denúncia

Cidades

Paiçandu: secretário municipal teria articulado o chuncho


Juliana Rodrigues da Cunha,  chefe do Departamento de Compras e Almoxarifado da Secretaria de Administração de Paiçandu, foi quem recebeu R$ 32 mil do comerciante Sidcley Soares de Souza, da Souza Distribuidora Ltda., resultado da confecção de uma nota fiscal que simulou a venda de R$ 40.616,00 de graxas e lubrificantes para aquele município; o comerciante ficou com os R$ 8.616,00 restantes. O dinheiro lhe foi entregue, num envelope, defronte a prefeitura, no dia 25 de janeiro deste ano. O empenho teria sido solicitado por Alessandro de Paiva Martins, secretário de Serviços Públicos, no dia 8 daquele mês. É o que consta da denúncia oferecida à justiça na última terça-feira pelo Gaeco de Maringá. Foram denunciados, além dos três (que responderão por crimes de peculato doloso, fraude processual qualificada e falsidade ideológica), Natan de Azevedio, chefe da Divisão de Conservação de Vias, Praças e Parques Públicos, Alexandro Oliveira de Souza, assessor da Secretaria de Serviços Públicos e a auxiliar de serviços gerais Rozilaine da Silva e Silva. Dos cinco servidores públicos municipais denunciados, quatro foram nomeados em cargos de confiança pelo prefeito Tarcísio Marques dos Reis, no início de janeiro, cinco dias antes da simulação ter sido iniciada.

Blog

Paiçandu: chuncho ocorreu este ano

Nas informações divulgadas ontem pelo Ministério Público, a respeito da denúncia por peculato contra cinco servidores públicos municipais e um empresário, há apenas uma referência temporal: a licitação de lubrificantes, óleos e graxas ocorreu em outubro do ano passado, quando era prefeito Vladimir da Silva (PMDB), o Vladão. O que o Gaeco não divulgou é que a apropriação e desvio de dinheiro público ocorreu este ano, no início da gestão Tarcísio Marques dos Reis (PT). O blog soube que do valor da licitação – R$ 40.616,00 -, R$ 8 mil teriam ficado com o empresário e outros R$ 32 mil devolvidos a alguém. Da operação teriam participado três pessoas da atual administração. A título de lembrança: peculato é o mesmo crime que levou à condenação do ex-vereador Anisinho Monteschio (PP).

Geral

Juiz acata denúncia contra donos da Arildo Veículos

A 1ª Vara Criminal da comarca acatou denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Maringá contra os sócios da Arildo Veículos por crimes de adulteração de velocímetro, estelionato e publicidade enganosa. A Justiça proibiu os denunciados de realizarem adulterações de quilometragens dos veículos, além de determinar a proibição de venda ou aluguel de qualquer automóvel adulterado (batido/reformado), sem a comunicação prévia dessa condição ao consumidor. As investigações tiveram início em junho do ano passado. O Gaeco aponta que os denunciados adulteravam os velocímetros dos automóveis destinados à locação e venda, com o objetivo de atribuir aos automóveis a aparência de veículos seminovos, ludibriando a boa-fé dos consumidores. Os consumidores eram enganados com relação aos veículos sinistrados que, depois de reformados e recuperados, eram vendidos como seminovos, prática conhecida popularmente como “tombo do velocímetro”. Veículos batidos, com riscos na lataria, e até capotados, entre outras avarias, passavam por consertos superficiais e eram em seguida colocados à venda pelos denunciados. As penas previstas são de 3 a 6 anos (por adulteração de velocímetro), de 1 a 5 anos (estelionato) e de 2 a 5 anos (propaganda enganosa).

Cidades

Paiçandu: servidores e empresário são denunciados pelo Gaeco

Cinco servidores da Prefeitura de Paiçandu e um empresário foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná por peculato (apropriação e desvio de dinheiro público). Alguns deles também foram denunciados por fraude processual e falsidade ideológica. O Gaeco de Maringá aponta que o empresário denunciado venceu licitação, em outubro do ano passado (gestão Vladão), para venda de lubrificantes, óleos e graxas para a frota de veículos do município. No entanto, o então secretário municipal Alessandro de Paiva Martins determinou a expedição de empenho no valor de R$ 40.616,00, incumbindo uma servidora de manter contato com o empresário denunciado, para emissão de notas fiscais. Mas os produtos não foram entregues, conforme sustenta o Gaeco. “Assim que descobriram que a Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público estava investigando os fatos, virou uma correria para adquirirem efetivamente os produtos constantes das notas fiscais para entrega em vários departamentos da prefeitura, para dar falsa aparência de regularidade na situação”, explica o promotor de Justiça Laércio Januário de Almeida. O MP-PR aponta ainda que os servidores da Comissão de Recebimento de Materiais atestaram falsamente a entrega dos produtos na época da expedição das notas, quando nada tinha sido entregue.

