lixo

Maringá

Vereador denuncia contratação irregular na coleta do lixo

Transresíduos

O vereador Humberto Henrique (PT) vai pedir ao Ministério Público a abertura de procedimento para apurar irregularidade no cumprimento do edital de licitação que contratou a Transresíduos, para alugar caminhões para a coleta de resíduos em Maringá.
A vencedora da concorrência está com as atividades embargadas, pelo próprio município, desde o último dia 8. Continue lendo ›

Akino

Como estará a consciência…

… de do vereador Luizinho Gari e outros vereadores que não querem a CPI do Lixo fazendo o jogo dos que querem a PPP do lixo? Tudo bem? Se forem católicos confessariam algum pecado? Se forem evangélicos achariam que Jesus lavou este pecado? Alguém levou vantagem de cargos, tem promessa de dinheiro, algo assim?
O que diria meu irmão Tenente Edson? Luiz Pereira e Da Silva, o que falariam?
PS: Falamos de vereadores, pessoas públicas.
Akino Maringá, colaborador

Geral

O risco da terceirização

Em época de terceirização disfarçada (a Prefeitura de Maringá, depois de sucatear a frota da Semusp, colocou hoje nas ruas oito caminhões da Transresíduos, aquela mesma, para a coleta de lixo): em Campo Mourão, onde a coleta é terceirizada, a prefeita Regina Dubay (PR) está desde maio passado sem pagar a empresa paulista Seleta Meio Ambiente, que faz os serviços desde 2010. A denúncia foi feita na semana passada, quando os débitos passavam de R$ 2,2 milhões e já havia ameaça de greve.

Cidades

Itambé na mira do MPE

Itambé

Aguarda-se para hoje a votação do veto do prefeito de Itambé, Carlos Zampar (PT), ao projeto de lei que permite a implantação de um aterro regional para resíduos perigosos. O aterro tem previsão inicial para receber 350 toneladas diárias, porém, com projeção para mais de 1 milhão de toneladas.
Ocorre que agora essa votação está na mira do Ministério Público Estadual, uma vez que os vereadores foram oficiados, através do presidente da câmara, para suspender a votação, arquivar ou manter o veto. Com a manutenção do veto, certamente a investigação do Ministério Público será arquivada, porém, se os cinco vereadores que aprovaram o projeto mantiverem a posição, muita coisa deve acontecer em Itambé, começando por aqueles que têm muito a perder com uma investigação. Continue lendo ›

Geral

Audiência pública

A Câmara de Maringá iniciou às 8h de hoje uma audiência pública para discutir soluções para a coleta, tratamento e destino final do lixo. O tema será “As melhores alternativas na atualidade para gerenciar os resíduos sólidos urbanos no Município de Maringá”. É mais uma etapa do roteiro escrito pela administração Pupin/Barros para descer goela abaixo do maringaense a bilionária PPP do lixo e tentar que as pessoas esqueçam que o vereador Luizinho Gari (PDT) prometeu assinar a CPI do Lixo e depois pipocou, sem motivos não revelados até agora.

Akino

Explique melhor, secretário Dorvalino…

… o aluguel dos caminhões para coleta de lixo, com motorista e dois coletores. Se entendi sua fala, o custo com os caminhões e servidores da Prefeitura é de cerca de R$ 1.600,00. Já locados com servidores da locadora fica em R$ 1.200,00 diários.
Pela PPP seriam 19 caminhões vezes R$ 1,2 mil daria um custo de R$ 22,8 mil diários, ou R$ R$ 592.800,00 mensais, vezes 12 meses o custo anual seria de R$ 7.113.600,00. Em 30 anos R$ 213.408.0000,00.
Se for assim é mais vantajoso locar os 19 caminhões, certo? Qual o custo total da coleta e destinação do lixo, atualmente, inclusive o pago à Constroeste? Pedira aos vereadores Ulisses e Humberto que aprofundasse neste assunto, pois pode ser esta a uma solução alternartiva à PPP do lixo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Uma alternativa

