A manifestação em Curitiba
Acompanhe direto de Curitiba, pela TV 15, o evento que marca 1 ano da batalha do Centro Cívico entre professores e o governo Beto Richa (PSDB).
Acompanhe direto de Curitiba, pela TV 15, o evento que marca 1 ano da batalha do Centro Cívico entre professores e o governo Beto Richa (PSDB).

A APP-Sindicato dá início na próxima segunda-feira à campanha “29 de abril – 1 ano do massacre” para lembrar um dos dias mais tristes da história paranaense, protagonizado pelo governo Beto Richa-Cida Borghetti.
29 de abril deste ano será dia de paralisação estadual e mobilização com o fórum de lutas e ato nacional da Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação em Curitiba.

Em Paiçandu não tem esse negócio de congelamento não.
Os vencimentos do prefeito, vice, secretários e todos os cargos comissionados terão reajuste de 11,28%, aproveitando o projeto que dá aumento para os servidores de carreira.Continue lendo ›
O reitor da Universidade Estadual de Maringá, Mauro Luciano Baesso, autorizou o afastamento da professora Fabiane Cortez Verdu para realizar estágio de pós-doutorado na Universidade de Colônia, na Alemanha, de 21 de setembro deste ano a 21 de setembro de 2016, com ônus restrito aos vencimentos e demais vantagens inerentes ao vínculo efetivo com a UEM.
Também foi assinado o afastamento do professor Mauricio Reinert do Nascimento para estágio de pós-doutorado no Max Planck Institute for the Study of Societies, na Alemanha, de 1º de outubro próximo a 1º de outubro do ano que vem, com ônus para o CNPq.
Para marcar os três meses do massacre do Centro Cívico e o aniversário do governador Beto Richa (PSDB), professores maringaenses distribuíram bolo na tarde de hoje no terminal urbano de passageiros do transporte coletivo.
O aniversário de 50 anos do governador Beto Richa (PSDB), que acontece hoje, será ‘descomemorado’ pelos professores, junto com os três meses do massacre do Centro Cívico. Um café da manhã defronte a residência de Richa e haverá atividades no centro de Curitiba, incluindo um museu com bombas e resquícios do arsenal lançado pelo batalhão de choque da Polícia Militar contra os trabalhadores. Em Maringá, no terminal urbano, a data será lembrada com bolo e panfletos.
O governador tucano, por sinal, parece estar aprendendo com o famoso leitão vesgo maringaense: além de conversar com a presidente Dilma, em meio a problemas com o TCU, repreendeu o partido por conta do apoio aos protestos do próximo dia 16.

De leitora, a propósito do acompanhamento da Secretaria de Transportes e Segurança à Parada LGBT, realizada ontem em Maringá: “Bacana a passeata do domingo à tarde, com a devida presença dos agentes públicos, mas também ajuda a entender o descaso do nosso estado com a educação, pois na greve dos professores, os educadores percorreram ruas e avenidas maringaenses sem nenhuma proteção”.
PS – A PM não esteve presente, ao que consta, por falta de efetivo.
Para uma leitora do blog, Maringá vive tempos de servidão degradante. Ela procurou explicar para pessoas ligadas à administração o que está acontecendo em setores da educação, que qualifica de assédio moral, que ocorria com o aval da cúpula da Seduc. Os professores estariam sofrendo com o abuso de poder das chefias imediatas, que mandam e desmandam, que discriminam uns em favor de outros, provocando situações vexatória, especialmente por quem está passando por estágio probatório. Professores e educadoras contratadas recentemente estariam descontentes com o tratamento dispensado, e que “beira a lei da chibata”. Em decorrência da situação, cresce o número de exonerações na área da educação, com migração de profissionais para cidades vizinhas, em busca de melhores condições de trabalho.
Mais de quatro mil educadores da rede estadual de ensino se reuniram no espaço Expo Unimed, na capital, para a assembleia de avaliação da greve geral. Durante a assembleia, a categoria ouviu o relato pormenorizado feito pela direção do sindicato a respeito da proposta apresentada pelo governo. Em seguida, foram feitas as defesas de duas propostas: a continuação da greve por tempo indeterminado ou a suspensão da paralisação, com a manutenção do estado de greve e a continuidade do monitoramento do cumprimento da proposta apresentada pelo Poder Executivo. Após as defesas, realizada por dez pessoas cada uma, os educadores decidiram suspender a greve, manter o estado de greve e retornar às escolas na segunda-feira, 5. Veja a proposta do governo apresentada e aceita pela maioria:Continue lendo ›

Os professores da rede estadual de ensino aguardam para amanhã um dia cheio em Curitiba. A assembleia de avaliação da greve será amanhã às 15h30, no Expo Unimed, na capital. Na foto, a concentração desta segunda-feira na praça Raposo Tavares, em Maringá. Clique para ampliar.
PS – Na reunião encerrada no início da noite no Palácio Iguaçu sinalizou fumaça branca, segundo o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSD). A proposta do governo foi aceita pelo comando de greve.

