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Educação: greve é suspensa, mas luta continua com mobilizações
A suspensão da greve da educação foi decidida durante assembleia realizada no último sábado, em Curitiba, que reuniu mais de 2 mil educadores da rede pública do Paraná.
A maioria dos também decidiu pela manutenção do estado de greve e assembleia permanente, além da continuidade das mobilizações.
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Vapt-vupt
Intransigência do governo empurra professores para a greve, diz Tadeu Veneri

Em discurso nesta segunda-feira, o líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Veneri (PT), disse que a postura intransigente do governo Richa empurra os professores e trabalhadores da educação para a greve geral.
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Governo divulga números falsos sobre salário dos professores
Da App-Sindicato:
Os(as) professores(as) da rede estadual do Paraná realmente não tem sossego. Nos últimos anos, o governador Beto Richa insiste em atacá-los(as) desde as férias de janeiro. Primeiro foi o pacotaço de janeiro de 2015, quando o governo tentou acabar com a carreira e a aposentadoria de todos(as) os(as) servidores(as) estaduais. A “guerra” iniciada por Richa culminou com o fatídico massacre de 29 de abril daquele ano.
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Vapt-vupt
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Marcha pela educação

Os professores estaduais, em greve, fizeram uma manifestação na manhã de hoje pela área central de Maringá. Continue lendo ›
Plenária na praça
Nota aos professores
O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) divulgou nota há pouco voltado aos professores da rede municipal de ensino sobre o prazo estendido para a entrega dos certificados ao Núcleo Regional de Educação.
Por conta de uma falha grave da administração municipal, os certificados foram rejeitados pelo NRE, impedindo a possibilidade de progressão na carreira.Continue lendo ›
Estado de greve

O governo Beto-Cida continua fazendo estragos.
Hoje, professores da UEL, UENP e Unespar decidiram por unanimidade a instalação de estado de greve, assembleia permanente e uma agenda de mobilizações contra a sinalização do governador Beto Richa (PSDB) de enviar à Assembleia Legislativa do Paraná um projeto revogando a lei que, no ano passado, encerrou a greve do funcionalismo. Continue lendo ›
Na frente do prédio dos Barros

O site Manchete informa que manifestantes com faixas e cartazes amanheceram defronte ao prédio em que mora o casal Cida Borghetti (PP) vice-governadora e o deputado federal Ricardo Barros (PP) em Maringá.
O grupo se reuniu para um ato em lembrança ao dia 29 de abril do ano passado, na batalha entre os professores e a polícia militar em Curitiba.
A manifestação em Curitiba
Acompanhe direto de Curitiba, pela TV 15, o evento que marca 1 ano da batalha do Centro Cívico entre professores e o governo Beto Richa (PSDB).
Lembrando o massacre

A APP-Sindicato dá início na próxima segunda-feira à campanha “29 de abril – 1 ano do massacre” para lembrar um dos dias mais tristes da história paranaense, protagonizado pelo governo Beto Richa-Cida Borghetti.
29 de abril deste ano será dia de paralisação estadual e mobilização com o fórum de lutas e ato nacional da Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação em Curitiba.
Para refletir
Reajuste retroativo

Em Paiçandu não tem esse negócio de congelamento não.
Os vencimentos do prefeito, vice, secretários e todos os cargos comissionados terão reajuste de 11,28%, aproveitando o projeto que dá aumento para os servidores de carreira.Continue lendo ›
Pós-doutorado no exterior
O reitor da Universidade Estadual de Maringá, Mauro Luciano Baesso, autorizou o afastamento da professora Fabiane Cortez Verdu para realizar estágio de pós-doutorado na Universidade de Colônia, na Alemanha, de 21 de setembro deste ano a 21 de setembro de 2016, com ônus restrito aos vencimentos e demais vantagens inerentes ao vínculo efetivo com a UEM.
Também foi assinado o afastamento do professor Mauricio Reinert do Nascimento para estágio de pós-doutorado no Max Planck Institute for the Study of Societies, na Alemanha, de 1º de outubro próximo a 1º de outubro do ano que vem, com ônus para o CNPq.
Professores distribuíram bolo
Para marcar os três meses do massacre do Centro Cívico e o aniversário do governador Beto Richa (PSDB), professores maringaenses distribuíram bolo na tarde de hoje no terminal urbano de passageiros do transporte coletivo.
‘Descomemorando’ o aniversário
O aniversário de 50 anos do governador Beto Richa (PSDB), que acontece hoje, será ‘descomemorado’ pelos professores, junto com os três meses do massacre do Centro Cívico. Um café da manhã defronte a residência de Richa e haverá atividades no centro de Curitiba, incluindo um museu com bombas e resquícios do arsenal lançado pelo batalhão de choque da Polícia Militar contra os trabalhadores. Em Maringá, no terminal urbano, a data será lembrada com bolo e panfletos.
O governador tucano, por sinal, parece estar aprendendo com o famoso leitão vesgo maringaense: além de conversar com a presidente Dilma, em meio a problemas com o TCU, repreendeu o partido por conta do apoio aos protestos do próximo dia 16.
Já os professores…