Justiça

TJ rejeita recurso do MP e não aceita denúncia contra deputado e assessor


O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná rejeitou, em sessão realizada no último dia 6, recurso apresentado pelo Ministério Público do Paraná contra o acórdão que não aceitou a denúncia crime contra o deputado estadual Evandro Buquera de Freitas Oliveira Junior (PSDB) e seu ex-assessor Gustavo de Freitas Ferraz de Oliveira, na época em que era vereador em Maringá. Em dezembro passado, o Órgão Especial rejeitou a denúncia contra os dois, por peculato-desvio, peculato-eletrônico e continuidade delitiva, por considerar que não houve prova cabal de que o assessor não prestava os serviços (ele usava o registro biométrico e deixava o prédio da câmara), entre abril e julho de 2010. Acima, o acórdão que rejeitou a ação penal. A decisão deve refletir na denúncia feita pelo Gaeco de Maringá contra outros vereadores e ex-vereadores pela mesma prática – Belino Bravin Filho, Mário Verri, Carlos Eduardo Saboia e Zebrão, além dos assessores João Glacia Macedo, Olavo Luiz da Cruz, Arlindo Alves, João Beraldo (falecido) e Ronaldo Henrique Marques. Recentemente, também na área criminal, foi anulada ação penal contra o secretário Vagner Mussio, servidores e empresários da chamada Operação Quebra Galho, igualmente feita pelo Gaeco.

Geral

Gaeco denuncia a Arildo Veículos

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Matéria disponibilizada ontem à tarde pelo site do Ministério Público e que está nos jornais de hoje informa que o Gaeco de Maringá ofereceu denúncia à justiça, ontem, contra os sócios da Arildo Veículos, que fica na rua Fernão Dias com avenida Paraná. A empresa há anos se destaca com uma forte campanha de mídia (a atriz Helen Gazarolli é sua garota-propaganda); nos bastidores, correm que pertenceria a um político de Maringá. A empresa está em nome de Arildo Aparecido de Souza, Ester Alves Bueno de Souza – sócios da Arildo Veículos Ltda. (loja de vendas) e Ester Alves Bueno e Cia Ltda. (revenda). Eles foram denunciados à 1ª Vara Criminal pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro, estelionato e publicidade enganosa, e contra Éder Campinha, proprietário da empresa Rey das Chaves, pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro em coautoria e continuidade delitiva com os outros dois denunciados. As investigações tiveram início em junho do ano passado. O Gaeco aponta que os denunciados adulteravam os velocímetros dos automóveis destinados à locação e venda, com o objetivo de atribuir aos automóveis a aparência de veículos seminovos, ludibriando a boa-fé dos consumidores. Leia mais.

Blog

Denúncia contra secretário e assessor de Pupin: audiência será amanhã

Está marcada para amanhã a primeira audiência sobre o caso da denúncia feita pelo Ministério Público de Maringá, feita em junho do ano passado, contra Valter Viana, secretário de Desenvolvimento Econômico de Maringá, e Mário José Alexandre, assessor do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP). De acordo com ação civil pública proposta pelo Ministério Público e acatada pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Maringá eles são acusados de corrupção ativa e passiva na negociação de um terreno para uma empresa de veículos. O empresário Aparecido Santi também é acusado na ação.

Geral

PM é denunciado por homicídios e fraude

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O promotor Pedro Ivo Andrade, da 4ª Vara Criminal, ofereceu denúncia por duplo homicídio e fraude processual e pediu a prisão preventiva do cabo da PM Carlos Alberto do Nascimento, que atualmente se encontra detido por ordem do juízo da 4ª Vara Cível de Maringá na Colônia Penal Agrícola de Piraquara. O policial é acusado de ter executado Jeferson Alexandre de Morais, 31, e de Raphael Rezende Nogueira, 33, em novembro do ano passado. As informações foram publicadas em O Diário. Segundo a promotoria, após uma perseguição policial pelas ruas da Zona 7, em Maringá, Morais e Nogueira bateram em um muro e, neste momento, teriam sido executados. O promotor narra, na denúncia, que o soldado Tiago Carabelli, que dirigia a viatura, ficou no veículo da polícia, enquanto o cabo Nascimento desceu e se aproximou do carro dos suspeitos. “O denunciado, com manifesta intenção de matar, aproximou-se da janela do passageiro do veículo e, sem propiciar às vítimas qualquer chance de defesa, vez que estavam desarmados e ainda se recuperando da colisão, efetuou vários disparos contra eles com a pistola que portava”, diz trecho da denúncia.Continue lendo ›

