ricardo barros

Gossip

Despreocupação com segurança

A propósito do abaixo-assinado do vereador Luciano Brito (PSB) e da demolição do minipresídio manteiga, leitor toca em algo que corre nos bastidores há alguns dias em Maringá. “Você sabe o real motivo da demolição da 9ª não é? Você sabe que quem está por trás é o Ricardo Barros que pelo simples fato de querer o terreno para construir um condomínio! Como consegue ter tanto dinheiro?”, pergunta. Continue lendo ›

Política

Reações

“A prisão de José Dirceu, hoje, confunde me (sic). Vivemos em uma democracia ou em um reality Show (sic)? Mais uma jogada midiática?”, escreveu ontem o deputado federal Enio Verri (PT) no Facebook. Foi o suficiente para receber uma enxurrada de críticas nos comentários. Gilmar Ferreira também comentou a confusão de Enio.
Ricardo Barros (PP), vice-líder da presidente petista, que vinha desdenhando da culpa de políticos na Operação Lava-Jato, preferiu ficar quieto.

Política

Interesse por obra

Houve quem estranhasse o deputado federal Ricardo Barros (PP) ter acompanhado ontem a questão envolvendo a quase certa demolição do prédio da 9ª SDP. Foi com o delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura até a Vara de Execuções Penais e tudo. Mas nada a ver com direitos individuais e preocupação com a superlotação da cadeia.
Tudo a ver, porém, com o processo de construção de um novo prédio no lugar do atual, conhecido como minipresídio manteiga. Onde tem licitação para obra pública, RB tem interesse.

Política

Em debate, a sucessão

candidatos

Nada de novo na entrevista de Ricardo Barros (PP) à Gazeta do Povo no domingo (o jornal continua ignorando a Tenda dos Milagres, protagonizada pelo rapaz), a arrogância de sempre ao confirmar a mulher candidata em 2018, mas o que chama a atenção são os comentários. Um deles, sobre a antecipação da sucessão do queimado Beto Richa (PSDB): “Com o apoio do Beto Richa dona Cida Borghetti já perdeu a eleição. Melhor ter o apoio do Satanás do que do governador sem moral e sem um pingo de vergonha na cara. Essa cúpula do governo é um bando de gente alienada e totalmente fora da realidade do mundo, só falta usarem pó de pirlimpimpim”.

Política

O candidato

cruz

Da coluna de Verdelírio Barbosa, hoje no Jornal do Povo:
Está no jornal Impacto Paraná, de Curitiba: “José Aparecido da Cruz, Promotor de Justiça, deverá ser candidato a sucessão municipal em Maringá e já vem assustando o time de Ricardo Barros”. Leia a coluna aqui.

Gossip

Suor

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá e presidente estadual do PHS, Valter Viana, nunca trabalhou tanto. Para Ricardo Barros (PP).

Política

Cargo em negociação

Ricardo Barros (PP) só deve definir o novo secretário de Trânsito e Segurança de Maringá depois de negociar o cargo com algum partido político. Há quem pense que só por Ideval de Oliveira ser do PMN o partido seja o ‘dono’ da cadeira. Ideval assumiu, no entanto, para que Carlos Eduardo Saboia Gomes (PMN) pudesse ser mais um vereador-fiel ao prefeito de plantão.

Antes, a Setrans era do PSD, que indicou Ademar Schiavone. O próximo ocupante do cargo será de algum partido que já se comprometeu a votar no candidato da família de políticos.

Akino

Mensagem a Ricardo Barros

Hoje é o dia de mais um aniversário. Está ficando cada vez mais maduro e com 55 anos podemos dizer que ‘está mais para lá do que para cá’, como todos nós que atingimos esta idade. Não sei qual a sua religião, pois nunca ficou claro se é católico ou evangélico. Às vezes temos a impressão de que tem sua própria religião, onde o líder é você. Gostaria de saber se pensa que um dia pode morrer e no que vai acontecer quando isso acontecer. Acha que acaba tudo, ou acredita em vida depois? Uma vez seu irmão disse numa reunião de prefeitos que mais que prestar contas aos TCEs, os políticos devem pensar na prestação de contas a Deus. Já pensou no que terá para apresentar? Desejo, sinceramente, faça uma reflexão. Que tal uma conversão a partir de agora. Deixar Pupin ser o prefeito, por exemplo? Dar um tempo para Maringá (pelo menos uns 6 anos) e deixar de continuar mandando em tudo, como vem fazendo desde 2005.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Haja Imosec

