vice-prefeito

Política

Vice de Jacovós segue indefinido

jacovosAo contrário do que anda divulgando o vice-prefeito de Sarandi, Luiz Aguiar (PMN), ele não foi escolhido vice na chapa a ser encabeçada pelo delegado José Aparecido Jacovós (foto/PDT) na eleição municipal de 2016.
Conforme ficou combinado há cerca de 15 dias, numa reunião na casa do próprio Jacovós, o candidato a vice do grupo será definido às vésperas das convenções (20 de julho a 5 de agosto). Continue lendo ›

Blog

Uma carta que jamais será escrita

Ferdinandi

Inspirado na carta de Michel Temer à presidente Dilma Rousseff, o vice-prefeito de Guarujá, Duino Verri Fernandes (PSC), usou o Facebook para um desabafo e reclamar da prefeita Maria Antonieta (PMDB), que já foi do PT. Ele afirma que é solidário a Michel Temer e diz que passou por situações semelhantes às do vice-presidente da República.
Teve maringaense que pensou numa situação semelhante e imaginou Claudio Fernandi (foto/MDB), o resignado vice-prefeito de Carlos Roberto Pupin (PP), que já foi ‘proibido’ de ficar no Gabinete do Prefeito por conta de inconfidências com membros do partido.Continue lendo ›

Blog

Tomando conta da rua

Rua Basilio Sautchuk

O motorista do vice-prefeito Claudio Ferdinandi (PMDB) ocupou metade da pista da rua Basílio Sautchuk na noite de hoje, defronte a sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá. A pista estava dividida por cones, e um dos lados ficou tomado pelo automóvel oficial; uma caminhonete da Setrans ficou de prontidão nas proximidades. Houve quem pensasse que era alguma autoridade estrangeira visitando a cidade. Nada. O vice foi participar do lançamento de uma revista sobre indústria e comércio.

Gossip

Entrega em domicílio

Na semana passada um prefeito da micro-região de Maringá foi até a casa do vice-prefeito e fez algo parecido com o que Ricardo Barros fez com o PPS. Falou cobras e lagartos, e de quebra mostrou uma lista de denúncias que poderia fazer caso o vice insista em falar mal dele para os outros.

Akino

Vice-prefeito, um cargo inútil

Sou da opinião que o cargo de vice prefeito deveria acabar e reforço esta convicção vendo a lista de remuneração de servidores da Prefeitura de Maringá onde aparece o vice-prefeito com vencimentos de R$ 11.171,34 mensais.
Um salário desses para ficar na reserva do prefeito? Esta função poderia ser desempenhada pelo presidente da Câmara, em caso de afastamentos provisórios.Na vacância do cargo assumiria o segundo colocado na eleição. O vice não tem qualquer obrigação nem função na administração. Se quiser ficar em casa ou exercendo outras atividades pode. O que faz Claudio Fernidandi para merecer ganhar isso? Claro que ele não tem culpa, mas o sistema precisa. O mesmo penso de vice-governador e vice-prefeito. Se o cargo não existisse não haveria tanta negociação e barganha. Não é mesmo, Ricardo? Sugiro à CNBB, à OAB, o movimento contra corrupção que apresente um projeto de iniciativa popular acabando com os cargos.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Exoneração no gabinete do vice

O blog havia tocado no assunto no final de semana: por determinação do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), foi demitida a chefe de gabinete do vice-prefeito Claudio Ferdinandi. Kelly Josiane Carvalho (CAS) estava no Gabinete do Prefeito (oficialmente o vice não tem gabinete, apesar de ter assessores) e sua exoneração foi decidida pelo Pupin (e não por Ricardo Barros nem por José Luiz Bovo, o que configura surpresa) antes dele sair em viagem esticada para o Oriente. A demissão teria causado estresse entre o prefeito, o vice e o secretário de Meio Ambiente, Umberto Crispim de Araúj0. No Facebook, Kelly escreveu que “decepção não mata, nos ensina a viver” e que “da justiça de Deus ninguém escapa”, agradecendo o casal Marta-Claudio Ferdinandi e o professor Manoel Gomes.