Ontem, com as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná lotadas por professores, o deputado Professor Lemos (PT) era ovacionado a cada crítica dirigida ao governador Beto Richa (PSDB). No encerramento, porém, ouviu o que não queria. Os grevistas, ao invés de gritarem por algum nome petista – a senadora Gleisi Hoffmann, por exemplo, pré-candidata ao governo do estado -, mandaram brasa em outro nome: “Requião! Requião!”. Nunca um cavalo passou tão encilhado quanto este.
A APP Sindicato informou que, esgotadas as tentativas dos professores e funcionários de escola em garantir seus direitos, não restou outro caminho a não ser a greve geral por tempo indeterminado. A decisão foi tomada na última assembleia da categoria no dia 29 de março. A greve atingirá as 2.149 escolas da rede pública de ensino do Paraná. Ao todo trabalham na rede estadual quase 100 mil professores e funcionários de escola (72 mil professores e 23 mil funcionários). Continue lendo ›
Professores da rede estadual de ensino denunciam que o governo do estado está cometendo um erro na distribuição de aula de sociologia e filosofia que, se não for resolvido, prejudicará professores graduados que não conseguirão dar aula e ficarão desempregados. O governo Beto Richa está descumprindo a deliberação 03/2008, que diz que a partir de 2012 as aulas de sociologia devem ser lecionadas exclusivamente por licenciados em Sociologia/Ciências Sociais. Na distribuição, estas aulas foram repassadas a docentes de outras disciplinas, deixando os jovens do Paraná sem professor adequadamente preparado para trabalhá-la e deixando professores desempregados. Continue lendo ›
A volta às aulas na rede municipal de ensino, em Maringá, pode ter ranger de dentes. A secretária de Educação, Solange Lopes, que comprovou a moral que tem junto à administração na longa viagem ao Japão, junto com a primeira-dama dona Luíza. Ela quer aumentar o número de alunos por salas, o que alguns professores consideram impossível. Há quem pense em desistir de dar aula se a proposta for implantada. O ano passado já foi complicado para os mestres, que não tiveram professores auxiliares. “E o salário continua uma merreca”, diz uma delas.
No último dia 21 o reitor Julio Santiago Prates Filho, reitor da Universidade Estadual de Maringá, assinou a resolução 179/2013, aprovada pelo CAD (Conselho de Administração), que implanta a nova sistemática de controle de frequência e permanência dos servidores técnico-universitários. A resolução, divulgada no último dia 24, aprova a implantação de nova sistemática de controle, “adotando-se o sistema de controle por computador ou biométrico, consideradas as peculiaridades de cada setor”, e aprova a criação de uma comissão para normatização e implantação do sistema de controle de frequência, com prazo de 180 dias para a conclusão dos trabalhos e implantação do referido sistema.
De acordo com o texto, a adoção do controle de frequência vale apenas para os servidores técnicos, o que está provocando polêmica na UEM.
Há quem defensa a implantação do controle biométrico na UEM para todos os servidores, incluindo professores. “Os alunos que não conseguem encontrar os professores que ganham pela dedicação exclusiva agradecem. Não queremos outro trem da alegria”, diz um deles. No último dia 3 o promotor Maurício Kalache encaminhou ofício ao reitor solicitando informações cobrando a implantação do controle, conforme havia sido pré-definido durante reunião em 22 de abril passado. Na reunião, com representantes do MP, reitor, vice-reitora, procuradora-geral e os membros do Conselho de Administração, ficou definido que o corpo docente seria incluído no controle, o que não fica claro na resolução do CAD. Kalache pediu a cópia do novo ato normativo – o que só foi feito 18 dias depois de encaminhar o ofício ao reitor – “e os locais em que foram implantados os novos meios de controle”.
A propósito, no Ministério Público vez ou outra são feitas denúncias de professores que têm Tide (Tempo Integral e Dedicação Exclusiva) e dão expediente até em estabelecimentos privados.
De Esmael Morais:
O governo dos tucanos Beto Richa e Flávio Arns — este último secretário da Educação — se destaca pelo calote que dão nos educadores da rede pública do estado. Nos três anos de gestão, eles passaram prometendo e não cumprindo acordos com a categoria. Mais: diziam que não havia recursos para honrar com o combinado. Pois bem, Richa e Arns foram pegos na contradição esta semana. Enquanto enrolavam professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado, negando-lhes direitos adquiridos, torravam milhões de reais em campanha publicitária em emissoras de TV e Rádio da Rede Globo. Leia mais.