Blog

Desembargadores teriam vendido sentenças

De Diego Ribeiro e Sandro Moser, na Gazeta do Povo:
O Conselho Nacional de Justiça investiga denúncia de tráfico de influência e venda de sentenças envolvendo dois desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná. O pedido de investigação foi protocolado no conselho em 2011, ainda durante a gestão da ministra Eliana Calmon, e tramita no órgão desde então. A denúncia partiu de uma advogada que representava uma das partes em uma disputa pela guarda dos filhos. Segundo a representação no processo do CNJ, o atual presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Clayton Camargo, e o desembargador Rafael Augusto Cassetari [que já foi juiz em Maringá] – aposentado no início do ano –, teriam dado sentenças favoráveis a uma das partes mediante pagamento em dinheiro. Na época das supostas decisões, ambos faziam parte da 12ª Câmara Cível do TJ. De acordo com a denunciante, os magistrados teriam recebido R$ 200 mil para beneficiar uma das partes – dinheiro que teria sido entregue em quatro pacotes de R$ 50 mil. Ambos negam. Leia mais.

Maringá

Funcionários do RU recebiam horas extras sem trabalhar

Funcionários do Restaurante Universitário da Universidade Estadual de Maringá recebiam por horas extras sem trabalhar. A informação está no Maringá Manchete. A denúncia foi feita por um servidor da UEM, que levou ao conhecimento da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. O promotor José Aparecido da Cruz disse à reportagem de Fábio Guillen e Elvis Marçal, da RICTV Record, que 40 servidores estao sendo investigados. O sistema de registro das horas extras era feita de forma manual em um caderno havia pelo menos seis anos. O MP pede a devo~lução dos valores recebidos irregularmente; caso se confirme a denúncia, os servidores poderão ser exonerados. A reitoria da UEM vai se pronunciar amanhã sobre o caso.

Blog

MP apura atestado frio

Entre os procedimentos abertos este mês pela promotora Fernanda Lacerda Trevisan Silvério, da comarca de Jandaia do Sul, está uma reclamação na área do patrimônio público. Ela apura a denúncia de que uma servidora pública da Prefeitura de Bom Sucesso teria apresentado atestado médico falso. Enquanto estava de licença médica da prefeitura (Saúde da Família), trabalhava normalmente numa clínica odontológica em Maringá.

Brasil

Gugu diz que é vítima de extorsão

O apresentador Gugu Liberato, da Rede Record, que ontem completou 54 anos e na próxima segunda-feira estará em Maringá para entregar uma casa a João Bombeirinho, está sendo vítima de extorsão por uma quadrilha, que ameaça divulgar falsas informações que prejudiquem sua reputação, seu trabalho e sua família, usando para isso os meios de comunicação. A informação é de sua assessoria e está no site de Claudio Humberto. Gugu contratou os serviços do criminalista Miguel Reale Jr. e já tomou as providências judiciais cabíveis para denunciar esse fato e para alertar sobre um delito em execução. A quadrilha ameaçou plantar tais “informações” em veículos de comunicação. O escritório de Miguel Reale Jr. pediu ao Ministério Público a abertura de inquérito, e representou à OAB contra dois advogados que fazem parte da quadrilha.

Blog

Câmara aceita denúncia contra vereador

Do Paiçandu On Line:
Na sessão de ontem a Câmara Municipal de Paiçandu aceitou por unanimidade denúncia com pedido de apuração contra o vereador Wanderley Tessaro, o Lelei (DEM). Na denúncia o vereador é acusado de estar em disfunção e até mesmo de um possível enriquecimento ilícito. Na prestação de contas do vereador consta declaração de bens próximos a R$ 1 milhão. Foi formada a comissão de investigação. Leia mais.

