Brasil

Tesoura

De Claudio Humberto:

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) acha que a reforma política deveria cortar um senador por Estado e 21% dos atuais deputados. Como forma de economizar e moralizar o Legislativo.

Voos incluíam o Paraná

O lobista Julio Camargo, delator da Lava Jato, diz que bancou gastos de R$ 2 milhões do ex-ministro José Dirceu com voos em jatinho pelo país. Os custos dos voos, disse o delator, eram abatidos de uma soma de propina que o ex-ministro recebia com origem na Petrobras.
Camargo acrescentou que costumava “anotar” os voos realizados por Dirceu para depois cobrar os custos de viagem. Ele entregou uma planilha com dados de viagens feitas entre 2010 e 2011. Entre os destinos, estão aeroportos em Estados como Minas, Paraná e Bahia. Leia mais.

Governo já cortou quase 800 mil famílias do Bolsa-Família

De Pieter Zalis, na revista Veja:

VejaPrimeiro, chega a “cartinha”. Com carimbo do Ministério do Desenvolvimento Social, ela pede ao beneficiário do Bolsa Família que se apresente na prefeitura da cidade para agendar a visita de um assistente social à sua casa. A partir desse momento, o dinheiro do programa já para de entrar na conta da família. Semanas depois, o assistente social toca a campainha. Prancheta, caneta e almofadinha de carimbo na mão (para os casos em que o beneficiado não sabe escrever), ele faz perguntas sobre cada morador da casa: quem estuda, quem trabalha, quanto ganha. Caso note a presença de uma moto, de uma TV de LED ou de qualquer elemento que destoe do cenário de pobreza obrigatório, indaga quando a família adquiriu o bem e com que recursos. Encerrada a entrevista, pede ao beneficiário que assine o formulário preenchido e encaminha o papel à prefeitura. Feito isso, o resultado é quase sempre o mesmo: adeus, Bolsa Família. Poucos dos que recebem a visita do assistente social conseguem manter o benefício. Continue lendo ›

Bolsa Família sob risco

De Monica Bergamo, que, dizem, tem suas melhores fontes no PT, hoje na Folha de S. Paulo:

Não descarto – Nem mesmo o Bolsa Família, tido até então como intocável, está blindado em meio à crise econômica. Questionado se o programa poderia sofrer cortes, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento, diz que “pode ser que isso venha a ocorrer “. Os gastos previstos para 2016 chegam a R$ 28,8 bilhões.

Não discuto – Barros ressalta, no entanto, que “isso [cortes no Bolsa Família] não foi proposto por mim nem eu ouvi dizer que alguém vai propor. Não quero me antecipar. Seria um desserviço. Antes de qualquer coisa temos que estudar todas as possibilidades, saber o que pode ser cortado. Depois faremos as escolhas. Os líderes de todos os partidos serão consultados”.

Odebrecht na CPI

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
A passagem do empresário Marcelo Odebrecht pela CPI da Petrobras foi um espetáculo deprimente. O doutor, que está preso desde junho, foi tratado como um príncipe que visita súditos. Com plateia tão cordial, tratou o instrumento legal da colaboração com a Justiça com o desprezo da malandragem. Até aí nada de mais, pois a doutora Dilma já informou que “não respeita delator”. Continue lendo ›

‘Maquiagem’ divide opiniões

Reportagem veiculada nesta segunda-feira no telejornal Hoje, da Rede Globo, mostrou o deputado federal Ricardo Barros (PP), relator-geral do orçamento, defendendo o envio de uma proposta orçamentária maquiada para 2016, enquanto o vice-presidente Michel Temer (PMDB) aparece elogiando a transparência do governo em mostrar que haverá déficit.

Brasil pode perder grau de investimento, diz relator

Ricardo BarrosO deputado federal Ricardo Barros (PP), relator do Orçamento de 2016, revelou à Agência Estado que o envio da peça orçamentária prevendo déficit de R$ 30 bilhões em 2016 pode a decisão das agências de avaliação de risco de retirar o grau de investimento do país. Para ele, o governo deveria, sim, ter mandado o orçamento com receitas condicionadas como a nova CPMF, o que poderia ajudar a impedir novamente a revisão da meta fiscal do próximo ano, de 0,7% do PIB.
Barros comentou que, se possível, é preciso discutir um eventual congelamento de reajustes do funcionalismo público – responsável por 20% das despesas. “Não dá para o servidor não sofrer as consequências da crise”, disse ele. Leia mais.

Um rombo de R$ 130 bi

Com direito a chamada de capa, a Folha de S. Paulo fez reportagem sobre o rombo no Orçamento de 2016, com a nova estimativa de crescimento do PIB (abaixo de 0,5%), citando o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP). O rombo é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da LDO.
“Não gosto da ideia, mas acho que o Brasil vai ter que pensar o que é mais nocivo para a sociedade: um pouco mais de carga tributária ou um sinal de que as contas não vão fechar”, disse Barros. “É uma escolha imperfeita, tem que ver como se perde menos”, disse ele.

