paolicchi
Paolicchi, antes de mudar o nome
Dallagnol e esposa compram o apartamento que pertenceu a Paolicchi, em condomínio de luxo de Curitiba
Trata-se do segundo apartamento do casal adquirido por mais de R$ 2 milhões no Playmouth Hill’s e pertenceu ao ex–secretário de Fazenda de Maringá, condenado por corrupção e assassinado em outubro de 2011
Continue lendo ›O assassinato

Hoje está completando nove anos do assassinato de Luiz Antonio Paolicchi que durante muitos anos foi secretário de Fazenda do Município de Maringá, e considerado o homem forte de muitas administrações. Foi preso, acusado de corrupção, mas tem gente que fala até hoje que ele não fez tudo sozinho e que tem alguém que ficou com a maior parte da bufunfa.
Continue lendo ›Por que o TCE não investigou?
A resposta à pergunta de Celso Nascimento é a mesma dos tempos de Paolicchi (e o TCE continua se achando):
A Copel teve de pagar R$ 11,8 milhões para escritórios de advocacia e de investigação forense para descobrir o destino que teriam tomado R$ 160 milhões que faziam parte do lucro auferido por sua subsidiária Uega (Usina de Eletricidade a Gás de Araucária). Continue lendo ›
Confira o desempenho do senador Alvaro Dias no Roda Viva
Pré-candidato a presidente da República, o senador Alvaro Dias foi o entrevistado de ontem no programa Roda Viva da TV Cultura. Houve perguntas e referências sobre Paolicchi, Construtora Sanches Tripoloni, TV Maringá, Joel Malucelli e o promotor José Aparecido da Cruz.
Condenados

Os três acusados de terem matado o ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luiz Antônio Paolicchi, foram condenados, agora à noite, ao final do julgamento no tribunal do júri; eles, porém, por enquanto, não vão ficar presos.
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Cena criminal brasileira
A propósito do julgamento do assassinato do ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi, que deve terminar à noite no Fórum de Maringá, o promotor Alex Sandro Hannickel (foto) disse em entrevista não ter dúvidas da culpa dos três acusados.
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Julgamento adiado
O julgamento dos três acusados da morte do ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi (foto) foi adiado para 9 de fevereiro de 2017. A informação é do repórter André Almenara, da Jovem Pan.
São acusados Valdir Ferreira Pio e de Vagner Eizing Ferreira Pio, pai e filho, e Eder Ribeiro da Costa. Continue lendo ›
Memória seletiva
Criou constrangimento uma das últimas propagandas feitas pelo 11, em Maringá.
Ao tentar vincular o adversário Ulisses Maia (PDT) ao esquema Gianoto-Paolicchi, o comando da campanha de Silvio Barros II esqueceu-se que no entorno do candidato do PP convivem várias pessoas que foram ligadas à administração do ex-prefeito Jairo Gianoto.Continue lendo ›
O jogo rasteiro começou
Ao contrário do que a propaganda de Silvio Barros II (PP) tenta sugerir, nunca houve condenação de Ulisses Maia (PDT) em relação ao esquema Paolicchi ou qualquer outra irregularidade da administração de Maringá.
Isso pode ser confirmado por qualquer pessoa ao se retirar uma certidão negativa na Justiça Estadual ou Federal de Maringá. Aliás, lembre-se que Paolicchi foi promovido a secretário de Fazenda por Ricardo Barros (PP), hoje ministro da Saúde e coordenador da campanha do irmão mais velho.Continue lendo ›
Gianoto-Paolicchi: TJPR aceita recursos e altera sanções
Foi publicado esta semana o acórdão do julgamento feito pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, realizado no último dia 9, e que alterou parcialmente sentença de 2010 do juiz Mário Seto Takeguma, da 1ª Vara Cível de Maringá, numa das grandes ações ajuizadas pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, em 2002, do caso Gianoto-Paolicchi.Continue lendo ›
Ressarcimento
Os cofres públicos de Maringá foram ressarcidos em R$ 5.452.077,83, resultado de execuções fiscais promovidas pela União, referente a devolução parcial dos valores desviados na gestão Jairo Gianoto pelo ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi.