A próxima etapa da Operação Lava Jato será a política. De acordo com Fernando Rodrigues, foram citadas 70 políticos nas investigações e delações premiadas, a maioria de gente do PMDB, PP e PT. Em Maringá a expectativa é saber se Ricardo Barros, aniversariante do dia, ex-vice-presidente nacional e estadual e atual tesoureiro nacional do PP, que foi durante anos muito próximo do londrinense José Janene (PP), pai de todo o esquema, estará no meio da turma. Recentemente ele se antecipou e ‘comemorou’ que seu nome não tinha sido citado entre os 17 tornados públicos durante a campanha eleitoral; depois, conforme Cícero Cattani contou em seu blog, insinuou-se que o R$ 1 milhão dado à senadora Gleisi Hoffmann (PT) teria sido endereçado, em 2010, a RB, a pedido do ministro Paulo Bernardo. Considerando que o converseiro da sociedade PT e PP em Maringá não é de hoje, convém esperar. De qualquer forma, a paella do próximo dia 20 está mantida.

Blog

Dias contados?

Que RB é ‘forte’ junto ao Judiciário, ou no mínimo tem levado sorte nos últimos anos, todos sabem. Basta ver que a denúncia crime do Ministério Público contra ele vai fazer três anos no Tribunal de Justiça e, apesar de não ter mandato nem ser secretário de estado, portanto não ter foro privilegiado, na ação ele é tratado como tal – tanto que ela não ‘desceu’ para o Gaeco (que tinha inclusive pedido sua prisão), o que deveria ter ocorrido em março deste ano. Agora, quando uma operação prende gente responsável por boa parte do PIB nacional, e graças a um juiz maringaense, dá até para acreditar que as coisas podem ser diferentes neste país – e que a Lei de Gerson está com os dias contados.

Blog

Ó, dúvida!

E continuam as apostas: Ricardo Barros, que foi muito próximo de José Janene, ex-presidente estadual e atual tesoureiro do PP nacional, foi ou será citado por Alberto Youssef na delação premiada? A se julgar pelo vídeo do último depoimento de Youssef ao juiz maringaense Sergio Moro, em que o londrinense disse operar um caixa dois do PP, parece difícil que tenha sido ele o único da cúpula pepista a ficar de fora do butin – ainda mais quando se sabe que um ex-secretário de Fazenda de Maringá costumava ir a Londrina tratar deste tipo de assunto com o finado parlamentar. A dúvida só será esclarecida quando se conhecer os detalhes da delação premiada. Até lá…

Blog

Ausência quase certa

Festa de RB com André Vargas
Nome mais importante da festa de aniversário de Ricardo Barros (PP), dono de Maringá, na paella do ano passado, o deputado federal André Vargas dificilmente virá abraçar o amigo na comemoração do aniversário marcada para o Clube Olímpico, no próximo dia 20. Especula-se agora quem será o nome mais importante da festa deste ano.
Barros, por sinal, é caso raro na política local: enquanto outros reclamam que saíram da campanha estropiados, ele fechou novos negócios.

Blog

RB manda vereadores votarem contra projeto da eleição direta

Ricardo Barros (PP) fechou questão: não quer que seus vereadores restabeleçam a eleição direta para diretor de escola e creche em Maringá. Pra variar, ele reuniu vereadores, à revelia do plantonista Pupin. Parece que convenceu alguns. Quem votar pela volta da democracia nas escolas não terá benesses da administração. Vejamos como se comportam os vereadores maringaenses e quem obedece ao dono da cidade; a maioria dos vereadores assinou o projeto, que somente restabelece uma situação que já ocorria.
No encontro estavam pelo menos quatro pretendentes à presidência do Legislativo (tenente Edson Luiz, Luciano Brito, Chico Caiana e Luiz Pereira). Deles ouviu que era melhor dizer a Flávio Vicente que ficasse na Sasc, pois numa disputa, hoje, teria apenas seu voto.

