Busca: Gianoto

Akino

A cidade pode estar sendo saqueada 1

A aplicação de cerca de R$ 42 milhões neste novo parque industrial, depois das conversas suspeitíssimas entre o secretário licenciado de Beto Richa e um municipal, de Fazenda, pode ser a conclusão de um dos maiores saques dos cofres públicos, superior ao que aconteceu na gestão Gianoto/Paulicchi.
Quem garante que esta licitação ganha pela Sanches Tripoloni, com valor de R$ 27.998.489,10 (vejam o detalhe, quase R$ 28 milhões), não tem um superfaturamento de pelo menos R$ 8 milhões? Por que investir tanto dinheiro num momento de crise, basicamente para abrigar empresas já instaladas em Maringá? Por que Ricardo Barros, tem tanto interesse? Por ele pressionou quem não queria vender seus imóveis? A conversa dele com o secretário Leopoldo é um confissão de tem coisa errada. É preciso suspender esta licitação e as a instalação deste parque.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Não seria prevaricação?

Tenho a informação de que o prefeito Silvio II, o vice Pupin, quando em exercício, e o procurador jurídico foram intimados diversas vezes para que executem a sentença sobre bens de Paulichi e Jairo Gianoto, que estão bloqueados, e nenhuma providência foi tomada. O Ministério Público Federal teria proposto o leilão de um apartamento de Paulichi, em Curitiba, e a Prefeitura informou que tinha alugado, e por esta razão pediu para que o leilão fosse efetivado. Este é só um exemplo, há outros bens bloqueados esperando ação da administração. Por que que não tomam providência? Será que não querem recuperar o dinheiro? Isto seria prevaricação?
Esta denúncia é da maior gravidade. Gostaria que o candidato Wilson Quinteiro, que parece ser o único candidato que pretende ir fundo em questões nebulosas, envolvendo denúncias contra a atual adminstação, apurasse a veracidade da informação. Que os vereadores Humberto, Marly, Mário Verri e dr. Manoel requeressem informações. Que o MP, através do dr. Cruz ‘checasse’.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Oposição, inócua, fraca, ineficaz?

Li no site do Paulo Vergueiro e reproduzo: “Antes de qualquer outra coisa, porque não tem identidade. Não dá para o eleitor dizer “ela é assim” ou “assado”. A chamada oposição senta-se a mesa cotidianamente e faz companhia a situação, faz oito anos. Interagem como parceiros. Os motivos são diversos; vão desde a necessidade de manter-se “vivo” na mídia até os mais íntimos e talvez impublicáveis interesses. O que se constata com mais certeza de errar menos é de que, cabe ao “peão de política” o serviço sujo de brigar em defesa de siglas que em verdade não expressam sentimento algum no eleitor a não ser o da indiferença. Leia mais.
Meu comentário (Akino): Se o Vergueiro estiver certo, e pode estar, só nos resta confiar na possibilidade de Pupin fazer o que prometeu para o Zago,Continue lendo ›

Justiça

Sucessores em ação

O desembargador Xisto Pereira, do Tribunal de Justiça do Paraná, atendeu o Ministério Público e determinou a citação dos sucessores do ex-secretário Luís Antonio Paolicchi, assassinado no ano passado, a fim de ocuparem o pólo passivo da ação civil pública que tramitou na 1ª Vara Cível e cuja apelação está na 5ª Câmara Cível do TJ-PR. Integram a ação Jairo Gianoto, Neusa Gianoto, Rosimeire Castelhano Barbosa, Jorge Aparecido Sossai, José Rodrigues Borba, Alberto Youssef, Jorge Sanches Ouverney, Luiz Alfredo da Cunha Bernardo e Luiz Alfredo da Cunha Bernardo. Os sucessores do falecido são Marino Paolicchi e Thereza Beloso Paolicchi.