O valor, segundo estimativa, é pouco mais do que o município gastou nos últimos anos patrocinando feira de aviação, jogos de voleibol e campeonatos de balonismo.
Maringá, Maringá
Dois dos principais envolvidos no escândalo da administração Jairo Gianoto – funcionários da Secretaria de Fazenda, um deles falecido, o ex-secretário, Luiz Antonio Paolicchi, e o outro bem vivo, em cidade da região de Maringá – ganharam apartamentos de uma empreiteira, em meio à roubalheira posteriormente descoberta pelo ex-promotor Cruz.
A propina em forma de apartamentos até hoje permanece encoberta – e a empreiteira, faturando como nunca, porque esquema sempre tem.
TJ reforma sentença e condena Gianoto e ex-comandante do CB
Em decisão publicada no último dia 28, a Quinta Câmara Cível do Tribunal de Contas deu provimento a recurso do Ministério Público Estadual e reformou decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, e condenou o ex-prefeito Jairo Gianoto, o ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi (falecido) e o coronel Wilson Afonso Enes, ex-comandante do Corpo de Bombeiros, por improbidade administrativa.
Eles foram condenados a pagar multa e não poderão contratar com o poder público.Continue lendo ›
Ainda peemedebista
Assassinado em outubro de 2011, o ex-secretário de Fazenda de Maringá Luiz Antonio Paolicchi permanece filiado ao PMDB de Maringá, presidido desde o século passado por Umberto Crispim.
Passaria batido
Arquivo do blog
Este mês fez 15 anos da prisão de Luiz Antonio Paolicchi, ex-secretário da Fazenda de Maringá, envolvido no escândalo de desvio de dinheiro da prefeitura municipal, que para muitos não passa de café pequeno diante do que aconteceu depois.
A foto acima mostra sua saída durante um dos depoimentos ao juiz federal Anderson Furlan.Continue lendo ›
Aprendeu certinho
Foi o blog falar de um secretário que é chamado de “novo Paolicchi”, que outros nomes passaram a ser também apontados como prósperos suspeitos em meio à crise nacional. O blog recebeu informações de que, além de diversas propriedades, um deles gastou R$ 1 milhão montando um estabelecimento comercial.
Paolicchi 2
Um secretário municipal é chamado pelas costas de “novo Paolicchi”, referência à riqueza acumulada em pouco tempo pelo ex-secretário de Fazenda de Maringá.
Neste caso, porém, o secretário é de outra pasta, não integra os chamados ‘grupinhos’, mas estaria com a vida mais que ganha.
Citação do espólio
O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, Fabiano Rodrigo de Souza, fez publicar esta semana o edital de citação do espólio do ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi, por conta de ação civil pública ajuizada em 2001 pelo Ministério Público Estadual. São réus na mesma ação o doleiro Alberto Youssef e o ex-prefeito Jairo Gianoto, entre outros. Thereza Belosso Paulicchi, inventariante do espólio, consta como em local incerto e não sabido. A citação é para que saiba da inclusão no polo passivo da ação. Apesar de não trazer em seu corpo a data do edital, ele foi redigido no último dia 8 e publicado ontem, quando começa a correr o prazo de 30 dias.
Dificuldades momentâneas
Um político maringaense, considerado o mais próspero que a política local já produziu, está com dificuldades de honrar os compromissos assumidos principalmente no ano passado. A Lava-Jato ligou holofotes complicadores para quem deseja internalizar dinheiro. O certo é que tem se destacado como malabarista, explicando aos credores com uma sinceridade de delator premiado que simplesmente está descapitalizado, por ora.
Os compromissos são milionários. Continue lendo ›
Acusados da morte de Paolicchi já podem ir a júri popular
Ainda não foi publicada a íntegra do acórdão da 1ª Câmara Criminal, que no último dia 9 julgou recursos de Valdir Ferreira Pio e de Vagner Eizing Ferreira Pio, pai e filho acusados da morte do ex-secretário de Fazenda de Maringá Luiz Antonio Paolicchi, em outubro de 2011 (na foto aparece, ainda, ao centro, Eder Ribeiro da Costa). O ex-secretário, que havia oficializado união em comunhão universal de bens com o ex-bancário, foi morto com cinco tiros e colocado no porta-malas de seu automóvel. Eles agora poderão ir a julgamento perante o tribunal do júri.