Fazendo as contas do aluguel de caminhões coletores de lixo, com três trabalhadores a um custo total de R$ 1,2 mil diários, cheguei à conclusão que esta é uma boa alternativa para resolver o problema de coleta do lixo em Maringá sem a famigerada PPP.
Raciocinem comigo. Continue lendo ›

Blog

A serviço do Executivo

PiracicabaAos poucos vão surgindo as informações: há pouco, na sessão do Legislativo, anunciou-se que um jornalista e um cinegrafista acompanharam o trio de vereadores que foi a Paulínia e Piracicaba, no estado de São Paulo, na semana passada, “sem custos para a Câmara de Maringá”. O jornalista faz assessoria para o presidente do PP local e teria viajado, com o cinegrafista, na van que a Secretaria de Esportes e Lazer liberou para fazer o transporte dos vereadores em São Paulo, para onde eles embarcaram de avião. Um vídeo mostrando a visita e o sistema de lixo encontrado por lá foi apresentado durante a sessão.
A revelação, feita uma semana após a viagem, confirma que o Legislativo maringaense está, mais do que nunca esteve, a serviço do Executivo. E na escola ensinam pros bobos dos alunos que os poderes são independentes…

Maringá

Parte do roteiro da PPP

Paulínia

Desinteressados de assinar a CPI do Lixo, três vereadores de Maringá estiveram na semana passada visitando Piracicaba e Paulínia, em São Paulo. O texto publicado pela câmara municipal, obviamente, defende a privatização do lixo, projeto bilionário do grupo que está no poder há mais de dez anos – período durante o qual trataram o tema ‘daquele jeito’. Como o blog já revelou, a visita faz parte de um roteiro feito num escritório da avenida Prudente de Morais em favor da PPP do lixo,  contra a qual a comunidade já se manifestou. Leia mais.

Má-ringá

O lixo que só aumenta

Entulho

Amanhã vai fazer uma semana que este lixo está depositado no canteiro central da avenida Euclides da Cunha, Zona 5, uma das mais bonitas da cidade, defronte a Meta Propaganda, que faz aqueles comerciais sobre a maravilha que é Maringá. Agora, com a diferença de que porcalhões estão jogando sacos de lixo sobre os entulhos, o que comprova a tese de que este sistema adotado pela prefeitura estimula os sujismundos.

Bronca

Uma sugestão

Avenida Américo Belay

Ao ver que ainda tem gente jogando lixo no caneiro central das avenidas Franklin Roosevelt e Lucílio de Held, em Maringá, leitor investigou e chegou à conclusão que a população nada mais faz do que seguir o exemplo da prefeitura, que faz a varrição superficial através do popular Tatuzão e joga nas extremidades dos canteiros centrais, praças e até na rua.
“Pedimos que a prefeitura comece a recolher todo lixo e folhas imediatamente após a varrição a fim de dar bom exemplo e que coíba esse ato de alguns moradores que já está se alastrando pela cidade. Outra consequência do acúmulo de lixo é o entupimento da rede de galerias pluviais, pois esse lixo deixado nas ruas pela prefeitura tem destino certo quando chove” observa. A foto é da avenida Américo Belay.

Bronca

Lixão na praça

Praça

A praça da Igreja São Francisco de Assis, no Jardim Alvorada, que deveria ser um ponto turístico do maior bairro de Maringá deixa de ser um recanto de lazer para ser um lixão a céu aberto, já que tem gente que joga lixo por ali. Morador reclama que não há orientação, fiscalização nem punição e, por isso, a situação só piora. Continue lendo ›

Bronca

Lixo padrão Maringá

Lixo

A fotografia é na avenida Bento Munhoz da Rocha, em Maringá, onde contêineres de resíduos recicláveis estão indo diretamente à pedreira para serem enterrados. Vale lembrar que a administração de Maringá paga R$ 88,00 por tonelada, e que tal prática traz para o município a responsabilidade deste quanto ao passivo ambiental gerado por essa ação, haja vista que o material enterrado é composto principalmente por material reciclado. Esse é um dos fatos a serem investigados pela CPI do Lixo, ou seja, a responsabilidade do município quanto ao passivo ambiental.