Cidades

Vice-prefeito de Pontal do Paraná é preso

prisão
O vice-prefeito de Pontal do Paraná, Danilo Garbellotti (PPS), foi preso nesta terça-feira acusado de envolvimento com pedofilia. Ele foi levado para o destacamento da Polícia Militar, em Praia de Leste, e depois à delegacia de Ipanema, onde está sendo autuado pelo delegado Iberê Toniolo por porte ilegal de arma. Ele estava armado na hora da prisão, informa a Folha Pontal do Paraná. O processo tramitava em segredo de Justiça desde 2007 , quando ele teria abusado de uma menina de 13 anos. Outra situação que está sendo apurada também diz respeito a documentação falsa envolvendo áreas de terras no município.

Akino

Ministra Laurita Vaz…

…é a relatoria de V. Excia o seguinte caso, recente, veja a ementa: “Tribunal Superior Eleitoral – Acórdão agravo regimental no recurso especial eleitoral n° 129-07. 2012.6.18.0056 – Classe 32 – Simões – Piauí-Relatora: Ministra Laurita Vaz (…) Eleições 2012. Registro de canddiatura. Vice-prefeito reeleito que, por qualquer motivo, assume a chefia do poder Executivo nos seis meses anteriores ao pleito no qual concorre à prefeitura. Reeleição. Impossibilidade. Art. 14, § 5º, da Constituição Federal. Precedente. Agravo regimental desprovido. 1. Assumindo o Vice-Prefeito a chefia do Poder Executivo municipal por força de afastamento do titular do cargo, por qualquer motivo e ainda que provisório, não poderá candidatar-se à reeleição no período subsequente. (…) Brasília, 18 de dezembro de 2012.”
Na última quinta feira a senhora proferiu um voto em sentindo diametralmente oposto, deferindo o registro da candidatura de Pupin, de Maringá, que como vice-reeleito substituiu o titular em ambos os mandatos, dentro dos seis meses anteriores ao pleito. Ficamos perplexos. Continue lendo ›

Maringá

Câmara derruba veto e rejeita projeto do Executivo

Os vereadores de Maringá voltaram a derrubar um veto do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), o segundo nesta semana. O veto era ao projeto de autoria dos vereadores que altera o repasse feito aos profissionais das equipes de saúde que tenham avaliação de desempenho bom ou ótimo para 75% do valor repassado pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica . Os vereadores rejeitaram projeto de lei complementar, também do Executivo, ampliando em 941 o número de vagas para vários cargos e aprovaram pedido de licença ao vice-prefeito Claudio Ferdinandi (PMDB), que estará no Canadá de 21 a 28 próximos para “conhecer projetos de desenvolvimento regional sustentável”.
Foi aprovado projeto Executivo que autoriza o município a conceder direito real de uso de lote da Gleba Ribeirão Pinguim em favor do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Setentrião Paranaense (Cisamusep), que devconstruir e sua sede administrativa e também instalar o Centro Macrorregional de Especialidades no terreno. Possivelmente, é o mesmo terreno que, antes mesmo da aprovação do projeto, já estava sendo preparado para a entidade, nas imediações do Hospital Municipal  (veja abaixo), com direito a corte de árvores.

Maringá

Antes, na prefeitura

Antes de seguir para a manifestação popular no terminal urbano de passageiros do transporte coletivo – que protestou principalmente contra a administração municipal -, ontem no final da tarde, o professor e ex-vereador Basílio Baccarin (PSDB) passou pela Prefeitura de Maringá. Ele visitou o vice-prefeito e também professor Claudio Ferdinandi (PMDB) em seu gabinete.

Blog

Ainda na vice

Comentário de um leitor ao ver no Facebook as fotos de Carlos Roberto “O corpo fala” Pupin ao lado de Silvio O Palestrante Barros II, em São Francisco, Estados Unidos: ele continua vice-prefeito…

