Um terreno baldio chamado Palocci
Trecho do artigo de retorno de Elio Gaspari, publicado hoje em O Globo, sobre a delação de Antonio Palocci, descobriu-se agora, feita sem provas:
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Continue lendo ›De Elio Gaspari, em O Globo:
Com a saída de Abraham Weintraub do Ministério da Educação, o doutor André Mendonça atropelou por fora e ultrapassou Ricardo Salles, tomando a dianteira para a condição de ministro com a maior carga folclórica.
Continue lendo ›De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Num país com os mortos da Covid passando de 30 mil, mais de 12 milhões de desempregados, numa recessão histórica, “lunáticos” (palavras de Gilmar Mendes) falam em intervenção militar.
Tudo bem, mas vale lembrar uma cena ocorrida há alguns anos em Brasília.
Continue lendo ›De Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo:
Paulo Marinho é suplente do senador Bolsonaro e revelou que os Queiroz foram demitidos dias depois do cinematográfico encontro de três colaboradores de Flávio Bolsonaro com um delegado da Polícia Federal na segunda semana de outubro de 2018.
Continue lendo ›De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
A eleição municipal de outubro poderá ser adiada para novembro ou dezembro.
Continue lendo ›Por Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo:
O ministro Alexandre de Moraes sabe direito e travou a ofensiva de Bolsonaro contra as medidas de isolamento determinadas pelos governadores.
Na sua decisão, redigida em juridiquês, ele foi além. Reconhecendo que “não compete ao Poder Judiciário substituir o juízo de conveniência e oportunidade realizado pelo presidente da República no exercício de suas competências constitucionais”. Até aí, o óbvio, mas o doutor foi além:
Continue lendo ›De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Durante a crise financeira de 2008 o professor Ben Bernanke (Stanford) estava à frente do Federal Reserve Bank americano. Ele era um verdadeiro economista liberal e fizera carreira estudando a Depressão dos anos 1930.
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De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
O doutor Gustavo Montezano, presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), deu-se a um voo de ciência política e ensinou:
“A gente construiu leis, normas, aparatos legais e jurídicos que tornaram legal esse esquema de corrupção. A conclusão é essa”.
A gente, quem, cara pálida? Machado de Assis já ensinou que “a ocasião faz o roubo, o ladrão já nasce pronto”.
Para ficar num caso ocorrido durante o atual governo, as leis mandam que as compras para o serviço público sejam feitas por licitações e que compete à CGU (Controladoria-Geral da União) fiscalizar a lisura desses certames.
Em agosto passado o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação anunciou um pregão para a compra de 1,3 milhão de computadores, notebooks e laptops para escolas da rede pública.
Coisa de R$ 3 bilhões.
A CGU sentiu cheiro de queimado e descobriu que numa escola de Minas Gerais cada um dos 255 alunos receberia 118 laptops. Soado o alarme, o edital foi suspenso e depois revogado.
As leis e as normas foram seguidas, mas até hoje ninguém explicou como esse edital foi concebido, armando a ocasião para interessados que, na visão de Machado, nasceram prontos. Parece falta de educação falar do assunto.
(Foto: Tania Rego/Agência Brasil)


De Elio Gaspari, em O Globo:
Jair Bolsonaro chamou a jornalista Thaís Oyama, autora do livro “Tormenta”, de “essa japonesa que eu não sei o que faz no Brasil”. Ela faz o mesmo que ele: vive no país onde nasceu. Oyama é neta de japoneses e Jair é bisneto de italianos.
Por mais preconceitos que tenham ofendido os japoneses, foram migalhas se comparados com as ofensas atiradas contra os italianos.
Delas, a mais interessante partiu de um ilustre quatrocentão ao referir-se a Alfredo Buzaid, ministro da Justiça do presidente Médici.
“Não se pode confiar nos italianos, veja o caso desse Buzaid.” (Ele descendia de imigrantes do Oriente Médio.)
(Foto: Alan Santos/PR)


