Busca: Gianoto

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Ligações com Maringá

Evento realizado ontem à noite em Curitiba colocou lado a lado secretário de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB), o de Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), e o do Trabalho, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB). Em 2000, Romanelli, cabeça mais brilhante dos três, trabalhou na coordenação de campanha de Silvio Name Junior e deu sua ajuda para derrubar do poder o esquema Gianoto-Paolicchi.

(Foto: Osvaldo Ribeiro/AENotícias)

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Dívida de Maringá cresceu R$ 6,6 milhões em abril

A dívida do município de Maringá junto ao Tesouro Nacional e ao Sistema Financeiro Nacional cresceu R$ 6.692.058,38 em abril último, fazendo os juros ultrapassarem os R$ 23 milhões somente nos quatro primeiros meses do ano. As informações são do Banco Central e se referem à dívida contratual interna, não incluindo a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS.
Em abril, a dívida da administração direta do município chegou a R$ 360.025.996,89 e outros R$ 2.966.726,13 da administração indireta, totalizando R$ 362.992.723,02. O valor foi levantado pelo Bacen junto a instituições financeiras cadastradas no Cadip – Sistema de Registro de Operações de Crédito com o Setor Público. Quando o prefeito Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em janeiro de 2005, a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. A dívida é, proporcionalmente, uma das maiores do país e o município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.
A dívida pública de Curitiba em abril foi de R$ 403.984.885,10; a de Londrina, R$ 302.187.050,19; Cascavel, R$ 30.643.421,61; Ponta Grossa, R$ 29.254.845,39; Campo Mourão, R$ 5.971.064,32; Paranavaí, R$ 11.755.026,10; Astorga, R$ 2.143.979,54; Mandaguari, R$ 3.499.379,07; Mandaguaçu, R$ 1.720.657,77; Umuarama R$ 32.731.438,97; Nova Esperança, R$ 3.188.042,19; Sarandi, R$ 5.78.363,28; e Paiçandu, R$ 2.226.771,48.

Geral

Giro

Um – Motociclista morre atropelado na entrada de Iguatemi.
Dois – Lauro Barbosa e a saudade de Gianoto no Olímpico.
Três – Cacau Colucci, a Linda Rosa da Escolinha do Gugu, vem a Maringá em julho.
Quatro – Incêndio mata animais em pet shop de Maringá.
Cinco – Motorista de Sarandi é preso com 10 kg de crack em Guaíra.
Seis – Maringaenses candidatos a conselheiro do TC serão ouvidos na quinta.

Akino

Mais denúncias?

Verdelírio Barbosa informa em sua coluna que teremos mais denúncias contra membros da equipe de Sílvio II, mas não podemos esquecer as já existentes, como a Central de Veículos, esquemão de lavagem de carros, compras de kits escolares na Seduc, cadeiras para o Chico Neto, painéis informativos na Setran, desvios de recursos na saúde, doações e permutas de terrenos (Almenara)  e outros que me esqueço no momento.
Já pensaram se O Diário resolvesse fazer com algumas dessas denúncias, as mais cabeludas, o que fez visando a reabertura do Parque Ingá? Se o Pinga Fogo fosse sensacionalista e contasse tudo na linguagem do povo? Acho que Barbosa Neto, Jairo Gianoto e Belinati viriam consolar os Barros.

Akino Maringá, colaborador

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Permuta saiu no final de 2000

A permuta dos terrenos que teria sido lesiva ao erário foi feita no final de 2000, quando era prefeito de Maringá o vereador João Alves Correa (PMDB), que assumiu o Executivo com o afastamento de Jairo Gianoto, acusado de desvio de dinheiro público. Pela Argus, negociou com o município o hoje deputado estadual e presidente estadual do PT, Enio Verri, que seis dias depois assumiu a Secretaria de Fazenda, na gestão José Cláudio Pereira Neto, e, nesta condição, fez o pagamento à empresa que representava.