Akino

Se o TSE for coerente, Pupin perde o cargo

Vou repetir postagem que fizemos em 28 de fevereiro, pedindo desculpas aos mais de 300 CCs se lhes tiramos o sono: “Vejam o caso Guanambi-BA, que a ministra Nancy Andrighi citou ao julgar o caso Simões-PI: “(…) Na espécie, conforme assentado na decisão agravada, o agravado exerceu o cargo de vice-prefeito do município de Guanambi/BA no interstício 2004-2008 – tendo substituído o então chefe do Poder Executivo em diversas oportunidades, porém fora do período de seis meses anteriores ao pleito – e foi reeleito nas eleições 2008, vindo a suceder o prefeito em 11.4.2012. Na presente eleição, candidatou-se ao cargo de prefeito. Consoante o entendimento deste Tribunal, as substituições.” (leia na íntegra)
Somando os casos de Guarapari e Simões, onde os prefeitos eram vices de 2004 a 2008, e foram eleitos prefeitos para 2009 as 2012, onde o TSE considerou que na condição de vices, por ter exercido o cargo de prefeito dentro dos seis meses anteriores ao pleito, conta-se o primeiro mandato, não há qualquer dúvida que, se o TSE for coerente, Pupin perde o cargo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vice é prefeito reserva

Leitor questiona se o vice-prefeito tem o mesmo expediente dos servidores, dizendo que Claudio Ferdinandi estaria caminhando no parque do Inga, em pleno horário de trabalho. Resposta: O vice, como vice, não existe oficialmente. Vice é o prefeito reserva e só atua nas ausências do titular. Pupin, por exemplo, quando era vice atuou como prefeito diversas vezes e como o fez nos seis meses anteriores às eleições de 2008 e 2012, cumpriu dois mandatos e agora está no terceiro, o que é vedado.
O atual vice prefeito não tem qualquer atribuições e se quiser ficar em casa o tempo todo pode. Só terá função, nas ausências de Pupin. Como não função, não tem direito a assessor, logo …
Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Prefeito

No mês que vem, o professor Cláudio Ferdinandi, vice-prefeito de Maringá, vai assumir pela primeira vez o cargo de prefeito, já que o prefeito Roberto Pupin viajará para o exterior. Cláudio Ferdinandi foi vereador e secretário municipal em Palotina, e foi secretário municipal também em Maringá.Continue lendo ›

Akino

Vice é só um substituto do prefeito

Não consta do organograma municipal de Maringá um gabinete para o vice-prefeito. Pela Lei Orgânica as atribuições e competências do vice estão descritas nestes artigos: 46. O vice-prefeito substitui o prefeito em caso de licença ou impedimento e lhe sucede no caso de vaga ocorrida após a diplomação. Art. 55. A competência do vice-prefeito será limitada a: I – cumprir e fazer cumprir, de acordo com as instruções recebidas do prefeito, as leis, resoluções, regulamentos e demais atos da Chefia do Executivo Municipal e da Câmara; II – fiscalizar os serviços distritais; III – atender às reclamações das partes e encaminhá-las ao prefeito, quando se tratar de matéria estranha às suas atribuições ou quando lhes for favorável a decisão proferida; IV – indicar ao prefeito as providências necessárias nos distritos e no território do Município; V – prestar contas ao prefeito mensalmente ou quando lhe for solicitado; VI – cumprir missões especiais, quando convocado pelo prefeito para esse fim. Em resumo, de concreto o vice só tinha como atribuição fiscalizar os serviços dos distritos de Iguatemi e Floriano. Ocorre que essas atribuições passaram para a Secretaria de Gestão, Continue lendo ›

Akino

Vice é eleito “prefeito reserva”

Tenho sustentado a ideia de que o vice ao ser eleito com os votos ados ao candidato a prefeito, na verdade é, por ficção jurídica, o prefeito reserva. Como vice não tem poderes e atribuições legais para atuar, basta consultar a lei orgânica de Maringá, por exemplo. Assim com base na Constituição Federal Art. 14 § 5º que não se refere especificamente ao vice-prefeito, também por ficção jurídica entende-se que o vice só pode ser reeleito para um período subsequente, o que nos leva a concluir que Pupin já foi reeleito para um segundo mandato, de prefeito reserva, em 2008 e agora não pode mais.
Se assim não fosse, Silvio II agora poderia ser candidato a vice, por exemplo, mas se o fizer será considerado terceiro mandato. Confesso que não li ou ouvi semelhante interpretação por parte de juristas renomados, inclusive Ministros do TSE e STF, e como não posso fazer uma consulta formal (só deputados, senadores), pediria que algum parlamentar o fizesse. Não tenho dúvidas que a interpretação que faço é lógica, pois se não for assim, Silvio e Pupin, como segundo propaganda eleitoral formam uma dupla afinada administrativamente, poderiam manter o poder por quantos anos quisessem. Pupin fica quatros anos agora, Silvio voltaria em 2016, com Pupin de vice, e assim iriam se revesando enquanto fossem vivos.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Mais jurisprudência, vai vendo, vai vendo