De leitora, a propósito do acompanhamento da Secretaria de Transportes e Segurança à Parada LGBT, realizada ontem em Maringá: “Bacana a passeata do domingo à tarde, com a devida presença dos agentes públicos, mas também ajuda a entender o descaso do nosso estado com a educação, pois na greve dos professores, os educadores percorreram ruas e avenidas maringaenses sem nenhuma proteção”.
PS – A PM não esteve presente, ao que consta, por falta de efetivo.
Tempos de servidão degradante
Para uma leitora do blog, Maringá vive tempos de servidão degradante. Ela procurou explicar para pessoas ligadas à administração o que está acontecendo em setores da educação, que qualifica de assédio moral, que ocorria com o aval da cúpula da Seduc. Os professores estariam sofrendo com o abuso de poder das chefias imediatas, que mandam e desmandam, que discriminam uns em favor de outros, provocando situações vexatória, especialmente por quem está passando por estágio probatório. Professores e educadoras contratadas recentemente estariam descontentes com o tratamento dispensado, e que “beira a lei da chibata”. Em decorrência da situação, cresce o número de exonerações na área da educação, com migração de profissionais para cidades vizinhas, em busca de melhores condições de trabalho.
Professores e funcionários suspendem a greve
Mais de quatro mil educadores da rede estadual de ensino se reuniram no espaço Expo Unimed, na capital, para a assembleia de avaliação da greve geral. Durante a assembleia, a categoria ouviu o relato pormenorizado feito pela direção do sindicato a respeito da proposta apresentada pelo governo. Em seguida, foram feitas as defesas de duas propostas: a continuação da greve por tempo indeterminado ou a suspensão da paralisação, com a manutenção do estado de greve e a continuidade do monitoramento do cumprimento da proposta apresentada pelo Poder Executivo. Após as defesas, realizada por dez pessoas cada uma, os educadores decidiram suspender a greve, manter o estado de greve e retornar às escolas na segunda-feira, 5. Veja a proposta do governo apresentada e aceita pela maioria:Continue lendo ›
Professores avaliam a greve

Os professores da rede estadual de ensino aguardam para amanhã um dia cheio em Curitiba. A assembleia de avaliação da greve será amanhã às 15h30, no Expo Unimed, na capital. Na foto, a concentração desta segunda-feira na praça Raposo Tavares, em Maringá. Clique para ampliar.
PS – Na reunião encerrada no início da noite no Palácio Iguaçu sinalizou fumaça branca, segundo o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSD). A proposta do governo foi aceita pelo comando de greve.
Professores gritam por Requião

Ontem, com as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná lotadas por professores, o deputado Professor Lemos (PT) era ovacionado a cada crítica dirigida ao governador Beto Richa (PSDB). No encerramento, porém, ouviu o que não queria. Os grevistas, ao invés de gritarem por algum nome petista – a senadora Gleisi Hoffmann, por exemplo, pré-candidata ao governo do estado -, mandaram brasa em outro nome: “Requião! Requião!”. Nunca um cavalo passou tão encilhado quanto este.
Greve dos professores
Greve dos professores
Greve dos professores começa amanhã
A APP Sindicato informou que, esgotadas as tentativas dos professores e funcionários de escola em garantir seus direitos, não restou outro caminho a não ser a greve geral por tempo indeterminado. A decisão foi tomada na última assembleia da categoria no dia 29 de março. A greve atingirá as 2.149 escolas da rede pública de ensino do Paraná. Ao todo trabalham na rede estadual quase 100 mil professores e funcionários de escola (72 mil professores e 23 mil funcionários). Continue lendo ›
Governo descumpre deliberação de 2008 na distribuição de aulas
Professores da rede estadual de ensino denunciam que o governo do estado está cometendo um erro na distribuição de aula de sociologia e filosofia que, se não for resolvido, prejudicará professores graduados que não conseguirão dar aula e ficarão desempregados. O governo Beto Richa está descumprindo a deliberação 03/2008, que diz que a partir de 2012 as aulas de sociologia devem ser lecionadas exclusivamente por licenciados em Sociologia/Ciências Sociais. Na distribuição, estas aulas foram repassadas a docentes de outras disciplinas, deixando os jovens do Paraná sem professor adequadamente preparado para trabalhá-la e deixando professores desempregados. Continue lendo ›
Mais alunos nas salas de aula
A volta às aulas na rede municipal de ensino, em Maringá, pode ter ranger de dentes. A secretária de Educação, Solange Lopes, que comprovou a moral que tem junto à administração na longa viagem ao Japão, junto com a primeira-dama dona Luíza. Ela quer aumentar o número de alunos por salas, o que alguns professores consideram impossível. Há quem pense em desistir de dar aula se a proposta for implantada. O ano passado já foi complicado para os mestres, que não tiveram professores auxiliares. “E o salário continua uma merreca”, diz uma delas.
UEM quer biometria só para servidores técnicos
No último dia 21 o reitor Julio Santiago Prates Filho, reitor da Universidade Estadual de Maringá, assinou a resolução 179/2013, aprovada pelo CAD (Conselho de Administração), que implanta a nova sistemática de controle de frequência e permanência dos servidores técnico-universitários. A resolução, divulgada no último dia 24, aprova a implantação de nova sistemática de controle, “adotando-se o sistema de controle por computador ou biométrico, consideradas as peculiaridades de cada setor”, e aprova a criação de uma comissão para normatização e implantação do sistema de controle de frequência, com prazo de 180 dias para a conclusão dos trabalhos e implantação do referido sistema.
De acordo com o texto, a adoção do controle de frequência vale apenas para os servidores técnicos, o que está provocando polêmica na UEM.
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