Maringá

Sobre lixo e CPI

1) Na sessão ordinária desta terça-feira, o vereador Humberto Henrique (PT) destacou a assinatura do acordo entre Acim e Prefeitura de Maringá para a coleta seletiva de lixo em vias comerciais. A proposta, do Conselho Gestor Pró-Catador, enfrentava dificuldade de obter apoio do município, que capitulou.  A assinatura foi na Acim e  ninguém do Conselho Gestor foi convidado.
2) O vereador Ulisses Maia (SD) disse da tribuna que aguardará até quinta-feira as assinaturas dos vereadores que querem a transparência na questão do lixo em Maringá. Ressaltou que cada um tem sua consciência para decidir o que fazer, assinar ou não o requerimento criando a CPI do Lixo.

Blog

Atendendo pedidos

O vereador Carlos Eduardo Saboia (PMN), quando era do PMDB, chegou a ser o autor de uma ação popular contra a gestão custosa do ex-prefeito Ricardo Barros (PP). Atendeu ao então prefeito Said Ferreira. Hoje lidera a segunda gestão fantoche do mesmo RB, que comanda o maior condomínio de partidos políticos da história da cidade. Atende, como líder do prefeito, a todos os desejos do chefe do grupo, atacando um dos assuntos em que Said mais se destacava contra o oponente, o lixo. Foi o ex-chefe peemedebista quem, por exemplo, rompeu o contrato mandrake firmado com a Sotecol, primeira tentativa de privatização do lucrativo setor em Maringá.

Maringá

CPI do Lixo vai sair!

Luizinho Gari

A CPI do Lixo de Maringá vai sair. A quinta assinatura foi confirmada há pouco, durante a realização da convenção municipal do PDT. O vereador Luizinho Gari disse que assinará o requerimento, apresentado esta semana e que tem outros quatro apoios (Mário Verri, Dr. Manoel Sobrinho, Humberto Henrique e o autor, Ulisses Maia).
Vislumbra-se finalmente a oportunidade de se saber o motivo de algo tão importante – coleta e destino do lixo – e ao mesmo tempo tão simples não ter avançado nos últimos 10 anos em Maringá.

Maringá

Valendo um doce

Lixo

Fez um ano que está em vigor a lei de autoria da hoje secretária de Saúde de Maringá, Carmen Inocente (Pros), que estabelece multa de R$ 50 a R$ 150 a quem jogar lixo nas ruas ou nas calçadas da cidade.
Ganha um doce quem adivinhar quantas pessoas já foram multadas.

Maringá

Prefeitura não quer discutir solução para o lixo, confirma o líder do prefeito

saboia

Atendendo pedido da prefeitura, oito vereadores rejeitaram a votação de uma proposta para resolver o problema do lixo em Maringá. O requerimento, de autoria do vereador Humberto Henrique (PT), pede a criação de um grupo de trabalho entre o município e o Instituto Lixo e Cidadania com a finalidade de elaborar e debater com a sociedade um projeto para o gerenciamento dos resíduos sólidos.