O negócio serviu para reforçar a ligação entre o petista e o peemedebista, que, assim como fez para deputado estadual, apoiará Verri a prefeito em 2012.

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Tem muito pra acontecer

O Ministério Público de Maringá estaria levantando todas as permutas de imóveis envolvendo o município. Uma, com certeza, envolve inclusive parentes do prefeito Silvio Barros II (PP). Outra, envolveria um secretário municipal. Indiretamente, envolveria todos os vereadores que aprovaram os projetos permitindo as trocas nas quais o município saiu perdendo.

Ao puxar outras permutas o MP teria encontrado, inclusive, algo muito suspeito acontecido no período pós-Gianoto, naquele interregno entre sua saída e o final do ano, em que o prefeito foi o hoje vereador João Alves Correa (PMDB). Ele teria atendido um pedido do então futuro secretário de Fazenda do município e hoje deputado estadual Enio Verri (PT), numa permuta que beneficiou um conhecido empresário maringaense que tem tentáculos estaduais. Comenta-se que vai sobrar para todos.

Maringá

Juros da dívida passam de R$ 16 milhões em três meses

A dívida pública do município de Maringá cresceu R$ 16.678.879,26 nos três primeiros meses deste ano, de acordo com o novo boletim do Banco Central. Em março, os juros chegaram a R$ 5.953.994,94, totalizando uma dívida de R$ 356.274.667,75. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em  a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. O município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.

Para se ter uma ideia: a dívida pública de Curitiba é de R$ 403.504.366,99; a de Londrina, R$ 302.962.520,30; a de Cascavel, R$ 28.598.271,89; e de Ponta Grossa, R$ 27.920.009,98.

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O triste papel do líder

Líder do prefeito, o vereador Heine Macieira (que, com toda sua simpatia, vai acabar entrando para o Guinness) ocupou a tribuna da Câmara de Maringá ontem para, durante longos minutos, defender o indefensável – o estado da saúde pública na cidade, incluindo o descarte de medicamentos dentro do prazo de validade por causa de dinheiro do SUS. Falou, falou e falou, e não disse nada.

Quer dizer, ele admitiu que desde a gestão Jairo Gianoto a situação de acondicionamento de remédios é irregular em Maringá. Ex-secretário de Saúde, foi uma admissão de culpa e de incompetência. A Promotoria da Saúde nesses anos todos, pelo jeito, não sabia.

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Dívida pública de Maringá passa dos R$ 350 milhões

Nos dois primeiros meses do ano, a dívida pública do município de Maringá cresceu R$ 10.724.884,32, segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil. Em fevereiro, foram R$ 5.325.501,94 a mais que em janeiro, fechando em R$ 350.320.672,81, proporcionalmente, uma das maiores do país. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras.
Quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, em janeiro de 2005, a dívida pública de Maringá era de R$ 150.582.147,35. O município discute judicialmente o valor da dívida desde a gestão Gianoto.

Midia

Nota emprestada

Depois de questionar da Prefeitura de Sarandi transparência sobre a aplicação de R$ 355 mil com publicidade em seis meses do ano passado, Hilário Gomes contou em seu blog: na gestão Gianoto, sua empresa, a Editora Fora do Contexto, apareceu na relação dos de comunicação órgãos beneficiados com o valor de R$ 500,00. “Esta nota foi emprestada na época ao atual prefeito Carlos de Paula, para recebimento de uma pendência de seu programa [de televisão]”, explicou.

Verdelírio

O livro que assustou a turma

Estão sendo distribuídos panfletos de propaganda do livro Nada a Declarar- a roubalheira na Prefeitura de Maringá. Como não traz maiores detalhes, houve pavoramento na Prefeitura. Trata-se de um livro do escritor José Hilário lançado em 2000 e conta o que aconteceu na administração Jairo Gianoto.Continue lendo ›