‘Trem da alegria’ dos cartórios é aprovado em primeiro turno

Deputados2

A Câmara Federal aprovou ontem em primeira discussão uma das propostas de emenda constitucional mais polêmicas dos últimos anos, a PEC que torna definitivamente titulares de cartórios os interinos que não fizeram concurso público. O “trem da alegria” foi aprovado por 333 votos favoráveis, contra 133 votos contrários e vai beneficiar 4.576 dos 13.785 cartórios brasileiros, ocupados por interinos não concursados. O Conselho Nacional de Justiça é contra a PEC, que, se for aprovada pelas duas casas, irá assegurar cargo vitalício para quem exerceu as funções durante o período sem regulamentação, de 1988 a 1994.
Dos deputados federais por Maringá, Luiz Nishimori (PR), Edmar Arruda (PSC) e Enio Verri (PT) votaram a favor; Ricardo Barros (PP) votou contra.

A revelação de Cerveró

Cerveró

De Robson Bonin, na revista Veja deste fim de semana:
No início de 2007, a Petrobras experimentava uma inédita onda de prosperidade estimulada pelas reservas recém-descobertas do pré-sal. O segundo mandato de Lula estava no começo. Com a economia aquecida e o consumo em alta, a ordem era investir. A área internacional da companhia, sob o comando do diretor Nestor Cerveró, aportou bilhões de dólares na compra de navios-sonda que preparariam a Petrobras para a busca do ouro negro em águas profundas. Em março daquele ano, uma operação chamou atenção pela ousadia. Sem discussão prévia com os técnicos e sem licitação, a estatal comprou uma sonda sul-coreana por 616 milhões de dólares. E, ainda mais suspeito, escolheu a desconhecida construtora Schahin para operá-la, pagando mais 1,6 bilhão de dólares pelo serviço. Um negócio espetacular – apenas para a empresa que vendeu a sonda e para a construtora, que tinha escassa expertise no ramo. A Lava-Jato descobriu que, como todos os contratos, esse também não ficou imune ao pagamento de propina a diretores e políticos. O escândalo, entretanto, vai muito mais além. Continue lendo ›

Reformada com dinheiro de propina, casa de Dirceu tem ofurô e TV de 80 polegadas

Casa José Dirceu

De Walter Nunes, na revista Veja:
Da casa original, só sobraram as paredes e o teto. O restante do imóvel de 420 metros quadrados, em um condomínio em Vinhedo, interior de São Paulo, foi posto abaixo. Em seis meses, operários pagos pelo delator Milton Pascowitch reformaram tudo ao gosto do dono do local, o hoje detento José Dirceu. Na suíte reservada ao proprietário, voltada para uma ampla varanda, construíram um ofurô. Na sala de reuniões, instalaram uma mesa de doze lugares e uma TV de 52 polegadas, para videoconferência. Um dos pontos altos da reforma foi a colocação, na sala, de uma tela de vidro de 80 polegadas que reflete as imagens da TV também do lado de quem está na cozinha. Continue lendo ›

Na origem da Lava-Jato

A Band exibiu ontem à noite, em seu noticioso, uma reportagem especial com Hermes Magnus, o homem a partir do qual se deu início a Operação Lava-Jato. Ele tinha negócios com o londrinense José Janene (PP) e circulava com Alberto Youssef. Morando fora do país, ele mantém contato com o blog desde os tempos de disputa com Janene.

A caminho

José Dirceu

Um avião da Polícia Federal acabou de decolar de Brasília em direção a Curitiba, trazendo ao Paraná o ex-ministro José Dirceu. Nos meios políticos a nova prisão do ex-todo-poderoso José Dirceu ligou um alarme; agora, qualquer um pode ser o próximo. Ele deve chegar ao Paraná por volta das 16h. Para se ter uma ideia da apreensão, se o ex-ministro contar tudo estima-se que haverá repercussão também nos meios empresariais da região, onde algumas empresas seriam comandadas por laranjas. Resta aguardar. (Reprodução GloboNews)

A nova prisão de José Dirceu

O ex-ministro e ex-presidente do PT José Dirceu foi preso nesta manhã, agora por conta do envolvimento no Petrolão. O juiz federal Sergio Moro foi quem determinou sua prisão, atendendo o Ministério Público Federal. A notícia foi dada há pouco pela Jovem Pan News.