Blog

O chefe mostra-se preocupado

A propósito, o blog soube que Ricardo Barros (PP) chamou alguns vereadores para reunião em seu famoso escritório da avenida Prudente de Morais e mostrou-se preocupado com a volta da eleição direta para diretor de escolas e creches municipais. Felizmente, tudo indica que o projeto será aprovado na sessão de hoje, corrigindo um erro cometido na gestão do irmão mais velho.
Mas há ainda a possibilidade de um projeto em regime de urgência, prevendo concurso para diretor. A proposta poderá se apresentada pelo tenente Edson Luiz (PMN), que tem se aproximado do dono da cidade nos últimos meses, já que tem interesse na presidência do Legislativo em 2015.

Política

Dinheiro seria para Ricardo Barros

De Cícero Cattani:
Lula, Ricardo e Cida
Nas eleições de 2010, corria solto que Paulo Bernardo (PT) havia acertado com Ricardo Barros (PP) para que este levasse o seu reduto da região de Maringá a votar em Gleisi e não no companheiro de chapa Gustavo Fruet (PSDB). Cartazes da dupla Gleisi e Barros circularam por todo o Noroeste. O então prefeito de Jandaia do Sul, o mensaleiro José Borba, também do PP, coordenou a nova aliança. O objetivo de PB era dar a Gleisi a maior votação possível, tirar Roberto Requião (PMDB) do páreo, preferencialmente, e garantir a segunda vaga para o Senado a Ricardo Barros. Requião até hoje lembra o episódio como traição eleitoral.
Com o vazamento do depoimento de Roberto Youssef, confirmando o que já havia confessado Paulo Roberto em sua delação premiada, o repasse de dinheiro para a campanha ao Senado de 2010, suspeita-se que não seria destinado diretamente a Gleisi, mas sim a Barros, dentro da cota do PP nas comissões dos superfaturamentos da Petrobrás. Ricardo Barros, eleito agora deputado federal, e marido de Cida Borghetti, vice de Beto, é um velho conhecido do PT, desde o tempo em que foi líder de Lula na Câmara. O tempo confirmará.

Blog

Celular em avião

Jornal Nacional
O dono de Maringá apareceu ontem no Jornal Nacional, numa reportagem sobre uso de telefone celular em aviões. RB, que não falou, é vidrado em celulares (prioriza o aparelho em qualquer evento e ocasião) e era especialista em ser chamado  nos aeroportos.

Blog

Simples assim

Durante a campanha eleitoral praticamente todo o grupo político de Ricardo Barros – basicamente, além dos submissos que ocupam mandatos públicos e partidários, os cargos comissionados, familiares e agregados nos muitos negócios que envolvem a cidade – ficou nas redes sociais descendo a lenha no PT, demonizando o partido e Dilma Rousseff. Com sua reeleição, a mídia amiga passa a divulgar que Ricardo Barros, do PP – e não Enio Verri, primeiro deputado federal eleito pelo PT maringaense – será o elo entre a cidade e o ‘novo’ governo petista.

Maringá

Interesses insondáveis por trás do atraso

Odontologia
O atraso na conclusão da clínica odontológica da UEM vai prejudicar usuários do sistema público de saúde, alerta André Gasparetto, chefe do Departamento de Odontologia. Em matéria disponibilizada pela instituição, ele detalha o enrosco (leia mais). A matéria, no entanto, não diz o nome do principal entrave para a liberação do dinheiro para a conclusão da obra: o deputado federal eleito Ricardo Barros (PP), conhecido como dono da cidade, que estaria “segurando” como forma de pressão sobre a UEM para que interesses insondáveis sejam atendidos.