“[…] Vice-prefeito que substituiu o titular nos seis meses anteriores ao pleito. Eleito prefeito no pleito subseqüente. Candidatura à reeleição. Impossibilidade. […]” NE: “Não se distinguem sucessão e substituição. Não há, ainda, interpretação extensiva. A decisão judicial que determinou o retorno ao cargo do titular afastado não tem conseqüência na situação posta”. (Ac. de 14.9.2004 no REspe no 22.538, rel. Min. Luiz Carlos Madeira.)Continue lendo ›

Akino

Qual o cargo mais importante: prefeito, vice ou vereador?

Óbvio que o cargo de prefeito é o mais importante. Vota-se no prefeito e à reboque elege-se o vice. Analisemos: Pupin foi reeleito vice-prefeito em 2008, está, portanto, no seu segundo mandato, e não poderia ser candidato a vice novamente. Nem Silvio II poderia ser candidato a vice. Então como explicar que interpretação do Art.14 § 5º , da Constituição Federal, assim redigido: “O Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os
Prefeitos e quem os houver sucedido, ou substituído no curso do mandatos poderão ser reeleitos para um único período subsequente”, permitiria que ele fosse candidato a prefeito em 2012? Em 2008, tanto ser candidato a prefeito, quanto à vice, e ao optar por ser vice,
esgotou a possibilidade de reeleição. Este trecho: “e que os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos”, especialmente a palavra mandatos, se refere ao plural de presidente de República, governadores (…) e prefeitos, e não, como se quer interpretar, aos dois mandatos
do titular ( no caso os de Silvio II). Se assim fosse o cargo de vice estaria sendo privilegiado, considerado mais importante que o de prefeito.Continue lendo ›

Akino

Analisemos com calma…

…este trecho da Lei 64/90: “Art. 1º São inelegíveis: I – para qualquer cargo :§ 1° Para concorrência a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até 6 (seis) meses antes do pleito. § 2° O Vice-Presidente, o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a outros cargos, preservando os seus mandatos respectivos, desde que, nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito, não tenham sucedido ou substituído o titular”.
Raciocinem comigo, interpretando o texto da lei, acima: Se fosse prefeito, para concorrer a outros cargos, até para vereador, Pupin precisaria renunciar seis meses antes da eleição. Como é vice-prefeito, poderia candidatar-se a outros cargos. O de prefeito é outro cargo. Certo? Continue lendo ›

Eleições 2012

Marco Aurélio 2012 votará como o de 2007?

Em outubro de 2007, o ministro Marco Aurélio Mello deu a mão à palmatória e acompanhou o relator num caso de fundo semelhante ao do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) e sua aparente inelegibilidade. Até então, ele divergia e mantinha o discurso que ele despachou, na decisão monocrática, pró-Pupin, no mês passado. Ou seja, se o ministro seguir o mesmo entendimento que ele teve em 2007, a impugnação do candidato a prefeito de Ricardo Barros e Luiz do Postinho é certa.

Blog

Evandro Junior pede licença

O deputado Evandro Junior (PSDB) licenciou-se da Assembleia Legislativa para se dedicar à campanha de Carlos Roberto Pupin (PP). Ele retorna à Alep após as eleições.
Assim como Umberto Crispim (Meio Ambiente) e Miguel Grillo (Setran), o parlamentar tem sinalização de uma secretaria em caso de vitória do candidatos dos fratelli.

Akino

Quais as atribuições do vice-prefeito?

