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Coincidência

Coincidência anotada por um dos presentes à solenidade de posse de Carlos Roberto Pupin: o último prefeito a quem o vereador Ulisses Maia (PP) deu posse não completou seu mandato. Era Jairo Gianoto (PSDB), apeado da Prefeitura de Maringá por corrupção. Pupin, que pode deixar o cargo em fevereiro por causa da inelegibilidade, observe-se, era à época tão tucano quanto Gianoto.
PS- Além de Ulisses Maia (PP), eleito com 11 votos,  compõem a mesa diretora os vereadores Luciano Brito (PSB) , 1º vice-presidente,  Chico Caiana (PTB), 2º vice-presidente, tenente Edson (PMN) 1º secretário, Márcia Socreppa (PSDB) 2ª secretária e Luiz Pereira (PTC), 3º secretário.

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Qual a posição da OAB?

Li no blog do Messias e reproduzo: “Um grupo de advogados que esteve na oposição à chapa XI de Agosto na última eleição da OAB/Maringá está se mobilizando para forçar a entidade que os representa a tomar uma posição firme contra o festival de CCs da administração Pupin. Eles estão inconformados com a omissão da Ordem diante de escândalos locais, como é o caso dos 515 cargos comissionados. “A OAB sempre teve papel de destaque na luta pela ética na política e portanto, não faz o menor sentido ela ficar omissa diante de um absurdo tão grande como esse dos 515 Cargos Comissionados”, disse-me um advogado amigo, que já está em campo coletando assinaturas para forçar a subseção a sair do muro.”
Meu comentário (Akino): Interessante sabermos qual é a posição da OAB sobre comissionadosContinue lendo ›

Akino

Se Pupin tiver juízo…

…e o mínimo de independência não nomeia, pelo menos antes de fevereiro, os oito escolhidos por Ricardo Barros para os escritórios de representação de Maringá em Brasília e Curitiba. Segundo a justifica tiva da turma, essas unidades administrativas auxiliaram os deputados federais e estaduais nos projetos de interesse para Maringá (o que é uma ilegalidade). Como as câmaras federal e estadual estão em recesso, esses servidores não teriam serviço até fevereiro, assim sendo se nomear agora estariam ganhando sem ter o que fazer (depois também). O Ministério Público certamente entrará com uma ação de improbidade pedindo que o prefeito devolva o dinheiro gasto. Pensando bem, se tiver coragem, saco roxo, hombridade, acaba com esta palhaçada e altera completamente esta lei que criou os 515 cargos. Tenho uma amiga, que parece velhinha de Taubaté, que acredita que quando assumir, Pupin mandará Ricardo às favas e será o prefeito de fato e de direito.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Caberia uma flor neste barco?

Li no blog do Messias e reproduzo: “Usando uma expressão do jornalista Fábio Campana, eu pergunto: quem são as pessoas de consistência pneumática no condomínio Barros? Edith Dias estaria fora da administração Pupin, mas nem tanto, porque parece inafundável. O mesmo ocorre com Paulo Mantovani, que sonha em voltar ao comando da Guarda Municipal, mas dos males o menor, já garantiu um lugar para o filho Flávio. E Dorival Dias, haverá um cantinho pra ele também? Muitos que suaram a camisa para garantir a vitória de Pupin, vão tentar a todo custo permanecer na embarcação. O problema é que, com excesso de peso, o Barco 515 pode estar mais pra Bateau-Mouche do que para coração de mãe.”
Meu comentário (Akino): Meu caro Messias este barco já está tão pesado que não caberia nem mais uma flor, por pequena que seja. Mas mudando de assunto, quem seria o (a) secretária de Cultura? Há quem diga que o cargo foi oferecido (por Pupin, que teve uma longa conversa, explicando os motivos), para o vereador Heine Macieira, mas ele não aceitou. Ao contrário do que fez com Ravagnani, o futuro prefeito não o convenceu.
Akino Maringá, colaborador

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Menina dos olhos

A menina dos olhos do governo municipal que se inicia na semana que vem, hoje, é a Secretaria de Obras Públicas, sob o comando de Fernando Maia Camargo (ex-Orbis, aquela do Hospital Metropolitano que virou Municipal), ex-presidente do Sinduscon-Nor. Há todo um cuidado para que ela funcione do jeito que se espera o mais rapidamente possível. A secretaria concentrará todas as obras da gestão pupiniana.