De Esmael Morais:
“Governador, não aceitamos calote”. Essa era a faixa que foi exibida ontem (18) por professores e funcionários de escolas públicas durante recepção a Beto Richa (PSDB) em Apucarana, Norte do Paraná. O município saiu na frente dos protestos contra o tucano, que continuaram nesta quinta (19). Em Cambará, Norte Pioneiro, também houve manifestação dos educadores contra o governador do PSDB. O blog ainda não recebeu informações sobre a recepção a Richa. Leia mais.
Está no Facebook a tentativa de cancelamento do recente concurso para professores e de pedagogos realizado pelo governo Beto Richa e a realização de um novo certame, com regras claras e justas. Motivos não faltam para um novo concurso. “Já no período da inscrição alguns colegas foram indeferidos apesar de terem pagado a taxa e se inscrito corretamente. Na realização da prova objetiva, as denúnca ias foram muitas e os problemas de elaboração das questões infinitos. Mesmo assim a PUC e o governo estadual permaneceram irredutíveis e desconsideraram praticamente todos os recursos enviados por cada um de nós. Teimosamente deram continuidade ao processo, realizando (ou não) a correção das redações. Então, fomos feridos mais uma vez, como alguém que atira no inimigo caído”. Saiba mais.
Em sua página, Vera Guedes conta que no concurso Seed-PR 2013 de Apucarana-PR, mesmo que os professores passam na próxima etapa do concurso, que será a prova prática, não serão preenchidas 40 vagas de Arte, 37 vagas em Filosofia e 52 vagas de Sociologia. Vão sobrar vagas.
De Vera Guedes, no Jornalis, a respeito do concurso da Secretaria de Estado da Educação:
Para o “Concurso Seed-PR-2013”, “tudo o que se estudou a vida toda na sua área, não importa”. O que importa é dominar o “Tema Cibercultura” na sua redação. A redação do Concurso da Seed-PR que deveria ser classificatória é eliminatória deixando milhares de professores fora da próxima etapa do concurso.
Da Universidade Estadual de Maringá vem a reclamação de que, por ter torrado dinheiro com propaganda, o governo de Beto Richa determinou e a UEM acatou a redução de professores temporários. “Em meu departamento serão cortados três professores. Com isso os demais terão acréscimo em sua carga horária. Essa medida posta em prática acarreta uma diminuição do desempenho dos professores”, avalia um deles.
PS do Blog – De acordo com o site Brasil 247, Richa gastou R$ 240 milhões em apenas doze meses.
Um aluno do Colégio Anglo em Maringá, incomodado com a quantidade de piadas machistas e homofóbicas que os docentes proferem em sala de aula, encaminhou correspondência à direção pedagógica do estabelecimento, com cópia ao Núcleo Regional de Educação. Escreveu: “Hoje pela manhã, mais uma vez, tive o desprazer de escutar a mais uma piada extremamente homofóbica em sala de aula (CM). Esta não é a primeira vez que ouço piadas de cunho homofóbico ou machista em sala de aula. Não vou me referir ao nome do docente por razões óbvias. Quero salientar que este tipo de “discurso docente” (piadas e brincadeiras) que manifesta qualquer intolerância com negros, homossexuais, mulheres, indígenas e pessoas menos favorecidas não pode ser proferido por membros de um estabelecimento de ensino que se postula educar a juventude para a vida e para o mercado de trabalho. A prática docente é decisiva em fortalecer ou estigmatizar aspectos positivos ou negativos da formação adolescente, seja por meio da identificação, dos conteúdos ou das práticas cotidianas. Este tipo de discurso incentiva a intolerância, segrega alunos em sala de aula, e pior, em longo prazo corrobora para a manutenção da violência.Continue lendo ›
A Secretaria de Educação queria remanejar 69 professores da rede municipal, mas após a intervenção do Sismmar o número foi reduzido para 23. Desse total, 8 seriamda Escola Milton Santos, do Parque Avenida, onde um grupo de pais mobiliza-se, já que o ano letivo está em andamento e os alunos já estão acostumados com os professores. Vereadores teriam encontro hoje com a secretária Solange Lopes, buscando evitar a mudança. A Seduc em nenhum momento discutiu o remanejamento com as associações de pais e mestres. Hoje os 23 professores irão à tarde na secretaria para formalizar a mudança, e a partir de amanhã devem se apresentar nos novos locais de trabalho.
Pais de alunos da Escola Municipal Milton Santos, do Parque Avenida, em Maringá, reuniram-se ontem à noite com os vereadores Ulisses Maia (PP), Humberto Henrique (PT), Adilson Cintra (PSB) e Carlos Mariucci (PT) para falar do remanejamento de oito professores do estabelecimento, programado para a próxima segunda-feira pela Secretaria Municipal de Educação. Em outras escolas da rede, o remanejamento atinge de um a quatro professores, por causa da falta de profissionais na Seduc. A secretária Solange Lopes mantém-se irredutível; a comunidade escolar não foi consultada a respeito. Os vereadores manterão contato com a secretária e, se a situação não se resolver, os pais deverão recorrer ao Ministério Público. Antes, já haviam buscado ajuda do COnselho Tutelar, que questionou a Seduc com base no Estatuto da Criança e do Adolescente e não recebeu resposta. A reunião de ontem aconteceu na calçada da avenida Américo Belay, defronte a escola, porque a direção não quis ceder suas instalações.