Após receber visita do chefe de gabinete do prefeito, o líder do governo na Câmara, Carlos Eduardo Saboia (fotoqPMN), pediu apoio dos aliados para impedir a votação. “A prefeitura não quer discutir neste momento com a sociedade uma solução para o lixo. Eles [prefeitura] querem se organizar primeiro”, alegou. Continue lendo ›

Geral

Maringá paga para enterrar material reciclável

O município de Maringá foi condenado em 2005 a implementar a coleta seletiva em toda a cidade, mas até o momento não cumpriu a sentença transitada em julgado pela 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Região Metropolitana de Maringá.
Todas as ideias apresentadas até hoje pela administração não contemplam o cumprimento da decisão da Justiça. Já o projeto apresentado pelo Instituto Lixo e Cidadania atende de forma integral tanto a sentença, quanto a legislação federal. Continue lendo ›

Flagrante

Cena maringaense

Placa

Leitor envia a foto do que considera um flagrante da irresponsabilidade da Prefeitura de Maringá, “que faz a varredura das avenidas com um trator vassourão e joga o lixo e as folhas em cima do canteiro central, onde está fixada uma placa alertando que ali é proibido jogar lixo! Dessa forma a população segue o exemplo e age da mesma forma”. Ou seja, faça o que digo mas não o que faço.

Maringá

PPP do lixo custa até 102% mais caro e não tem reciclagem

pppxsociedade

Análise preliminar, realizada pelo vereador Humberto Henrique (PT), constatou que o comparativo feito pela Prefeitura de Maringá entre a proposta de parceria público-privada (PPP) e o projeto apresentado pela sociedade é uma tentativa de “enganar a população” e continuar sem resolver o problema. Segundo Humberto, pelos cálculos do município, a PPP é até 102% mais cara do que o modelo proposto pelas entidades. Continue lendo ›

Akino

Aos membros do Codem:

Segundo seu próprio site o Codem tem como finalidade propor e fazer executar política de desenvolvimento econômico. E segundo o da Acim destina-se a toda população e sociedade civil organizada. Assim sendo (sem trocadilho), os senhores acreditam que o interesse de Ricardo Barros, Pupin e Leopoldo Fiewski, e outros, na PPP do lixo é pensando em toda população? Não desconfiam que seria o de ganhar dinheiro seja em sociedade com a empresa que vencer a licitação, ainda que sem corrupção aparente, ou mesmo num esquema de superfaturamento de pesagem e outras maracutaia que geralmente acontecem quando o serviço de coleta e destinação do lixo é entregue à iniciativa privada? Continue lendo ›

Maringá

Lixo: proposta no Codem

Integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), a pedido do arcebispo dom Anuar Battisti, ouviram ontem a explanação sobre a proposta de entidades preocupadas com a coleta, tratamento e destinação do lixo da cidade, onde se desperdiça 97% do lixo reciclável. Houve elogios à iniciativa e à forma simples e econômica como ela foi elaborada.
O secretário para assuntos de empréstimos junto ao BID, Leopoldo Fiewski, ao chegar para a reunião e perceber que no local se encontravam o advogado Walter Fernandes, do Conselho de Leigos, o promotor Fabio Alcure, do MPT, e o professor Jorge Vilallobos, deu meia-volta e foi embora.

Flagrante

Lá vem o sucatão

Sucatão

Resultado do esforço das administrações Silvio Barros II (PHS) e Carlos Roberto Pupin (PP): o sistema público de coleta do lixo sucateado, na essência da palavra. O leitor fotografou o que seria um caminhão da coleta sem faróis e com os pneus dianteiros lisos.