Akino

Um esquema ardiloso

Dentre os muitos absurdos da reforma administrativa Barros está a criação dos escritórios de representação de Maringá em Brasília e Curitiba, com estruturas de secretarias. Inicialmente seriam unidade autônomas ou vinculadas à Serei, mas corrigiram vinculando-as ao Gapre, ou sob responsabilidade total de Pupin. Serão quatro comissionados em cada um dos escritórios, com remuneração de: um Chefe do Escritório de Representação, cargo equivalente ao de secretário (R$ 10.600,00), um assessor I (R$ 5.676,49), um gerente do Escritório de Representação (R$ 3.642,09) e um assessor III (2.554,72). Neste caso o assessor é superior do gerente, que não se sabe o que vai gerenciar, se terá apenas um subordinado, o assessor II. Mas as dúvidas são muitas: Como o prefeito vai controlar o horário de trabalho desses servidores? Como terá certeza que estão trabalhando mesmo? Serão nomeadas pessoas de Maringá? Se for, como conseguirão sobreviver em Brasília com essas remunerações? Terão além disso auxílio moradia, pagamento de hospedagem? Virão a Maringá semanalmente como fazem os deputados? A prefeitura pagará as passagens? As mesmas questões valem para Curitiba. Nem vamos falar das despesas de locação de salas.Continue lendo ›

Akino

Síndrome de Estocolmo

Há quem pense que Pupin esteja refém do seu coordenador de campanha. Se não fizer tudo que ele manda, este liberar o ministro Marco Aurélio para prepara logo o voto pela cassação do seu diploma. Portanto até que não haja o julgamento no TSE estaria amarrado. Passando no TSE continuaria refém, pois a estrutura administrativa foi de tal maneira amarrada que qualquer desobediência seria punida com a cassação de mandato pela Câmara, como aconteceu com Milton Martini em Sarandi.
Quer dizer: não tem saída, restaria a Pupin o papel de assumir os pepinos, os processos e  rezar pela cartilha do chefe. No final do mandato seria liberado, para ir para casa.
Mas há os que pensam que Pupin já teria sido acometido pela síndrome de Estocolmo e passou a ser um admirador do seu ‘sequestrador’. Obedece com prazer e até arrisca a pedir algumas coisas, na esperança de obter pequenas regalias.
Akino Maringá, colaborador

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Passaram-se oito dias

Hoje faz oito dias que o vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), prometeu anunciar a última leva de secretátios municipais de seu governo, que promete ser o mais breve da história política local. Faltam apenas dois dias para terminar o ano. A demora seria por conta de consenso em torno de nomes que ele gostaria de ver ao seu lado e os que constam da listinha (modo de dizer, claro) do mestre Ricardo Barros. Até agora, o secretariado não causou impacto algum, com nomes que contemplam apenas acordos eleitorais de segundo turno.

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Uma decepção atrás da outra

É saudável saber que nem todos os que apoiaram o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin são tapados e robotizados. Uma das pessoas que participaram da campanha do pepista mostrou-se altamente indignada com a atitude do todo-poderoso Ricardo Barros em duplicar o número de cargos comissionados para atender as exigências da montanha de partidos que apoiaram seu pupilo no segundo turno. Acreditava que, apesar dos antecedentes, o grupo não chegaria a tanto. Ao ver os nomes até agora confirmados para o secretariado, então, outra decepção.
Mas, neste caso, ele não se considera traído por Pupin, e sim por dona Luíza, em quem chegou a acreditar. Supõe que no mínimo a futura primeira-dama é cúmplice na travessura toda e que deve, portanto, haver consentimento do casal nos últimos atos que envergonham a história político-administrativa da cidade.
PS – Em relação aos cargos comissionados, por sinal, um leitor sugere que Pupin mande construir duas prefeituras, pois numa só não vai ter espaço suficiente para abrigaros seus 515 apaniguados  – a não ser que os apadrinhados despachem em suas respectivas casas.