Akino

“Escândalo escandaloso”

Li em O Diário, na internet, e reproduzo: “Logo após denúncias envolvendo seu nome, o secretário estadual de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, anunciou que pretende tirar férias. A decisão, no entanto, não teria relação com os últimos acontecimentos. De acordo com nota enviada por sua assessoria de imprensa, ele pretende “se dedicar às campanhas eleitorais”. ( …) O escândalo envolvendo o nome de Barros se tornou pública após a divulgação de uma escuta telefônica entre ele e o secretário de Finanças da Prefeitura, Leopoldo Fiewski. Conforme o MP, a conversa indica um suposto esquema para orientar o resultado da licitação para contratação de uma empresa de publicidade.”
Meu comentário (Akino): O surpreendente é que também O Diário, ao contrário da quase totalidade da imprensa local, considera o caso um escândalo. O verbo escandalizar, no dicionário informal, significa: Ato de ferir normas de conduta moral ou legal. Há quem diga que seja comparável ao caso Paulicchi/Gianoto, em nível local, mas que pode chegar, guardadas as proporções, à dimensão do Cachoeira, do mensalão e outros de grande repercussão nacional. É, como diria o povo mais simples, boa parte da audiência do Pinga Fogo, ‘boca escura’,’ fogo no boné do guarda’, um ‘escândalo escandaloso’.
Akino Maringá, colaborador

Escândalo em Maringá

Experiência com crises

O prefeito em exercício, Carlos Roberto Pupin (PP), tem experiência com crises político-partidárias. Esta que seu coordenador-geral de campanha passa é apenas uma delas. Ele ingressou e presidiu o PST enfrentando a oposição de um grupo (do qual fazia parte Paulo Mantovani, por exemplo); depois, quando presidia o PRN, viu o grande nome do partido, Fernando Collor de Mello, ser cassado; quando era tucano, viu o então prefeito Jairo Gianoto ser obrigado a deixar a prefeitura, igualmente acusado de coisa errada. Só no PDT não viveu crise, a não ser o fato de o partido nunca mais ter conseguido eleger um vereador na Câmara de Maringá.

Escândalo em Maringá

“Não me deixem só”

O capo Ricardo Barros, depois de repetir a estratégia de Jairo Gianoto, agora imita Collor de Mello: está convidando todos os chegados, os mais chegados e os não tão chegados assim para acompanhar a entrevista coletiva às 16h30 no escritório político de sua mulher, a deputada federal Cida Borghetti (PP). A ideia é passar firmeza e apoio neste momento crítico de sua carreira política, só superado pelo episódio da fuga pela janela, ao fim de seu governo, e pelo medo de subir no palanque do desfile de 7 de Setembro com medo da Operação Campo Fértil, que precedeu o mensalão e a vice-liderança do governo Lula.
Karl Marx já dizia que a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. “Não me deixem só” foi a frase usada pelo ex-presidente, que encheu as burras da administração Barros (89-92) com recursos federais, quando via seu poder (oxigênio para alguns) indo embora.

Akino

Desvio de recursos públicos em Maringá

Gostaria de perguntar a todos os candidatos, especialmente ao Pupin, qual a estimativa, que cada um faz, do desvio de recursos públicos ocorrido nos últimos 7 anos em meio, em Maringá. Por desvios entendamos superfaturamentos, compras desnecessárias, pagamentos indevidos, manutenção de comissionados sem função, despesas com viagens desnecessárias,enfim tudo aquilo que qualquer pessoa de bom senso não faria com o próprio dinheiro. Oficialmente foram apenas R$ 1,1 milhão da saúde, em que a única acusada faleceu, levando a culpa sozinha, mas certamente foi muito mais.
Por exemplo: Continue lendo ›

Justiça

Exceção de suspeição

A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça negou recurso apresentado pela Engedelp Construções Civis e Incorporações Ltda., em decisão do último dia 4, publicada hoje. Assim, foi mantida decisão da 1ª Vara Cível, que rejeitou exceção de suspeição do perito nomeado pelo juízo nos autos de exceção de suspeição, anexos aos autos de ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual contra o ex-prefeito Jairo Morais Gianoto e ex-assessores.