Sucatão
Akino

Terceirização da coleta do lixo custará 63,64% a mais para o contribuinte

Em 30 de setembro fiz esta postagem denúncia, que repito: Segundo informação do secretário Bovo, em entrevista à RPC, o orçamento enviado à Câmara prevê o valor de R$ 35 milhões para o ano de 2015, para pagamento à empresa que ganhar a licitação para prestar serviços de coleta e destinação do lixo em Maringá. Já para 2014, com serviços realizados pela própria Prefeitura a despesa prevista é de R$ 21,4 milhões. Isto significa que o contribuinte pagará 63,64% a mais e não venha o secretário com a conversa de que não haverá repasse via carnês do IPTU, que só os ingênuos acreditam.Se om município banca com outras fontes, é dinheiro do contribuinte. A diferença anual é de aproximadamente R$ 14 milhões, o que dá uma boa margem para corrupção. Fala-se em R$ 700 mil mensais, ou R$ 8,4 milhões anuais em superfaturamento, desvios. Esperamos que os vereadores sérios, e o MP, não cruzem os braços diante deste absurdo.
PS: Parabéns a dom Anuar e todos que estão lutando contra esta verdadeira tentativa de assalto ao cofre público de Maringá, que os senhores vereadores autorizaram, por incompetência ou complacência. Ainda dá tempo de corrigirem.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Aumentando a área de atrito

A propósito da reunião entre vereadores e o arcebispo dom Anuar Battisti (além de outras pessoas vinculadas à questão do lixo), ontem, que, ressalte-se, foi cordial, quem ficou numa situação ainda mais incômoda foi o vereador tenente Edson Luiz (PMN). Ligado à Igreja Católica, ele comentou com colegas que não gostou da forma como a sugestão de suspensão ou revogação da lei da PPP do lixo lhe foi colocada. Recorreu ao fato de ser militar para justificar a dificuldade de engolir a sugestão da igreja da qual sempre fez parte.
Muitos vereadores, no entanto, sabem que a justificativa não se sustenta: tenente Edson, que integra o Conselho Gestor, havia sinalizado que votaria contra a terceirização, mas acabou votando a favor. Com a atitude, ele atrita também com setores da Maçonaria da qual também faz parte e onde muitos são contrários à PPP diante de tanto converseiro na cidade sobre o que se esconde por trás do milionário projeto.

Blog

Vem aí a batalha do lixo

LIXO PPP(Atualizada) A sociedade maringaense prepara-se para entrar na batalha do lixo, algo malcheiroso encampado pela administração Pupin/Barros. Ontem à tarde, na Cúria Metropolitana, o arcebispo dom Anuar Battisti realizou uma reunião para a qual foram convidados todos os vereadores; compareceram 12 dos 15.
O recado foi curto e objetivo: não queremos essa PPP do lixo sem que a população saiba as informações sobre o impacto financeiro. Especula-se que a pancada inicial será de cerca de 63,64% no bolso do contribuinte. O arcebispo ressaltou a necessidade da atuação conjunta dos trabalhadores com a comunidade e sugeriu aos vereadores para revogar ou suspender a lei que autorizou a PPP. De forma sutil, o advogado Walter Fernandes, coordenador do Conselho de Leigos, lembrou da guerra contra a incineração e lembrou ainda o que aconteceu com os vereadores que defenderam a administração passada. Para consolidar o clima de interação, um Pai Nosso encerrou o encontro.

Blog

Sociedade engajada

Em julho a comunidade tentou que os vereadores não aprovassem a terceirização (por 35 anos!) da forma como foi imposta, mas não conseguiu sensibilizar os chamados representantes do povo. O processo continuou, com o tradicional desprezo aos apelos comunidade que tem marcado o grupo que está no poder, inclusive do prefeito Pupin, que foi pessoalmente avisar o arcebispo que não pretendia mudar os planos traçados pelo todo-poderoso da cidade.
Mas não é apenas a Igreja Católica que decidiu dizer chega e pedir que os políticos tratem a cidade com o devido respeito. Outras entidades começam a se mobilizar esta semana e devem fechar apoio à cruzada pela revogação da lei que permite a PPP do lixo.

Bronca

Mau exemplo em fundo de vale

Fundo de vale
O fundo de vale, entre os jardins Copacabana e Paris, em Maringá, está abandonado e com muito entulho e lixo, sem contar animais mortos.Anderson Sampaio ouviu de moradores que o entulho é resto asfáltico despejado pela própria prefeitura.