Akino

Acerto prevê 9 meses como governador

Não é especulação, informação de gente importante, da sala do governador, garante que do acordo que levou Cida para a vice de Beto Richa, consta a renúncia do governador, em março de 2018, para que Ricardo assuma, virtualmente, o cargo. Serão 9 meses para tentar se tornar governador definitivamente, via a esposa. O problema é que Ratinho Junior também quer e é o preferido do governador, que neste caso não assumiu firmemente o compromisso de apoiar Ricardo. De qualquer forma, 9 meses como governador já estão garantidos. Beto aproveita o pretexto e se candidata ao Senado. A não ser que a situação financeira do estado piore tanto que exija medidas diferentes.
PS: Muita gente não pensou que votaria em Ricardo Barros para governador, ao votar em Beto, mas votou.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Uns choram, outros riem…

churrasco
Enquanto alguns companheiros da base aliada choravam a saída de Adilson do Bar (PSB), o líder do prefeito, com as mudanças na Câmara de Maringá, os candidatos Ricardo Barros e Maria Victória (PP) comemoravam com os amigos do Luizinho Gari em uma churrascada na casa do novo vereador do PDT. RB andou dizendo em reunião que não queria Gari como vereador, mas depois da coisa transitado em julgado fica mais difícil de acreditar que não teve o dedo do Ricardo Barros na saída dos vereadores. Fotos Facebook.

Blog

Barroslândia

Claudio Sandri,  Claudete Iwata e Ricardo Barros
Cláudio Sandri, Claudete Iwata e Ricardo Barros, na manhã de hoje na inauguração do Treine Ingá, o mais novo empreendimento que tem participação do ex-secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa em Maringá, cidade onde o megaempresário tem negócios em diversos setores.

Blog

RB não faz questão de Gari

A propósito da quase assunção do servidor municipal Luizinho Gari, empresário até dois meses atrás, e do soldado Da Silva, ambos do PDT: circula que na semana passada, durante reunião com aliados, o dono da cidade, Ricardo Barros (PP), teria afirmado que não vai mexer um dedo em seu favor. Apesar de Gari estar empenhadíssimo na campanha dos candidatos da família de políticos, por conta de prometidos CCs, RB prevê que a instabilidade emocional e política do rapaz pode não fazer bem ao grupo. Gari, dias atrás, teria ameaçado seus ex-colegas do gabinete de Enio Verri (PT), onde sua mulher foi assessora por anos, ganhando mais de R$ 3 mil mensais. É esta instabilidade que Barros temeria.

Blog

Li no blog do Tarso…

…uma análise sobre diversos candidatos a deputado estadual e chamou-me a atenção a publicação sobre Maria Victória Borghetti Barros: “Filha de Ricardo Barros (PP, ex-PFL), ex-deputado federal, e de Cida Borghetti (Pros, ex-PDS, ex-PFL, ex-PP), deputada federal e candidata à vice de Beto Richa. Vai votar na reeleição de Beto Richa (PSDB), o pior governador do Paraná de todos os tempos. Vai votar em Aécio Neves (PSDB) para presidente, o candidato que represente o atraso, o retorno à era neoliberal de FHC, que precarizou o Brasil, acabou com a economia e o nome da nação e não investiu no social, e que privatizou a Administração Pública de forma radical. Seu pai recebeu R$ 190 mil Galvão Engenharia/Queiroz Galvão Alimentos, investigadas na Operação Lava Jato da Polícia Federal (PF), um esquema de lavagem de dinheiro que teria desviado R$ 10 bilhões, e pelo menos sete das empresas investigadas na Operação Lava Jato doaram R$ 122,3 milhões a partidos e candidatos. Com certeza esse dinheiro está sendo gasto na campanha da filha também, pois em várias placas pela cidade está a foto dos dois”.
Meu comentário (Akino): Apenas reproduzi informações que podem ser conferidas aqui.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2014

Operação Lava Jato: Verri, Barros e Andreotti receberam doações de empresas investigadas

São de Maringá três dos doze candidatos paranaenses que receberam dinheiro para campanha eleitoral de empresas envolvidas no esquema de lavagem que teria desviado R$ 10 bilhões (objeto da Operação Lava Jato, aquela que envolveu Alberto Yousseff e Paulo Roberto Costa). São eles Ricardo Barros (PP), Enio Verri (PT), candidatos a deputado federal, e Marco Andreotti (PP), candidato a estadual. Também Cyllêneo Pereira, o Cileninho (PP), ex-prefeito de Mandaguari, está na lista. De acordo com levantamento publicado na Gazeta do Povo de hoje, pelo menos sete das empresas investigadas na Operação Lava Jato doaram R$ 122,3 milhões aos diretórios nacionais de vários partidos que, posteriormente, repassaram parte dos recursos para os candidatos em todo o país. Leia mais.