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Para não ser enganado

Assim que começou a ser conhecido o tamanho do custo da gestão Pupin, a assessoria de Ricardo Barros tentou reduzir o estrago da empreitada, que mobilizou até entidades condominiais, como a Acim e a SER. Mas desmentir como, se não tem como rebater números? A tarefa conta com a ajuda da mídia amiga, falta de interesse de investigar da imprensa e uma boa dose de dissimulação.
Basta clicar aqui e ler a lei da nova estrutura administrativa (e aqui, a alteração realizada em seguida), feita por Ricardo especialmente para Pupin acomodar os apaniguados e apadrinhados que o apoiaram no segundo turno, e que só em termos partidários representam 18 siglas. Serão 515 cargos comissionados, 32 deles criados depois que a Turma do Amém, contam os corredores da Câmara de Maringá, chiou.Continue lendo ›

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Ferindo susceptibilidades

A propósito da postagem abaixo, de Akino Maringá, referindo-se à coluna de hoje de Milton Ravagnani, um colega da área me disse que o texto foi no mínimo indelicado com os integrantes da atual Assessoria de Imprensa da prefeitura. É que o governo Pupin, que poderá terminar antes da estação do calor, nem começou e a cadeira que Ravagnani vai sentar pela segunda vez (ele foi secretário do salomônico RB) ainda está ocupada. Ele teria sido também pouco sensível ao tornar público que Pupin-Perón tem restrições à atual assessoria. O certo que é a coluna de hoje provocou susceptibilidades.
Não sei por quê, mas sempre que ouço falar em peleja para integrar o secretariado ricardo-pupiano me vem à cabeça o título daquela comédia de Shakespeare, “Much Ado About Nothing”.

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A secretaria do Democratas

A Secretaria de Esportes e Lazer na gestão Pupin/Barros foi ofertada a Maria Iraclézia de Araújo, que foi candidata a prefeita pelo DEM, como pagamento pelo apoio recebido no segundo turno das eleições. A vaga foi reafirmada na reunião de hoje no escritório da deputada federal Cida Borghetti (PP), e seu ocupante deve ser confirmado até amanhã pelo prefeito, que assume com pendência no TSE e pode ter o mandato encurtado.
Com isto, dá pra ver como funciona a política condominial: o atual ocupante, Walter Guerlles (PR), foi o primeiro a ser chamado por Pupin na famosa e fatídica interinidade dos 100 dias. Ele acumulou duas pastas, e no final optou por ficar só com a de Esportes e Lazer, que agora foi entregue ao Democratas. Ou seja, Pupin “manda muito”.

Akino

Não sabe ou faz que não sabe?

Vejam a resposta de Pupin à esta pergunta, em entrevista à Gazeta Maringá : – Haverá novas secretarias? São duas novas secretarias: a de Materiais e Transportes (Semat) e também a Secretaria de Assuntos Comunitários (SAC). A Secretaria de Recursos Humanos foi desmembrada e foi onde surgiu a Semat, que será responsável pelas licitações, processos de compra, recebimento e também processo de logística.
Meu comentário: Ou Pupin não sabe, porque não foi ele que criou, o ufaz que não sabe. Foram criadas, além dessas duas, a Secretária de Obras Públicas, para acomodar o presidente da Urbamar (que continuará existindo, com o título em liquidação e consumindo mais de R$ 400 mil por ano, segundo o orçamento). E mais as representações de Brasília e Curitiba, e uma tal de Coordenadoria dos Projetos do BID, têm custo e remuneração de secretarias. Foram, portanto, criadas três novas secretarias e três órgãos equivalentes. É Milton, pelo jeito Pupin precisa de um mágico, mais que um bom secretário de Comunicação para explicar este monstruoso aumento de comissionados.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Tá de brincadeira”