Blog

O patinho feio

Poucos talvez se recordem, mas o primeiro presidente do PST em Maringá foi o empresário Francisco Favotto – ex-juiz classista, importante apoiador da eleição de Jairo Gianoto e hoje vice na chapa de Maria Iraclézia (DEM). Ele foi indicado por Preis, que detinha o controle do partido na região. Quando Favotto deixou o PST, no início dos anos 90, para assumir vaga na Junta de Conciliação e Julgamento, seu cargo foi ocupado por Carlos Roberto Pupin, que apesar de nunca ter disputado eleição presidiu e foi filiado a vários partidos políticos, como o PRN (o partido de Collor), PSDB, PDT e PP.
O PST, aliás, é um patinho feio: virou PP, que virou PPB e que voltou a ser PP, mas não é citado nas biografias de Pupin nem de Favotto.

Blog

Dívida pública oficial é de 447,4 milhões

Em abril, a dívida pública de Maringá chegou a R$ 447.417.724,76 – R$ 7.257.474,26 a mais que no mês anterior, segundo o Banco Central. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional. Em novembro do ano passado o município venceu pendenga com a Caixa Econômica Federal e aguarda desde então a redução do valor da dívida, o que ainda não aconteceu. O município contestava o valor desde a gestão Jairo Gianoto.

Eleições 2012

Tempos do Collor

Solange Lopes (PSDB), a candidata a vice preferida de Ricardo Barros (PP), Wilson Matos e Carlos Roberto Pupin, tem afinidade política com o candidato a prefeito do PP. Ela foi uma das apoiadoras da candidatura de Fernando Collor de Mello em Maringá, em 1989; Pupin presidiu o PRN, partido do ex-presidente e hoje senador alagoano. Aliás, fotografias de Pupin com Collor, PC Farias, Jairo Gianoto (ele também foi tucano) e o próprio Barros, à beira de um escândalo, circularão muito pelas redes sociais nesta campanha.

Eleições 2012

TCE divulga lista dos “contas sujas”

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná disponibilizou hoje a relação dos responsáveis que tiveram suas contas julgadas irregulares nos oito anos imediatamente anteriores à realização de cada eleição. A lista é entregue à Justiça Eleitoral, para efeito de inelegibilidade. De Maringá não há nenhum nome novo, em relação à lista das últimas eleições. Estão na lista Alaor Alvim Pereira (Banestado), Claudemir Romancini (Maringá Previdência/PSol), Claudia Regina da Costa (Maringá Vôlei Club), Cláudio Ferdinandi (Cesumar/PMDB), Diógenes Aparício Garcia Cortez (Fundação Araucária), Ivanor Nunes do Prado (Fadec), Jairo Gianoto (quatro assuntos), José Eudes Januário (Saop), Luiz Sergio Amazonas Gomes Mulinari (FDE), Maria José Conceição Maninha (Associação da Conferência da Confederação Parlamentar das Américas), Nehemias Curvelo Pereira (Fadec), Telma Maranho Gomes (FDSM), Valdécio de Souza Barbosa (Saop) e Victor Hugo Marmelo dos Passos (Apae). Confira a lista completa aqui.
PS – O Paçoca com Cebola levantou erros na lista.

Blog

Popularidade em alta

Jairo Gianoto
Até pouco antes de ser detonado da vida pública pelas denúncias de malversação de dinheiro público dos cofres da Prefeitura de Maringá, o então prefeito Jairo Gianoto (1997-200) era extremamente popular, sua administração tinha alta aprovação e ele e até liderava pesquisas na campanha de 2000 (a manchete de O Diário no dia das eleições dizia que Gianoto e Cida Borghetti estariam no segundo turno, embora tenham ido José Cláudio e dr. Batista). Acima, ele posa para fotografia junto a crianças, num 7 de Setembro.

Blog

Arquivo tucano

Guerlles, Celestino, Gianoto e Pupin
Nos bons tempos do PSDB maringaense: Walter Guerlles, Osvaldo Celestino, Jairo Gianoto e Carlos Roberto Pupin. Guerlles hoje é chefe de Gabinete e secretário de Esportes de Pupin, neste mandato tampão.