Maringá

Dívida pública cresceu R$ 5,3 milhões em janeiro

Em janeiro, a dívida pública do município de Maringá chegou a R$ 345.028.444,74, de acordo com informação disponibilizada pelo Banco Central do Brasil. O valor refere-se à dívida contratual interna junto ao Tesouro Nacional e ao sistema financeiro nacional, de acordo com as nstituições financeiras cadastradas no Cadip – sistema de registro de operações de crédito com o setor público – e não inclui informações para a dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. O endividamento de Maringá cresceu nos primeiros 30 dias deste ano R$ 5.399.382,38 – ou seja, R$ 608.527,91 a mais que o registrado no último mês do ano passado. A dívida representa cerca de R$ 1.390,00 para cada eleitor da cidade.
Em janeiro de 2005, quando Silvio Barros II assumiu a prefeitura, a dívida era de R$ 150.582.147,35. O município briga judicialmente contra o valor da dívida desde a gestão Jairo Gianoto.

Justiça

Funrebom: TJ-PR nega recurso do MP

O Tribunal de Justiça do Paraná manteve a improcedência de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público contra os ex-prefeitos Said Ferreira e Jairo Gianoto, os ex-secretários Luis Paolicchi e Osmar Bento Zaninello e o ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Wilson Afonso Enes. Eles eram acusados de terem contratado um funileiro por cinco anos, sem concurso público, com dinheiro do Funrebom. O  juiz William Artur Pussi, da 3ª Vara Cível da comarca de Maringá, julgou improcedente improcedente a ação, ajuizada em 2002, em fevereiro do ano passado; em fevereiro deste ano, a 5ª Câmara Cível negou apelação cível do MP e no último dia 22 negou os embargos de declaração.

Akino

Aos funcionários de carreira da PMM

Lembrem do caso de dois funcionários envolvidos no esquema Gianoto/Paulicchi, se não me engano, seus primeiros nomes são Jorge e Rosimeire. Vejam o que sofreram e ainda estão sofrendo. Abram a boca o quanto antes, denunciem para o MP, usem o beneficio da delação premiada, se for o caso. Não queiram segurar a bucha. Sabemos que alguns até têm sua parcela de culpa, mas não vale a pena serem bodes expiatórios. Não esperem a casa cair totalmente. O império está ruindo aos poucos. A qualquer momento podemos ter um tsunami.

Akino Maringá, colaborador

Maringá

Um viaduto ecológico

O Viaduto Centenário Ernesto Pedriali, em Maringá, é um verdadeiro viaduto ecológico, observa um leitor. Mato e uma espécie de samambaia dão um visual interessante à obra, construída na gestão Gianoto. “Ter uma Mercedes-Benz é uma beleza, o duro é manutenção” , frisa.

Blog

Um pequeno passo, mas um avanço

Não há dúvidas de que houve uma perceptível mudança no Observatório Social de Maringá em relação à administração Barros, a julgar pelo relatório apresentado ontem. É quase tardio, um pequeno passo, na fase final de um segundo mandato tão pródigo em escândalos quanto o primeiro, mas não deixa de ser um avanço quando se compara as gestões Ariovaldo Costa Paulo e Carlos Anselmo Corrêa. O levantamento, que deixou o secretário Bovo numa saia justa (o nervosismo dele na entrevista à CBN é de doer), abre caminho para que o Ministério Público acabe encontrando peças – olhaí – que faltam em outros procedimentos que investigam denúncias de irregularidades na gestão Silvio II, gestão que transforma a dupla Gianoto/Paolicchi em amadores.
Agora é esperar que o OSM, na sua busca de transparência, disponibilize todo o relatório em sua página na internet, para que possamos saciar nossa curiosidade. Por exemplo, saber quem é o autor da mudança na lei 335/99 (procurei no site da câmara e não encontrei) que tira dos loteadores – esses grandes financiadores de campanhas políticas – a responsabilidade da construção de calçadas em Maringá.

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Carlos Alberto na Comem?

Enquanto as nomeações para cargos estaduais andam a passos de tartaruga (Miro Falkemback, por exemplo, assumiu o ParanaCidade, mas a nomeação ainda não foi publicada), parece pintar novidade no horizonte: Carlos Alberto de Souza (PSDB) foi convidado a assumir a Coordenação da Região Metropolitana de Maringá.