Li na Gazeta Maringá que Pupin disse que está com dificuldades para compor sua equipe e que o problema está, segundo ele, na baixa remuneração que a Prefeitura, ou que o poder público, oferece. Só pode ‘tá de brincadeira’, como diria o Neto. Vejam a remuneração oferecia para os CCs: Secretários R$ 10.600,00; CCI – R$ 5.766,79; CCII – R$ 3.642,09; CCII R$ 2.554,72; e CCIV R$ 1.591,59. Muitos dos CCs jamais conseguiriam esta remuneração na iniciativa privada. Ele mesmo não os
contrataria para trabalhar em suas empresas pagando estes salários. Mesmo o menor de todos, R$ 1.591,59, é um supersalário para quem não vai fazer nada de útil e isto vai ocorrer com a grande maioria, pois nem que eles queiram não haverá serviço.
Na verdade a dificuldade é que não há vagas para todos apesar do aumento insano do número de cargos. Se abrir um concurso público oferecendo esses salários, aparecerão pelo menos uns 10.000 candidatos. Ás vezes penso que Pupin, ou pensa que o contribuinte maringaense é um perfeito idiota, sem capacidade de discernir, ou,
ou, ou… (melhor não escrever ou que estou pensando).
Akino Maringá, colaborador

Má-ringá

Gestão Pupin terá mais CCs que Alemanha, França e Inglaterra

A administração Pupin/Barros, que dificilmente passará do verão dados os indícios claros de inelegibilidade do candidato do condomínio, terá mais cargos comissionados que todo o poder público da França, Inglaterra e da Alemanha. A informação está em editorial da Gazeta do Povo desta quinta-feira intitulado “Excesso de comissionados”, comentando a doidura que tomou conta também do governo Beto Richa, que diz em certo trecho: “Uma quantidade só pode ser qualificada como grande ou pequena mediante comparação com objetos ou situações da mesma natureza. Assim, indagamos, seria razoável ou grande demais o número de cargos comissionados nos poderes Executivo e Judiciário no Paraná? No Executivo, por exemplo, contam-se hoje em mais de 4 mil – um milhar a mais do que existia em 2010. Leia mais.

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Pupin gastará 10 vezes mais com CCs do que com entidades

Os gastos com cargos comissionados – que foram aumentados para abrigar os apaniguados de 18 partidos que apoiaram Carlos Roberto Pupin (PP) no segundo turno – este ano, de acordo com a nova estrutura administrativa da Prefeitura de Maringá, representam dez vezes o que foi repassado, este ano, para entidades assistenciais da cidade. Em 2012 foram repassados R$ 3,3 milhões para 40 entidades assistenciais. De acordo com levantamento do vereador Humberto Henrique (PT), com o pagamento de CCs a prefeitura pode gastar  mais de R$ 33,3 milhões. Isto mostra a prioridade do gestor que assumirá em janeiro. Como Akino Maringá revelou numa postagem, dias atrás, a conversa no Legislativo é que para aprovar o aumento de CCs no Executivo atuais vereadores que integram a base aliada (ou a Turma do Amém, como o povo os chama) teriam exigido mais de três dezenas de cargos comissionados para que eles próprios pudessem preencher, indicando cabos eleitorais.