Para entendermos a situação de Pupin, vejamos suas atribuições, conforme a Lei Orgânica do Município: Art. 55. A competência do vice-prefeito será limitada a: I – cumprir e fazer cumprir, de acordo com as instruções recebidas do prefeito, as leis, resoluções, regulamentos e demais atos da chefia do Executivo Municipal e da Câmara; II – fiscalizar os serviços distritais; III – atender às reclamações das partes e encaminhá-las ao Prefeito, quando se tratar de matéria estranha às suas atribuições ou quando lhes for favorável a decisão proferida; IV – indicar ao prefeito as providências necessárias nos distritos e no território do município; V – prestar contas ao prefeito mensalmente ou quando lhe for solicitado; VI – cumprir missões especiais, quando convocado pelo prefeito para esse fim.
Na prática ele seria o chefe dos administradores distritais de Iguatemi e Floriano, dentro do rol de atribuições de auxiliares do prefeito, mas não se tem noticia de que isto é feito. A rigor a única competência do vice é substituir o prefeito, como consta no art. 46, da Lei Orgânica do Município: O vice-prefeito substitui o prefeito em caso de licença ou impedimento e lhe sucede no caso de vaga ocorrida após a diplomação.
No fundo o vice-prefeito é, numa analogia com o futebol, um reserva que só atua quando o titular não pode jogar. Numa próxima postagem, explicaremos porque Pupin não poderia se candidatar, nestas eleições, nem ao cargo de vereador.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

TSE nega registro de candidato a vice

José Aparecido Macedo, o Cido Pinheiro (PMDB), de Mariluz, teve a sua candidatura a vice-prefeito de Mariluz, indeferida pelo TSE. Ele era vice de Nilson Cardoso de Souza, do PT. Por decisão monocrática, publicada ontem, o ministro Dias Toffoli negou o registro de sua candidatura porque quando ele era presidente do Semae – Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Mariluz -, teve as contas relativas aos anos de 2004 e 2007 desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Paraná, devido à existência de várias irregularidades.

Akino

É jurisprudência desde 2000

Vejam o teor da Resolução 20.587, de 28.03.2000, do TSE, consultado sobre situação análoga à de Pupin: Relator: Nélson Jobim. Ementa: Vice-prefeito. Substituição. Seis meses anteriores às eleições. O vice-prefeito que substitui o titular nos 6 meses anteriores ao pleito fica inelegível para o cargo de prefeito.
Meu comentário: Por esta e outras, entendo que as sanches, digo, chances (estou como este nome na cabeça, depois da licitação de R$ 28 milhões do parque industrial Barros) do quadro ser revertido na TSE e STF são ínfimas, principalmente se os advogados e o MP eleitoral demonstrarem que a última substituição foi fraudulenta, sob o fajuto argumento de que o titular deveria se afastar por 100 dias para participar da Rio+ 20 e logo em seguida ter viajado para o Japão e depois ter ficando na cidade a maior parte do tempo. Na verdade tudo indica que teria sido para para que Pupin se preparasse, ficasse mais conhecido, fazendo campanha antecipada. Ou não seria isso? Barbeiragem jurídica ou esperteza política?
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

Aquecimento para assumir a vice

O médico Durval Francisco dos Santos Filho, que foi usado lançado candidato a prefeito pelo PMDB e tinha dinheiro investido no partido, antes de a sigla ser adquirida pelo condomínio Barros, já foi contatado para ficar de prontidão. Duas fontes do PMDB local garantiram que seus olhos brilharam com a possibilidade de vir a substituir o professor Claudio Ferdinandi, que teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral. Durval, ex-presidente da Unimed e Empresário do Ano em 2007, deve aguardar o resultado do recurso feita pela coligação, mas já entrou em aquecimento para assumir como vice de Carlos Roberto Pupin (PP).
Nisso tudo, porém, há uma condicionante: se também a candidatura de Pupin for impugnada (ele estaria disputando o terceiro mandato, o que é proibido pela legislação), seu substituto seria o também médico Marco Antonio Rocha Loures, presidente do PP local, e neste caso dois médicos numa mesma chapa majoritária é algo que não se cogita.