Geral

Empresa maringaense é acusada de aplicar golpe em Londrina

iguacu
Uma construtora de Maringá estaria aplicando golpe em dezenas de londrinenses, vendendo condomínios horizontais em terrenos que não lhes pertencem e vendendo os lotes sem que tenha alvará da prefeitura. O Gaeco investiga a denúncia. Embora registrada em nome de outras duas pessoas, a empresa pertenceria a Carlos Alberto Campos de Oliveira, ex-prefeito de Mandaguari (1989-1992). No site, informa-se que a construtora existe desde 1990 em Maringá, seria especializada na construção e venda de condomínios e que possui uma frota de máquinas pesadas, caminhões e veículos leves. No endereço que consta do site da construtora, em Maringá, funciona a Comercial Paranaense Valenciana Ltda. Reportagem veiculada há alguns dias pela RPC de Londrina informou sobre a investigação, fato também abordado pelo blog LondrinaNews. O fato serve para que todas as pessoas abram o olho em relação ao setor.

Blog

Justiça notifica acusados de fraude em eventos

Foi publicado esta semana edital de notificação de Rute Lutvik Ramos, Selmiro Mareco, OestSul Eventos e Ari Moraes Cruz, com prazo de 30 dias, pelo juízo da 1ª Vara Cível de Paranavaí. Eles são alguns dos réus numa grande ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual em 2011, que denuncia ex-vereadores e funcionários de Amaporã, região de Paranavaí, por improbidade administrativa. Rute, mulher de Selmiro, tem uma empresa que substituiu a Phoenix, que promovia eventos possivelmente fantasmas que reuniam vereadores em cidades turísticas, como Foz do Iguaçu. Ao analisar documentos,  o MP descobriu que vereadores recebiam irregularmente diárias e ressarcimento de despesas de locomoção, passagens, locação de veículos, combustível e alimentação.Continue lendo ›

Má-ringá

Comas: nova denúncia ao MP

O Conselho Municipal de Assistência Social (Comas) reuniu-se extraordinariamente na última sexta-feira e usuárias da assistência e que compõem o conselho solicitaram a inclusão na pauta sobre as cestas básicas que o município fornece às pessoas carentes. Uma comissão conversou com o secretário Flávio Vicente reclamando do atraso na entrega já que aproximadamente duas mil pessoas são atendidas mensalmente. O atraso também é justificado devido as cestas terem sido entregues contaminadas com bichos no arroz e feijão. A informação do secretário é de que estão realizando os trâmites burocráticos para aquisição de novos alimentos.
Diante disto foi deliberado por ações imediatas, como cobrança aos vereadores e prefeito e uma denúncia no MP. Os conselheiros que representam o governo (CCs) votaram contra a população, porém a votação passou e as providências serão tomadas e uma nova denúncia será apresentada já que, como disseram os integrantes que representam a população mais pobre, a fome não pode esperar.

Maringá

Vereador quer verificar situação das escolas

(Atualizado) O vereador Jones Dark, o Negrão Sorriso (PP) vai propor a criação de uma comissão de legisladores para conferir denúncias sobre a situação de algumas escolas municipais de Maringá. Uma postagem feita ontem denuncia que na Escola Agmar dos Santos, que passa por reformas, “as crianças da primeira série estão estudando em meio a barulho de martelete e policortes, há poeira por toda escola e nada se faz para mudar este quadro”. A instalação temporária de duas creches num barracão da avenida Carneiro Leão também deverá ser verificad. A reportagem da Rede de Rádios está acompanhando o caso.

Cidades

MPF denuncia envolvidos na compra do Muffatão pela Sonae por sonegação

O Ministério Público Federal  em Cascavel denunciou 12 pessoas envolvidas na venda da empresa Pedro Muffato e Cia. Ltda (Muffatão) ao grupo Sonae, ocorrida em 1999, pela prática de sonegação fiscal. Em valores atuais, a omissão de receitas gerou uma dívida com a Receita Federal de mais de R$ 70 milhões. Segundo a legislação, a denúncia somente pode ser oferecida pelo MPF após o fim do processo administrativo fiscal, o que ocorreu em 25 de abril de 2010. Pela negociação, o Sonae assumiu o controle das atividades varejistas desenvolvidas pelo Muffatão nos estabelecimentos em Cascavel (três unidades), Foz do Iguaçu (duas), Umuarama (uma), Maringá (uma) e Londrina (duas). Leia mais.

