MP investiga comprometimento da permeabilidade da praça da Catedral

Entre as denúncias feitas ao Ministério Público Estadual em Maringá e para as quais foram instaurados procedimentos preparatórios está uma, contra a prefeitura, de que há um projeto de urbanização da praça da Catedral que está sacrificando a área verde, com prejuízos para a permeabilidade do solo, a climatização e o conforto dos usuários locais. Como se sabe, na gestão do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS) foi iniciado o projeto para impermeabilização da praça, que passou a perder área verde. O interessante é que a denúncia ao MP partiu de um conhecido empresário da área da construção civil maringaense.
Uma mutuária contemplada com uma casa popular pelo município também foi denunciada à Promotoria por ter vendido o imóvel por R$ 20 mil; a casa foi locada. Outra investigação refere-se à notícia de que franqueados da Todeschini S.A. fecharam os estabelecimentos existentes em Londrina e Maringá, com prejuízos aos consumidores que compraram produtos, pagaram e não os receberam.
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A administração Pupin/Barros decidiu denunciar criminalmente o Observatório das Metrópoles, criado em 2002 pelas professoras Ana Lúcia Rodrigues e Celene Tonella e ligado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, Centro de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Maringá, Ipardes e com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com inúmeros trabalhos na área do desenvolvimento das cidades da Região Metropolitana de Maringá, inclusive na confecção de Plano Diretor, projetos e pesquisas de políticas públicas, o Observatório das Metrópoles teria denunciado como reação ao levantamento que fez das famílias que vivem em condições pouco humanas numa escola rural desativada, onde foram depositadas pela administração fantoche. O blog ainda não tem os detalhes da denúncia, mas, a julgar pela extremidade da denúncia, aguarda-se para breve que o prefeito Pupin denuncie também o arcebispo metropolitano, 