De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Eremildo é um idiota e acha que o desembargador Benedicto Abicair não fez nada demais ao escrever que a “suspenção” do vídeo natalino do Porta dos Fundos é benéfica. Afinal, o çom é o mesmo e o ministro da Educassão também escreve assim.
O que o cretino não entende é que em 2017 o mesmo magistrado tenha assegurado a Jair Bolsonaro o direito de sugerir que casamentos de brancos com negros são “promiscuidade”. Segundo seu voto na ocasião: “Tudo é direito de cada cidadão, desde que não infrinja dispositivo constitucional ou legal”.
O vídeo do Porta dos Fundos, com um Cristo gay amancebado com Lúcifer e Maria fumando maconha, é coisa muito diferente, mas o doutor não explicou qual dispositivo constitucional ou legal foi violado. O ministro Dias Toffoli não conseguiu achá-lo. Leia mais.


De Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo:
O ano de 2019 deixou uma lição: não se deve confiar nos balanços de vendas de fim de ano divulgados pelas guildas de comerciantes.
A Associação dos Lojistas de Shoppings festejou um crescimento de 7,5%, e a Associação Brasileira de Lojistas Satélites disse que 70% das lojas tiveram movimento menor, enquanto 30% registraram pequena melhora.
As duas guildas divergiram, mas concordaram num ponto: suas estimativas têm algo de palpite.
Elio Gaspari fala da família Servo em sua coluna de hoje, publicada na Folha de S. Paulo e em O Globo. O patriarca, Lázaro, foi deputado estadual por Mandaguaçu, e um de seus filhos, Nilton Cezar, teve negócios em Maringá. Confira:
Continue lendo ›Há risco de que acabe sobrando para o porteiro que registrou a entrada de Élcio Queiroz na propriedade
Continue lendo ›De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:Continue lendo ›
De Elio Gaspari, em O Globo:
A repórter Flávia Oliveira resgatou uma palavra criada por um escritor africano para definir a essência da administração do governador Wilson Witzel (Harvard Fake’15). É a “necropolítica”.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, em O Globo:
Pegou fogo o Hospital Badim, no Rio, e morreram 14 pessoas. Acidentes acontecem, mas nenhum hospital público passou por semelhante desastre.Continue lendo ›
Por Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:Continue lendo ›
De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Quando Ulysses Guimarães trabalhou para transformar o Ministério Público numa entidade independente, sonhava com uma instituição. Passados 30 anos, surgiu uma corporação. Quase um soviete, ela reclama porque o presidente Jair Bolsonaro nomeou para a Procuradoria-Geral o procurador Augusto Aras (foto), que não entrou na lista tríplice da guilda da categoria.Continue lendo ›
Por Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo, segundo quem há dois anos o maringaense seria forte candidato à Presidência; hoje é uma fritura ambulante:Continue lendo ›
Por Elio Gaspari:
O bolsonarismo deve ter encontrado sinais de marxismo gramsciano e ideologia de gênero nas quatro operações da matemática.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
O repórter José Casado disse tudo: “Sob Bolsonaro, [Itaipu] virou fonte de convulsão na outra margem do rio Paraná”.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:Continue lendo ›
Por Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Deve-se ao procurador Deltan Dallagnol a exposição do próspero mercado de palestras de autoridades. Em 2018 o doutor recebeu cerca de R$ 300 mil como servidor e planejava a criação de uma empresa de palestras e eventos que poderia render R$ 400 mil. Dallagnol cobrava R$ 35 mil por aparição. Como servidor público recebia mais ou menos isso por um mês de trabalho. Como celebridade, ganhava a mesma coisa num só dia.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
No ano passado uma juíza israelense trocou mensagens impróprias com um advogado que tratava dos malfeitos do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.Continue lendo ›
De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
O ministro Sergio Moro está na frigideira.
Entrou nela porque:Continue lendo ›

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
O ministro Sergio Moro deu dois sinais públicos de cansaço.Continue lendo ›

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:
Dias Toffoli e Alexandre de Moraes acharam que podem muito. Deveriam lembrar que nem sempre condenações judiciais maculam as vítimas e às vezes envergonham o Judiciário e/ou os processos de investigação. Dos 6 últimos presidentes brasileiros, 5 foram presos ou detidos.Continue lendo ›