Blog

Barros processa juiz e promotores

noticiacrime
O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros, resolveu partir para a briga. No último dia 19, o ex-prefeito de Maringá e atual presidente estadual do PP protocolizou uma denúncia-crime contra um juiz e dois promotores públicos da comarca. Barros foi denunciado criminalmente no Tribunal de Justiça do Paraná no final de 2011; a denúncia incluiu gravações telefônicas, feitas a partir de autorização judicial, que mostravam a influência do irmão mais novo na gestão Silvio Barros II/Carlos Roberto Pupin. O processo tramita sob segredo de justiça, desde então, devagar, quase parando. Richa chegou pensar em substituir Barros, mas, ao que se informa, o governador tem medo dele; se o demitisse, ele perderia o foro privilegiado. Ricardo Barros, conhecido como capo, foi o coordenador-geral da campanha de Pupin, e é ele quem continua mandando e desmandando na prefeitura; ele também tem condenações por improbidade.Continue lendo ›

Cidades

Protocolizada denúncia contra prefeito de Paiçandu

Foi protocolizada ontem, na Câmara de Paiçandu, a primeira denúncia contra o prefeito Tarcísio Marques dos Reis (PT), acusado de nepotismo e irresponsabilidade fiscal. Os vereadores deverão apurar a denúncia, feita por um vendedor autônomo. O prefeito nomeou para cargos de confiança dois irmãos do médico Antônio de Molla, profissional contratado pela prefeitura e que trabalha no Hospital Municipal São José. Um deles, Jefferson de Molla, foi nomeado assessor do Departamento de Educação, mas exerce a função de motorista do prefeito. “Dentro de uma administração municipal não pode haver mais de uma pessoa da mesma família, salvo exceções quando essas forem concursadas”, diz o ofício entregue ontem no Legislativo, que acrescenta que o prefeito feriu os princípios da igualdade e da moral, “comprovando que o mesmo não esta preparado para uma função tão importante no município”. Leia mais. Contra a administração municipal também há investigação do Ministério Público, apurando denúncia de compra fraudulenta de óleo lubrificante, no valor de R$ 40 mil.

Akino

Denúncia é antiga

Não é verdade que a denúncia sobre um possível abuso na concessão de horas extras na Câmara de Maringá seja para que Ulisses Maia, que tem se revelando um gestor responsável e atento, se ‘saia bem na foto’. A denúncia é antiga, conforme mostra esta postagem de 3 de junho do ano passado.
Meu comentário (na época): Esta é uma denúncia gravíssima que merece uma apuração. Horas extras sem controle de ponto, por ocupante de função gratificada? Não acredito que isto posso ter acontecido. O leitor deve ter se enganado, que saiba acontecia na Assembleia, antes da entrada moralizadora de Rossoni. Aqui o presidente Hossokawa, que, guardadas as proporções, fez um trabalho moralizador, lembrado sempre por Paulo Soni, Heine, Saboia e outros companheiros, não permitiria.
Se aconteceu, ele não sabia.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Alunos teriam sofrido maus tratos

Amanhã, no Jecrim, acontece audiência referente a denúncia de maus tratos contra crianças de 3 e 5 anos numa pré-escola particular, localizada no centro de Maringá. Os maus tratos foram comunicados aos pais em maio de 2012. Uma psicóloga da Polícia Civil emitiu laudo informando que as crianças falaram a verdade. Elas disseram, por exemplo, que eram trancadas num porão ou quartinho escuro, como castigo por correrem, e que recebiam tapas na cabeça e eram chamadas de “porcos” e “burros”. Pelo menos uma das crianças passa por tratamento psicológico.
Os pais constataram que o estabelecimento cometeu fraude escolar e ainda estaria funcionando sem alvará. Até chegar ao Jecrim o caso foi levado ao conhecido do Conselho Tutelar da Zona Sul, Núcleo Regional de Educação, Secretaria de Estado da Educação, Conselho Municipal de Educação, ao ex-prefeito Silvio Barros II, Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho, Ministério Público Estadual (Vara da Infância), prefeitura e Corpo de Bombeiros.

Educação

O descaso continua

Virou o ano e aquele prédio em formato de caixote na avenida Carneiro Leão, em Maringá, agora abriga crianças de dois centros municipais de educação infantil por causa de reforma. Um deles está em reforma há mais de um ano. Além do sério problema de calor, que gerou reclamações dos pais, agora a denúncia é de que as crianças estariam convivendo, no mesmo espaço, com botijões de gás. Uma equipe de televisão da RPC TV tentou fazer uma reportagem e foi impedida de entrar no local.