Akino

Não, não defendemos

Leitor fez um comentário questionamento nos seguintes termos: ‘Akino, uma pessoa me disse que alguém de sua família ajudou a defender o pessoal que roubou o dinheiro da prefeitura no caso Paolicchi. Isto é verdade? Conte-nos como foi isso.’
Minha resposta (Akino): Não, nem eu, nem ninguém da minha família defendeu, seja judicialmente, ou por palavras qualquer um dos envolvidos neste rumoroso caso. Pelo contrário, o caso Paolicchi/Gianatoto motivou-me a entrar na luta pelo combate a corrupção e desvios de dinheiro em Maringá. Infelizmente hoje temos uma situação bem parecida, mas o pessoal é mais profissional e faz muita coisa com aparência de legalidade, como no caso da criação de secretarias e CCs desnecessários que consomem cerca de R$ 20 milhões anuais e fica mais difícil para o MP agir. Mas estão perdendo o medo e talvez caiam na privatização da coleta e destinação do lixo, que é um esquema digno dos ‘bons tempos’ de Paolicchi. Pode sobrar para o Pupin, dona Luíza, já avisamos, pois é ele quem vai assinar. A princípio pensei que ele seria apenas laranja, mas já estou achando que é sócio.
PS: Acredito que estão me confundindo com outra pessoa, caro leitor.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Pero no mucho…

O prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), ao votar nesta manhã foi questionado por não ter atendido a Arquidioese, o Observatório Social e o Fórum Lixo e Cidadania e adiado o processo de privatização do lixo, que, todos desconfiam, tem cartas marcadas. Ele disse que estava tudo certo e não havia proposta nova. Foi confrontado: seu secretário de Saneamento Básico, Alberto Abraão Vagner da Rocha, que não participou das discussões, tem uma proposta.
Aí Pupin bateu forte, retumbante, no peito, e lascou: “O prefeito sou eu”. Uma cena que Ricardo Barros jamais verá…

Bronca

Reclamando da coleta

Facebook
No Facebook, maringaense reclamou que não coletam o lixo defronte sua casa há uma semana e diz pensar em deixar na casa do prefeito, porque certamente por lá o serviço não está falhando. A propósito, hoje à tarde a Prefeitura de Maringá divulga um balanço dos questionamentos e sugestões obtidos no período em que ficaram abertas as consultas públicas da parceria público privada para prestação de serviços de coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos e da concessão do parque de exposições, duas situações milionárias.

Akino

O esquema da terceirização da coleta do lixo

Esquema, segundo o dicionário informal é armação, preparação, algo combinado. Sobre a terceirização da destinação e coleta do lixo, em Maringá, há quem diga que é um esquema, onde alguns ganharão dinheiro, às custas do contribuinte maringaense. A coisa é tão grave que até um secretário seria contra. O que há de verdade? Vamos deixar (MP, Câmara, OBS) que façam disso um negócio particular? Não é para ficarmos indignados, dona Luíza Pupin, se isto resultar em corrupção, desvio de dinheiro público, superfaturamento, pagamento por serviço não prestado? Em uma expressão, como diria a presidente Dilma: ‘malfeito’. Se querem fazer um ‘malfeito’, como tudo indica, que façam bem feito, senão vai sobrar para o marido da senhora. Lembra do que aconteceu com Jairo? Estaremos de olho.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Via Pupin, RB comunica: PPP não será suspensa

pacoDepois do tratoraço no Legislativo, em julho, a administração Pupin/Barros desiste de atender a Arquidiocese e o Observatório Social de Maringá: o prefeito Pupin confirmou na manhã de hoje que não vai suspender o processo de privatização do lixo como queriam entidades maringaenses (leia mais). Ele nada mais fez que obedecer o chefe, Ricardo Barros (PP), que comanda a proposta ao lado do irmão mais velho, o ex-prefeito Silvio II (PHS). A privatização, que tem odor de cartas marcadas, pesará 63,64% a mais no bolso do contribuinte maringaense. O contrato é de 35 anos (mais que a idade de alguns deputados eleitos), que é pra não ter dúvida. Com a decisão de RB, a situação sai do plano político e vai para a esfera jurídica. Se bem que o jogo que se avizinha é pesado…