Zelotes: MF ainda não foi informado sobre os envolvidos

Quatro meses após a deflagração da Operação Zelotes, o Ministério da Fazenda ainda aguarda ser notificado formalmente para punir os envolvidos no esquema de compra de decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. O Carf é uma espécie de tribunal do MF responsável por analisar recursos de contribuintes que foram multados por irregularidades nas informações prestadas à Receita Federal. A informação é de Bruno Lima, do R7.
A Polícia Federal investiga um esquema de pagamento de propina a conselheiros do órgão em troca da redução do valor da multas. De acordo com as investigações, a fraude em processos soma R$ 6 bilhões em multas. Leia mais.

Fase do tudo-ou-nada

De Josias de Souza:
Sitiada por cinco adversários incômodos —a impopularidade, o isolamento, o TCU, a Lava Jato e Eduardo Cunha—, Dilma Rousseff conduz o seu governo para o pantanoso território do tudo-ou-nada. A presidente continua rendida à máxima segundo a qual não se faz uma omelete sem quebrar os ovos. A diferença é que Dilma já não se preocupa em abafar o barulhinho das cascas se quebrando. Tomou gosto pelo crec-crec. Leia mais.

Uma operação republicana

Há pouco o Ministério Público Federal divulgou nota informando que hoje está sendo completada mais uma etapa da investigação da operação Lava Jato voltada à coleta de evidências materiais da prática de delitos contra a administração pública, ordem econômica e de lavagem de dinheiro, bem como a prisão de pessoas implicadas nesses crimes. Estão sendo cumpridos 25 mandados de prisão, 55 mandados de busca e nove mandados de condução coercitiva em 7 estados da federação. “As medidas adotadas nesta sexta-feira possibilitarão o avanço das investigações, abrindo-se a perspectiva de novas diligências. Trata-se de uma operação republicana, em que o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e a Coordenação de Inteligência da Receita Federal buscaram aprofundar as investigações de crimes cometidos contra a Petróleo Brasileiro S.A. Em decorrência das medidas alcançadas hoje, nova fase da operação “Lava Jato” inicia-se, com o apoio e coordenação do Procurador Geral da República”, diz a nota.

De cair o queixo

A continuidade da Operação Lava Jato, a se considerar os nomes dos que estão nos mandatos, justifica a cólica em algumas pessoas. Confira parte da lista:
Mandados de prisão preventiva – Eduardo Hermelino Leite (vice-presidente da Camargo Correa); José Ricardo Nogueira Breghirolli (funcionário da OAS, em São Paulo-SP); Agenor Franklin Magalhães Medeiros (diretor-presidente da Área Internacional da OAS); Sérgio Cunha Mendes (diretor-vice-presidente-executivo da Mendes Junior); Gerson de Mello Almada (vice-presidente da Engevix); Erton Medeiros Fonseca (diretor presidente de Engenharia Industrial da Galvão Engenharia)Continue lendo ›

MPF divulga apoio a servidores da PF

Os procuradores da República membros da força-tarefa do Ministério Público Federal, diante do teor da reportagem “Delegados da Lava Jato exaltam Aécio e atacam PT na rede”, publicada hoje pelo jornal “O Estado de São Paulo”, divulgaram nota reiterando a confiança e o apoio aos delegados, agentes e peritos da Polícia Federal que trabalham nessa operação. “Em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitida, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento. A exploração pública desses comentários carece de qualquer sentido, pois o objetivo de todos os envolvidos nessa operação é apenas o interesse público da persecução penal e o interesse em ver reparado o dano causado ao patrimônio nacional, independentemente de qualquer coloração político-partidária”, diz a nota.

Eles só perdem para a máfia italiana

De Jamil Chade, no Estadão:
Do Brasil às contas de bancos em Genebra ou Zurique. Investigações realizadas pela Polícia Federal Suíça revelam que, hoje, só a máfia italiana movimenta mais dinheiro nas contas secretas na Suíça que o crime organizado brasileiro. Dados oficiais da Polícia Federal Suíça revelam que, em 2013, suspeitas apontam que organizações criminosas brasileiras fizeram transitar mais de R$ 75 milhões (29 milhões de francos suíços) por contas em bancos suíços com o objetivo de lavagem de dinheiro. (…) Os dados revelam que, hoje, os grupos criminosos nacionais usam a praça financeira do país europeu de forma mais intensa até mesmo que a máfia russa ou o crime organizado chinês. Leia mais.