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Vargas tinha relações com Youssef antes do caso Paolicchi

O deputado federal petista André Vargas entrou em desgraça depois de participar de um aniversário em Maringá, no final do ano passado. Primeiro, o gesto “petista na Papuda“, ao lado do presidente do STF ; depois, a enxurrada de críticas com a foto ao lado da turma que passou o PT pra trás em Maringá nas últimas eleições; e, agora, o caso Youssef. Vargas, londrinense, diz que mantinha há 20 anos “relações sociais” com o o doleiro Alberto Youssef, preso num esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado US$ 10 bilhões. Vinte anos? Então significa que as “relações sociais” vinham de 1994, seis anos antes de estourar o escândalo do envolvendo Luiz Antonio Paolicchi, ex-secretário de Fazenda de Ricardo Barros, Said Ferreira e Jairo Gianoto. Como se recorda, Youssef foi condenado no mesmo escândalo, acusado de lavar dinheiro desviado da Prefeitura de Maringá, esquema descoberto pelo hoje procurador geral de justiça José Aparecido da Cruz no mesmo ano em que o PT venceu as eleições municipais. Ah: o aniversário a partir do qual Vargas passou a ter problemas foi do homem que promoveu Paolicchi a secretário…
Lava Jato chega a nome conhecido
A Operação Lava Jato, realizada na manhã de hoje pela Polícia Federal, desbaratinou organizações que tinham como finalidade a lavagem de dinheiro em diversos estados brasileiros, e que teriam feito operações financeiras num valor que supera os R$ 10 bilhões. A operação contou com a participação de aproximadamente 400 policiais federais que deram cumprimento a 81 mandados de busca e apreensão, 18 mandados de prisão preventiva, 10 mandados de prisão temporária e 19 mandados de condução coercitiva, em 17 cidades, incluindo Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina e Foz do Iguaçu. Um dos cabeças do esquema é velho conhecido dos maringaenses: o doleiro londrinense Alberto Youssef (foto), que já puxou alguns meses de cadeira por conta do escândalo Banestado e foi condenado por ter lavado mais de R$ 600 mil repassados por Luiz Antonio Paolicchi, ex-secretário de Fazenda de Maringá. O material apreendido hoje pode revelar nomes de traficantes e de políticos envolvidos com o doleiro.
Morte de Paolicchi atrasa julgamento de apelação no TJ-PR
Há dois anos, com a morte do ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi, o Tribunal de Justiça vem tentando dar prosseguimento à segunda ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público relativa ao escândalo Gianoto, em que ele era parte, ao lado do ex-prefeito Jairo Gianoto, do ex-deputado federal José Borba, dos ex-servidores públicos municipais Rosimeire Castelhano Barbosa e Jorge Aparecido Sossai, entre outros. Todos foram condenados pelo juízo da 1ª Vara Cível por desvio de R$ 50 milhões dos cofres públicos (valores da época) e buscam apelação no TJ-PR. Em novembro de 2011 o juiz de direito substituto de Segundo Grau Edison Macedo Filho, em despacho, suspendeu o processo, intimou o procurador do secretário assassinado e determinou a habilitação dos herdeiros para intimação. Em meio a atualização de advogados, em 17 de julho do ano passado o relator, desembargador Xisto Pereira, atendendo o MP, expediu carta de ordem para citação dos sucessores, Marino Paolicchi e Theresa Beloso Paolicchi, residentes na Zona 4, em Maringá. Em agosto deste ano, a Procuradoria Geral de Justiça informou outro endereço dos sucessores, mas a intimação revelou-se infrutífera. A intimação foi renovada no último dia 9, por correio.