Blog

Definido o comando de campanha de Pupin

Ontem definiu-se a equipe que fará a campanha do vice-prefeito Pupin, um homem cercado de Barros por todos os lados. Ficou assim: seu plano de governo será feito por SM Silvio Barros II; a coordenação política pelo capo Ricardo Barros (que, embora tenha prometido cair fora do governo Richa em fevereiro passado, ainda não o fez); a parte de marketing e mídia será feita pela deputada federal Cida Borghetti. A campanha de Pupin ainda terá um quarto elemento: o Hamilton Cardoso, ex-secretário de Serviços Públicos de Jairo Gianoto, que cuidará dos candidatos a vereador de todos os partidos que integram o condomínio partidário da família.
Ao entregar seu plano de governo a Silvio II, Pupin sinaliza que fará o que o que a família Barros mandar, mesmo que isso envolva outro tipo de renúncia – às próprias convicções.

Akino

Muita emoção

Ao falar na discussão do projeto de concedeu licença de 100 dias para Silvio II, o vereador Humberto Henrique lembrou que o único prefeito que havia usado o artigo da Lei Orgânica que permite este tipo de licença foi Jairo Gianoto, quando estourou o escândalo no final da sua administração, dizendo que vê semelhanças entre a atual e aquela.
Falando em seguida, o líder, vereador médico Heine Macieira, depois de uma defesa e justificativas da licença, tão convincentes como explicar ‘batom na cueca’, finalizou se dizendo indignado, e com a voz embargada pela emoção disse que não admitia comparar a a atual administração à de Jairo Gianoto. Por pouco, lágrimas não rolaram. Eu, que assistia pela internet, lembrei de quanta injustiça se faz com Paolicchi e Jairo, que são acusados de serem os maiores corruptos que esta cidade já conheceu.
Outro fato emocionante foi o vereador John dizer que, antes que digam que ele defende Ricardo e Silvio, por interesse, o PMDB tem candidato, que é o médico Durval dos Santos. Confesso que me segurei para não chorar.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Paolicchi continua no PMDB


O ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luis Antonio Paolicchi, assassinado no ano passado, continua filiado ao PMDB presidido por Umberto Crispim de Araújo. O partido, que se orgulha de ser o maior de Maringá, há tempos não atualiza seu quadro de filiados. O nome de Paolicchi aparece na listagem mais recente, cujo prazo de envio terminou ontem; a lista será atualizada, agora, somente em outubro.
PS – Na campanha eleitoral de 2000, quando o governador Requião detonou em praça pública o chamado esquema Paolicchi, que desviou milhões de reais junto com o então prefeito Jairo Gianoto, ele esqueceu de pedir ao seu partido que desse exemplo e expulsasse o então secretário. Ficou filiado até a morte.

Blog

Quem com ferro fere…

Os fratelli Barros estão vivendo, em relação às obras federais em Maringá (as de rebaixamento da linha férrea paralisadas por ordem do STJ e as do Contorno Norte emperradas devido à burocracia federal), uma situação que seus adversários já sofreram no passado. Trocando em miúdos, pagam na mesma moeda. O irmão mais novo, secretário de Beto Richa, quando deputado federal, na época em que Said Ferreira era prefeito, pressionou (há quem use “ameaçou”) o superintendente da Rede Ferroviária Federal no Paraná para que não deixasse a obra andar, para prejudicar politicamente seus adversários.
Conhecido nas gestões Gianoto (à exceção do Hospital Regional/Municipal, quando tinha um terço de interesses), Said, José Cláudio e João Ivo por ser um deputado “empata-obras”, Barros usava do cargo de vice-líder de FHC para atrasar e até evitar o envio de recursos federais para Maringá. “Ele nunca pensou coletivamente”, já dizia o finado José Cláudio.

Blog

Título mais longo

O site da Prefeitura de Maringá confirma que os fratelli deram início à pré-campanha do vice, Carlos Roberto Pupin. Título de um release, colocado ontem: “Silvio Barros e Roberto Pupin entregam mais um compromisso de campanha com presença de governador”. Os títulos a partir de agora ficarão mais longos, com a inclusão de prefeito e vice no cabeçalho, mas nada novo; na época de Jairo Gianoto, era obrigatório o nome do prefeito no primeiro parágrafo.