Geral

Operação Quadro Negro: MP denuncia nove

O Juízo Criminal da Comarca da Lapa acatou ontem a denúncia protocolada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, em conjunto com a Promotoria de Justiça da Lapa, contra nove pessoas, entre elas o ex-prefeito da Lapa e servidores municipais, por suspeitas de fraudes em licitações na área da educação. A denúncia – por formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e fraude à licitação – é resultado das investigações desenvolvidas ao longo da Operação Quadro Negro. O GAECO do Paraná teve o apoio dos Gaecos de Santa Catarina, Distrito Federal e Minas Gerais. No Paraná, as apurações foram conduzidas pelo Gaeco de Londrina e pelas promotorias da Lapa, Araucária, Palmeira e Sarandi. Continue lendo ›

Maringá

Comunidade LGBT denuncia prefeitura ao MP

O site Maringay informa que a Comunidade LGBT de Maringá denunciou ontem no Ministério Público do Paraná a prefeitura de Maringá, que vem descumprindo a lei que institui o programa Escola Sem Homofobia. O projeto aprovado em 2010 destina verba de R$ 25 mil anuais para formação de professores da rede municipal sobre enfrentamento ao bullying homofóbico. Segundo denuncia, falta vontade política da prefeitura, pois há pessoal capacitado para implementação do programa em Maringá. Leia mais.

Humor

Blogs sujos criticam imaculado prefeito em troca de trinta dinheiros

De Rodrigo C., no Maringá, Maringá:
A denúncia do secretário de Comunicação de Maringá e colunista do O Diário nas horas vagas (ou vice-versa) chocou a cidade. Meios de comunicação que se dizem independentes e críticos da administração municipal realizam esse trabalho sujo porque, vejam só, recebem uma bufunfa mensal. O “mensalinho” alimenta essa raça de seres subversivos que desejam a todo custo impedir o progresso da cidade. Comunistas travestidos de blogueiros, jornalecos baratos distribuídos em época eleitoral, o partido dos mensaleiros, ateus e satanistas estão mancomunados com um único objetivo: destruir a inatacável família que detém o poder político da cidade. Leia mais.

Midia

Jornalista que denunciou polícia continua ‘exilado’

De Carlos Ohara, no portal Terra:
O jornalista paranaense Mauri König, repórter especial do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, é considerado inimigo número um da polícia do Paraná. Ele coordenou uma série de reportagens sob o título “Polícia Fora da Lei”, que denunciavam supostos desvios de uso do fundo rotativo da Polícia Civil e o uso irregular de viaturas destinadas ao trabalho das polícias Civil e Militar. Desde que o material foi publicado, em maio, König foi ameaçado de morte e teve que se refugiar fora do País junto com a família. O jornalista quer evitar ser o alvo de um ataque anunciado, cujo propósito seria metralhar sua residência. Os mentores do ataque, segundo o autor das ligações, seriam integrantes de uma corporação mantida com dinheiro público para defender a sociedade e que tem como lema “Servir e Proteger”. (…) Apesar da abertura de sindicâncias, nenhum policial foi punido. A polícia também não avançou nas investigações sobre as primeiras ameaças registradas contra König. Isolado num país distante (que não foi divulgado), intercalando momentos de depressão e de incredulidade diante do caso, König aguarda a hora de retornar ao Brasil em segurança e continuar seu trabalho.. Leia mais.

Geral

Tráfico: Gaeco processa 21 pessoas

O Ministério Público do Paraná denunciou à Justiça 21 pessoas ligadas a organizações criminosas que atuavam na região, com base de atuação em Paranavaí e ramificações nos estados do Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Das 21 pessoas processadas no total, 19 foram denunciadas pelo crime de associação ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, uma apenas pelo crime de lavagem de dinheiro, e uma investigadora de polícia pela prática de violação de sigilo funcional e prevaricação. A denúncia, protocolada hoje, foi assinada pelo promotor de Justiça Laércio Januário de Almeida, coordenador do Gaeco de Maringá. Leia mais.

Maringá

O assunto é grave

O servidpor público municipal Paulo Vidigal anunciou ontem à noite em seu blog que ficará alguns dias sem postar. Recentemente, conforme este blog registrou, ele protocolizou uma denúncia de uso indevido do patrimônio público. “Para minha surpresa chegou ao meu conhecimento uma ameaça de morte feita contra mim. Essa informação me foi dada por uma pessoa e preferi acreditar no que ela me disse do que correr o risco. Novamente não citarei nomes, mas tomei a precaução de registrar um boletim de ocorrência na delegacia de polícia, inclusive citando os nomes dos autores da ameaça’, informou. Aqui.