Fundador do PSDB paranaense, ele foi um dos coordenadores da campanha
do José Richa ao governo em 1990, membro da executiva estadual do PSDB do Paraná por quase 10 anos e um dos responsáveis pela limpeza do PSDB em 1992, quando o partido expulsou vários deputados estaduais que faziam da sigla um balcão de negócios. Carlos Alberto também foi um dos coordenadores da eleição de Jairo Gianoto e responsável pela implantação do Orçamento Popular, descaracterizado pelo PT, além de ter sido o primeiro coordenador do Programa Saúde da Família de Maringá, quando foram constituídas 57 equipes. O convite teria sido feito por membro do alto tucanato do estado.

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Enquete

Tem pergunta nova. A última foi: “Qual a administração mais envolvida em escândalos?” e apontou o seguinte resultado: Jairo Gianoto 38.65%; Silvio Barros II 61.35%.

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A visita e o adiamento do julgamento

Para quem não viu a atualização da postagem do dia 2: o julgamento do recurso do ex-prefeito Ricardo Barros e de seus ex-secretários no escandaloso caso da Aeroservice não aconteceu nesta quinta-feira, como esperado. Na tarde do mesmo dia em que o atual secretário de Indústria e Comércio do Paraná visitou o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Miguel Kfouri Neto (que já trabalhou em Maringá), oficialmente para falar de política fiscal, a apelação cível foi retirada de pauta e no dia seguinte o advogado de um dos envolvidos no escândalo (Luiz Turchiari Junior, falecido no final do ano passado) ingressou com pedido de suspensão do processo.

O caso Aeroservice foi, ao lado do escândalo Gianoto-Paulicchi e do Tenda dos Milagres (também na administração Barros), um dos que mais geraram danos ao erário municipal.

Justiça

Recurso especial

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, deu provimento, no último dia 24, a agravo de instrumento do ex-prefeito Jairo Gianoto para determinar a subida de recurso especial contra decisão do Tribunal de Justiça do Paraná em condenação por improbidade administrativa. Trata-se da ação que condenou também o ex-prefeito Said Ferreira, porque na administração dos dois o poder público municipal pagou a energia elétrica da Catedral de Maringá, em períodos natalinos, sem que houvesse lei autorizando. O ministro entendeu que o TJ-PR não procedeu à necessária investigação da intenção dos agentes públicos na prática dos atos considerados ímprobos e, por isso, o recurso será considerado.

Justiça

Ação improcedente

O Tribunal de Justiça julgou improcedente, no último dia 15, ação civil pública contra os ex-prefeitos de Maringá Said Ferreira e Jairo Gianoto, proposta em 2002 pelo Ministério Público, mantendo decisão da 3ª Vara Cível  da comarca. O motivo da ação foi a contratação de um funileiro para realizar serviços no Corpo de Bombeiros sem a realização de concufrso público. Para o relator, desembargador Luiz Mateus de Lima, não houve efetivo ao erário “bem como não restou comprovado comportamento doloso dos apelados”, considerando que a contratação de Adilson José da Silva Rocha, embora irregular, não constituiu improbidade.

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Maringá fecha ano devendo mais de R$ 339 milhões

Em 12 meses, a dívida pública de Maringá junto ao Tesouro Nacional cresceu R$ 52.381.042,78, de acordo com os últimos números divulgados pelo Banco Central. Só em dezembro do ano passado, ela aumentou R$ 4.790.854,47, em relação a novembro, totalizando R$ 339.629.062,36. A dívida com a União refere-se somente a empréstimos contraídos junto a instituições financeiras públicas e privadas pela administração direta e indireta do município. No cálculo não entram dados da dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. Do valor apurado ao final de dezembro, R$ 336.662.336,23 são dívidas da administração direta e R$ 2.966.726,13 da indireta.