Akino

Vai faltar vaga no inferno

Procurem mais e vocês acharão. Todas as secretarias tem a banda podre, com funcionários de carreira, CCs, assessores, secretários, diretores. Claro tem os que tentam ser sério. Procurem saber se a corrupção dessa administração e igual ou maior que o da administração do Gianoto. Basta investigar alguns secretários. Lá na prefeitura, o Ministério Público teria muito que investigar, basta procurar. Procurem saber quem ganha a maioria dos contratos e os beneficios que ganham do município. O SBII não é tão inocente com quer ser. Ele sabe de tudo e nada faz. (Comentário de leitor na postagem “Sai a verdade, entra a mentira”)
Meu comentário: Fico impressionado com a anestesia da maioria da população de Maringá, que acha que tudo está certo. Muitos são capazes de se impressionar com as notícias de afastamento de 26 servidores e achar que é um prova de intolerância com a corrupção e desvios. Vejam o caso da Urbamar. Há informações que através dela empreiteiros pagam comissões e quem receberia seria uma pessoa que estava internada, ou ainda está. Estão tentando limpar os cofres. Compra de terreno para parque industrial, que seria via Urbamar? Trincheira em Iguatemi, numa BR, obra que deveria ser federal? Mais de R$ 3 milhões para reforma da praça da catedral (o projeto feito por um ex-CC, que só com isso ganhou o equivalente a mais de 4 anos como CC). E o prefeito sabe que terá que prestar contas a Deus. Se ele é mesmo justo, acho que faltarão vagas no inferno, como faltam nas creches, hospitais etc.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Sai a verdade, entra a mentira

A propósito da postagem acima, do Akino: dia 25 de janeiro o blog publicou sobre o zunzum do afastamento de servidores; no último dia 2, mais detalhes, que levaram os jornais a corrrer atrás da matéria. Nas duas postagens a informação é a mesma: quem apontou a irregularidade foi o Ministério Público. A administração dos fatelli, como sempre, estava convivendo com a malandragem dentro do mesmo prédio e, cá entre nós, a conversa sobre ela era antiga e nunca esboçaram vontade de apurar. Áulicos da administração, bancados pela publicidade que sai de lá, tentaram o mesmo o jogo da época de Gianoto: inverte-se a verdade, coloca-se a mentira em seu lugar. Para efeitos de mídia (afinal, são R$ 7,5 milhões…), quem tenta punir os sacanas é  o prefeito mais processado da história de Maringá.

Justiça

Superfaturamento: STJ dá liminar

O presidente do STJ, Ari Pargendler, em janeiro passado, concedeu liminar para atribuir efeito suspensivo aos recursos especiais da DM Construtora de Obras  Ltda. e Darci Mário Fantin, até que o relator retorne de férias e possa firmar um juízo a respeito. A decisão, publicada hoje, refere-se a condenação resultante de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual contra o município de Maringá (em 92, o famigerado último ano da gestão Ricardo Barros, hoje secretário de Beto Richa, e retomado por Jairo Gianoto, no final daquela década), que pediu anulação de três aditivos ao contrato de obra nº 043/92 firmado pelo extinto Saop, reconhecendo a existência de superfaturamento no preço da obra e o desvio de recursos pertencentes ao Fundo Municipal de Saúde de Maringá (construção do Hospital Regional de Maringá, hoje Hospital Municipal). Continue lendo ›

Verdelírio

Silvinho Alves

Amigos do prefeito Silvio Magalhães Barros II, e mesmo integrantes de sua equipe, acham que “se ele renunciar o mandato vai um Marquinhos Alves, se liquidando politicamente”, numa referência a Marquinhos Alves que eleito vice-prefeito de Jairo Gianoto, renunciou para continuar deputado estadual.Continue lendo ›

Akino

Maringá tem 71% de alienados politicamente?

A aprovação da segunda gestão do prefeito Silvio Barros II, de acordo com levantamento da Paraná Pesquisas, chega a 71%. Seria a maior aprovação dentre os prefeitos pesquisados pela empresa para a Gazeta do Povo.

Podemos concluir que Maringá tem 71% de alienados politicamente, de pessoas que não acompanham o que acontece nos bastidores das votações de projetos em regime de urgência na Câmara, das ‘negociações’ que são feitas. Qual era a aprovação de Jairo Gianoto, a esta altura do seu mandato? Provavelmente algo parecido, impulsionada pela imprensa. Na minha opinião, a administração atual é muito parecida com aquela.

Akino Maringá, colaborador