a última manobra do governo Beto Richa para manter os contratos e os aditivos do jeito que estão, ou seja, onerando os paranaenses. A Agepar, a Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná, fez um consulta ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre os contratos do pedágio. Ignorando próprio relatório feito pelos auditores do TCE, o órgão deu parecer indicando que os contratos devem permanecer inalterados. A denúncia é feita pelo candidato a deputado estadual maringaense, que é advogado e auditor Tribunal de Contas por quatro anos e trabalhou na auditoria dos pedágios. Homero Marchese (na foto, durante depoimento à CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa do Paraná, em 2013) abriu mão da carreira após atestar e denunciar diversas irregularidades no TCE. Leia mais.
Por Fábio Chagas Theophilo:
As PPPs no Paraná são regidas pela Lei Estadual 17.046/2012 que dispõe sobre normas para licitação e contratação de Parcerias Público-Privadas no Paraná. Em seu artigo 6o. a lei institui o comitê gestor das PPPs – CGPPP que é quem define “atividades, obras ou serviços considerados prioritários para ingressar no Programa, cuja execução possa se dar sob o regime de parceria, determinando a realização de estudos técnicos”, dentre outras diversas atribuições. É o comitê gestor, portanto, que tem a palavra final sobre as PPPs e sobre os novos pedágios no Paraná.Continue lendo ›

Em pronunciamento feito ontem na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Douglas Fabrício (PPS) pediu apoio dos parlamentares para aprovação de requerimento onde os membros da CPI do Pedágio solicitam que o governador Beto Richa suspenda o aumento da tarifa de pedágios, em vigor desde domingo. Relator da CPI, o deputado Douglas também informou que a comissão propôs uma reunião, agendada para o próximo dia 18, entre representantes do governo, das concessionárias, da direção da Agepar (Agência Reguladora) e deputados integrantes da CPI. “Queremos mostrar e discutir as informações que temos a partir das audiências que realizamos com a população”, destacou o deputado.Continue lendo ›
Do Blog do Esmael:
O governo Beto Richa (PSDB) deverá autorizar, até sexta (29), novo aumento para as tarifas de pedágio nas rodovias do Paraná. O pedido de correção nos valores formulado pelas empresas concessionadas já estão nas mãos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR) e à Agência Reguladora do Paraná (Agepar). A partir deste domingo, a tarifa para carros de passeio na BR-277 entre Curitiba e o Litoral subirá dos atuais R$ 14,60 para R$ 15,40 – o que representa um reajuste de 5,48%. Leia mais.

Os estudantes que continuam ocupando a sede da Umes, em Maringá, têm realizado pedágio na avenida Cerro Azul, na Zona 2. Eles pedem aos motoristas para que ajudem a entidade a manter a ocupação. Nesta manhã o pessoal realiza atividades com alunos do Colégio Estadual Brasílio Itiberê. Às 10h, uma eles devem acompanhar uma nova reunião com representantes do Ministério Público Estadual. A União Maringaense dos Estudantes Secundaristas querem o compartilhamento da sede histórica com o MP.
Reportagem de Katia Brembatti na Gazeta do Povo informa que empresas do sistema federal de concessão de rodovias que não realizarem obras previstas em contrato no prazo estipulado perderão parte da receita. A mudança nas regras está em um Termo de Ajustamento de Conduta, que será assinado nesta semana. O documento foi elaborado em comum acordo pela Agência Nacional de Transportes Terrestres juntamente com as concessionárias e vale já para o próximo reajuste de tarifas. No Paraná, a mudança pode impactar três empresas responsáveis pelas rodovias que partem de Curitiba, rumo a São Paulo e Santa Catarina, pelas BRs 116, 101 e 376.
“Para os produtores rurais – e para toda a economia – é desejável que as obras sejam realizadas o mais breve possível e que o preço do pedágio seja reduzido, não importa se os contratos sejam prorrogados, desde que atendam aos interesses paranaenses”. A afirmação é do presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguete, em artigo publicado no boletim semanal da entidade que representa o empresariado do setor agropecuário estadual, maior produtor nacional de grãos e carnes. Segundo Meneguete, a Faep e outras organizações, como a Ocepar, a Federação do Comércio e a Fetranspar, sempre se manifestaram contra o alto preço do pedágio, “embora a favor da concessão como única forma de termos rodovias em condições de tráfego”. E destacou o que definiu como “um fato novo” desde a implantação do pedágio no Paraná, no fim dos anos 90, a iniciativa do governo estadual de negociar uma antecipação de obras de duplicação e de construção de contornos e melhorias, e, ao mesmo tempo, de reduzir as tarifas de pedágio.Continue lendo ›
Foi criada hojea Força-Tarefa Pedágio no Paraná, formada por procuradores da República de todo o Estado. O objetivo é exigir o comprimento dos contratos originais entre Estado e concessionárias firmados no final da década de 1990. O grupo também vai apurar possíveis irregularidades nos aditamentos contratuais que acarretaram em supressão de investimentos e degraus tarifários. Na última terça-feira, cerca de 200 pessoas participaram de uma audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal em Jacarezinho sobre a qualidade dos serviços prestados pela concessionária Econorte nas rodovias da região. As demandas trazidas pelos usuários das rodovias federais vão subsidiar a atuação do MPF com relação a medidas efetivas para melhorar a qualidade dos serviços. Saiba mais].
Por causa do protesto nacional desta quinta-feira, manifestantes tomaram algumas praças de pedágio nas estradas paranaenses. Motoristas estão passando por várias praças de pedágio, inclusive no litoral, abertas por integrantes do movimento sem terra.
PS – Oficialmente, são quatro pontos, sem nenhum tipo de depredação, de forma pacífica. Extra-oficialmente, seriam 13 praças liberadas.
A Viapar deixou de investir em obras das estradas do Paraná pelo menos R$ 220 milhões desde o início da concessão até agora. De acordo com o Blog da Joice, os números foram levantados por uma comissão técnica do Tribunal de Contas do Estado, que ainda não os divulgou oficialmente. “Para chegar ao lucro extra da concessionária, os técnicos levaram em consideração as obras que deixaram de ser feitas e os valores que não foram investidos, que somam mais de R$ 800 milhões, mas também consideraram o que a empresa deixou de arrecadar com as intervenções dos governos, em especial para baixar as tarifas de pedágio em épocas em que o contrato determinava o reajuste anual”, diz a colunista, segundo a qual o pedágio poderia baixar 18,5%.
A Viapar – Rodovias Integradas do Paraná – ainda não foi comunicada sobre o relatório final do Tribunal de Contas do Estado e somente deve se pronunciar quando tiver acesso aos documentos oficiais.

Leitor-cidadão maringaense aproveita a deixa e sugere que, além do transporte coletivo, o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar. “Eu me sinto lesado. São 80% sobre a taxa da água, isso é um absurdo. O outro é termos que pagar o consumo que eles exigem, de 10 mil litros. Eu gasto 5 mil litros e tenho que pagar por 10 mil. Vamos juntos brigar por mais nossos direitos vamos por a boca no trobone. Vamos lutar por um Brasil mais digno”.
Já o ex-vereador Adorno Reis defende que se proteste nas ruas contra o preço cobrado em alguns trechos de pedágio que pouco oferecem em troca, caso, sustenta, de Maringá-Paranavaí. Ele defende o valor de R$ 2,00.