Quando o prefeito Silvio Barros II assumiu, em janeiro de 2005, a dívida era de R$ 150.582.147,35. O município briga judicialmente contra o valor da dívida desde a gestão Jairo Gianoto.

Justiça

Hospital Municipal: ação aguardará desfecho de outra

No início deste mês, o juiz Belchior Soares da Silva, da 6ª Vara Cível de Maringá, decidiu que os autos de uma ação ordinária movida pela Orbis Construções e Empreendimentos contra o município de Maringá terão que aguardar o desfecho de uma outra ação, que tramita na Justiça Federal. A empreiteira construiu o Hospital Municipal, na gestão Jairo Gianoto, com recursos viabilizados pelos ex-deputados Ricardo Barros e José Borba, e foram constatadas diversas irregularidades na obra, como superfaturamento. É que a Justiça Federal decidiu pela nulidade da licitação e de aditivos do contrato, bem como condenou a Orbis a indenizar o município.
Em janeiro de 2009, o juiz José Carlos Fabri, da 2ª Vara Federal de Maringá, condenou o ex-prefeito Jairo Gianoto, o ex-secretário de Saúde Ivan Murad, o ex-presidente do Saop, Ivo Barros, as empreiteiras DM Construtora de Obras Ltda e Orbis Construções e Empreendimentos Ltda e seus administradores Darci Mário Fantin, Erasmo Germani e Odilon Pupulin (falecido) por irregularidades na construção da obra. Deverão ser devolvidos aos cofres públicos cerca de R$ 7 milhões. A sentença é resultado de ação civil pública de 2001, conjunta, dos ministérios públicos federal e estadual.

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O trem é feio

O desvio de dinheiro na saúde pública de Maringá, na gestão Silvio Barros II, se confirmadas algumas informações que recebi, fará com que o esquema Gianoto-Paulicchi pareça coisa de amador.

Como os vereadores da Turma do Amém não querem investigação, resta torcer para que a Polícia Federal levante tudo o que puder, incluindo  contas bancárias.

Verdelírio

Posse na Agência de Fomento

Hoje, às 14 horas, Juraci Barbosa Sobrinho e Jurandir Rodrigues de Oliveira serão empossados, respectivamente na presidência e diretoria de Gestão de Riscos, da Agência Estadual de Fomento. Na diretoria de Operações vai continuar Cristina Stephanes, que é mulher do deputado federal Reinhold Stephanes, do PMDB.Continue lendo ›

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Quem mexerá nesta caixa preta?

Ninguém da população sabe para onde vão os milhões de reais que a administração dita cidadã de Maringá gasta com publicidade e propaganda. O relatório das despesas é feito genericamente. Exemplo: em 2010 a despesa com rádio foi de R$ 2.450.500,00 [quatro vezes o valor que levou o ex-vereador Walter Guerlles a pedir CPI contra a administração petista, alegando gasto excessivo com publicidade]. Falta dizer aí quem recebeu tais valores e que serviço foi pago. Jairo Gianoto, ex-secretários, Jornal do Povo e O Diário foram condenados por improbidade por bem menos.

Todo mundo sabe que a família Barros possui rede de rádio em Maringá. O último relatório postado no site da prefeitura até 19/1/2011 ainda não contém as despesas de outubro e dezembro. E a conta já aparece com a robusta cifra de R$ 3,6 milhões. Só para recordar: o prefeito de Sarandi foi cassado porque comprou R$ 2.700,00 de produtos agrícolas em loja de parente de secretário. Será que em Maringá os veículos de comunicação da família Barros não estariam vendendo serviços ao município?

Akino

MP acompanha publicidade na prefeitura

Li no blog do Milton Ravagnani e peço licença para transcrever na íntegra: “Desde o dia 15 de novembro, três assessores da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público estão trabalhando em uma sala no primeiro andar da prefeitura de Maringá, vasculhando toda a documentação que se refere à publicidade do município. Não há data para a devassa na documentação acabar, nem informações se alguma irregularidade foi encontrada. Os trabalhos continuam.”
Meu comentário: Que ali tem, isto é quase certo que tem, para usar uma expressão popular. Se fazem bem feito e não deixam rabo é o que vamos saber. O fato da Meta e só a Meta Propaganda ter a excluvidade, sem nova licitação, é muito suspeito. Há quem diga que ainda vamos ter saudades da administração Gianoto.