Com morto na lista, PMDB tem maior número de filiados em Maringá

Ontem o jornalista Fábio Linjardi fez reportagem, em O Diário, sobre o crescimento dos partidos políticos em Maringá nos últimos anos. Percentualmente, o PMN foi o que mais cresceu (316,3%). O PMDB, com 7.621 filiados, lidera o ranking. Para ser o maior partido de Maringá, sem conseguir eleger um deputado estadual há 27 anos e sem feito votação suficiente para, pela primeira vez na história, não ter eleito sequer um vereador, o PMDB engorda o número de filiados com o título de eleitor que nem vota mais, como o ex-secretário Luiz Paolicchi, assassinado em outubro de 2011, como mostra acima a extração feita hoje no site do TSE. Assim, diria um amigo, até eu…
Paolicchi, o peemedebista

Os partidos políticos atualizaram há dez dias a relação de filiados, entregues à Justiça Eleitoral e disponibilizada no site do TSE. O PMDB de Maringá segue como exemplo de desorganização: o ex-secretário Luis Antonio Paolicchi, assassinado em outubro de 2011, ainda aparece como filiado ao maior partido da cidade e integrante do condomínio Barros.
Por que o procurador não tomou providências?
Por que locou o imóvel?
Alguém precisa explicar a omissão
Vejam este despacho da Justiça Federal, sobre o sequestro de bens do ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi:
Akino Maringá, colaborador
Por que não querem recuperar os milhões desviados por Jairo/Paolicchi?
Analisem esta notícia de saiu no Jornal Nacional de ontem: ‘Um acordo entre a Advocacia-Geral da União e o Grupo Ok, do ex-senador Luiz Estevão, vai devolver aos cofres públicos quase R$ 470 milhões. É uma parte dos recursos que teriam sido desviados em um dos maiores escândalos de corrupção no país. O valor milionário, R$ 468 milhões, é o equivalente ao que teria sido desviado durante a construção do prédio do TRT de São Paulo, no início dos anos 1990, mais juros e correção. O acordo prevê R$ 80 milhões à vista e o resto será pago em 96 parcelas de R$ 4,1 milhões. Para garantir o pagamento, a Advocacia-Geral da União vai manter penhorados 1.255 imóveis do Grupo Ok. Eles só serão desbloqueados quando a dívida for quitada.’
Meu comentário: Em Maringá, segundo informações, o município permanece inerte, apesar das citações ao prefeito efetivo e o em exercício, e o procurador, para manifestarem sobre o interesse na execução da sentença e leiloar bens que estão bloqueados. Consta que um apartamento, o município preferiu alugar a vender em leilão. Por que não querem? Seria medo de abrir um precedente, em causa própria? Há alguma negociação extra autos? Gostaria que os vereadores Humberto Henrique, Marly Martin, Mário Verri e Dr. Manoel requeressem informações, se interessassem pelo processo. Enviassem ofícios ao TCE. Enfim, que agissem. É um absurdo, se isto for mesmo confirmado. Apelo também ao candidato Wilson Qunteiro, para que toque na ferida. Apelo ainda aos jornalistas investigativos, Murilo Gatti, Fábio Linjardi. Luiz Fernando Cardoso, que entrem no caso. Por favor, Michel e Frank, liberem eles para fazerem uma matéria.
Akino Maringa, colaborador
Sucessores em ação
O desembargador Xisto Pereira, do Tribunal de Justiça do Paraná, atendeu o Ministério Público e determinou a citação dos sucessores do ex-secretário Luís Antonio Paolicchi, assassinado no ano passado, a fim de ocuparem o pólo passivo da ação civil pública que tramitou na 1ª Vara Cível e cuja apelação está na 5ª Câmara Cível do TJ-PR. Integram a ação Jairo Gianoto, Neusa Gianoto, Rosimeire Castelhano Barbosa, Jorge Aparecido Sossai, José Rodrigues Borba, Alberto Youssef, Jorge Sanches Ouverney, Luiz Alfredo da Cunha Bernardo e Luiz Alfredo da Cunha Bernardo. Os sucessores do falecido são Marino Paolicchi e Thereza Beloso Paolicchi.
Hangar do ex-secretário Paolicchi está sendo desmanchado

A Prefeitura de Maringá autorizou o desmanche do hangar que pertenceu ao ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi, morto no ano passado, no antigo Aeroporto Gastão Vidigal. Uma empresa de metalurgia está retirando o material daquele e de outros barracões há mais de uma semana, em troca do material metálico. Pelo local passará uma rua do futuro Centro Cívico de Maringá. No hangar, enorme, há uma sala lotada de documentos. Procurei e não encontrei no site prefeitura documento que licitou o desmanche e entrega do hangar, que, ao que parece, está entre os bens indisponibilizados pela justiça junto ao ex-secretário.