Akino

Serei, o absurdo ficou maior

Vejam a atual composição da Secretaria de Relações Interinstitucionias, Serei: José Roberto Ruiz, secretário, subsídio; Wagner Ramos, diretor administrativo, CC-1; Jeferson Rodrigo Garcia Colombo, gerente administrativo, CC2. Esta secretaria é uma dos maiores absurdos administrativos. Foi criada para dar emprego a um ex-prefeito de Nova Olimpia, como parte do acordo, comenta-ser, de Ricardo, com Osmar Dias, visando as campanhas de ambos para o Senado e Governo do Estado. Não existe do Brasil, algo similar, só em Maringá. Pois agora o absurdo ficou maior. De três cargos comissionados passa para oito. Além do secretário, um DAS, três GAS, um CAS, um CSS e um FGC.
I- Vejam as principais atribuições da Serei: Promover a integração e a participação das entidades públicas, privadas e a sociedade civil organizada, nas relações com o poder público (isto é mero enchimento de linguiça, não quer dizer nada); II- Execução da política organizacional de relações com órgãos locais dos Governos Estadual Federal, visando a implementação de projetos para a obtenção de recursos (mais enchimento de linguiça) (…) São onze atribuições que não querem dizer absolutamente nada. Muitas se confundem, ou são iguais às dos escritórios regionais de Curitiba e Brasília. É um monstro devorador de dinheiro. Esses oito comissionados não terão o que fazer. É desvio de dinheiro público para as contas deles. Um crime contra o erário.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Exemplo do inchaço de CCs

A Secretaria de Saneamento Básico, que considero desnecessária, tem atualmente a seguinte composição: Leopoldo Floriano Fiewski Junior, secretário; José Roberto Francisco Behrend, diretor técnico; Aline Cuenca Moya, assessor III (CC3). Três servidores, incluindo o secretário, que ganham, sem ter absolutamente nada que fazer. A partir de janeiro 2013, terá seis comissionados, aumento de 100% no quadro. Será que houve aumentto de 100% no volume de serviços? Será que é porque a cidade cresceu, como disse o líder Heine Macieira? Digamos que houve um aumento de cem por cento nos serviços. Cem por cento de nada é nada. Desafio Pupin explicar isso tecnicamente para a sociedade maringaense. Peço que o OSM se manifeste sobre o assunto.
Alino Maringá, colaborador

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Pode compensar

Mesmo que permaneçam dois ou três meses nos cargos, por conta do ministro Marco Aurélio, alguns integrantes da equipe de Carlos Roberto Pupin (PP), aquele que dobrou o número de cargos comissionados na Prefeitura de Maringá, ainda terão motivos para comemorar. É que na iniciativa privada jamais ganhariam tanto – o salário de secretário passará de R$ 10 mil brutos – e ainda sairão com proporcional de férias e décimo terceiro.

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Sorrisos amarelos

O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), aquele que dobrou o número de cargos comissionados na Prefeitura de Maringá, dividia nesta manhã uma animada mesa numa padaria da cidade; ao lado, outra mesa reunia algumas mulheres que trabalham em comércio nas proximidades. Uma delas pediu uma foto com o prefeito diplomado e foi atendida prontamente. O blog soube que, tirada a foto, e depois de um breve silêncio, uma delas falou alto: “Prefeito, Deus o proteja, principalmente com o Grillo e o Crispim na prefeitura”. Pano rápido.

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Ecos do secretariado

Sobre o secretariado anunciado até agora pelo vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), aquele que dobrou o número de cargos comissionados na Prefeitura de Maringá:
1 – Nem Luiz Carlos Manzato esperava ser mantido no cargo de procurador geral do município.
2 – Valter Viana, secretário de Desenvolvimento Econômico, mostrou ser influente: ele teve acesso à lista de secretários, feita por Ricardo Barros, antes mesmos de Pupin, que, pra variar, estava viajando.
3 – O nome de Rene Pereira da Costa, atual secretário de Estado das Relações com a Comunidade, foi ventilado para fazer parte da equipe. Oficialmente, porém, não há nada, e ele está bem no governo Beto Richa.
4 – O jornalista Luiz Fernando Cardoso deve integrar a nova Assessoria de Imprensa.