Akino

Terceirização do lixo fede

lixoOutro dia assisti o esforço de Leopoldo Fiewski, no Pinga Fogo, para dizer que a terceirização da coleta e destinação do lixo, em Maringá, será benéfica e mais barata para a população que terá melhores serviços da prefeitura, com esta se livrando do encargo. Era visível que ele falava com sorriso amarelo de quem está tentando enganar incautos e o Beija Flor me pareceu não totalmente convencido. Disse, Leopoldo, que tinha saído de uma reunião na Acim, com a OAB, membros da Igreja católica, Observatório Social, e outras entidades, onde tinha explicado e eles entendido as vantagens.
Não é o que parece ter acontecido, pois está sendo pedido o adiamento da licitação, que de licitação, ao que parece, terá apenas o nome. Tudo deve ser negociado, acertado, como são essas parcerias. Querer nos convencer que em Maringá será diferente de outras tantas cidades, onde atua a ‘máfia do lixo’, é nos considerar otários. Esta terceiração do lixo, literalmente, fede. Tem interesses particulares, muito particulares. Leopoldo não tem poderes legais para trabalhar nela. Está defendendo os interesses de terceiros, tudo indica.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Entidades pedem suspensão da terceirização do lixo

A Arquidiocese de Maringá, o Observatório Social e o Fórum Lixo e Cidadania pediram através de documento protocolizado na prefeitura a suspensão do processo de terceirização dos serviços de coleta, tratamento e destinação final do lixo na cidade, informa o Maringá News (leia mais). O processo cheira a cartas marcadas e o aumento no valor a ser gasto já faria parte de um acordo entre dois sócios ocultos. A PPP do lixo vai pesar no bolso do maringaense: 63,64% a mais, de acordo com o orçamento de 2015. Quem vai decidir se atende ou não o pedido de suspensão é Ricardo Barros.
A coisa é tão escancarada, dolorosa aos princípios éticos e morais da administração pública, que até o secretário de Saneamento Básico, Alberto Abraão Vagner da Rocha, é contrário à terceirização, que pode chegar a 35 anos; sua secretaria, por sinal, ficou de fora do processo, tocado por Leopoldo Fiewski, ex-funcionário do ex-prefeito Silvio Barros II (PHS).

Blog

Acim e OAB não assinaram

A propósito do questionamento da PPP do lixo: convidadas, a Associação Comercial e Industrial de Maringá e a subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil negaram-se a assinar o documento.
A submissão da Acim ao grupo que está no poder não é novidade; na OAB, basta saber que o vice-presidente é cargo comissionado da administração Pupin/Barros.

Akino

Terceirização da coleta do lixo custará 63,64% a mais para o contribuinte


Segundo informação do secretário Bovo, em entrevista à RPC, o orçamento enviado à Câmara prevê o valor de R$ 35 milhões para o ano de 2015, para pagamento à empresa que ganhar a licitação para prestar serviços de coleta e destinação do lixo em Maringá. Já para 2014, com serviços realizados pela própria Prefeitura a despesa prevista é de R$ 21,4 milhões. Veja acima.
Isto significa que o contribuinte pagará 63,64% a mais e não venha o secretário com a conversa de que não haverá repasse via carnês do IPTU, que só os ingênuos acreditam nesta conversa. A diferença anual é de aproximadamente R$ 14 milhões, o que dá uma boa margem para corrupção. Fala-se em R$ 700 mil mensais, ou R$ 8,4 milhões anuais em superfaturamento, desvios. Esperamos que os vereadores sérios e o MP não cruzem os braços diante deste absurdo.
Akino Maringá, colaborador