Akino

Um grupo de quatro

Pupin e Crispim pode ser uma chapa com nome de dupla sertaneja, com Crispim fazendo a segunda, pois a candidatura de Cláudio Ferdinando já era, pelo que senti lendo o acórdão. Mas a dupla poderá ser desfeita, já que o registro de Pupin está na UTI e o quadro é grave, como se diz no jargão médico. Não é mesmo, dr. Heine?
Sem Pupin, como ficaria a a chapa da ‘mudança’? Ulisses abriria mão de uma presidência da Câmara, certa, para arriscar na aventura que é, hoje, ser o candidato de Ricardo Barros? Qual seria o outro nome? Heine Macieira? Rocha Loures? Não vejo.
Falando em dupla,em que faz a primeira e a segunda, achei Pupin desafinando, na entrevista à CBN. No final acho que poderemos ter um quarteto (eu disse quarteto), um grupo de quatro, formado por Ricardo, Pupin, Crispim e John, que poderia chamar-se, ‘quarteto em si’ (eles pensam mais em si, e o povo que ‘si’) lembrando um grupo musical dos anos 70. Acho que muitos, merecidamente, vão ‘si’.
Akino Maringá, colaborador

Eleições 2012

PP defende legitimidade da candidatura

O pedido de impugnação da candidatura do vice-prefeito e prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), apresentado pelo Ministério Público Eleitoral, está baseado no fato de que o vice, quando candidato a prefeito, não poderia assumir seis meses antes do pleito – a lei complementar nº 64, a lei das inelegibilidades, de maio de 1990. A assessoria de Pupin divulgou há pouco texto produzido pela área jurídica que assessora a coligação que defende existir precedentes. A lei fala em vacância do cargo, e o que aconteceu em Maringá foi um mero pedido de licença programado para 100 dias, de mero cunho eleitoral; por isso, desde o final do ano passado, o combinado entre os fratelli era a renúncia, pois, com ela, não haveria discussão e, de fato, vacância efetiva do cargo. De qualquer forma, deverá haver debate, mesmo com recente jurisprudência de que a vacância pode ser temporária. A coligação “A mudança continua” já entra em campo tendo um candidato a prefeito com pedido de impugnação e um vice garantido por liminar. Leia a posição da assessoria jurídica de Pupin sobre a legitimidade da candidatura:Continue lendo ›

Blog

Os vices da campanha

Diz-se que vice (vixe) ou tem dinheiro ou tem voto. Dos oito vices colocados nestas eleições, em Maringá, poucos são os que possuem dinheiro – e possivelmente o mais abastado deles não necessite colocar a mão no bolso, por estar na coligação mais rica -, mas quais são os que têm votos? Melhor: quais os que podem transferir os eventuais votos que possuem?
O nível dos vices parece mediano, mas o que diferencia a todos é que uns integram chapa pura e, outros, atendem demandas que envolvem acordos que, por sua vez, envolvem concessões e, quem sabe?, outros benefícios. Este pode ser um diferencial entre eles.

Eleições 2012

Empresário é o vice de Maria Iraclézia

Favoto
O empresário Francisco Favoto, ex-juiz classista na Junta de Conciliação e Julgamento de Maringá, foi confirmado há pouco candidato a vice-prefeito na chapa de Maria Iraclézia de Araújo, do Democratas. Ele foi presidente do Rotary Clube Maringá – Maringá Velho por duas vezes e já coordenou a Pastoral Familiar da Catedral, tendo integrado o Conselho Deliberativo da Acimn em três, sendo um dos fundadores da Associação de Micro e Pequenas Empresas de Maringá e Região (Micromar), junto com Ercílio Santinoni, diretor-geral da Secretaria de Indústria e Comércio do Paraná. A candidata do DEM confirmou que recebeu vários convites para ser vice,  agradeceu, mas disse que como uma mulher de princípios não poderia mudar “para atender interesses de determinados grupos”.
A participação de Maria Iraclézia na campanha eleitoral é um dos fatos mais importantes da campanha, por ser um nome novo e por dividir a mesma faixa de votos do candidato do PP, que também é da área rural.

Blog

Vice do PP será mesmo do PSDB

A coligação que lançou Carlos Roberto Pupin (PP) a prefeito de Maringá só trabalha com o vice-prefeito sendo do PSDB. Se tivesse um Procon específico, o PP reclamaria, alegando que o PMDB comprado veio com defeito. É que o diretório do PMDB deve sofrer dissolução ainda esta semana; seu destino, para onde irão seus minutos de televisão, é o próximo capítulo da história.
No PSDB, a calma está se assentando, restando apenas escolher um nome. Os homens foram descartados e hoje as chances são de Akemi Nishimori, mulher do deputado Luiz Nishimori, e de Solange, secretária de Wilson de Matos, presidente do PSDB. O deputado estadual Evandro Junior teria fechado apoio a Akemi.