Um grupo de pais e mães de alunos da Escola Municipal Milton Santos, no Parque Avenida, em Maringá, realizou um protesto nesta manhã, com faixas, cartazes e balões, contra a retirada de professores daquele estabelecimento. O remanejamento realizado pela administração Pupin atingirá oito professores de salas de aula – incluindo de 2º a 5º anos, e o de educação especial -, e não há previsão de reposição. A mudança também se verifica na maioria das escolas municipais, por causa da falta de professores na rede pública, mas a Milton Santos é uma das mais atingidas. O remanejamento acontece num momento em que os alunos se acostumaram com os professores e interrompe um processo de aprendizado em andamento. Além de não consultar a comunidade escolar, a Secretaria Municipal de Educação não quis atendê-los; na semana passada, uma servidora disse que a Seduc não daria satisfação aos pais e ameaçou chamar a segurança para retirá-los da secretaria. A diretora teria proibido os professores de falarem a respeito das mudanças. Baseado no Estatuto da Criança e do Adolescente, o grupo pretende recorrer ao Conselho Tutelar e programa uma nova manifestação, desta vez defronte a Seduc.

Professores e funcionários de escolas da rede estadual de ensino do Paraná se reuniram nas proximidades do Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba. Aproximadamente mil pessoas participaram da mobilização que contou com a presença do deputado Elton Welter (PT). O evento foi organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e pela APP e entre os objetivos do protesto estão a aprovação da Medida Provisória que destina 100% dos royalties do petróleo para a educação e melhorias no SAS, Sistema de Assistência à Saúde, que segundo os servidores não atende como deveria a saúde da categoria; houve um funeral simbólico do SAS com um caixão, flores e cruzes negras.
Do Maringá Manchete:
Chegou até o conhecimento de nossa reportagem, através de denúncia da senhora Rose Santos, que sua filha de 8 anos que necessita de acompanhamento especial em escola municipal, não está sendo atendida por falta de professor de apoio no CMEI Lidia Ribeiro Dutra da Silva no Parque Laranjeiras em Maringá. A criança foi reprovada no ano passado, quando estudava no CMEI Manoel Santos, Residencial Tuiuti, por justamente não haver professor de apoio na escola; a filha de Rose é portadora de necessidades especiais. Diante disso, Rose resolveu trocar a filha de escola, matriculando-a no CMEI Lidia, onde há uma professora de apoio, porém, soube depois que existem mais 8 crianças na mesma escola que necessitam desse tipo de acompanhamento, mas a professora de apoio só atende uma criança e no período da tarde. Indignada pela situação, Rose procurou a Secretaria de Educação de Maringá, e ficou abismada ao ser atendida por uma funcionária do setor que lhe disse: “Mãe, a senhora deveria ficar feliz pela sua filha ter reprovada, pelo menos ela não passou sem saber nada “. Apuramos que houve um concurso para contratação de professores de apoio para rede municipal, cerca de 240 foram aprovados, mas apenas 50 foram chamados e, deste número, 30 já exercem o cargo de diretores ou supervisores, e não querem deixar o cargo de confiança. Com isso acabam “enrolando” e segurando a vaga. Leia mais.
Professores municipais de Floresta, micro-região de Maringá, cruzam os braços nesta sexta-feira. Em defesa da aplicaçãoda lei federal que estabelece o piso salarial do magistério, as professoras irão paralisar as atividades. O prefeito do município foi, por diversas vezes, notificado pela APP-Sindicato para uma negociação com a categoria, o que não aconteceu.