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Repercutindo a equipe 2

1 – O PMDB não é fraco: apesar de não ter conseguido votos suficientes para eleger um vereador – um marco na história do partido, que desde 1986 não elege um deputado estadual, por exemplo -, a sigla emplacou até agora quatro secretários na possivelmente fugaz administração Pupin (PP). Outros partidos, como PTB e PTC, que juntos fizeram duas cadeiras, até agora não receberam nenhuma boa notícia.
2 – Ricardo Barros, que montou a equipe anunciada até agora por Carlos Roberto Pupin, havia definido que não entregaria nenhuma secretaria de porteira fechada para os partidos que apoiaram a candidatura abençoada por ele. Agora, vai abrir exceções. Uma delas é a Secretaria de Habitação. Está praticamente certa que o presidente do PPS, Willy Taguchi, assumirá uma diretoria na pasta, que já pertence ao partido há tempos.
3 – Ninguém consegue apontar, nos nomes divulgados até agora, um sequer que seja da cota de Pupin.

Maringá

Pupin anuncia mais 12 secretários

Ao confirmar hoje a permanência da “espinha dorsal” do governo Silvio Barros II, o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin anunciou que na próxima semana serão divulgados os ocupantes das secretarias da Mulher, Assistência Social e Cidadania, Controle Interno, Cultura, Esportes e Lazer, Maringá Previdência, Relações Interinstitucionais, Codem e escritórios Regionais de Curitiba e Brasília. Os nomes confirmados hoje:
Gabinete do Prefeito – Mário Hossokawa (PMDB), vereador por diversos mandatos, ex-vice-prefeito, ex-chefe de escritório regional da Secretaria de Meio Ambiente e ex-secretário municipal.
Saúde – Antônio Carlos Nardi, dentista, ex-secretário de Saúde de Floresta, Marialva e Maringá.
Gestão e Fazenda – José Luiz Bovo, contabilista, ex-prefeito de São Jorge do Ivaí, na equipe Barros desde 2006.
Secretaria de Desenvolvimento Econômico – Valter Viana, presidente estadual do PHS, candidato a vereador derrotado nas últimas eleições.
Procuradoria Geral – Luiz Manzato, advogado, integra a equipe dos Barros desde 1989, quando foi assessor e procurador jurídico de Maringá.
Secretaria de Serviços Públicos – Vagner Mussio, candidato derrotado a vereador, é outro que permanece no cargo.
Coordenadoria dos Projetos do Banco Interamericano de Desenvolvimento – Leopoldo Fiewski, formado em Psicologia, ex-funcionário de Silvio Barros II, foi seu super-secretário, é considerado seu braço direito e é chamado de Leo por Ricardo Barros.
Planejamento – Laércio Barbão, engenheiro civil, atual secretário de Controle Urbano e Obras Públicas; está a administração desde fevereiro de 2011.
Obras Públicas – Fernando Antônio Maia Camargo, engenheiro civil, ex-presidente do Sinduscon-Nor e presidente da Urbamar desde 2006.
Abastecimento, Recursos Materiais, Logística e Patrimônio – Gilton Domingues Bonneau, atual secretário de Administração.
Secretaria de Habitação de Interesse Social – Sérgio Bertoni, ex-diretor de Habitação e atual secretário da pasta.
Aeroporto/SBMG – Marcos Valêncio, superintendente do Aeroporto Regional Silvio name Junior desde 2006.

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Sensação de déja-vù

O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) anunciou outros nomes que devem compor seu secretariado, a partir de janeiro. A novidade foi mesmo Mário Hossokawa, como o blog antecipou na hora do almoço.  Ricardo Barros manteve vários secretários da gestão dos últimos oito anos, como Valter Viana, Vagner Mussio, Antonio Carlos Nardi, Marcos Valêncio, Laércio Barbão, Gilton Boneau, Fernando Camargo, Sergio Bertoni e José Luiz Bovo.