Blog

Vices em aberto

O sábado termina sem que Carlos Roberto Pupin (PP) tenha um vice. Ele prefere que seja mulher e do PSDB, mas Ricardo Barros quer um nome do PMDB. O presidente do PSDB, Wilson de Matos, apresentou uma relação com vários nomes, sendo três de mulheres. Sem consenso, ficou para amanhã a escolha do vice. Da mesma forma, a chapa pura do Democratas deixou para escolher amanhã o vice de Maria Iraclézia de Araújo. O vice de Wilson Quinteiro também não foi escolhido hoje.

Blog

Retrato tucano

Em Maringá, o PSDB, partido do governador Beto Richa, não tem meia chapa de candidato a vereador, tinha um declarado pré-candidato a prefeito e diversos pré-candidatos a vice-prefeito. Com a desistência de Evandro pai e a crença de que Akemi Nishimori não aceitará a incumbência, hoje os vice-prefeitáveis abundam no ninho tucano. Podem ocupar a vaga o ex-promotor Joel Coimbra, o vereador Flavio Vicente e até Tabajara Marques.

Blog

Carlos da Creche será o vice de Soni


O presidente da Câmara de Paiçandu, Carlos Cesar Martins, o Carlos da Creche (PDT), será o candidat0 a vice-prefeito na chapa do vereador maringaense Paulo Soni (PSB), na disputa pela Prefeitura de Paiçandu. O acordo entre os dois foi fechado há pouco. Carlos da Creche, servidor público municipal, foi o mais votado nas eleições de 2008, com 771 votos. A coligação que apoiará Soni deverá ter de quatro a cinco partidos.

Eleições 2012

Cabeça de chapa

Considerada pela maioria dos pré-candidatos a prefeito de Maringá a vice ideal (como escreveu um leitor, tem gente que cortaria um dedo para isso acontecesse), a ex-presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo, busca há dias… um vice. Por enquanto, não tem conversa. Apesar de nunca ter disputado cargo público na vida, ela não abre mão da ser cabeça de chapa, o que tem atrapalhado todas as conversas a respeito de uma aliança política. O problema é que o DEM entrou tarde na disputa.

Blog

Vice do PT

Se a convenção do PSC fosse hoje, o candidato para vice-prefeito de Enio Verri (PT) não seria Sidnei Telles, José Maria dos Santos nem Shinji Gohara. Cresce a possibilidade de o indicado ser um empresário e evangélico.

Verdelírio

Só pressão

Um integrante da equipe do prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Júnior, disse que Luiz Carlos Manzato, do PP, sabe que não tem nenhuma chance disputando a prefeitura, e que afirma ser candidato apenas para fazer pressão tentando garantir o cargo de vice-prefeito na chapa oficial.Continue lendo ›

Blog

Infidelidade partidária faz vice-prefeito perder o cargo

Amanhã vai fazer uma semana que Munhoz de Mello, na micro-região de Maringá, está sem vice-prefeito. O prefeito de Munhoz é Gilmar José Benkendors Silva, que já presidiu a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense. Por decisão da Justiça Eleitoral, atendendo ação do Ministério Público Eleitoral de Astorga, o vice-prefeito Geraldo Gomes, o Gera, perdeu o cargo. Ele trocou o PDT pelo PMDB e em novembro passado o MPE ingressou com ação de perda de cargo eletivo municipal, baseado na Resolução TSE 22.610 (fidelidade partidária). De acordo com a resolução, a perda de cargo eletivo pode ser decretada em decorrência de desfiliação partidária sem justa causa.
Mineiro de nascimento, 46 anos, Gera é agricultor e integrou a coligação “Munhoz de Mello seguindo em frente”, que enfrentou a “União, garra e trabalho” (encabeçada por José Ari Lusvardi, do PP), e que obteve 1.685 votos (66% dos votos válidos), em 2008. O relator no TRE-PR foi Marcelo Malucelli, o julgamento aconteceu no último dia 14 e a decisão foi publicada no último dia 19.