Justiça

Foragido

O juiz de direito substituto Robespierre Foureaux Alves, da 1ª Vara de Família e Sucessões de Maringá, deu prazo de 72 horas para o cumprimento de mandato de prisão do fazendeiro Juarez Artur Arantes, que reside no Hotel Deville, por débito alimentar. A prisão se dará por autoridade policial (Polícia Civil); ele é considerado foragido.Continue lendo ›

STF nega habeas corpus
a ex-secretário estadual

Em decisão publicada hoje, o ministro Alexandre de Moraes (foto), do Supremo Tribunal Federal, indeferiu habeas corpus solicitado pelo servidor público estadual Paulino Heitor Mexia, ex-secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da gestão Beto Richa-Cida Borghetti, por conta de crime ambiental cometido na última gestão do PP em Maringá. Continue lendo ›

Habeas corpus

O ministro Alexandre Moraes, do STF, negou liberdade a três homens acusados de furto qualificado em Piracicaba (SP). Eles também integravam uma quadrilha especializada em furtos a interior de veículos com uso de dispositivo eletrônico que impede o trancamento das portas dos veículos e que operavam em Maringá.Continue lendo ›

Estudante que começou pós-graduação antes de se formar tem direito a registro no Crea-PR

O Tribunal Regional Federal da 4° Região confirmou sentença que determinou ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia que fizesse o registro do curso de especialização de uma engenheira sanitarista e ambiental de Mandaguari mesmo que a data de início da pós-graduação tenha sido anterior a conclusão da graduação. A decisão foi proferida no dia 13.Continue lendo ›

Publicidade: juiz revoga liminar

Decisão proferida pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, Frederico Mendes Junior, julgou improcedentes pedidos de mandado de segurança impetrado pela Sol Propaganda Ltda. contra ato da concorrência da publicidade oficial da Prefeitura de Maringá. Assim, foi revogada a liminar que impedia o prosseguimento da licitação, que está em sua fase final.Continue lendo ›

Maringá FC x Londrina EC: juiz condena clube e empresa de deputados por danos emergentes

A Sociedade Esportiva Alvorada Club (atual Maringá Futebol Clube) foi condenada junto com a BB Corretora Ltda., de propriedade do deputado federal Ricardo Barros (PP) e da deputada estadual Maria Victoria Borghetti Barros (PP), a indenizar por danos emergentes individuais torcedores que compraram ingressos para a final do Campeonato Paranaense de 2014 e não conseguiram assistir a partida.

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Justiça determina que deputado devolva recursos de verba de atividade parlamentar

Através de ação civil pública, impetrada pela ONG Vigilantes da Gestão, a justiça determinou a que o deputado estadual Professor Lemos (PT) devolva recursos públicos utilizados irregularmente. O deputado é mais um dos diversos deputados paranaenses que foram alvo de análise nas prestações de contas da chamada “verba de atividade parlamentar”, com gastos de bares e restaurantes.Continue lendo ›

Prefeito, vice e 6 vereadores de Ângulo têm bens bloqueados por causa de diárias irregulares

O prefeito de Ângulo, Rogério Aparecido Bernardo, e o vice-prefeito Alexandre de Sousa Profeta, o Panda, estão entre os 11 vereadores e ex-vereadores daquela cidade que tiveram os bens bloqueados pela juíza Leila Morgana Cian Liuti, da comarca de Santa Fé. A decisão liminar visa a garantir o ressarcimento ao erário de R$ 2.504.939,00, por conta do uso de diárias irregulares.Continue lendo ›

Boca Aberta condenado

Do site Tarobá News:

O deputado federal Emerson Petriv (Pros), conhecido como Boca Aberta, foi condenado a 22 dias de prisão em regime semi-aberto por perturbação do trabalho ou do sossego, como descreve a sentença do juiz Luiz Eduardo Nardi dos juizados especiais criminais. Petriv poderá, no entanto, recorrer da sentença em liberdade. Continue lendo ›

Silvio Barros II e ex-secretários são condenados por enganar donos de terras desapropriadas para o Parque Cidade Industrial de Maringá

O ex-prefeito Silvio Barros II (PP), ex-secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná, foi novamente condenado por improbidade administrativa, em primeira instância, e além de restituir os cofres públicos terá que pagar multa de mais de R$ 500 mil. Ele também teve os direitos políticos suspensos por três anos. Dois ex-secretários de sua segunda gestão como prefeito também foram condenados.

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