Mexendo nas fotos antigas do professor Geraldo Altoé, Kaltoé achou esta foto com professores do Ginásio Maringá, de 1953 (onde hoje é o Marista, na avenida Tiradentes). Conseguiu identificar três pessoas, da esq. p/ a dir: Antonio Mussurunga Moraes, Geraldo Altoé e Antero Alfredo Chaves Santos (o sexto).
Alguns professores aposentados estão recebendo, pelo Correio, o certificado de mérito comunitário distribuído pela Câmara de Maringá. A honraria, proposta ano passado pela vereadora Márcia Socreppa (PSDB), candidata à reeleição, para cerca de 200 mestres, foi entregue durante solenidade em abril deste ano, mas os títulos anexados à correspondência têm assinatura de 20 de outubro de 2011, a carta que vem junto são de julho passado e a postagem foi feita na semana passada. A entrega em período eleitoral cheira mal.
Mas dolorido mesmo, em se tratando de homenagem a professores, foi constatar dois erros de português que acompanham a carta que acompanha o certificado: “Os professores que se dedicarão na gloriosa tarefa de ensinar, construíram maravilhosas histórias”. O correto seria: “Os professores que se dedicaram na gloriosa tarefa de ensinar construíram maravilhosas histórias”. E a vida segue…

Desde a última segunda-feira professores da rede municipal de Maringá estão recebendo o ¨kit professor¨, um mimo composto de bolsa, garrafa para água, jogos de canetas, jaleco, atlas e um dicionário da língua portuguesa. Curiosamente o kit chega em setembro, justamente no período eleitoral quando deveria, se é que deveria, vir no início do ano letivo. “Isto está cheirando a compra de votos. Parece desespero de quem quer ganhar a eleição a qualquer preço”, analisa um professor.
Nota divulgada há pouco pela APP-Sindicato informa que os professores continuam sem salário (atrasado) que o governo Beto Richa prometeu pagar para novos concursados e PSS no último dia 14. “Muitos dos professores do Processo Seletivo Simplificado (PSS) e novos concursados, que foram nomeados recentemente devido ao concurso de 2007, ainda não receberam. Em reunião com a APP-Sindicato, o secretário de Educação Flávio Arns repassou a informação de haveria um pagamento em folha complementar no dia 14 de março. A promessa foi feita no dia 29 de fevereiro, confirmada na reunião do dia 9 de março e mais uma vez ratificada no último encontro entre a entidade e o governo no dia 15, após a grande passeata de sete mil pessoas que fez parte da greve nacional. Quem se encontra nesta situação deve entrar em contato com a APP nos núcleos sindicais, ou na sede estadual – telefone (41) 3026-9822 ou pelo e-mail sas@app.com.br, para que o sindicato peça providências da Seed”, informa a entidade.
O Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá perdeu dois professores nos últimos anos – Benedito da Silva, em 2009, e Virgílio de Almeida, na semana passada – que presidiram partidos políticos. Há um terceiro professor e presidente do partido, Enio Verri (PT), licenciado em virtude do mandato de deputado estadual.
Três palestras encerram amanhã o trabalho de mobilização iniciado no último dia 7 pelo Sesduem, na Universidade Estadual de Maringá. As palestras acontecerão no Dacese: 8h, “Políticas Públicas para Mulheres na Pesquisa e na Ciência”, pela professra Patrícia Lessa dos Santos, DFE/UEM; “Ética na Formação Docente”, pela professora Terezinha Oliveira, PPE/UEM; e 14h, “Universidade Brasileira”, pelo professor Julio César Damasceno, DZO/UEM. Amanhã vence o prazo dado pelo sindicato para aguardar uma resposta do governo em relação às reivindicações da categoria.

Em Goiânia, professores invadiram a redação de um jornal para protestar contra a cobertura que o veículo deu à paralisação da categoria. Aqui, em melhor resolução.

Em Maringá, os professores seguem agora pela avenida Brasil, em direção à avenida Carneiro Leão, até o Núcleo Regional de Educação. Aqui, em melhor resolução.
(Foto: Mosca Vermelha)