Youssef operava caixa de Janene

http://youtu.be/2XpVlwzPN7c
O doleiro Alberto Youssef admitiu ontem que operava o dinheiro de propina recebida pelo ex-deputado José Janene, filiado ao PP e morto em 2010. Mas, no depoimento, o doleiro não chegou a dizer se tinha conhecimento de que sabia que movimentada verba do mensalão, conforme denúncia do Ministério Público Federal. “O caixa dele [Janene] ficava em minhas mãos”, disse o doleiro ao juiz Sérgio Moro. A informação, de Kelli Kadanus, está na Gazeta do Povo de hoje. Na Folha de Londrina, trecho do depoimento, ele diz que “minha função era administrar os recursos do José Janene. Na verdade, se ele precisava de determinado valor, me pedia e eu disponibilizava. Ou quando ele recebia dinheiro me entregava. Às vezes as contas ficavam positivas, outras vezes negativas. E esta conta também era usada por outras pessoas para receber valores. Era como um caixa, um caixa do Partido Progressista. Mas eu não administrava os recursos destes outros envolvidos, somente do Janene”.

Baú sem fundo

Do Painel, da Folha de S. Paulo:
O doleiro Alberto Youssef não para de falar sobre desvios na Petrobras. Desde a semana passada, seus depoimentos duram em média seis horas por dia.

Terror na veia

De Monica Bergamo, hoje na Folha de S. Paulo:
Donos de algumas das maiores empreiteiras do país citadas no escândalo da Petrobras mandaram o seguinte recado às campanhas de Aécio Neves e de Dilma Rousseff, e também ao mercado financeiro: as investigações podem parar o país em 2015.
Calma, gente – Todas as grandes empreiteiras foram citadas no escândalo: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Elas estão em praticamente todas as grandes obras do país. O argumento para as campanhas é o de que, se consideradas inidôneas, não poderão mais tocar os projetos.Continue lendo ›

Dinheiro para a campanha

A revista Veja desta semana informa que o engenheiro Paulo Roberto Costa, que está preso na Polícia Federal do Paraná e deve ser solto até segunda-feira (usará tornozeleira eletrônica), revelou à Polícia Federal e ao Ministério Público que, em 2010, foi procurado por Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à Presidência. O ex-ministro da Fazenda, que já tinha sido membro do Conselho da Petrobras, precisava, com urgência, de R$ 2 milhões. Leia mais.

Quem serão?

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(Atalizado) A revista Veja deste final de semana trará os nomes dos três governadores, seis senadores, dezenas de deputados e um ministro acusados de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef. Os nomes foram fornecidos pelo ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, que aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada. “Entre eles estãoContinue lendo ›

As notícias do dia


Pesquisa sobre o desempenho de Marina Silva no Jornal Nacional e o otimismo do mercado de juros no Brasil são alguns dos temas do Giro Veja desta sexta-feira. O programa, que estreou no último dia 18, é apresentado pela jornalista paranaense Joice Hasselmann.

Repercute projeto de Edmar Arruda

Sepúlvela Pertence e Edmar Arruda
No final de julho, a TV Câmara veiculou reportagem em que analisa o projeto de lei 6.620/13, do deputado Edmar Arruda (PSC), que permite a dedução do Imposto de Renda das doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIAs), referentes ao ano-calendário anterior, até o limite de 6% na data da entrega da declaração do IR no ano-exercício subsequente. O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (lei 8.069/90), que permite a dedução até o limite de 3%. Para o autor, isso vem gerando um prejuízo para os FIAs nacional, estadual ou municipal. “A proposta oferece uma oportunidade ao cidadão que quer ajudar no atendimento de crianças e adolescentes em todo território nacional”, afirmou Edmar Arruda (na foto com Sepúlveda Pertence). De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

No rádio, Edmar Arruda avalia aprovação do Supersimples

Edmar Arruda
A última notícia do programa A Voz do Brasil de ontem mostrou a avaliação do deputado federal Edmar Arruda (PSC) sobre a aprovação do Supersimples pelo Congresso. Ele explicou que a Lei do Simples foi aperfeiçoada, abrindo possibilidade para que outras categorias econômicas recebessem os benefícios concedidos aos micro e pequenos empreendedores. “Primeiro, porque vai fazer com que aquelas pessoas que estão trabalhando na informalidade possam participar do Supersimples de uma forma tranquila, sem aquela burocracia de uma empresa no sistema normal de apuração de impostos. Então o supersimples abre espaço hoje para advogados, médicos, fisioterapeutas, para os corretores de imóveis, corretores de seguros e muitas outras profissões. O que é um desejo da sociedade. Continue lendo ›

A explicação de Aécio não decola

De Elio Gaspari, hoje em O Globo:
Desde domingo, quando o repórter Lucas Ferraz contou que a Viúva construiu uma pista de pouso asfaltada no município de Cláudio (MG), a seis quilômetros da fazenda centenária do ramo materno da família de Aécio Neves, o candidato tucano à Presidência da República ofereceu explicações insuficientes para satisfazer a curiosidade de uma pessoa que pretenda votar nele em nome do seu compromisso com a gestão e a transparência. Situações desse tipo afloram em campanhas eleitorais e a maneira como os candidatos lidam com elas instrui o julgamento que se faz deles. Leia mais.