Maringá registra a primeira participação em programa que prevê pagamento de recompensa por denúncias

Primeiro registro, com envio de imagens e vídeo, foi um suposto descarte irregular de lixo
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Primeiro registro, com envio de imagens e vídeo, foi um suposto descarte irregular de lixo
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Denúncia faz lembrar de dinheiro para a construção de hospital, que teria sido previsto no orçamento estadual de 2018
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Ministério Público do Paraná denuncia por maus-tratos a animais e outros crimes vereadora de Londrina responsável por entidade que está sob intervenção judicial
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De acordo com documento enviado a parlamentares, não existem provas de que a Organização Mundial da Família repassou US$ 10,5 milhões da contrapartida estabelecida no contrato
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No ano passado o Ministério Público Estadual pediu explicações às empresas Perkons e Mobile, que integram o Consórcio Ingá, denunciadas por supostas irregularidades nos radares da cidade, na administração Maia/Scabora. O consórcio pediu dilação de prazo para atender ao promotor de justiça Pedro Ivo Andrade.
O Ministério Púbico do Paraná vai investigar a denúncia feita por um servidor da Sercomtel de Londrina. Segundo o servidor, a telefônica Sercomtel está convocando todos os funcionários que estavam trabalhando remotamente para retornar a dar expediente na empresa.
Continue lendo ›A deputada federal paranaense Aline Sleutjes (foto) está entre os quatro parlamentares acusados pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, de usarem recursos de suas cotas parlamentares para divulgar os atos antidemocráticos do dia 3 de maio.
Continue lendo ›O gabinete do deputado estadual Homero Figueiredo Lima e Marchese será notificado a propósito de uma declaração feita na sexta-feira ao apresentador Beija-Flor.
Continue lendo ›A circulação em aplicativos de mensagens de pesquisas fraudadas – ‘feitas’ por institutos que não existem e beneficiando determinados pré-candidatos – deve parar na Justiça Eleitoral.
Continue lendo ›Pelo menos dois pré-candidatos a prefeito de Maringá devem aparecer no noticiário eleitoral, por conta de novas denúncias feitas em 2019 ao Ministério Público Estadual.
O prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel (PSDB), e o secretário de Infraestrutura do Paraná, Sandro Alex, formalizaram ontem à noite denúncia contra o buzinaço que aconteceu em Ponta Grossa, pedindo a reabertura do comércio.
Continue lendo ›O site RCP informa que a Unicesumar ainda não se manifestou sobre um desesperado apelo que circulou ontem nas redes sociais denunciando condições de perigo eminente de contágio entre colaboradores do Bloco 4 e no EAD (leia aqui).
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O Ministério Público Federal apresentou denúncia contra dez pessoas suspeitas de integrarem esquema para favorecer os interesses do grupo Hypermarcas no Senado Federal, entre 2013 e 2015.
As provas indicam que Paulo Roberto Bauer (foto), então senador pelo PSDB, recebeu indevidamente R$ 11,8 mi com a ajuda do assessor parlamentar Marcos Antônio Moser. Esse valor foi transferido em parcelas por meio de contratos fraudulentos firmados com as empresas Ycatu Engenharia e Saneamento, Instituto Paraná de Pesquisa e Análise de Consumidor, Prade e Prade Advogados Associados e One Multimeios Tecnologia e Informática.
Além de Bauer e seu assessor Marcos Antônio Moser, foram denunciados Nelson José de Mello, João Alves de Queiroz Filho, Carlos Roberto Scorsi e Sílvio Tadeu Agostinho, então executivos da Hypermarcas; Nereu Antônio Martinelli, na época proprietário da Ycatu; Péricles Luiz Medeiros Prade (Prade e Prade), Murilo Hidalgo Lopes de Oliveira (Paraná Pesquisa) e Maurício Sampaio Cavalcanti (One Multimeios).
A ação penal é resultado das investigações realizadas a partir do acordo de colaboração firmado com Nelson José de Mello, ex-diretor de relações institucionais da Hypermarcas. Ele apresentou provas que corroboram seus depoimentos, incluindo cópias de contratos fictícios, sem a devida contraprestação de serviços, e uma linha do tempo que mostra a correlação entre os pagamentos feitos para Paulo Bauer e a tramitação de proposta de emenda constitucional de sua autoria no Senado. A PEC 115/2011, arquivada em 2018, alterava o regime tributário sobre medicamentos de uso humano.
Segundo a denúncia, o colaborador Nelson Mello “relatou que considerava importante desenvolver relações políticas com Paulo Bauer, à época considerado um parlamentar de destaque no PSDB, que concorria ao governo estadual e participava ativamente de assuntos relacionados à guerra fiscal entre os estados e a indústria farmacêutica”. O acompanhamento da PEC 115/2011 foi batizado internamente, na Hypermarcas, como projeto Criciúma.
Os contratos fraudulentos eram firmados entre a Hypermarcas e as demais empresas, que repassavam os valores para o ex-senador, de forma a dissimular a origem do dinheiro. A KPMG Auditores Independentes, responsável pela auditoria externa do grupo, chegou a questionar um dos contratos, com a Prade & Prade, já que foram pagos honorários sem que o escritório estivesse elencado na circularização de advogados da Hypermarcas.
Além dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, as dez pessoas são denunciadas também por formação e participação de organização criminosa, dividida em três grupos. Paulo Bauer e Marcos Moser formavam o núcleo político da organização, enquanto Nelson Mello, João Alves de Queiroz Filho, Carlos Scorsi e Sílvio Tadeu Agostinho eram o núcleo na Hypermarcas. Já Nereu Martinelli, Péricles Prade, Murilo Hidalgo de Oliveira e Maurício Cavalcanti integravam grupo responsável pela lavagem de dinheiro.
Leia a íntegra da denúncia do MPF.
O número da ação penal é 0005579-24.2019.403.6181. A tramitação pode ser consultada aqui.
(Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Em Cianorte, um grande grupo econômico e político deseja abrir a todo o custo uma avenida dentro do Parque Municipal do Cinturão Verde, joia precisa que abriga inclusive espécies em extinção.
Continue lendo ›A Procuradoria-Geral da Repúblicadenunciou,hoje 15 pessoas – entre elas quatro desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia e três juízes estaduais – pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Continue lendo ›A 1ª Promotoria de Justiça Astorga ofereceu denúncia contra o ex-prefeito Arquimedes Ziroldo (PTB), o Bega (foto), e o atual secretário de Administração e Finanças de Astorga, Manoel Joaquim de Oliveira. pela prática dos crimes de peculato e desvio de verbas públicas. Continue lendo ›
O padre Jair Aparecido Favoretto foi inocentado da acusação feita em 2016 em Rosana (SP), onde foi aberto processo criminal.Continue lendo ›