Política

Hauly apaga Ricardo

hauly4515
Do blog de Zé Beto:
No site da campanha do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB), uma mostra de quem nem tudo são flores no mesmo lado da trincheira. Na parte superior, onde há uma alternância de fotos, há uma dele discursando no plenário da Câmara e entre os ouvintes um ficou sem rosto embaçado digitalmente. Olhando bem dá para perceber que o dono do corpo é Ricardo Barros (PP). Isso é política!
PS do Blog do Rigon – Como diria o matuto, “quem conhece, apaga”.

Blog

Fuzuê no comitê

Além da carreata, um fato marcou o sábado político em Maringá. O presidente do PSDC local, Herculano Ferreira, que é cargo comissionado da administração Pupin/Barros, procurou o comitê da avenida Paraná para saber se era verdade que o coordenador da campanha do sargento Fahur, Amaury Castanho, andava falando dele. Não deu outra: Castanho confirmou ao vivo e na frente de todos que estavam por ali o que pensa de Herculano, que em 2013 foi denunciado pelo MP com outros dois CCs por estelionato: para ele, Herculano não tem caráter político, sua ideologia é seu bolso e usa o partido para garantir privilégios pessoais – inclusive a teta na prefeitura.
Por incrível que pareça, o presidente do PSDC de Maringá não apoia Fahur e, sim, Ricardo Barros (PP). O sargento Fahur foi lançado candidato pelo PSDC de São José dos Pinhais, que é presidido por Amaury Castanho.

Eleições 2014

O que a grana une…

Pó Royal
O blog Taturana, de Paranavaí, comentou que os R$ 120 mil que o vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, candidato a deputado estadual, recebeu do candidato a deputado federal Ricardo Barros (PP) representa 80% de tudo que ele arrecadou até agora (R$ 153.450,00), “uma bela grana para quem declarou à Justiça Eleitoral que não tem um gato para puxar pelo rabo”. “A generosa doação talvez explique as razões pelas quais o vereador abandonou as dobradinhas com André Zacharow (PMDB), Leopoldo Meyer (PSB) e Luciano Ducci (PSB), entre outros, e fechou aliança com Ricardo Barros (PP). Foi a forma que deve ter encontrado para retribuir tamanha generosidade. E o que a grana une os políticos não separam”.

Eleições 2014

PP repassa mais de R$ 1 milhão para pai e filha

Pai e filha, Ricardo Barros e Maria Victória receberam juntos, de acordo com a segunda prestação de contas feita à Justiça Eleitoral, doações para suas campanhas a deputado que passam de R$ 1 milhão 211 mil. A maior parte do dinheiro, R$ 1.080.000,00, veio do diretório nacional do PP, onde Barros é tesoureiro. Ele declarou receita de R$ 698.137,50 e despesas de R$ 468.984,54. Maria Victória, candidata a estadual dobrando com o pai, recebeu do diretório do PP R$ 500 mil de um total de R$ 513.300,00 declarados como doações; as despesas somaram R$ 152.744,27.

Eleições 2014

Segundona de campanha

Campanha em São Jorge do Ivaí
O secretário de Fazenda e Gestão de Maringá, José Luiz Bovo, homem forte de Ricardo Barros desde a gestão do irmão mais velho, não trabalhou no paço municipal na manhã desta segunda-feira. Ficou em São Jorge do Ivaí, onde foi prefeito e onde seu filho é o atual prefeito, para percorrer o comércio pedindo votos para RB e sua filha. Assim como ele, outros secretários da administração Pupin/Barros sentem-se à vontade para não dar expediente integral e dedicar tempo para a campanha do dono da cidade. Afinal, quem vai puxar orelhas ou descontar o dia?