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Pupin confirma Hossokawa no Gabinete

Hoje à tarde, repetindo o que foi feito ontem, o vice-prefeito e prefeito diplomado de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), anunciará o vereador não reeleito Mário Hossokawa (PMDB) como seu chefe de Gabinete. Hossokawa é o quarto peemedebista confirmado no primeiro escalão e o terceiro ex-secretário de Said Ferreira a compor a administração do PP. O Gabinete do Prefeito, porém, foi esvaziado com a nova estrutura administrativa realizada por Ricardo Barros; Hossokawa cuidará basicamente da agenda e do cerimonial. Na interinidade dos 100 dias, para alavancar sua candidatura, Pupin havia nomeado Walter Guerlles, que, ao que tudo indica, deverá permanecer na Secretaria de Esportes e Lazer. Outros 11 nomes também serão anunciados a partir das 16h30 no paço municipal.

Akino

É um bocão

Sobre o comentário do Verdelírio, dizendo que pelos nomes anunciados o secretariado de Pupin é ‘meia boca’, eu diria que para muitos é um bocão. Imaginem a sede de Crispim, que desde que deixou a diretoria da Sanepar, ao que consta, só recebeu dos cofres públicos, diretamente, pelo menos, três meses de subsídio de vereador, substituindo John no final do ano, quando aliás se revelou um membro da Turma do Amém.
Ser secretário e receber de R$ 10,6 mil é um bocão, para quem se acostumou a viver do dinheiro público. Se bem que comparados aos R$ 19 mil da estatal de água e esgoto, o subsídio de secretário deixa muito a desejar. Já o trabalho nos dois cargos deve ser o mesmo, ou seja, quase nada.
Akino Maringá, colaborador

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Coragem para se queimar

Nos corredores da câmara municipal a conversa é de que Pupin é corajoso, pois não esperou nem o Ano Novo para queimar a cara junto ao eleitorado e, principalmente, junto ao contribuinte maringaense, qua bancar o salário do dobro de cargos comissionados existentes até agora. A coragem vai até a nomeação de nomes para compor sua equipe, como Umberto Crispim e Miguel Grillo. “Nem Said, pai político dos dois, teve essa coragem”, comentou um observador.

Maringá

Gastos com CCs passarão de R$ 33,5 milhões

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Levantamento do  vereador Humberto Henrique (PT) mostra que para garantir os novos cargos comissionados criados por Carlos Roberto Pupin (PP), para cumprir os acordos públicos do segundo turno, farão os cofres públicos de Maringá gastar mais de R$ 33,5 milhões por ano, um aumento de 88% em relação a estrutura atual. Pela proposta, serão 31 secretarias, 100 diretorias, 218 gerências, 96 coordenadorias e 70 chefias. “Só com o salário dos cinco novos secretários, está previsto gastar quase R$ 900 mil por ano. Infelizmente estão mostrando que a prioridade do novo governo não será cumprir as promessas de campanha, como a implantação do plano de carreira dos servidores municipais e acabar com a fila das consultas especializadas”, avalia o vereador Humberto Henrique (PT). Leia mais.

Akino

Deve ser um dos primeiros processos de Pupin

Ao nomear para o cargo de Secretário pessoa com condenação criminal, Pupin estará descumprindo a Lei Orgânica e poderá ser processado por improbidade administrativa. Vejam o texto: “Art. 54. São auxiliares diretos do Prefeito: I – os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes;II – o Vice-Prefeito. § 1.º Os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes serão nomeados e exonerados pelo Prefeito e escolhidos entre cidadãos maiores de vinte e um (21) anos, no pleno exercício de seus direitos políticos. § 2.º No ato da posse, os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes apresentarão certidões do Distribuidor e de Protestos das Comarcas onde tenham residido nos últimos cinco (5) anos, comprovando sua idoneidade, e deverão fazer declaração de bens, no ato e término da investidura no cargo ou função, a qual constará de livro próprio. . (Artigo 54 – Redação dada pela Emenda n. 28).”
No caso de um dos secretários anunciados hoje, o caso é mais grave, pois ele foi condenado à perda da função pública. Continue lendo ›