Portas fechadas
A constatação é de um ex-integrante do poder público municipal: com a morte de Luiz Antonio Paolicchi, ex-secretário de Fazenda envolvido em desvio de recursos na Prefeitura de Maringá, algumas conhecidas portas (inclusive de recursos estaduais e federais) teriam sido fechadas para o município.
Muita emoção
Ao falar na discussão do projeto de concedeu licença de 100 dias para Silvio II, o vereador Humberto Henrique lembrou que o único prefeito que havia usado o artigo da Lei Orgânica que permite este tipo de licença foi Jairo Gianoto, quando estourou o escândalo no final da sua administração, dizendo que vê semelhanças entre a atual e aquela.
Falando em seguida, o líder, vereador médico Heine Macieira, depois de uma defesa e justificativas da licença, tão convincentes como explicar ‘batom na cueca’, finalizou se dizendo indignado, e com a voz embargada pela emoção disse que não admitia comparar a a atual administração à de Jairo Gianoto. Por pouco, lágrimas não rolaram. Eu, que assistia pela internet, lembrei de quanta injustiça se faz com Paolicchi e Jairo, que são acusados de serem os maiores corruptos que esta cidade já conheceu.
Outro fato emocionante foi o vereador John dizer que, antes que digam que ele defende Ricardo e Silvio, por interesse, o PMDB tem candidato, que é o médico Durval dos Santos. Confesso que me segurei para não chorar.
Akino Maringá, colaborador
Paolicchi foi o Cachoeira de Maringá?
Com todo o respeito que temos para com aqueles que se foram , como é caso de Paolicchi, acompanhando o noticiário e a informação de que Cachoeira está doido para falar na CPI, ocorreu a comparação do que representou o primeiro para corrupção local loca e o segundo nacionalmente. As semelhanças não ficam na questão da água (mineral e de cachoeira), principalmente na expectativa de presos, acuados eles entregariam todos. Não foi o que aconteceu com Paolicchi, nem acredito que acontecerá com Cachoeira. Quanto ao que a vida lhes reservará, não aposto nada na do amigo do futuro (logo, logo) ex-senador Demóstenes Torres.
PS: Jamais andaria de ‘asa delta’.
Akino Maringá, colaborador
Paolicchi continua no PMDB

O ex-secretário de Fazenda de Maringá, Luis Antonio Paolicchi, assassinado no ano passado, continua filiado ao PMDB presidido por Umberto Crispim de Araújo. O partido, que se orgulha de ser o maior de Maringá, há tempos não atualiza seu quadro de filiados. O nome de Paolicchi aparece na listagem mais recente, cujo prazo de envio terminou ontem; a lista será atualizada, agora, somente em outubro.
PS – Na campanha eleitoral de 2000, quando o governador Requião detonou em praça pública o chamado esquema Paolicchi, que desviou milhões de reais junto com o então prefeito Jairo Gianoto, ele esqueceu de pedir ao seu partido que desse exemplo e expulsasse o então secretário. Ficou filiado até a morte.
O que aconteceu?
O ano caminha para o final e a explicação para um dos mais mais comentados acontecimentos de Maringá – a morte do ex-secretário Luiz Antonio Paolicchi – ainda não passa pela garganta de muita gente, incluindo policiais e pessoas que o conheceram. As justificativas do companheiro do ex-secretário parecem carecer de uma peça, falta um encaixe. Sem contar que a acusação de que Paolicchi era violento com o rapagão é hilária.
Polícia apresenta envolvidos com o assassinato de Paolicchi

Foram apresentadas há pouco, na SDP de Maringá, as quatro pessoas envolvidas com a morte do ex-secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi. Elas foram presas na manhã de hoje. O mandante foi o companheiro do ex-secretário, Vagner Eizing Ferreira Pio (conheça o currículo dele), e o crime executado por Eder Ribeiro da Costa (na foto, o único que está de frente, com a cabeça coberta). Leia mais.
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