Akino Maringá, colaborador

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Dívida de Maringá cresce R$ 163 mil por dia

A dívida do município de Maringá com o Tesouro Nacional cresceu R$ 4.898.113,17 em novembro do ano passado, segundo dados disponibilizados pelo Banco Central. Isso significa que a cada dia a dívida cresceu mais de R$ 163  mil e, agora, a dívida pública de Maringá chega a R$ 334.838.207,89. Ou seja, cada maringaense “deve” mais de R$ 935,00 à União somente de empréstimos contraídos junto a instituições financeiras públicas e privadas, pela administração direta e indireta do município. No cálculo não entram dados da dívida externa, mobiliária e junto ao INSS, FGTS ou outras instituições não financeiras. Do valor apurado ao final de novembro, R$ 331.871.481,76 são dívidas da administração direta e R$ 2.966.726,13 da indireta. Para se ter uma ideia, a dívida pública de Londrina, segunda maior cidade do Paraná, é de R$ 300.960.902,01.

Em onze meses de 2010, a dívida de Maringá aumentou R$ 47,5 milhões – valor maior que o previsto no orçamento deste ano para obras de infraestrutura, incluindo rebaixamento da linha férrea, asfalto em dez bairros e o famoso contorno da UEM. O município briga na Justiça, desde a gestão Gianoto, para baixar o valor.

Maringá

Publicidade: TJ-PR nega recursos

O Tribunal de Justiça do Paraná voltou a negar recursos dos condenados na ação da publicidade, uma espécie de mensalinho paga pela administração Jairo Gianoto (97-2000) a alguns órgãos de comunicação de Maringá para publicação de matérias favoráveis. O julgamento aconteceu no início de dezembro, mas o acórdão foi publicado nesta sexta-feira. O vice-presidente do Tribunal de Justiça, Sergio Arenhart, negou os recursos especiais e extraordinários interpostos pelo ex-prefeito Jairo Gianoto, pelos seu ex-secretários Arnaldo Romualdo Martins e Advanir Alves Ferreira, pelo produtor de vídeo Ézio Coelho Ribeirete e TAO Assessoria em Comunicação Ltda., pela agência de propaganda Querino e Querino Ltda. e Paulo Sergio Querino, pela Editora Setentrião Ltda. (Jornal do Povo) e Verdelírio Aparecido Barbosa e considerou intempestivo o recurso apresentado pela Editora Central (O Diário) e Franklin Vieira da Silva. A ação foi ajuizada em 2000 pelo promotor José Aparecido da Cruz, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público.
A ação tramitou na 4ª Vara Cível de Maringá e a condenação foi confirmada em novembro de 2008 pelo TJ-PR. Além de proibição de negociar com o poder público, os réus deverão devolver dinheiro aos cofres públicos, já que mais de R$ 2,1 milhões à época foram gastos com promoção pessoal do então prefeito. Leia o acórdão.

Maringá

Dinheiro do FGTS no Tarumã

A prefeitura de Maringá vai utilizar R$ 4,18 milhões do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para resolver um problema causado por um conhecido financiador das campanhas da família Barros: a pavimentação e drenagem de águas pluviais do Residencial Tarumã, loteamento construído em cima de minas d´água em Maringá na administração Jairo Gianoto. Hoje o Ministério das Cidades divulgou a relação das propostas selecionadas no âmbito do Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte), mantido com recursos do FGTS, referentes à segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), exercício de 2010. Além do dinheiro público pra resolver os problemas do loteamento, o programa vai liberar mais R$ 930 mil para pavimentação e galeria de águas pluviais de uma área residencial denominado Campo Dourado no distrito de Iguatemi